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História Death Note: O recomeço - Capítulo 11



Capítulo 11 - Matsuda


-Bissexual mesmo? -perguntei serio. -Que foi ? A...desculpa esqueci que no japao é complicado falar desses assuntos, onde eu moro costumamos ser bem abertos sabe, la e normal ter amigos homens, falar de sexualidade e tudo mais.

- Por isso voce e amiga do L e trouxe ele dnv? -neguei e sai de cima do yagami deixando que ele deitasse ao meu lado na cama, estaríamos disfarçados da mesma forma.

-Nao, L na vida da Angel realmente foi muito importante ele salvou a vida dela, porem o kira tambem e importante pra angel, trouxe o L porque sabia que voce me mataria, te conheço muito bem ligth, cada caracteristica sua eu conheço -dei uma risada.

-É estranho alguem me conhecer tanto -ele ri.

-bom outra hora batemos papo agora vamos falar das cameras no ap do L, pensei em deixar por cerca de um mês,seria muito estranho uma pararem do nada assim que chegamos, esperamos um mes, quanto as mortes pensei em deixarmos sempre programados a morte do mes todinho dias aleatorios 1 vez ao mes passar horas escrevendo nomes, seu maior erro no anime e que toda vez que ums pista mostrava que era voce, na hora de provar o contrario voce mexia no horario de matar o que so te entregava mais.

Light ficou em silêncio por algum tempo olhando para o teto.

E me surpreendi quando Light riu da forma psicopata que sempre ria no anime.

— eu não cometi erros — disse ele de forma arrogante — eu apenas pus um Death Note na mão de um idiota.

Fechei os olhos e suspirei, cansada daquilo.

— você não muda — murmuro — achei que morrer iria derrubar um pouco do seu ego gigantesco.

Me levantei e vesti da blusa novamente.

— Angel — chamou Light.

Mas não me virei, apenas parei onde estava.

Mas ele não disse mais nada, então saí do quarto.

Iria visitar a gentil moça que me deu moradia antes, talvez o bebê dela já tenha nascido.

Não me lembrava perfeitamente qual era o caminho, aparentemente minha memória para lugares não era tão boa quanto para animes.

Mas consegui chegar ao bar, que foi óbvia a ajuda que L deu financiamento, já que estava totalmente reformado.

Entrei mesmo com a placa de "fechado para reforma", já que morei aqui e vim apenas fazer uma visita.

Assim que entrei vi um homem de costas com um bebê pequeno nós braços enquanto a gentil mulher varria o outro lado do salão.

— Sandy? Hatsumi? — chamei ainda da porta.

Hatsumi virou para mim no mesmo momento que Sandy, e pude ver o pequeno bebê em seus braços dormindo.

Sandy largou a vassoura e me abraçou, ela estava mais magra do que eu imaginava que ficaria. Era estranho não vê-la com o barrigão de grávida.

— seu bebê é tão lindo — sussurrei a abraçando devolta.

Hatsumi se aproximou e me beijou na testa como um pai que a filha voltou de viagem.

— o nome dele é Tabako — informou Sandy quando Hatsumi me entregou o pequeno garotinho

— ele é bem calma, né? — perguntei sorrindo, esse bebê emanava uma energia pura e feliz.

— ele não chora muito, apenas no banho — disse o pai como se fosse uma piada interna.

Era um bebê muito sereno e pude ver que seria uma pessoa pura e gentil.

-Estou surpresa, normalmente bebes me odeiam -ri vendo que o bebe brincava com meu dedo.

Conversavamos tranquilamente ate que um dos clientes do bar começou a gritar e assim que virei pra olhar logo reconheci: matsuda aquele verme que atirou no ligth! Lutei para disfarçar um sorriso maldoso.

-Quem e esse?

-Ele era policial - começou sandy.

-Ele ta assim desde que a ex namorada aquela modelo famosa se suicidou- hatsume falou.

-Aquela tal de amane? -perguntei sabendo da verdade.

— estamos fechados para reformas — explicou Hatsumi tentando expulsa Matsuda.

Mas o rapaz não desistiu até conseguir um copo de cerveja.

Isso me deu nojo então decidi sair com o pequeno Tabako para a rua, até acabar quase esbarrando em Sayu.

— o que está fazendo aqui, Sayu? — perguntei com um sorriso.

— nada demais — disse ela tentando ver o que tinha dentro do bar — apenas passando.

Então notei que Sayu procurava Matsuda, o que realmente me deu um leve enjôo.

Qual a diferença de idade deles? Me perguntei mentalmente antes de sair do caminho de Sayu.

-Ele ta ali dentro - apontei pro matsuda. -Nao quero julgar ninguem , mas sayu voce merece um homem bom, e nao alguem que sofre porque a ex do seu irmao morreu. Volte pra casa com cuidado...

Nao deixei sayu se manifestar, apenas sai andando o fato e que eu ja tinha certeza que matsuda seria uma vitima do caderno e nao queria sayu sofrendo por causa dele, decidi entrar em um shopping proximo a região e fazer algumas compras basicas a final eu nao tinha quase roupas naquele mundo.

-Acho que da pra viver por um tempo -suspirei indo pro ap que o L havia me dado, ligth estava com rem, tinhamos programado as mortes do death note para um longo periodo entao nao precisaríamos usar mas ainda sim precisava encontrar um lugar naquele apartamento sem cameras.



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