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História Décadas das flores mortais e sobrenaturais. - Capítulo 5


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Capítulo 5 - Capítulo V- Quero te devorar em tudo.


Ele viu uma mulher, ela tinha cabelos longos e pretos que chegavam em sua cintura, tinha uma cor morena que chegava a brilhar na luz da lua, ela estava nua e estava deitada sobre uma pedra, ele se encostou na árvore mais próxima e ficou observando-a.

Bruno se despediu de seu pai, afirmando que iria para o centro da cidade para ver as novidades da noite. Túlio apenas sorriu e foi para casa, estava querendo chegar em casa e começar os preparativos para o final de semana. Quando saiu do banco, perguntou para Jávier se havia algum meio de transporte até o centro da cidade, o que ele queria mesmo era ir para o ''inferninho Brasileirinhas'' o que ele ficou sabendo pelos rapazes mais novos e mais velhos do banco, um lugar cheio de surpresas. Jávier, tentou ajuda-lo como pôde, mas era difícil entender o que ele queria realmente, o jeito que ele compreendia o português era diferente. Bruno estava frustado e apenas disse que estava tudo bem e seguiu o seu caminho, não demorou muito para chegar a via principal e pegou um bondinho, iria calcular o tempo que iria demorar do banco até esse lugar, pois sabia que os dias que iria passar no Brasil iriam demorar e seriam entediantes, por um lado ficou satisfeito por estar no mesmo programa que sempre. Sentou-se ao lado de uma mulher, ela o olhou e corou, era uma mulher muito bonita e vestia-se de forma indecente quase conseguia ver os seus seios arrepiados do vento gelado da noite, usava saia longa e tinha um broche nos cabelos curtos castanhos, tinha olhos verdes e lábios rosados, ele sorriu e sentou-se ao lado da mesma. 

-¿ Á dónde vas querido? Ela disse em espanhol. Porém, quando iria responder, quando ela se levantou repentinamente e pediu gentilmente para que parassem na próxima parada, então ela piscou para o cobrador que sorriu mostrando os dentes amarelados, então eu logo vi o ''inferninho Brasileirinhas'' ,ele se levantou e se preparou para descer, então o cobrador disse barrando-o.

-O senhor precisa pagar a condução antes de descer. Foi ali que ele notou que não havia dinheiro em seu bolso, não o real, apenas em Euro, sentiu algo que a muito tempo não sentia, vergonha. Antes que pudesse falar, a mulher virou-se e sorriu para o cobrador tirando duas moedas e falou sorrindo.

-Lo siento, olvidé decirte que está conmigo. Então ela entregou as duas moedas e pegou na mão do Bruno e o acompanhou até a casa noturna, Bruno ficou surpreso com este toque e quis saber mais sobre ela, porém quando chegou na frente, ambos se separaram, ela entrou e ele ficou do lado de fora olhando enquanto ela andava para dentro da casa rebolando sua bunda, encontrou outros integrantes do banco que ficaram muito felizes ao vê-lo, então entrou juntamente com o grupo. 

Túlio entrou na casa e viu que tudo estava arrumado e em silêncio, subiu as escadas silenciosamente, abriu a porta de seu quarto e viu Marian, ela sorria para ele, estava ainda nua em cima do corpo do homem negro que estava deitado sem vida em cima da cama, o seu corpo estava coberto de sangue, Julian já não estava mais no quarto, mas o ouvia dentro do banheiro, provavelmente estava na banheira. Ele sorriu e entrou no quarto e se sentou na cadeira que estava do lado da cama, enquanto Marian se contorcia em cima da cama, sentia o cheiro de sangue, adocicado. Ela se virou de costas e se ajoelhou de costa para ele, então ele pode ver as costas perfeitas de sua esposa, ela ficou de quatro mostrando sua região íntima que estava vermelha, depois ela se virou para ele e saiu da cama, enquanto Túlio a seguia com o olhar, ela ficou de frente a ele que sorriu ao ver que ela usava os colares que ele havia dado para ela.

-Tu m'as manqué, mon amour .. Amusons-nous .. Wow je vois que tu es prêt. (Estava com saudades, meu amor.. Vamos nos divertir.. Uau vejo que você já está pronto). Ela sorriu mostrando seus dentes perfeitos, passando a mão nas pernas dele e enquanto falava subia a mão, sua mulher sabia o jeito de deixa-lo excitado ele adorava o seu sotaque francês, chegou em seu limite e tirou sua calça mostrando o seu volumoso membro, a jogou na cama de forma brusca e a penetrou com força sentindo os seus sentidos saírem do limite.

Julian estava dentro da banheira com os olhos fechados, quando sentiu o cheiro de seu pai dentro do quarto, ele sorriu com desdém. Amava demais sua mãe, mas não queria interrompe-los, a banheira estava cheia de sangue e ao lado haviam dois corpos ao lado, sorriu com alegremente, e analisou o banheiro que estava todo sujo de sangue. Foi a primeira vez que experimentou sangue brasileiro, tinha um sabor peculiar que ele se lembrava de muito tempo atrás de um vinho que experimentou quando ainda era humano, pegou uma cabeça que estava boiando na banheira e falou.

-Foi bem divertido, Babi.. Pena que você não aguentou. Ele abraçou a cabeça da morta e depois pegou a outra cabeça que era o filho de Elena, ele olhou para as paredes e elas pareciam se mover, talvez estivessem mesmo se movendo, provavelmente era coisa de sua mãe. Então voltou a fechar os olhos, logo iria sair da banheira, pois tudo o que era bom durava pouco. Enquanto, seus pais se divertiam aos urros e sussurros no quarto. 

Continua....

 



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