História Defendendo um assassino - Imagine Park Jimin e Jungkook - Capítulo 20


Escrita por: e AngelClark

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Evanspark, Jimin, Jungkook
Visualizações 232
Palavras 1.509
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Hentai, Policial, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 20 - Parque


Fanfic / Fanfiction Defendendo um assassino - Imagine Park Jimin e Jungkook - Capítulo 20 - Parque

Acordamos juntos exatamente as oito e meia da manhã. Nos arrumamos, tomamos café da manhã e ele me disse que queria me levar em um lugar, eu simplesmente aceitei. Depois de nos arrumarmos. Saímos do apartamento e fomos em direção ao seu carro. Assim que entramos em seu carro, ele deu a partida. 

— Onde vamos? — Perguntei. 

— A um parque. 

— Ah. 

Após dezoito minutos, chegamos a um parque de diversões que ficava localizado em Boston, Six Flags. 

Eu já havia ouvido falar desse parque. Six flags era famoso por por ter as montanhas russas mais assustadoras do que qualquer outro parque fixo no estado de Massachussets. Era enorme tinha muitos brinquedos, mas era um lugar que sempre ficava cheio de visitantes por ter tantas atrações. 

— Vamos primeiro naquele alí? — Perguntou apontando pra o Talocan [Foto de capa 1]. 

Talocan é provavelmente o brinquedo mais assustador do mundo. Você entra achando que o passeio é curto, mas ele simplesmente continua indo e indo, a velocidade dos flips só vai aumentando e uma estátua demoníaca começa a soltar bolas de fogo. 

Isso tudo além dos pilares de água que surgem embaixo de você, claro. O meu coração ficava acelerado só ao observar esse brinquedo! Pessoas que passaram por essa experiência dizem que o calor do fogo solto pela estátua é assustador, e que a rotação do brinquedo é tão absurda que todos saem um pouco enjoados.

— Você está falando sério? — Perguntei boquiaberta. 

— E por que não? Vamos! — Animou-se. 

— Jimin, a possibilidade de eu ir nesse brinquedo é a mesma de nascer um dedo na sua testa. — Eu disse séria, fazendo Jimin dar risadas. 

— Convence ela! — Um homem que estava visitando disse ao Jimin que riu. 

— Pode deixar. — Disse Jimin sorrindo. 

*

— Eu ainda acho que não deveríamos ter vindo. — Eu disse, normal por fora, porém, morrendo de medo por dentro toda vez que eu olhava para baixo. 

— Relaxa! — Disse Jimin. – Estou sentindo que irá nascer um dedo na minha testa. — Riu. 

— Me dê sua mão! — Fui quase autoritária. 

— Eita! — Riu. — Calma

— Eu vou descer! — O ameacei. — Me dê sua mão! Eu estou falando sério. 

— Não tem como descer daqui, amor, mas tudo bem... — Riu e esticou sua mão e eu segurei sua mão com força. 

(...)

Saímos de lá muito assustados e completamente enjoados. 

— Vamos naquele agora — Ele apontou para um brinquedo chamado Insanity. Esse brinquedo é radical, porque se trata de uma das atrações mais altas do mundo: ele fica no topo de um hotel, a mais de duzentos e quarenta metros do chão. O Insanity tem um formato parecido com o de uma garra, e ele gira com uma velocidade que vai aumentando gradativamente. [Foto de capa 2]

— Ah, meu Deus! Eu tenho escolha?

— Não — Sorriu e pegou minha mão, me levou até o brinquedo e ficamos aguardando na fila. Não demorou tanto (infelizmente)

Estava MUITO ALTO, o brinquedo no começo girou devagar, mas aumentou a velocidade com o passar dos segundos. Por um momento achei que seria arremessada dalí até minha casa no Brasil de tão alto que era. Alto e rápido, eu sequer conseguia abrir os olhos. 

(...)

Depois que saímos daquele brinquedo demoníaco, eu quase passei mal de verdade. 

— Qual brinquedo quer ir? — Perguntou ele, depois de ter escolhido os dois últimos. 

— Roda Gigante. — Lhe roubei um selinho. 

— Aish, esse é chato... — Resmungou sorrindo. 

— Vamos na roda gigante! — Insisti. 

'Tá — Segurou minha mão e me levou até perto do endeavor a roda gigante até nossa hora chegar. As cabines cabiam exatamente duas pessoas, entramos, colocamos o cinto e começamos a subir aos poucos. 

— Essa vista é maravilhosa! Nunca vi nada tão maravilhoso. — Eu disse encantada. 

— Eu já vi. 

— O que é mais maravilhosa que essa vista?

— Você — Me beijou 

— Ah, amor! Que clichê. — Sorri lhe roubando um selinho. 

– E mais maravilhoso ainda é estar aqui contigo. 

— Digo o mesmo em relação a você. — Sorri e ficamos admirando a vista. quinze minutos depois o nosso giro na roda gigante acabou.

— Agora vamos na montanha russa. — Sorriu ele, animado. 

— Eu vou morrer!

