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História Death Princess - Interativa - Capítulo 2



Notas do Autor


Hei gatunes, aqui quem fala é a @Flor_de_Lirio e hoje trago para vocês o prólogo oficial da fanfic, ele conta sobre como surgiu a organização e o que motivou a criação de tal. Foi escrito pela lindeza da @LuarVic juntamente comigo, e esperamos realmente que vocês gostem do resultado. Planejamos também, ao longo do prazo, disponibilizar alguns teasers para que vocês possam conhecer melhor alguns dos personagens, principalmente as atuais membros da organização. A ideia é que disponibilizemos um total de 6 teasers, com o 1° sendo da Athena, o 2° da luar, 3° Raven, 4° Lupus, 5° Sansa e o 6° falando a respeito da unidade do FBI Esquadrão 9, contando um pouco sobre como toda a investigação começou e como eles chegaram ao ponto que chegaram em relação às Death Princess. Pedimos apenas que tenham paciência pois nossa criatividade sempre está em construção e as vezes ela pode acabar demorando um pouquinho para aflorar, só não desistam de nós, por favor ❤. Sem mais delongas deixamos vocês com o prólogo. Não deixem de ler as notas finais, lá tem uma cosinha importante~

.ps| capítulo revisado mas nos perdoem se encontrarem algum tipo de erro.

.ps²| banner de capítulo por @Flor_de_Lirio

Capítulo 2 - Prologue - Origins


Fanfic / Fanfiction Death Princess - Interativa - Capítulo 2 - Prologue - Origins

PROLOGUE — ORIGINS

 

London, England

April 13th, 1983

Nada mais se ouvia nas ruas de Londres às 2:00 horas da madrugada além do barulho causado pelas gotas de água que se chocavam contra o asfalto. Brittany, uma jovem de 19 anos, havia sido encontrada morta em uma rua estreita com sinais de enforcamento e tudo indicava que a jovem havia sido brutalmente estuprada enquanto acontecia o ato. Segundo sua amiga, Catherine Mancini, Brittany estava em uma festa na casa da mesma com alguns outros amigos.

Ato 01- Depoimento 

"Às 1h30min, Brittany decidiu que estava na hora de voltar para casa, porém não aceitou sequer uma carona ou até mesmo que alguém a acompanhasse, todos achamos estranho o comportamento e a decisão dela, mas decidimos deixá-la ir…" O depoimento de Catherine realmente condizia com os fatos expostos e a menina fora liberada assim que conversou com o delegado investigativo responsável pelo caso. Segundo familiares da vítima, Brittany e Catherine eram amigas muito próximas e tinham uma relação afetuosa de fidelidade total, como irmãs. Nenhuma prova apontava a jovem como suspeita do crime e ela de fato não era.

Depois que a polícia realizou o interrogatório de todos os amigos e pessoas que a vítima conhecia, o corpo da jovem fora levado para a autópsia. Naquela altura da investigação nada fora encontrado, o crime planejado e executado com maestria não parecia nada mais que apenas isso para as autoridades; um crime banal. A natureza do assassinato levou os investigadores a pensarem que talvez o homicídio tenha sido um ato de vingança ou acerto de contas, já que o pai da vítima era um renomado empresário. O médico legista era a única esperança para chegar a algum suspeito, mas o que parecia era que nenhum membro da força policial estava realmente disposto a solucionar o caso. E depois de algumas semanas o caso foi arquivado, constando nos arquivos como "não solucionado". 

A família da vítima, ainda enfurecida com a notícia que receberam, decidiu entrar com um inquérito na justiça, pois aquilo não estava certo. A polícia não podia simplesmente abandonar o caso de Brittany de uma hora para outra. Solucionar aquilo era obrigação deles. Mas de nada adiantou, mesmo a família da vítima sendo de grande influência, eles foram incapazes de conseguir qualquer tipo de justiça para a filha. Os dias passaram, as noites chegavam e em algum lugar das ruas de Londres o assassino de Brittany estava a solta, machucando e assassinando outras mulheres da mesma forma que fizera com ela. 

