História Decisões de uma adolescente 2 - Capítulo 25


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Categorias Histórias Originais
Tags Disciplina, Família A Moda Antiga, Palmadas, Spanking, Violencia
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Palavras 867
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Presentinho para aliviar a ansiedade meus amores, espero que gostem e que não tenha ficado muito confuso.
S2 obrigada pelos comentários, é muito importante para mim saber da opinião de vocês

Capítulo 25 - Disparos


Heloisa sentiu o beijo do pai e logo viu ele sair esperou alguns minutos para ter certeza que ele ao menos tinha saído de perto da porta. Ela levantou sem fazer tantos movimentos, não queria acordar o pequeno que dormia ao seu lado.

Estava bem difícil similar aquele tanto de gente ali, tinha Milena, um bebê e uma adolescente que parecia um menino. Ela não entrou em detalhes, também nem poderia perder tempo com isso. 

Heloisa rodou a maçaneta e sentiu uma leve raiva de seu pai. Lógico que estaria trancada. Foi até a janela e seu corpo arrepiou, era incrivelmente alta. 

Teria que ser do jeito mais "dentro da lei " que ela conseguisse. Ligou para recepção. 

"Sim, entendo que meu pai não deixou autorizado que qualquer menor de idade saísse do quarto, porém eu já respondo por mim, perdi minha chave. Você poderia me trazer outra ? Eu mostro para ti minha identidade e te  comprovou o que estou afirmando. 

Em poucos minutos ela conseguiu o que queria e já estava na rua sem se lembrar se havia trancado a porta ao não. Bom, isso é o menor dos problemas. 

Heloisa não sabia como chegaria lá, viu uma bicicleta parada e resolveu cometer um pequeno delito. Depois de tudo acertado era só devolve-la. 

Não tão rápido como gostaria ela já estava visualizando o prédio onde viveu longos dois anos de puro terror. Seu corpo tremeu anunciando uma crise e ela esfregou seus próprios braços tentando se acalmar. Não é hora para isso Heloisa, se controle pensou a si mesmo fazendo de tudo para se concentrar. 

Heloisa babulciou alguma coisa com o segurança do prédio que já a conhecia e chamou o elevador. 

Antes de chegar no andar já ouviu a confusão. O elevador se abriu e heloisa sentiu seu mundo desabar. Ela mal pensou, precisava salvar sua existência, tudo aconteceu por causa dela, por causa dela ser uma mimadinha que mal conseguia caminhar a pé. 

Ela se pois na frente do pai sentindo logo depois a bala atravessar sua pele, aquilo ardia, sua irmã gritava, seu pai a sacodia enquanto ela perdia totalmente o sentido de tudo. A dor começou a passar e de certo modo aliviava, parecia que tudo iria se desligar. Ouviu mais disparo seguido do grito de Letícia. 

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Letícia foi para o quarto com as palavras de Erick se repetindo em sua cabeça. " vou matar os dois " " heloisa não está aqui Letícia ". Ela colocou suas mãos nos ouvido dando tapas para fazer as vozes saíram. 

-Não, não,  não- repetia para si mesmo. 

Letícia abriu a gaveta pegando outra arma, ela não sabia ao certo como mexer naquilo. 

Caminhou até a sala novamente. sua família, o bem mais precioso que tinha. Suas filhas. Deus. .. a cabeça da mulher era pensamentos desconexos.

Um barulho a assustou fazendo sua Alice gritar. Heloisa caiu no chão. Heloisa estava ali. Erick mentiu. Erick atirou nela. Ele mentiu e ia matar Alice também. 

Letícia começou a disparar sentindo o peso da arma em cada tiro. Ela gritava com raiva e atirava. 

Sua filhinha estava morta, heloisa estava morta e seu próprio pai tinha matado. Erick não merecia viver. Erick não merecia elas. 

A arma parou de atirar e Letícia caiu no chão gritando vendo Erick cheio de sangue . O amor da sua vida estava morto, ela tinha matado. Tudo começou a clarear em sua cabeça. Ela matou ele, matou o homem que ela amava. 

Logo começou a ouvir o barulho dos vizinhos, a polícia começou a chegar. O socorro chegaria e salvaria seu amor e sua filhinha. 

Alice ainda estava ali, ela tinha que proteger Alice agora. Aquele homem queria Alice. 

Letícia partiu para cima de Heitor gritando e dando socos, mas logo foi contida pelos policiais. 

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Milena abriu os olhos inchados de tanto chorar e olhou no seu celular que marcava 6:00 horas da manhã. 

Ela se espreguiçou e quando se virou na cama viu a porta aberta. Por que estaria aberta se Heitor não confiava nelas?

Nem Heitor, nem heloisa e nem o pequeno sam estavam no quarto. 

Milena sacodiu Sam que acordou assustado. 

- Sam, cadê todo mundo ? Nem o neném tá aqui. 

Sam deu um pulo da cama e se lembrou do sonho estranho que teve, viu o seu irmão descendo da cama e indo para o corredor, porém ele não acreditava que era verdade. 

- meu Deus Milena, meu Deus, meu Deus- Sam repetia com desespero. 

- o que foi ? 

- acho que Sam saiu do quarto sozinho. 

Milena riu

- não seja ridículo, as vezes ele e Heitor foram dar uma volta.  

- não Milena, eu vi, eu vi, mas achei que tava sonhando. Ai meu Deus. Heitor vai me matar. Ele é minha responsabilidade. Eu devia cuidar dele.

Milena viu que Sam parecia dizer a verdade. Então também se desesperou. 

- ele não deve ter saído do hotel.. vamos procurar. 

As duas saíram se afastando logo depois para ser mais rápido na procura. 

O pequeno menino sorria de baixo da cama enquanto fazia gesto de silêncio viu a porta do quarto ser fechada. Ele  imaginava estar brincando de pique esconde então não se importou em ficar sozinho. 



Notas Finais


Espero que gostem


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