— Não vai — Riu. 

Entramos na fila e esperamos bastante tempo, até sentarmos em nossos assentos. Alí apenas me lembrei de segurar fortemente a mão de Jimin. Fechei os olhos com força, logo após tudo pronto, o carrinho começou a andar. Na hora da queda senti meu corpo pressionado pra trás e apertei com ainda mais força a mão de Jimin. No final saímos de lá eufóricos. Jimin comemorando a ida a montanha russa e eu com as pernas completamente bambas. 

— Vamos comer alguma coisa pra terminar o passeio? — Perguntou ele, ignorando o fato de ter acabado de sair de uma montanha russa e ainda sim pensava em comer. 

— Algodão doce! — Sorri. 

— Depois eu que sou o bebê. — Murmurou risonho.

Compramos o algodão doce, depois que comemos, fomos em direção ao carro. Havíamos passado a tarde inteira naquele parque, naquele momento já estava de noite. Entrei no carro junto com Jimin

 E então? — Perguntou ele sorrindo.

 E então o que?

 O que achou do passeio?

 Eu quase morri! — Me escorei no banco fazendo-o rir. — Obrigada por hoje. — O fitei e notei seus olhos marejarem. Jimin assentiu antes de dar a partida de volta para o meu apartamento.

[...]

Assim que entramos em meu apartamento, fechei a porta e liguei a luz. Jimin me fitou em silêncio e eu fiz o mesmo.

Jimin decidiu tomar a iniciativa, aproximou-se de mim e fui tomada por um beijo terno.

O puxei pelas laterais de seu corpo para que ficássemos ainda mais próximos, Jimin levou suas mãos até a barra da minha blusa e a puxou pra cima, interrompendo o beijo apenas para retirá-la, logo em seguida fez o mesmo com a sua.

Me livrei da minha calça, ficando apenas com peças íntimas e ele apenas com uma calça. O segurei pelo rosto, o puxando pra mim selando nossos lábios novamente. Seria a última vez que faríamos amor, então só aproveitei.

Sem parar o beijo fomos em passos cegos em direção ao quarto, em seguida até a cama onde fui deitada cautelosamente Ao fazer isso, Jimin inclinou-se sobre mim, cobrindo meu corpo com o seu, transmitindo-me seu calor, voltando a me beijar como antes, fazendo sua língua voltar a deslizar dentro da minha boca. Seus beijos ficavam mais intensos e Impacientes.

Soltei um suspiro quando separei nossos lábios com o meu lábio inferior entre seus dentes ao final do beijo. Jimin passou a ponta do nariz em minha bochecha e em seguida até meu pescoço e passou a beijar e dar algumas mordidas de leve, fazendo-me arrepiar.

Dei um jeito e inverti as posições, voltando a tomar seus lábios para mim. Deslizei meus lábios até seu pescoço, distribuindo beijos pela extensão, ouvindo seus arfares pesados, enquanto sentia suas mãos alisando minhas costas até encontrar o fecho do sutiã, abriu com facilidade e o arremessou em qualquer canto do quarto e voltou a ficar por cima do meu corpo.

Saiu de cima de mim, se livrou da calça e da boxer de uma vez e foi atrás de um preservativo. Depois de colocá-lo, ao fazer isso, Jimin inclinou-se de volta sobre mim e se posicionou entre minhas pernas, fechei meus olhos ao sentir quando ele me penetrou lentamente.

— Olhe pra mim. — Sussurrou e eu fiz o que foi me pedido. Abri os olhos e ele olhava intensamente nos meus olhos enquanto me penetrava lentamente – Eu te amo. — Minhas mãos alcançaram os fios de sua nuca e o puxei de volta selando nossos lábios.

— Eu te amo. — Foi o suficiente pra ele voltar a me beijar.

(...)

Aos poucos o meu quarto era preenchido por nossos suspiros e gemidos, as investidas de Jimin se intensificavam cada vez mais e nossa respiração ofegante anunciava que nós estávamos prestes a chegar ao nosso limite. Quando Jimin deu a última estocada forte mordi os lábios para me conter e não gritar.

Suspirei ofegante sentindo meu corpo completamente trêmulo. Jimin estava de olhos fechados e respiração ofegante tentando regulá-la. Sustentou a testa na minha quando regulou sua respiração e abriu os olhos me observando com ternura.

— Vamos tomar um banho na banheira? — Propôs ele.

— Vamos. — Sorri.

Nos levantamos e fomos até o banheiro, ele se livrou do preservativo e eu comecei a preparar a banheira. Depois de prepará-la, entramos nela. Jimin sentou-se, pendendo sua cabeça pra trás permitindo que a água quente o relaxasse e me chamou para que eu deitasse encima de sí.

Apoiei minhas costas em seu tórax e senti ele abraçar minha barriga, em seguida levar suas mãos até meus ombros fazendo-me uma massagem. Estava tão bom. Fechei meus olhos pra aproveitar o momento, nossos últimos momentos, aproveitar a massagem e sem querer adormeci alí 

Continua



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