1. Spirit Fanfics >
  2. Deceit - Interativa >
  3. Capítulo 2 - A Bolsa de Sangue

História Deceit - Interativa - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


Obrigado pelos comentário, fico feliz que estejam gostando ^^
Neste capítulo acontece a primeira votação e estou mega ansioso e acredito que vocês também kkk então não esqueçam de conferir as notas finais

Capítulo 4 - Capítulo 2 - A Bolsa de Sangue


Fanfic / Fanfiction Deceit - Interativa - Capítulo 4 - Capítulo 2 - A Bolsa de Sangue

            Natasha, perto de Ravi e Jake, logo foi se afastando enquanto encarava os dois. Estava desconfiada e rapidamente correu até a irmã que tranquilizava Alita.

            - Angel – Disse segurando sutilmente o braço da menina e cochichando – Vamos, temos que sair daqui, isto é uma loucura e se isto aqui for tudo real, estamos por nossa conta.

            Alita se soltando dos braços de Angel, estava com os nervos a flor da pele e em meio a lágrimas e gritos se virou para Nat:

            - EU SOU INOCENTE! – Alita gritou – NÃO SOU INFECTADA COISA NENHUMA!

            - Ela não disse que você é infectada – Angel defendeu a irmã enquanto se aproximava da menina dos cabelos prateados, porém Alita não deixou a outra se aproximar e saiu correndo chorando.

            - Alita, espere! – Jake gritou e tentou ir atrás dela, mas Kim o impediu.

            - Garoto, eu entendo de raiva e ela precisa de um tempo – Disse a garota com traços asiáticos.

            Natasha puxou Angel e as duas saíram correndo em direção às escadas. Maeve se aproximando mais quebrou o silêncio que ficou:

            - Não é por nada, mas acho que devemos ficar juntos. Assim, saberemos quem é infectado, pois a pessoa acabará ficando fraca e será inevitável não saber quem é.

            - Concordo com ela – Disse Ravi que estranhamente desenvolveu um instinto aventureiro. Estava disposto a jogar esse jogo e não iria perder.

            - Apesar de não gostar de andar em bando – Disse Eric – Também concordo, mas acho que devemos vasculhar a casa primeiro.

            - Bem, se forem andar por ai, saibam que a porta da frente esta trancada e nada derruba – Disse o garoto do cabelo bagunçado vindo da direção da porta pesada da frente.

            - Por que não fazemos duplas e assim vasculhamos a casa e no fim de tudo nos reunimos novamente e dizemos o que achamos? – Pietro sugeriu.

            - Ótimo, como faremos isso? – Perguntou Jake – Posso ir com você, Eric.

            - Tudo bem, vou com Jake e vocês?

            Kim ao lado de Maeve, olha para a loira e as duas balançam a cabeça em afirmativa. Kim fala:

            - Vou com essa loira aqui.

            - Maeve – a loira corrige.

            Dante sem pensar fecha os olhos e aponta para quem seu dedo apontar. Ao abrir os olhos, vê Ravi o olhando sem entender.

            - Posso ir com você? – Dante pergunta com um sorriso. Ravi apenas confirma devolvendo o sorriso.

            Pietro, que acabou ficando só, abaixa a cabeça.

            - Pietro, venha conosco – Disse Jake com um sorriso singelo no rosto. Pietro, alegra, acende com a cabeça.

 

           Estava de noite e a mansão era grande contendo muito a explorar. Kim e Maeve passaram por vários cabides de ferros com bolsas de sangues penduradas, exploraram a janela e perceberam que havia um grande muro incapaz de pular e notaram outra porta trancada que dava para uma espécie de labirinto, mas de tudo aquilo, Maeve apenas se sentia insegura vendo aquele sangue nos cabides e não sabia dizer o por que. Kim por outro lado, estava quieta e observadora. Via tudo com extrema atenção e Maeve chegou a se incomodar com o silêncio entre as duas, mas Kim parecia não se importar, estava bem tranquila.

            Até que ao entrarem em uma sala de jogos, acharam em cima da mesa de sinuca, um revólver. As meninas se entreolharam e antes que a loira pudesse tomar a iniciativa de pegar a arma, Kim tomou a frente e tomou para si.

