História Debaixo da cama - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bulo, Escravos, Negros
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Palavras 725
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Droubble, Ecchi, Esporte, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Lírica, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Orange, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Sobrenatural, Steampunk, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Sla
To com sono
Enfim
Essa é a visão da Rebecca sobre os eventos que ela causou
sla
Estou cansada

Capítulo 1 - A insana dona da mansão, Rebecca Veinth.


Fanfic / Fanfiction Debaixo da cama - Capítulo 1 - A insana dona da mansão, Rebecca Veinth.

Eu tinha 24 anos. Meu prazer e passatempo se resumia em torturar e estuprar negros.

Isso era meu maior segredo. A verdade é que minha casa era uma muito afastada.

Muitas pessoas negras se perdiam poe perto, então, fingindo ir ajudar, eu as fazia dormir colocando triclorometano em um pano, e fazendo as vítimas inalarem Lara desmaiar por algum tempo. 

Eu usava meu porão como o "parque de diversões", havia armas brancas para tortura, como alicates finos, tesouras pontiagudas e afiadas, facas, bisturis, etc. A sala também contava com brinquedos sexuais. Eu normalmente os usava em homens, e torturava mulheres. 

Contarei, então, um dia em que uma família peculiar caiu no meu jogo.


Eram aproximadamente 3 horas da tarde. Estava tomando chá, e ouvi um carro parando. Certamente me pediriam ajuda. Minha boca largou lentamente a xícara, que ficou com a marca do meu batom vermelho. 

A coloquei sobre o pires, em cima da mesa de centro da sala. Disse para minha governanta, Amy, preparar o quarto especial, hoje teríamos visitas novas. 

Sabe, sempre fui muito precavida, e essa informação te será útil daqui para frente. 

Peguei um pouco da substancia que eu usava para dopar minhas vítimas e coloquei um pouco em uma luva qualquer minha, com o conhecimento de que não poderia, em momento algum, aproximar minha mão do rosto.

Surpreendentemente sim, eles demoraram tempo o bastante para mim me preparar. Ao terminar de colocar a substancia na minha luva, a pus e fui atender a porta.

- Podemos pular o diálogo, foi longo e desinteressante-.

Era uma mulher gravida, frágil e indefesa, e um homem, forte, mas patético.

Amy os levou para o meu porão e os prendeu, como re costume. Eu decidi jogar as luvas fora, mas havia risco de descobrirem. Amy tinha carteira, então se ofereceu para levar o carro -com as luvas longe e colocar fogo. A deixei.

Quando ela foi, e fiquei sozinha, fui para o porão. Sentei em uma cadeira de frente para os dois convidados. Os esperei acordar. Até que não demorou.

O homem, Dave, me implorou para deixar sua esposa gravida ir. Sua punição foi ver sua esposa ser torturada.

Eu puxei a cadeira dela para frente da dele. Peguei uma canetinha normal, e um bisturi.

- Vamos brincar de médico, papai? Vamos ver como a mamãe tem filhinhos! - eu disse, com uma voz infantil.

Fiz um desenho qualquer, e então comecei cortando uma camada de pele. A levantei e examinei. Passei o dedo sobre a camada exposta e lambi. O sangue era fresco, morno, não precisava de preparo. Arranquei a pele nojenta daquela gravida escrota e joguei no chão. Odeio pele. 

Antes de continuar, dopei ela novamente para continuar o processo.

Cortei todas as camadas restantes e tirei tudo -contando com o feto- para fora, até que alcancei o coração e o coloquei em cima de uma mesa.

Peguei o feto do chão, o homem me olhava, horrorizado, enquanto eu colocava o emaranhado de celulas dentro da sua boca.

Ele gritava.

Ninguém ouvia.

Ninguém ligava.

Depois de tudo, continuei, mutilando o corpo dela. Arranquei todos os dentes, unhas, dedos, olhos. Cansei. Sentei. Comi o coração.

Minha roupa estava manchada de sangue.

Me aproximei do homem.

- Você me parece alguem. Você é um estranho. Me parece vermelho. Vermelho é a cor do amor? Não deveria ser da morte? Você deve querer morrer. Mas não te darei esse gosto. A cada momento que passar, vc vai corroer esse momento. Aqui. Nesse porão. Com esses órgãos. Sinta-se honrado. Você é minha vitima. 

Eu normalmente estuprava homens. Os torturava sexualmente. Mas ele eu queria morto. Mas não pudia dar esse gosto a ele. ELE NÃO MERECE A MORTE.

Ao sair da sala, fingi dar alguns passos. Ele tentou se soltar. E chorava. Chorava muito. Aquilo me encomodava.

Decidi solta-lo.

Haha, não é loucura. Eu sabia o que ele faria. Esses idiotas. Fazem sempre a mesma coisa.

Ele não poderia sair por que... se perderia. Eu o acharia.


Fui e o soltei.

Ele tentou pegar uma faca, mas eu apontei uma pistola para ele. Ele, mesmo querendo a morte, a temia. Ele é um humano.

Então ele chorou. Se ajoelhou.

Eu saí.

Ele foi correndo. Ouvi passos para meu quarto.

Quando fui dormir, ouvi um grito debaixo da minha cama. Não era um monstro, era o grito horrorizado de quem foi pego nos meus pesadelos, e tentava me puxar pra lá.

Depois, acordei. A casa estava toda ensanguentada. Tenho 10 anos.

Mamãe, por que tem uma faca na sua cabeça?



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