História Décimo Andar - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Drama, Jikook, Jimim!top, Jungkookie!bottom, Kookmin, Romance
Visualizações 5
Palavras 977
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


*** Nota da Autora ***

Olá Amores ! Como vão ? @[email protected]

Antes de tudo gostaria de avisar que esta e minha primeira fanfct publicado aqui na comunidade do Spirit.

Sobre DM " Décimo Andar " , pensei nessa historia faz alguns dias e confesso que ainda estou com um pouco com frio na barriga por compartilhar com vocês !Boa Leitura <3

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction Décimo Andar - Capítulo 1 - Capítulo 1


Nunca gostei de músicas excessivamente altas. Elas me causam uma puta de uma dor de cabeça e me deixam extremamente irritado.

Mas para manter meu único emprego que tenho , como segurança de uma boate mais badalada de Seul , A Queen Star. Entre dar importância ao meu bem estar ao estar  com um salário de dois mil e quinhentos reais , era obvio a escolha e não precisava nem ser burro para saber o quanto eu ficaria ferrado sem esse dinheiro.

Por isso assim que cheguei ao meu minúsculo apartamento branco localizado a míseros 10 km do lugar que trabalho ,  paguei a gorjeta para o tagarela do taxista com certa pressa tanto para chegar ao meu pequeno paraíso com nome e sobrenome de cama quanto para me livrar dos questionamentos insistentes  do taxista sobre a briga que a minutos atrás tinha acontecido em frente a boate.

Como se eu soubesse. Por que cuidaria dos problemas dos outros se nem dos meus estava cuidando direito ? 

Tentei engolir as palavras rudes, direcionando somente um sorriso amarelo.

Este que ao vê-lo  pareceu — pelo menos isso — desistir de continuar a perguntar ao ver minha cara séria e bater a porta do carro com certa pressa.

Não perdi meu tempo ao me apresentar ao porteiro , já que este me via todo dia naquele mesmo horário de madrugada a quase pelo menos 4 anos desde que me mudei para cá.Quando o mesmo me fitou com aquela típica cara de tédio , abriu o portão. 

E eu como sempre ignorei, me apressei a caminhar ao elevador do saguão mal iluminado e apertar o botão de subir do elevador  , que me agraciou com a sorte ao abrir depois de 5 segundos.

Entrei e antes mesmo que eu pudesse suspirar de alívio ao ter como companhia o silêncio uma voz ofegante e estridente  interrompeu minha leve admiração pelo teto branco do espaço.

— Espera aí ! — a voz exclamou e quando olhei em sua direção me deparei com um garoto que pregava com uma mão no joelho e a outra impedido que a porta se fechasse.

Tsk. Adeus solidão, adeus silêncio agradável.

Me debrucei em um dos cantos do elevador e não olhei mais para a presença do meu lado , ignorando. E em vez disso,  olhei para meus sapatos pretos que me parecia mais interessante que o garoto ao meu lado.

Não sei por quantos minutos ficamos assim, só sei que foi o suficiente para o garoto ao meu lado quebrar o gelo do clima.

— Nunca vi você por aqui. — perguntou com uma voz animada e estridente.Eu ri internamente pela pergunta vaga e sem muito conteúdo elaborado, e claro que você nunca me viu sou praticamente um fantasma. Um fantasma escravo do trabalho , praticamente ninguém - além do porteiro - me conhece aqui.


Notando minha falta de resposta ele começou a se explicar.

— Conheço praticamente todo mundo daqui , claro só de vista - ele sorriu - mas nunca vi você... - ele parou de falar e olhou nos meus olhos quanto estes fitavam a pouco tempo os números mudarem do elevador para seu rosto. - a não ser que você seja um dos convidados da festa do ChimChim !! 


ChimC-, o que ? Pensei.Perai,  Festa ?

Mas antes que pudesse proferir as palavras a porta do elevador se abriu e no mesmo instante o silêncio depressivo é inquietante que se fazia entre eu e o garoto foi inundado por uma música alta e barulhenta pelo apartamento 47. Pude ter certeza quando vi as diversas luzes que piscavam no assoalho e nos gritos.

— Puta que Pariu ! - deixei escapar , passei a mão no cabelo , machucando os um pouco devido a força e raiva que se instalaram a cada fio do meu corpo. - Eu não acredito que esses merdinhas escolheram justo hoje para dar uma festa ! É meu único dia de folga em três meses , caralho !

Soquei com força a parede do elevador e só voltei a mim, quando senti intensos olhos surpresos me fitarem. Olhei para o garoto desconhecido ao meu lado e me segurei para não jogar as palavras presas na minha garganta desde do começo da madrugada.

— Me desculpa por isso... - falei ajeitando minha gravata. O garoto ao meu lado percebendo que se dirigia a ele deu um meio sorriso quadrado e ansioso de lado. Seus olhos ainda me fitando com susto.

— Eu que me desculpo. Não sabia que você morava aqui. ChimChim me disse que como não tem quase ninguém nesse andar , e os seguranças e o síndico quase não ligam , ele achou que não seria má ideia colocar música alta - o garoto tagarelou nervoso.

Essa declaração me fez ficar cada vez mais irritado. Foda-se se não tinha quase ninguém no andar, e os seguranças e o síndico não ligavam ,  porque raios ele tinha que fazer isso logo hoje ?!!

— Olha... — suspirei tentando me controlar — Não sei quem você é nem o que é da garota que mora ao lado do meu apartamento. Mas você poderia por favor , falar pra ela abaixar a música antes que eu — a mate — seja obrigado a prestar queixa a polícia. — falei em tom nervoso.

O garoto ao meu lado arqueou uma sobrancelha e acenou positivamente diante do meu pedido. Entendendo. Porém pude perceber um pequeno sorriso discreto brotar em seus lábios. Por que caralhos você está sorrindo moleque ?!? O que tem de tão engraçado no que falei ?

— Obrigado. — falei e sai do elevador com pressa , sem esperar que o mesmo dissesse alguma coisa , rumei ao meu apartamento que se encontrava ao lado do apartamento barulhento e bati a porta com tudo. Descarregando minha raiva.

BAM !!



Notas Finais


*** Nota da Autora ****

A cada semana um capítulo será liberado. *-*

Obs: Sorry pela capa, ainda não achei um capista ;_;


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