            - Nossa, uma arma – Maeve falou desajeitada e se recompondo.

            - Isso é uma arma! Você percebe o que acabamos de encontrar? Uma arma!

Maeve se perguntou se Kim com todo seu temperamento portando uma arma era algo seguro. Bem, de qualquer maneira, ela já estava com revólver e era melhor evitar confronto com a asiática.

            Kim se virando para Maeve levantou a arma para o teto e com um sorriso malicioso falou:

            - Coitado do monstro que for se meter comigo, pois vai acabar levando tiro.

            Maeve, forçando um sorriso, saiu discretamente enquanto Kim apreciava a arma em sua mão.

            - Maeve? – Kim se perguntou finalmente dando falta da loira.

 

            Pietro, Jake e Eric caminharam na direção da cozinha. Jake e Eric olharam cada parte do cômodo. Armários, bancadas e inclusive a geladeira. Tudo se encontrava com farta comida estocada.

            - Será que aquele coelho estava falando a verdade? – Jake perguntou abrindo um armário e se deparando com mais comida enlatada.

            - Ele parecia bem sério – Respondeu Pietro enquanto conferia o que havia na geladeira.

            - Jake, Pietro, vejam! – Eric os chamou ao encontrar escondido dentro do forno do fogão, o segundo revólver. – Por enquanto temos como nos proteger.

            - Agora temos que encontrar uma lanterna ou uma câmera fotográfica, isso ajudará a deixar o monstro lento.

            - Exatamente. – Confirmou Eric – Pietro, veja se cons...

            Ao olhar ao redor, Eric e Jake notam o sumiço de Pietro. Os garotos se olham preocupados e andam em busca deles, ao saírem da cozinha, algo surge rapidamente como um vulto e um grito ameaçador é ecoado.

            Os garotos dão um grito e sem querer, o revólver é disparado causando um forte som.

            - PIETRO! – Gritou Jake ao ver que se tratava do menino de gorro. – Você é doido?

            Pietro sem entender, finalmente reparou no revólver nas mãos de Eric e o buraco de tiro no teto. Ambos estavam com caras iradas. Pietro, um pouco envergonhado se desculpou:

            - Eu só queria pregar uma peça... para descontrair mais os ânimos.

            Eric havia ficado rabugento e apenas deu as costas. Jake, gentilmente, disse estar tudo bem, tranqüilizando Pietro, mas o garoto havia se envergonhado e saiu às pressas dali.

            - Pietro, espere! – Disse Jake correndo atrás do garoto. Eric até tentou impedir Jake, mas sem sucesso e ficou sozinho na cozinha.

 

Natasha e Angel estavam dentro do quarto.

- Essa casa é imensamente grande, temos como nos escondermos se procurarmos bem – Dizia Nat andando em círculos.

Angel, sentada na cama, apenas encarava pensativa a cômoda a sua frente.

- São tantas as possibilidades de alguém ser infectado aqui... – Continuava a irmã de blusa rosa.

Algo estava impulsionando Angel a abrir a gaveta.

- Nós podemos ser infectadas! – Natasha continuou pensativa – E nem sabemos!

Enquanto a irmã falava sozinha, a menina das roupas escuras se levantou e abriu a gaveta cuidadosamente.

- O que está fazendo? – Perguntou Nat.

- Achei uma lanterna – Respondeu com um sorriso no rosto e levantando o objeto.

Natasha parou por um momento assimilando o que estava acontecendo e quando finalmente entendeu, deu um gritinho de felicidade e saltou para abraçar a irmã. As duas rindo.

- Calma, Nat, é só uma lanterna – Disse Angel aos risos

- Podemos escapar do monstro com essa lanterna!

- É mas, é só...

Antes que a menina pudesse concluir, Angel é interrompida por passos apressados vindos do lado de fora e logo em seguida, após um grande silêncio, um som de tiro vindo da parte de baixo da mansão surge.

Angel imediatamente corre e tranca a porta do quarto com o coração acelerado.

- Acharam uma arma – Disse segurando firme a lanterna, como se aquilo fosse a única coisa a salvá-la ali.

- E atiraram. – Nat retrucou.

- Será que... o monstro já apareceu?

