História Death Note: Isso é para todos - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Death Note, Originais
Tags Deathnote
Visualizações 6
Palavras 1.273
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Enlouquecendo


Fanfic / Fanfiction Death Note: Isso é para todos - Capítulo 9 - Enlouquecendo

O som do trem. Os trilhos fazendo sons agudos enquanto a máquina vai parando lentamente, eu estou acordada, sozinha, mas ouço pessoas resmungando longe de mim. Elas falam coisas como “A dosagem está correta?”, “Garanta que ela não acorde”, “Mais 40 miligramas de sedativo” “Troque ela de Tanque”.

-PAREM DE FALAR ASSIM!

*Abe On*

Say deu um berro que nos assustou. Eu e Ryuk estávamos trançando a palha que havia ao nosso lado, Max estava dormindo, já que ficou acordado a noite inteira mantendo a segurança do nosso vagão. A Say estava olhando para fora, com as pernas balançando para fora do vagão, mas ela gritou do nada, disse que era para pararem de falar de um jeito, mas não sei o qual. Ninguém estava falando, o único barulho que tinha era da respiração de Max e o vento, mas, ela falava aquilo como se estivessem falando diretamente a ela.

-Say?

-Calem a boca... Vou enlouquecer!

-Quem deve calar a boca? Say!

Ela estava vidrada em algo que não estava ali, parecia que eu não estava na frente dela, eu comecei a balançar ela freneticamente, Ryuk acordou Max, que também tentou fazer ela voltar a ver agente.

-Say! Por favor, diga algo!

Por instantes, Say parecia que tinha morrido, ela congelou e seu corpo ficou leve nas minhas mãos, mas logo acordou, seu rosto estava pálido e sem alma, como se ela tivesse visto uma aberração.

-O que ouve, Say?

-O vagão...

-Say, nós estamos num vagão.

-Não.

Ryuk atrapalhou.

-Ela deve ter visto algo que não fosse o vagão.

-Como se ela estivesse em outro lugar que não fosse aqui?

Max perguntou

-Sim. Deixe-a sozinha por um momento, ela vai precisar ficar em paz um minuto.

Abracei Say e todos nós saímos pela porta que separava nosso vagão repleto de palha nos cantos e partimos para um vagão sujo, porém vazio.

*Abe off*

*Ryuk On*

A poeira do vagão estava começando a me incomodar. Abe sentou no canto do vagão, cercada por poeira, Max se escorou na frente entre o vagão anterior e o que estávamos, provavelmente tentando escutar o que Say dizia, mas não dizia nada, ela apenas respirava de um jeito ofegante, eu me preocupei bastante, mas tentei controlar os meus sentimentos e passei a pensar em o que L estaria fazendo.

-Já se perguntaram o que L deve estar fazendo?

-Por que a pergunta, Ryuk?

-Ele já deve ter notado que ela sumiu, não acham?

-Sim mas... Temos que ter o mínimo de lógica, estamos a mais de 30 milhas dele, nosso destino é Sango. Ou seja, temos muito tempo para fugir e nos desviar dele.

-Não é fácil assim, Abe.

Max olhou para Abe.

-Temos que pensar o seguinte: Não vamos ficar nesse vagão para sempre, eu pensei em pararmos aqui.

Max nos mostrou um mapa onde avia um circulo desenhado com marcador vermelho.

-Está é uma floresta bem escondida. Poderíamos nos alojar aqui por algumas noites.

-Mas e como iríamos voltar para o trem?

-Se eu fiz a conta correta...

-Se você fez a conta correta? Isso só pode ser uma piada.

-Se eu fiz a conta correta, nós chegaremos numa clareira daqui a mais ou menos duas horas, nesse ponto, o trem irá bem mais devagar por conta da dificuldade de passar nesse trecho. Andaremos por mais ou menos vinte minutos e chegaremos na floresta.

-E depois?

-Temos um dia para recolher suprimentos.

-Onde? Você disse que era uma floresta difícil de localizar.

-Tem um posto perto. Tem bastante coisa lá.

-Fico pensando como você descobriu essas coisas.

-Sou bem informado.

-Eu diria nerd.