Indignada com o andamento lento e o descaso na investigação de sua amiga, Catherine - melhor amiga de Brittany -, decidiu que se ela não fizesse nada ninguém mais o faria, nunca havia sido fã de justiça com as próprias mãos, mas uma das pessoas mais importantes para si havia sido assassinada brutalmente por alguém cruel, então ela começou sua busca incessante por vingança e fatos; investigou assiduamente todos os arquivos do caso, conversou com algumas pessoas que estavam na rua na noite do crime, fez pesquisas e foi de porta em porta; era um processo árduo, mas infelizmente não teve resultado, de alguma forma Catherine sabia que não conseguiria fazer isso sozinha, ela precisava de ajuda. Decidiu então ir em busca de suas novas companheiras. 

Seus nomes eram Anitta e Lily. Anitta trabalhava numa loja de informática e era fera no ramo, Catherine a conhecia de vista dos corredores da faculdade, tinha vontade de se aproximar, mas o jeito retraído da garota a impeliam não fazê-lo. Lily, por sua vez, era uma manipuladora nata, tinha habilidades com armas brancas e adorava rodopiar por aí com sua adaga favorita, era considerada por muitos como uma jovem problemática e até um pouco psicopata; Catherine tinha certo medo dela, mas dadas as circunstâncias, era exatamente o tipo de pessoa que ela precisava. Interceptou as duas na saída da faculdade certo dia explicou toda situação, assim como ela, Anitta e Lily também ficaram indignadas com o que havia acontecido com Brittany e não hesitaram em aceitar o convite de Catherine, que agora não estava mais sozinha.

Juntas, as três desenvolveram um tipo de cumplicidade única, tornaram-se companheiras unidas por um bem maior e o seu desejo de vingança as guiou durante sua jornada sombria. Com a ajuda e o talento de Anitta, elas conseguiram invadir sistemas do FBI para conseguir informações que as autoridades não estavam dispostas a disponibilizar. Lily, com sua excelente lábia, abria portas que mantinham-se fechadas, foi com seu ótimo senso de manipulação que conseguiu as câmeras de segurança de um caixa eletrônico próximo a rua do crime naquela noite e depois de horas a fio analisando, conseguiram finalmente achar o que tanto procuravam; o assassino de Brittany. 

Era um homem caucasiano de pouco mais de 35 anos, cabelos escuros e corpulento, pesava pelo menos 30kg a mais que Brittany, um rapaz carrancudo e que não a deu escapatória, machucou-a física e psicologicamente sem dó ou piedade e depois matou-a, deixando o corpo totalmente na sarjeta. Naquela noite as três choraram pela descoberta da verdade, mas no dia seguinte planejaram sua vingança com maestria. Com a ajuda do programa de Reconhecimento de Dados de Anitta, elas conseguiram descobrir que o tal homem chamava-se Matthew Thompson, era filho de um empresário importante e bem sucedido, e devido a seu status na sociedade inglesa conseguiu subornar os policiais e agentes para que o crime não fosse exposto e ele saísse ileso. O plano havia dado certo e agora cabia as garotas fazê-lo pagar.

Investigaram a rotina dele, o estudaram, até que por fim traçaram um plano para pegá-lo. A emboscada aconteceu numa noite fria e escura, seguiram ele até o seu restaurante favorito, esperaram ele jantar, o viram sair do estabelecimento e com cautela foram atrás dele, estavam prontas para dar o bote quando ele virou numa rua quieta e silenciosa, mas travaram quando perceberam que ele não era o único que estava ali, havia uma jovem caminhando com seus fones de ouvidos e livros nas mãos, e ele ia atacá-la, sem dó ou piedade, assim como havia feito com Brittany. As garotas precisavam tomar uma decisão, uma que não teria volta. Matthew interceptou a garota no meio do caminho e o grito dela foi a coragem e o incentivo que elas tanto precisavam. 