Nat apenas fez sinal de silêncio e lentamente andou até a porta e a destrancou.

- O que está fazendo? – Angel perguntou aflita em sussurros.

- Fique aqui e tranque a porta, vou ver o que está acontecendo. – Natasha apenas respondeu baixinho e saiu sem mais nem menos. Angel se trancou no quarto rapidamente enquanto segurava a lanterna com mais força.

 

Dante e Ravi prosseguiam por um corredor. Os dois estavam se dando bem e o menino da blusa listrada sempre ria do jeito brincalhão de Dante.

- Sabe, seu nome parece indiano e você também lembra um pouco as pessoas da Índia – Disse o menino do cabelo bagunçado e camisa metade laranja e azul.

- Indiano? Eu? Nunca – Respondeu Ravi. Os dois entrando na biblioteca da mansão.

- Não importa, vou te apelidar de Indiano a partir de agora!

- Esse definitivamente foi o pior apelido que já recebi – Disse Ravi rindo.

O assunto foi cortado quando de repente, Ravi achou uma lanterna entre os livros. Foi a primeira coisa que encontrou quando pôs os olhos nas vastas estantes de livros.

- Oh, agora temos uma vantagem com esse tipo de monstro que aquele coelhinho diz que tem. – Dante observou maravilhado.

- Temos que guardar isso com todas as forças.

- Sim, seremos invencíveis com isso.

- Nem tanto, a luz não vai matar, temos que achar as armas e faca.

- E saber quem é o...

- Infectado.

Os dois se olharam desconfiados, mas antes que a conversa pudesse prosseguir, surge um barulho vindo da porta. Rapidamente se viraram em direção à saída com seus corações palpitando.

- Ravi, temos que nos esconder.

- Agora! – Respondeu baixinho.

Lentamente os meninos foram se agachando tentando se esconder atrás de uma estante e por entre os livros ficaram vigiando a porta. Mais um barulho, dessa vez forte, e a entrada da porta estava sendo forçada. Sem cerimônias, a luz se apaga.

           

            Angel presa no quarto estava nervosa e preocupada com a irmã, pois as luzes da mansão se apagaram e ela podia perceber isso pela ausência de luminosidade que entrava pela brecha inferior da porta. Não era só seu quarto que estava assim, era a casa toda.

            Apesar de estar com medo pela irmã, ela não ia se render. Com toda coragem, abriu a porta e saiu.

            O frio do corredor invadiu sua espinha. A escuridão aterrorizante a fez recuar um pouco, porém deixou isso de lado e ligou a lanterna. Andou alguns poucos metros chamando baixinho por Natasha e chegando ao topo da escada se depara com algo inusitado jogado no chão, uma das bolsas de sangue estava vazia. Angel imediatamente arregalou os olhos e pega o objeto o mais rápido possível para mostrar a irmã. Natasha precisava saber daquilo, pensava Angel.

            Ainda no alto da escada, deu uma conferida embaixo com dificuldade por causa da escuridão, mas logo recuou quando viu um vulto passando rápido indo em direção à sala, ou estava voltando, a menina não sabia dizer. Assustada, saiu correndo de volta pro quarto, porém acaba esbarrando em algo e cai no chão.

            - PARADO! – Gritou Angel jogando a luz da lanterna para frente pensando que se tratava do tal do monstro, porém era alguém que ela não esperava. Era Alita que estava parada ali. – Alita?!

            - Angel? Por favor, temos que sair daqui, isso aqui é um terror... Eu juro como estou vendo coisas! – Alita desesperada voou em cima da menina segurando sua mão e de repente a soltou quando sentiu a bolsa de sangue vazia.

            As duas se olharam. A menina do cabelo prateado havia ficado séria e pensativa por um momento.

            - Alita, não é o que você está pensando. Eu encontrei essa bolsa de sangue assim... Eu queria mostrar para Natasha.

            Mas antes que Alita ou Angel pudesse falar mais alguma coisa, um novo som é ecoado. Um rugido alto e forte de um monstro invade a mansão.


Notas Finais


Link para a primeira votação: https://forms.gle/Sw1DUmCtSNh7ZV6m8

Quem será que vai morrer? medo desse monstro, ah propósito quem vcs acham que é? kkk mistério ;-;


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...