História Death Wish - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Kim Taehyung (V), Lisa
Tags Angels Of Death, Bangtan Boys, Blackpink, Bts, Hetero, Horror, Kim Taehyung, Lalisa Manoban, Lisa, Lisa Manoban, Morte, Serial Killer, Taehyung, Taelice
Visualizações 126
Palavras 1.173
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Luta, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá queridas(o), cá estou eu postando a minha primeira história com o nosso querido Taehyung, se estou ansiosa? claro. Para começo de conversa eu iria posta-la no wattpad mas como eu estou praticamente morta aqui (já que estou em um sério bloqueio criativo com a minha única história posta neste site) eu decidi postar aqui mesmo, então peguem leve.
Ela é inspirada em um manga que eu leio faz alguns meses, o nome eh 'satsuriku no tenshi', eu gostei tanto que decidi escrever. apenas para lembrar que eu me inspirei, alguns fatos continuarão os mesmos mas o resto eu irei inventar, então talvez não fique tão bom.
Okay, agora eu estou enrolando de mais.

— boa leitura !

Capítulo 1 - 00;; prólogo


Fanfic / Fanfiction Death Wish - Capítulo 1 - 00;; prólogo

“quem é você? o quê é você?

o seu eu original ou o seu eu desejado?

um anjo ou um sacrifício?”

A voz feminina robotizada ecoou pelo cômodo vazio, chegando aos ouvidos da garota deitada sobre a cama de metal frio, fazendo-a despertar em um pulo do seu estranho sonho, o qual ela não recordava muito bem. Seus olhos caramelos passavam pelas paredes brancas com lentidão tentando foca-los em algo, ainda meio sonolenta, sentou-se na maca, esfregando os seus olhos com os seus punhos tentando mantê-los abertos.

Este ato fez sua visão melhorar significativamente, a deixando menos embasada e trêmula, ela conseguiu ver algumas câmeras grandes e antigas instaladas nos cantos da paredes, todas apontadas para si. O quarto onde estava tinha apenas uma janela e uma porta, ambas feitas de ferro que aparentava ser resistente, com apenas um único móvel dentro de seus vários metros quadrados, a cama de metal, a qual tinha tiras de couro em suas extremidades que serviam para segurar e prender.

Tudo aquilo já era o suficiente para causar uma grande dor de cabeça em Lalisa, que em um estalar de dedos já estava seguindo o seu caminho até a porta.

Neste meio tempo ela tentava se recordar do que tinha acontecido antes dela acordar naquela sala fria e escura, se esforçando ao máximo para lembrar, conseguindo entroca apenas  algumas imagens e gritos aleatórios que poderiam significar algo, junto a uma pessoa vestindo um jaleco branco. Assim lembrando que tinha sido levada para um hospital da região depois de um acidente, o qual ela ainda não lembrava muito bem. Mas para ela estava de bom tamanho pois isso significava que ela ainda estava dentro do hospital.

Empurrou a porta com as palmas de suas mãos usando boa parte de sua força, fazendo um rangido fino das dobradiças enferrujadas ecoarem pelo corredor. Colocando apenas a sua cabeça para fora do quarto olhando de um lado para o outro, vendo o lugar mais uma vez vazio mas com uma iluminação melhor por conta das lâmpadas fluorescentes brancas. O corredor tinha mais algumas portas de ambos os lados e tentou abrir várias delas mas todas estavam trancadas, sem exceção, isso a deixava agoniazada e assustada, pelo menos uma podia a tirar daquele lugar assustador e ela poderia trancada igual as outras dezenas.

Uma delas chamou a sua atenção por sua grandiosidade, ela era diferente, com uma estrutura mais chamativa e com uma grande grade de ferro em sua frente que se encontrava fechada, com um pequeno botão branco bem ao lado que tinha uma luz fraca e amarelada saindo de si. Assim notando que aquilo, na verdade, era um elevador. Um sorriso involuntário apareceu em seu rosto, sentindo um pouco de alívio misturado com alegria, aquilo poderia ser a única maneira de sair do prédio, ou talvez achar o seus pais. Eles deveriam estar preocupados com o seu sumiço, odiava deixar sua mãe estressa, ela podia estar tendo um ataque por ter perdido sua única filha.