Demorou um segundo para que elas estivessem sobre ele, tirando-o de cima da jovem que estava assustada e apavorada, a adaga de Lily fora certeira e o tiro de Catherine também, haviam pegado-o, haviam conseguido sua vingança, por Brittany e por todas as mulheres que ele já havia machucado. Enquanto isso, Anitta acalmava a jovem que parecia desesperada, não pela morte dele em si, mas por saber que ele poderia ter machucado-a se aquelas jovens não tivessem chegado. 

— Você está bem? — Catherine perguntou a jovem depois de se aproximar dela junto a Lily. 

A garota anuiu freneticamente. 

— Sim, eu...obrigada… — Disse ela.

— Não nos agradeça, ele mais do que ninguém mereceu. — Falou Lily. — Qual seu nome?

— Sou a Chloe. E vocês, quem são?

A pergunta de Chloe pegou as garotas de surpresa, sabiam que não deveriam confiar em ninguém além de si mesmas, mas sentiam que podiam confiar em Chloe, havia um reconhecimento mútuo ali.

— Somos mulheres que buscam justiça por aquelas que não a possuem. Nosso mundo está podre e regado de homens que nos subjugam e nos maltratam, isso não está certo e embora saibamos o quão difícil é erradicar o mal, podemos ao menos dar a esses monstros o destino que eles merecem. 

A voz de Catherine era sombria, mas todas ali sentiam-se acalentadas, até mesmo Chloe; era o que sempre havia pensado, mas nunca tivera coragem de admitir ou fazer algo a respeito, Catherine estava sendo sua inspiração e seja qual for o caminho que ela fosse seguir, Chloe queria estar perto. 

— Vocês são vigilantes, são justiceiras… — Chloe contastou, obstinada e admirada. 

Anitta, Catherine e Lily não discordaram.

— Quero fazer parte disso também, quero trazer justiça para as mulheres, como vocês fazem. 

E em meio a todo caos elas se permitiram sorrir, havia uma esperança ali? Talvez sim.

— Então você fará e nos ajudará a construir um mundo melhor para as mulheres, mesmo que tenhamos de matar para isso. Seremos as...— Catherine parou um pouco para pensar, lembrou-se de Brittany e do quanto ela era uma garota bondosa e esperançosa, o quanto prezava pela vida e gostava de viver, como uma princesa pura e benevolente, que havia sido assassinada. — Seremos as Princesas da Morte, as Death Princess

E de fato, elas se tornaram. Criaram um padrão para o sua gangue e ao longo do tempo conseguiram fazer das Death Princess uma organização poderosa e perigosa, que incomodava a sociedade de uma forma que nenhuma outra gangue havia feito. Os anos passaram e a cada nova geração o comando era passado, a formação original nunca havia sido esquecida e os legados deixados para trás também não. Muitos nomes passaram pela organização Death Princess, muitas líderes e pupilas que queriam dar segmento ao propósito, até que finalmente Athena assumira o comando, era neta de Catherine e desde criança sabia qual destino iria seguir. Ela era uma mulher forte, obstinada e destemida, que tinha como propósito seguir com o legado de sua avó, recrutando garotas destemidas para estar ao seu lado, assim, as Death Princess, depois de muita luta e muitas batalhas, se mantiveram vivas até hoje e com novos desafios a enfrentar pela frente. 


Notas Finais


.finalx|

Uma coisa importante a mencionar é que, embora o passado das Death Princess seja de grande importância para sua formação nós autoras optamos por dar mais enfoque na formação atual e seus feitos, deixando como plano de fundo apenas para flashbacks e lembranças o que aconteceu antigamente dentro da formação, sem permitir que esses acontecimentos interfiram na narração da história atual.

~Bom, acho que por hoje é isso, muito obrigada por terem lido até aqui. Um grande beijo para todo mundo e até breve. Se cuidem, se alimentem e FIQUEM EM CASA!


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