História Decisão - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Nunca mais eu vou ao shopping


— Se levanta, seu desgraçado! — Eu gritei e sussurrei ao mesmo tempo, me perguntando quando iria aparecer um bolsominion pra cima da gente querendo lacrar. No momento refletindo profundamente se o retardado na minha frente não tinha batido a cabeça com muita força no berço quando era pequeno.


Não mano, não é possível um ser humano ser tão doente mental ao ponto de fazer uma porra dessas no meio do shopping.


Ainda por cima, estávamos em um fodendo palco.

UM PALCO.


Minha melhores opções eram dar uma voadora com direito a três mortais farpados na reencarnação do mal que estava na minha frente ou aproveitar que estava em um palco e começar a encenar pela zueira.


Mas nÃÃÃÃOOOOOOOO.


Eu ignorei esses dois pensamentos.


— Se levanta logo seu filho da puta, tá geral olhando! — Burlei as leis do universo e gritei e sussurrei ao mesmo tempo DE NOVO. 

— E é pro povo olhar mesmo. — O energúmeno segurou as minhas duas mãos, que estavam coçando para dar O TAPA dos tapas que Saiko merecia por começar uma viadagem dessas na frente de um monte de gente. Saudades de quando esse corno não gostava de compartilhar o ar com outras pessoas — que não fossem eu é claro.


Tá mas eU JURO POR TUDO QUE É MAIS SAGRADO QUE VOU A IGREJA TODO DOMINGO AMAS MATA O SAIKO.


E aqui está a série de acontecimentos que me fizeram jurar a minha mãe para Deus fazer cair um meteoro onde estávamos:


1. O maldito pegou uma caixa de aliança do bolso.

2. Tinha uma aliança OBVIAMENTE falsificada dentro.

3. Ele começou com a putaria.


— Ycaro, eu te conheço a mais de metade da minha vida, tu é chato pra caralho e eu nem sei por que inventei de finalmente declarar meus sentimentos para você. — Ele parou por um segundo e somente mexeu os lábios, que eu consegui ler como “Eu quero muito te foder”.


Seu filho da puta.


Detalhe: Ele tá falando alto pra caralho geral tá ouvindo e geral tá ficando em volta do palco e geral tá prestanDO ATENÇÃO E EU TÔ MORRENDO.


— Eu te amo muito mesmo que a quantidade de qualidades que você tem seja equivalente a sua altura. — Ata. — Então...

— Quando sairmos daqui eu vou te vender pra um cafetão. — Eu sussurrei apenas para o nojento ouvir e fingi uma cara emocionada acompanhada de um sorriso sem graça. Finalmente vou usar minhas habilidades de falsiane pra alguma coisa.

— Ycaro, você quer casar comigo? — Ele abriu a caixinha com o anel e eu senti a minha alma vazando do meu corpo. 


Quando olhei pra maldita caixinha eu consegui ler um bilhete, "Quer começar um canal comigo?:D".


— Sim, Rodrigo. Eu aceito.


COMEÇARAM A BATER PALMA AEEEE CARALHOOOOOOOO.


Eu só não esperava ver um fodendo fogo de artifício subindo com toda a graça e leveza do meio da nossa ADORÁVEL PLATEIA, fazendo a porra do negócio pra prevenir incêndio — ESQUECI O NOME — ativar e molhar todo mundo.


— Nossa mano eu vou muito te matar.


O maldito sorriu com aquela cara de cafajeste.


[...]


Depois de termos que comprar toalhas na Renner para nos secar, fomos para a parada de ônibus em frente ao shopping esperar o "Shopping, Pajuçara" para podermos ir pra casa.


— Ei Ycaro.

— O que é?

— A parte de querer te foder era verdade.


To be continued.



Notas Finais


Tá uma bosta mas eu tentei,_,


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