História Death Note - Uma Nova História - Capítulo 4


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Categorias Death Note
Personagens L Lawliet, Light Yagami, Misa Amane, Nate "Near" River, Personagens Originais, Rem, Ryuuku, Sayu Yagami, Shuichi Aizawa, Touta Matsuda
Tags Death Note, Drama, Kira, Morte, Romance
Visualizações 104
Palavras 750
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - O Encontro com E


Near narrando

Cinco meses depois

Cinco meses se passaram deis que o novo Kira passou a agir nesses últimos meses ele fez muitas vítimas, até pessoas que nem lembravam mais que existiam.

Hoje marquei um encontro com E, ela disse-me que tenho três opções; encontrá-la cara a cara; mandar alguém de minha confiança falar com ela; ou simplesmente ignora-la. Decidi a primeira opção com um pouco mas de requintes; Gevanni, Aizawa e Mogi vão comigo para proteger-me caso aja alguma cilada.

Neste momento estou no carro a caminho da Cakeria, onde marquei o local. 

Eu quero encontrá-la! Esses últimos meses a mesma sempre se preocupou para saber se eu estava bem. Quero saber se ela é como eu penso, se tem os mesmos olhos, os mesmos cabelos, o mesmo rosto... Pensando bem ela não poderia ser como eu penso por que senão quebraria minhas expectativas... Mas Com certeza quero saber seu nome? Será que é: Eri, Erika, Ei, Etsumi, Erina, Eko. São tantas opções.

O carro para. Chegamos. Gevanni abre a porta para mim e desço com Aizawa e Mogi, Gevanni permanecerá caso aja algum problema. 

Entramos. Havia uma garota de costas na mesma mesa que marquei nosso encontro. Seu cabelo era preto, nem curto nem longo. Usava um vestido preto e sapatos pretos. Era como se fossemos o Yin Yang, o símbolo chinês. Eu o Yang, o lado branco, a claridade! E ela o Yin, o lado negro, a escuridão. 

Pego em seu ombro e a mesma nem mexeu um fio de cabelo para virar-se.

—Você é o N, certo?

—Sim—Respondo.

—Sente-se então!—Exclama. 

Sento-me em sua frente. Ela era esplêndida! Uma maquiagem preta tomava conta de seus olhos, um batom preto mandava em seus lábios e para deixá-la mas bela, haviam sardinhas que faziam toda diferença em suas bochechas. Não havia dúvidas! Ela era definitivamente linda.

—Eu espara que você tivesse escolhido a terceira opção.

—Mas eu não escolhi.

—Por que esses dois caras na porta do estabelecimento?

—Para minha segurança.

—Acha mesmo que eu sou capaz de fazer algo?

—Não, mais talvez pessoas de sua confiança sim.

—Entendo—Fala.

—O que quis falar comigo?—Pergunto.

—Sobre, quais eram as relações do antigo Kira—Responde.

—Informação confidencial.

—Tudo bem, acho que fui um pouco antecipada com esta pergunta.

—Não foi, tenho certeza que qualquer um faria-me está pergunta.

—Entendo—Depois desta palavra um silêncio instalou-se no recinto e me vi na obrigação de fazer uma pergunta um pouco boba para quebrar este clima.

—Quantos anos você tem?—Isso foi o melhor que pude pensar em uma situação como está.

—Fiz quatorze à duas semanas e você N?

—Vou fazer dezenove mês que vem. E?

—Sim.

—Por que resolveu ligar para mim aquele dia? Com suas informações mesmo sendo poucas já estava no caminho certo.

—Por que eu queria saber quem era o garoto que vai prender o sucessor do assassino de meus pais e quem era o garoto por qual eu estou completamente apaixonada.

—O q...—Antes de eu responder ela simplesmente me beijou. Era um beijo maravilhoso nossas línguas dançavam ao som de uma bela valsa. Enquanto nossas salivas eram trocadas a valsa permanecia, era tão magnífica. Até que a valsa parou e nossos lábios foram separados.

—Por que isso?—Pergunto sem fôlego.

—Por que eu te amo—Diz me dando um selinho.

—Me ligue amanhã—Falo.

—Está bem.

Saio da mesa sem dar ao menos um tchau para E. Entro no carro e Aizawa e Mogi me encaravam com um olhar intrigante.

—Como foi?—Pergunta Aizawa.

—Como foi o que?

—Near, não tente nos enganar! Eu e Mogi vimos que aquela garota lhe beijou... Como foi?

—Bom... Bem bom!—Exclamo.

—O que sentiu quando a beijou?

—Uma coisa estranha... Eu não sei na verdade o que foi aquilo que senti. Nunca senti nada igual.

—Sei bem o que é?—Diz Gevanni.

—Explique-me—Peço.

—Amor.

—Eu não posso estar amando, só a vi uma vez.

—Pode ser, mais o amor não tem hora, lugar e nem pessoa.

—Você pode estar certo—Suspiro—Não quero falar mais disto até amanhã.

—Ok—Todos falam em uníssono.

E narrando

Dou tchau com a mão pela janela do local e observo o carro indo embora. Pego meu celular e ligo para alguém importante.

—Alô?—Pergunto.

—Oi Emi. Fez tudo como pedi?

—Sim.

—O que ele falou depois do beijo.

—Ele disse para ligar para ele amanhã.

—Interessante.

—Concordo mestra... Eu finalmente vou poder vingar papai e mamãe com minhas próprias mãos. Ainda bem que L morreu! Bem feito por ter assassinado meu pais. Agora vou poder fazer justiça com minhas próprias mãos no seu sucessor, N.

—É você vai conseguir fazer justiça mesmo a seus pais. Mas não me chame de mestra, quantas vezes lhe pedi isto?

—Umas cinco. Desculpe-me. Eu esqueci, depois de tanta animação ao saber que vou vingar meus pais.

—Eu entendo. Mas já lhe pedi para me chamar apenas de Misa, Misa Amane.



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