História Death Note - On The Other Hand - Capítulo 10


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Categorias Death Note
Personagens Anthony Rester, Halle Lidner, Hideki Ide, Kanzo Mogi, L Lawliet, Light Yagami, Matt, Mihael "Mello" Keehl, Misa Amane, Nate "Near" River, Personagens Originais, Rem, Ryuuku, Sayu Yagami, Shuichi Aizawa, Soichiro Yagami, Stephen Gevanni, Teru Mikami, Touta Matsuda, Watari
Visualizações 82
Palavras 922
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - Assault - Part 02


Fanfic / Fanfiction Death Note - On The Other Hand - Capítulo 10 - Assault - Part 02

(...)

 

— Bem, o que acha disso? —  O chefe perguntou.

 

— Elas são mesmo interessantes. — Respondeu L. — Se a polícia aceitar e concordar cooperar com Kira, a fita de número três deve ser transmitida. Ou, se a resposta for não, a fita de número quatro. A fita três cobre os termos da cooperação. Resumindo, quer que a gente transmita os nomes de mais criminosos. Ele parece bem interessado naqueles que atacaram outros ou aqueles que de alguma forma machucaram ou tiraram vantagem dos fracos e indefesos. Claro que Kira faria o papel de juiz nisso tudo. E mais, como prova de que a polícia está pronta a cooperar, ele quer que L e os policiais apareçam na TV para fazer um comunicado público de que planejamos cooperar com ele. — Ele parou por alguns segundos. — Ele quer que revelemos nossos rostos. Assim, pode nos matar se a polícia fizer qualquer coisa suspeita. Em outras palavras, ele vai ter nossas vidas como garantia. — Concluiu.

 

— Sei. E o conteúdo da fita de número quatro? Se respondermos não? — Perguntou o Chefe.

 

— Disse de maneira diferente, mas é mais ou menos a mesma coisa. Senhor Yagami, não preciso nem dizer que a resposta é não. Por favor, mande alguém enviar a fita de número quatro à TV Sakura e autorize a transmissão da mesma.

 

Naho estava sentada no sofá apenas ouvindo a conversa, em silêncio. Ela seguia o detetive com os olhos a todo o momento até a hora em que a transmissão começou, fazendo-a olhar para a TV.

 

“Eu só posso dizer que é uma pena responderem não. É claro que a polícia quer se opor a mim e isso não vai ficar sem punição. Então, vou começar tirando a vida do diretor geral da agência nacional, ou do detetive conhecido como L, que atualmente lidera a investigação contra mim. O diretor geral, ou L, vai pagar o preço de sua recusa de cooperação na criação de um mundo mais pacífico? Vocês têm quatro dias para decidir.”

 

— Mas é claro que você não vai se expor, não é? — Naho levantou rapidamente, aparentemente eufórica.

 

— Não se preocupe com isso. — Respondeu o detetive.

 

— Ryuzaki, acho que é como você pensou. Vários de nossos membros pensaram  bem e parecem ser a favor de uma aparição do L verdadeiro na TV. — Disse o chefe.

 

— Acho que é a escolha mais apropriada dadas as opções. Ainda temos três dias antes que aconteça. Talvez possamos achar uma medida defensiva. Depois disso tudo, me irritaria muito se eu fosse morto por qualquer um dizendo ser o Kira.

 

— Ryuzaki, o que quer dizer com isso? — Perguntou o chefe.

 

— Estou dizendo que há fortes possibilidades desse Kira ser falso. Não, devemos pensar nele como um segundo Kira.

 

— Um segundo... Kira? — Naho se espantou.

 

— Eu não consigo entender, por que acha que existe um duplo? E como você chegou a essa conclusão? — Perguntou Aizawa.

 

— Primeiro, eu verifiquei as vítimas que ele usou para essas previsões da fita de número um. O propósito delas era provar à equipe da TV Sakura que ele é o Kira. Os dois nomes só foram divulgados em tabloides e talk shows diurnos, então não eram criminosos conhecidos. O verdadeiro Kira não precisa provar quem ele é usando criminosos tão insignificantes. Mas pela perspectiva do Segundo Kira, ele precisava ter certeza de que não previa a morte de um criminoso que pudesse ser morto pelo verdadeiro Kira antes. — Disse o detetive.

 

— Ryuzaki. Se tivesse que colocar em números, qual seria a probabilidade de existir um segundo Kira? — Perguntou o chefe.

 

— Dessa vez eu diria que é mais de 70%. Eu não gosto do jeito como ele trabalha. Não é como o Kira. No passado, ele evitava tradicionalmente matar inocentes com a exceção daqueles que tentavam pegar ele. Enfim, se pudermos capturar um Kira, acho que isso nos dará bastante noção de como podemos achar o outro. — Concluiu. — Senhor Yagami. Queria a sua permissão para pedir que seu filho coopere conosco nessa investigação. — Pediu o detetive.

 

— Se quer que meu filho se uma à força tarefa, significa que não suspeita mais dele? — Perguntou o chefe, inocentemente.

 

— Não, eu não posso dizer que ele está completamente livre, mas suas habilidades dedutivas seriam valiosas para nós agora. — Respondeu o detetive.

 

— Se meu filho quiser cooperar, não tenho motivos para impedir. — O chefe deu sua resposta ao detetive.

 

— Eu agradeço. Mas por favor, não diga a ele que achamos que esse último Kira pode ser falso. Ainda não quero que ele saiba. Precisamos fazer com que ele ache que ainda estamos caçando o mesmo Kira.

 

— Tudo bem, então. — Respondeu o chefe, respirando fundo. — Estou de saída.

 

 O chefe se levantou, Aizawa e Matsuda o seguiram. L levantou-se da cadeira e foi em direção à sacada do prédio.

 

— Ryuzaki, espere. — Chamou Naho.

 

— Sim?

 

— Por que chamar Yagami Raito-kun para cooperar se você suspeita dele? Se ele for mesmo o Kira, isso poderá matar todos nós!

 

— Não se preocupe, eu cuidei para que o prendam imediatamente caso isso aconteça. E, também... Eu não deixaria nada acontecer a você, fique tranquila. —  Ele deu um leve sorriso.

 

— Mas e você? E se só você for morto? — Ela gritou, fazendo os olhos da mesma encherem de lágrimas.

 

— Caso isso aconteça, você continuará a investigação com os outros. Caso eu seja morto, Naho, você deverá fazer o que é certo e não largar a investigação por nada. Eu confio em você. Pode fazer isso? — ele disse indiferente.

 

— Sim. — Respondeu ela.

 

— Obrigado. — Ele deu um beijo no topo da cabeça da mais nova e saiu.



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