Sem muita resistência apertou o botão, que por alguns segundos mudou a cor amarela para azul, mas envés de a porta do elevador se abrir a porta que estava ao lado dela fora aberta, deixando a menor um pouco confusa, tentando achar o sentido daquilo mas ela foi até a porta, agora estava destrancada e entre aberta, ao lado dela tinha uma frase escrita á mão na parede bege, a lendo por curiosidade.

“quem é você? o quê é você?

você deve descobrir por si próprio.

sua forma original ou sua forma desejada?

um anjo ou um sacrifício?

se você saber, os portões se abrirão.”

Ao terminar de ler empurrou a porta de madeira escura, adentrando na sala quieta que tinha todas as suas paredes revestidas com vidro espelhado,o quê ajudava muito para ver o que tinha dentro do cômodo. Mas tudo o que tinha no local eram mais câmeras e um velho computador e uma impressora em cima de uma mesa de madeira. Olhou para o seu reflexo, notando que ainda estava com a mesma roupa e aparência de quando tinha saído de sua casa, e por mais que inacreditável, nenhum arranhão sequer em seu corpo magro. Continuava a mesma.

Um som estranho começou a sair do aparelho antiquado a fazendo chegar mais perto dele, olhando a sua tela esbranquiçada mostrando que estava ligando, algumas palavras e códigos apareciam na tela por milésimos e depois sumiam não dando tempo para ela entender o que estava escrito, assim que terminou, sua tela escureceu e uma frase foi escrita lentamente, letra por letra, em cor branca.

“qual é o seu nome?”

A garota resitou um pouco para responder, não tendo muita certeza se deveria, mas acabou por decidir que deveria, podia ser a sua passagem de ida para fora daquele lugar que ela nem tinha tanta certeza que era um hospital.

— La-lalisa Manoban... —respondeu baixo, sua voz não conseguia soar mais alto, estava muito cansada para fazer tal ato. Assim que terminou de responder outra frase foi escrita logo abaixo. “quantos anos têm?”— 15... —“por quê está aqui?”— eu fui para o hospital e depois acordei aqui.

“Por quê? Por quê? Por quê?”

— por quê? —Lisa repetiu confusa. “por quê estava no hospital?”. Ela parou alguns segundos, engolindo em seco, ela tinha se lembrado— ...porquê eu vi pessoas morrendo. eu vi o momento que elas morreram... bem enfrente aos meus olhos.

Tudo que passava na mente embaralhada e confusa de Lalisa era um jeito sair daquele lugar e voltar para os braços de sua mãe e pai, ela não aguentava ficar mais nenhum segundo longe deles, ela estava com medo, muito medo.

O som da impressora sendo ligada a fez sair de seus pensamentos, vendo um cartão em branco sair dela, o pegando em suas mãos pouco trêmulas, virando as suas faces notando que ela estava inteiramente em branco.

o cartão de jogador foi distribuído —a voz novamente fora ouvida.

Se retirou do cômodo o mais rápido que conseguiu, andando em passos apressados até o elevador que tinha visto á alguns minutos atrás, passando o cartão na pequena abertura que alguns momentos atrás tinha sido totalmente ignorado, fazendo as portas se abrirem.

Adentrou o mesmo, notando que existia apenas um único botão para ser apertando, mostrando que apenas poderia ir para o andar a cima do seu. Ela não lembrava de ter ido para o porão, bem, ela não lembrava de muita coisa.

a garota do andar mais baixo virou o sacrifício, todos, preparem os seus devidos andares. —a voz ecoou pelos megafones que existiam por todas as partes.

Ao fim da frase a porta do elevador se fechou, seguindo o seu percurso até o andar de cima, o qual a menor não estava nem um pouco ansiosa para ver. Lalisa apenas olhou a pequena tela que tinha em cima das portas mudar para o andar B6, o elevador balançou um pouco por conta de sua parada, fazendo as portas se abrirem em seguida.

agora em diante é a área de jogo, os portões serão abertos.


Notas Finais


bem, foi esse o primeiro capítulo, um pouco sem graça, mas espero que tenham gostado.

— até loguinho !


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