História Defendendo um assassino - Imagine Park Jimin e Jungkook - Capítulo 44


Escrita por: e AngelClark

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bts, Jimin, Jungkook
Visualizações 1.267
Palavras 2.907
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Hentai, Policial, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 44 - Tantas coisas em um dia só


Fanfic / Fanfiction Defendendo um assassino - Imagine Park Jimin e Jungkook - Capítulo 44 - Tantas coisas em um dia só

Eu não entendi nada, mas se eu e Jimin estamos nos noticiários juntos, é porque ferrou muito pro nosso lado. Nenhum de nós podemos entrar em escândalos, temos que zelar pelos nossos cargos, isso pode acabar com nossas reputações. 

— Por que lascou? — Pensei bem, e se fosse pra nos desesperarmos, melhor que a gente se desespere amanhã. Hoje eu só quero curtir. 

— Nada, esquece... — Sorri, peguei sua mão e coloquei no lugar de onde ela não deveria ter saído; meus cabelos.

Ele fazia um carinho extremamente bom alí, aquilo me acalmava de uma tal forma que me fazia esquecer do problema atual. Apenas fechei os olhos e aproveitei. Estava quase dormindo. 

Flashback

Jungkook ergueu a mão, e passou a tocar os dedos em meu rosto, e eu senti uma leve ardência.

— Espere aí. — Jungkook tentou se levantar com dificuldade e conseguiu e foi andando até sair do quarto. Fiquei confusa, ele não estava quase morrendo a pouco tempo atrás? Ou era só drama de sua parte? Por que ele é tão dramático?

Jungkook voltou depois de alguns minutos com uma bolsa de gelo, algodão e uma pomada analgésica nas mãos e eu logo entendi o que ele faria. Provavelmente ele achou encima da bancada da cozinha, eu havia deixado isso lá.

— Olha, não precisa fazer isso... — Eu disse sentada na beirada na cama, quando ele se agachou em minha frente. — É sério, Jungkook... Você precisa disso mais que eu. Para de ser louco e volta pra cama.

— Eu estou tentando ser legal, 'tá? Depois reclama que eu sou insensível. — Riu. Nem parecia que estava morrendo de dor, ergueu a algodão com a pomada até meu rosto e quando o algodão entrou em contado com meu rosto, eu senti a ardência e retrai meu rosto.

— Ai! — Grunhi.

— Desculpe. — Caiu na risada. — Você fez uma careta muito engraçada agora. Eu já estou terminando.

Deslizou o papel pelo canto da minha boca e isso foi o suficiente para que eu acionasse o belo foda-se, Jungkook rapidamente largar o papel e o pouquíssimo de sanidade que eu tinha, havia se esvaído e estávamos no beijando que nem dois desesperados, nem sei quem tomou a iniciativa primeiro, esmagamos nossos lábios um no outro ao mesmo tempo, sentindo sua língua invadir minha boca assim que eu cedi passagem.

Enquadrei minhas mãos em seu rosto e comecei a tentar acompanhar seu ritmo eufórico. Era como se fosse uma competição de quem dava mais velocidade ao beijo.

Involuntariamente, me peguei me lembrando desses momentos. 

— Boa noite. — Sussurrou Jimin, me tirando de meus devaneios, me fazendo sorrir de boca e olhos fechados.

{...} {...} {...}

Despertei de madrugada, me levantei sem que eu acordasse Jimin que dormia feito um anjo, peguei meu celular e sai do quarto. Pesquisei o nome completo de Jimin na internet e me assustei ao ver que o cara que Jimin 'quase' matou era famoso aqui na américa.

Era um rapper, sei lá... Mac Miller, era o nome dele, ele está em coma pelo que eu consegui entender, quando fui ler mais informações, eu vi várias fotos minhas, onde eu estava vomitando e Jimin estava ao meu lado me ajudando. 

Outra foto, onde Jimin me pegou no colo e me levou até o carro, outra foto onde eu estou bebendo uma garrafa de champagne... Outras fotos de Jimin socando Mac. 

Ainda pra piorar tinha vídeos circulando na mídia dele batendo no cara. Só tenho uma coisa à dizer... Que vergonha! O pior, eram as legendas que os paparazzis colocavam. 