*Ryuk Off*

*Narradora On*

Todo o tempo que eles esperavam finalmente passou. O trem começou a ficar mais lento, todos reuniram suas coisas e as jogaram para fora do vagão, logo depois de jogar seus pertences, as crianças pularam, antes de Say pular, Ryuk pediu para que ela ficasse bem perto dele, garantindo que ela ficaria segura, depois, ela pulou, e todos se dirigiram para fora da clareira, onde havia o posto.

Quando entraram, Say assustou o homem que estava do outro lado do balcão, dizendo que havia um enorme cão dentro de seu trailer. Eles não tinham muito tempo.

Cada um se separou para uma direção do posto. Abe foi para a área de bebidas, no fundo da loja de conveniência, Max pegou remédios que estavam em baixo do balcão, Ryuk também foi encarregado, ele iria pegar a comida.

Abe correu tanto para encher as três mochilas que quase escorregou. Ela abriu todas as portas do freezer e foi pegando as garrafas. Ela pegou primeiro umas garrafas de chá gelado, em baixo, ela pegou refrigerantes, tanto garrafas quanto latinhas, pegou muita água, no mínimo umas treze garrafas de dois litros. Abe, ainda não tinha feito nem dezessete anos, mas, se empolgou e pegou quatro latas de cerveja e uma garrafa de licor.

Ryuk, antes de ir para sua área, arremessou uma mochila para Max, que a pegou imediatamente no ar. Max estava em desespero pelos remédios, encontrou uma gaveta com uma entrada para chave, mas por sorte, ela não estava trancada. Eram tantos remédios que ele nem sabia para que alguns serviam, ele foi pegando todos que pode, também pegou cigarros e algumas balas e chicletes, já que ele sabia que Say gostava muito dessas balas.

Ryuk se apressou depois que entregou a mochila a Max. Ele tinha cinco mochilas para encher. Como Ryuk não fazia ideia de o que pegar, ele começou a pegar salgadinhos, doces, marshmallows, bolachas, mas quando olhou paro o lado, se deparou com uma enorme mesa cheia de frutas, como bananas, morangos, melancias, melão, manga, abacates, e muitas maçãs. Ele separou a mochila na qual era igual a um cooler, que iria ajudar a conservar as frutas. Ele colocou todas as frutas que estavam ali, e todas as maçãs, para que pudesse dar uma maior ajuda, ele pegou vários sacos de gelo.

Say não foi encarregada de recolher nada, mas teve que ficar na porta observando. De repente, um barulho de chaves foi ouvido nos fundos, logo, Abe alertou que seria o dono do posto e todos saíram correndo. Say, ficou para trás, seu caderno ficou atrás do balcão, e quando ela o pegou, encontrou uma arma e balas, enfiou tudo na sua mochila e saíram correndo.

*Narradora Off*

Eu encontrei uma arma. Acho que irei usá-la algum momento. Já está escurecendo. Estamos subindo um morro.

-Maravilha. Marque treze minutos e depois mais uma dose longa.

Chegamos. Já vejo a tal floresta. Não é nem um pouco aberta. Ela tem muitas árvores. Dá para ver um pico daqui. Estou agora na garupa de Ryuk. Já entramos na floresta. Estamos nos aproximando de uma caverna. Ela fica na montanha.

-Qual tubo?

-V3. É melhor colocar bastante.

-Doze longa... Certo, feito.

*Ryuk On*

Eu coloquei Say nos meus ombros para que pudéssemos observar a montanha. Mas quando havíamos entrado na floresta, não deu muito tempo e ela simplesmente caiu desmaiada, como se ela tivesse tomado um medicamento para dormir.

Devia ter passado uns doze minutos e ela finalmente acordou, como se nada tivesse acontecido e ela tivesse acordada o tempo todo. Assamos marshmallows e comemos sanduíches frios, Say me obrigou a comer aquele tipo de comida, mesmo que eu prefiro maçãs, devo admitir que aquilo era até bom. Não algo que eu iria comer como eu como as maçãs, mas era agradável. Antes de começarmos a nós arrumar para dormir, Say me convidou para dar uma volta na floresta e apreciar a paisagem, eu aceitei e saímos em direção a uma área onde ouvíamos barulho de água corrente.


Notas Finais


Obrigada por ter lido ❤


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