História Death Note - Uma Nova História - Capítulo 5


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Categorias Death Note
Personagens L Lawliet, Light Yagami, Misa Amane, Nate "Near" River, Personagens Originais, Rem, Ryuuku, Sayu Yagami, Shuichi Aizawa, Touta Matsuda
Tags Death Note, Drama, Kira, Morte, Romance
Visualizações 80
Palavras 612
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Amor?


Emi narrando

—Ok, ok! Misa.

—Vou mandar o carro lhe buscar e ele vai levar-te para sua casa.

—Tá bom—Desligo.

Sabe, eu não contei para Misa, mas senti algo quando dei aquele beijo em N. Era algo puro e verdadeiro. Não sei o que é mas tomara que não atrapalhe o plano. Quando ele chegou pareceu que uma chama nasceu em mim. E também o achei lindo, muito lindo.

—Rem?—Chamo meu Shinigami.

—Sim Emi.

—É normal você sentir algo quando você beija uma pessoa que você está apenas usando?

—Emi... Para falar a verdade isto está me parecendo algo que eu conheço! Mas ainda não posso revelar a você...—Suspira—... Tenho que ter total certeza.

—Entendo.

—Posso te perguntar algo Rem?

—Claro Emi.

—Como conheceu a Misa?

—Ela proibiu-me de responder esta pergunta.

—Entendo.

O silêncio se instala. Ainda bem que quando estávamos aqui, sabe? Eu e N, não havia mas ninguém, nem o dono do estabelecimento. Acho que provavelmente foi proposital.

Novamente o silêncio se instala, mas meu carro chega e adentro o mesmo e Rem também. Não sei como mais ele consegue entrar em qualquer lugar.

***

Chego em minha casa, que mas parece uma mansão de tão grande que é, tinha quinze quartos, dois andares, uma enorme sala, uma enorme cozinha, resumindo era mesmo uma mansão. Sou recebida por minha mamãe, Sayu Yagami e meu papai, Matarou.

—Seja bem vinda Emi—Diz papai me dando um beijo na bochecha.

—É... Bem vinda minha princesinha—Fala mamãe—Como foi lá?

—Bem ele disse que amanhã tenho que ligar pra ele.

—Perfeito! Você disse que o ama?—Pergunta papai.

—Sim.

—Olá Emi—Fala titia Misa, que entra com seu Shinigami, Ryuk.

—TIA MISA!—Corro para abraca-la.

—Quantas vezes já lhe falei? Só Misa.

—Desculpa—Digo de cabeça baixa.

—Emi não precisa se preocupar, Misa gosta que você a chame de tia! Só é orgulhosa o bastante para admitir—Esclarece Ryuk.

—Acha mesmo Ryuk?

—Eu não acho, tenho certeza!—Exclama.

—Ei! Ainda estou aqui, tá?!—Diz Misa.

—Ti... Quer dizer Misa. Por que não conta-me qual o nome de N? Quero acabar logo com ele e fazer jus ao nome de meus pais, e ao irmão da mamãe que também era seu namorado. E por que não posso dizer meu nome? Tenho que usar somente E.

—É difícil Emi. Light morreu sabendo a identidade dele!—Exclama Misa—E enquanto não descobrimos a identidade de N para mata-lo ele também não saberá a sua.

—Entendi—Suspiro—Bem vou subir para meu quarto, tenho que fazer a aquela chata lição de casa.

—Quer ajuda querida—Pergunta papai.

—Não papai, obrigada—Agradeço.

Subo as escadas seguindo para meu quarto. Chegando pego meu caderno que já estava na cama e começo a fazer a chata lição de português.

Depois de um tempo chego a última questão.

—De acordo com o texto que leu acima, responda, de que figura histórica Yumi falava quando estava a ler o texto para sua classe?—Suspiro—Que pergunta fácil, não acha Rem?

—Sim.

—Yumi estava a falar do príncipe japonês, Akishino—Escrevo e terminada a lição, coloco o caderno sobre meu rosto—Finalmente acabei. Não aguentava mais.

—Emi?

—Fale Rem!

—Você disse que sentiu algo diferente quando beijou N, estou certo?

—Está.

—O que era?

—... Era algo... Puro e verdadeiro... Bom... Não sei explicar direito.

—Entendo.

—Rem me fale o que é isto! Quando eu cheguei perto dele foi como uma chama ascendendo. Me fale a cura pra isso!—Indago—Não quero sentir isso novamente.

—Emi sinto muito... Mas não há nenhuma cura para isto que está sentindo.

—Inferno! Pelo menos me fale que não vai atrapalhar-me nos planos.

—Sinto muito mas isso só você poderá dizer. Se o que tiver sentindo ainda estiver florescendo é bem capaz que não causará tanto caos... Mas se o que estiver sentindo tiver florescido e se tornado uma bela rosa, receio que não à nada que possa fazer, nem você, nem eu, nem Ryuk, nem Misa, nem seus pais, nem ninguém.

—COMO? EXISTE CURA PRA TUDO! TEM QUE TER CURA PRA ISSO!—Me exalto.

—Emi não existe cura para o... Amor!

—Amor?



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