"Uma das advogadas mais eficientes de Massachusetts bêbada em festa da chegada Jung Hoseok em Boston"

"Promotor Park Jimin agride Rapper Mac Miller para defender a advogada. Os dois foram adversários no caso do assassinato de Johnny Miller, curiosamente irmão de Mac Miller. (S/n) defendia o réu Jeon Jungkook e Park Jimin comandava a promotoria de acusação contra o réu"

"Vídeo de Park Jimin agredindo Mac Miller circulam na internet"

Não consegui ler mais nada, fotos vergonhosas minhas estavam circulando na internet, eu estava tão exposta! Isso não é nada bom pra mim e nem para minha carreira que eu estudei tanto para ter! Só eu sei o quanto eu ralei pra conseguir ter o que eu tenho hoje, pra conseguir chegar onde eu cheguei não foi fácil e posso perder tudo por causa de uma noite de "Diversão".

Pessoas podem não querer mais me contratar por causa disso e o Jimin? Ele pode ser afastado pra sempre de seu cargo que ele tanto ama, eu sei o quanto ele lutou pra ter chegado onde chegou e tudo isso pode simplesmente desmoronar. Pior, isso tudo é culpa minha. Só de pensar nas consequências que isso pode gerar na minha vida e na vida de Jimin, eu fico com vontade de chorar compulsivamente e minha mãe? Como ela vai ficar quando ver essas noticias sobre a filha dela? Como ela vai ficar quando ver essas fotos vergonhosas minhas que estão circulando na internet? 

Ela vai ficar com vergonha de mim, eu sai do Brasil prometendo dar orgulho a ela e não vergonha. Meu Deus! Só de pensar nas consequências disso tudo, eu sinto um aperto no coração.

Aqui estou eu, na casa de Jimin em plena madrugada, sentada no sofá dele tentando chorar baixinho para não acordá-lo e coitado... Ele nem sabe o que está acontecendo. 

O único que sabia era Jungkook e por isso eu resolvi ligar pra ele.

— Quem é o idiota que está me ligando a essa hora? — Atendeu. 

— Jungkook, sou eu. — Sussurrei com a voz embargada. 

— A idiota — Se corrigiu — Viu as noticias, (S/n)?

— O que eu faço agora? Eu estou completamente lascada! Como eu poderia imaginar que aquele cara era famoso?

— Ah, (S/n)! Você deveria ter me escutado. Quando te disse pra sair da pista de dança, foi porque eu percebi que tinham alguns homens te olhando de um jeito nojento e maldoso. 

— Por que você me deixou alí? Me arrastasse pra fora da pista a força. 

— Eu não!

— Ah, Jungkook! Me ajuda, o que eu faço? Onde você estava?

— No banheiro. Eu fui ao banheiro e quando eu voltei, eu vi o Mac. Me desesperei e sai dalí imediatamente e foi quando eu encontrei a Katherine. Ah, Katherine... Pena que eu não peguei o número dela...

— Eu não acredito que você me deixou alí pra ficar de flerte com uma garota. Ah JungKooK, você é um idiota! 

— Olha aqui, você não me xinga não, ok? Você só está vivendo por culpa minha!

— Como assim?

— Boa parte das experiências novas marcantes de sua vida, eu estou presente. 

— Por exemplo qual?

— Você já beijou alguém em uma cabine de banheiro? Já passou vergonha com alguém na cabine de uma loja de roupa? Já...

— Tá, tá, JungKooK, já entendi. Você continua sendo idiota.

— Ah, então vai tomar no seu... — Desliguei. 

— Grosso... — Murmurei, após finalizar a chamada. 

E agora? Eu não vivo sem meu emprego, Jimin também não... Jimin abriu mão de muitas coisas por seu cargo e agora, ele irá perder tudo? Isso não é justo.

— O que você está fazendo há uma hora dessas aqui na sala? Você está chorando? O que aconteceu? — Arregalei os olhos ao ouvir a voz de Jimin. 

Eu não tinha coragem de contar. Ele aproximou-se de mim, com o olhar mais inocente do mundo me perguntando o que houve, eu não consegui fazer nada, apenas abraçá-lo. Ele certamente não entendeu nada, mas retribuiu. Depois de alguns minutos abraçada com ele, eu tomei coragem, me separei de seu abraço e enquadrei seu rosto com minhas mãos. 

— Jimin, presta atenção. Quando você bateu naquele cara que estava me assediando, algumas pessoas gravaram tudo, tiraram fotos e postaram na internet e fotos constrangedoras minhas estão circulando na internet, vídeos de você espancando o cara também está circulando na internet, passou até na TV já... Esse homem é famoso e está em coma, ou seja... Nós dois nos ferramos. 

Nesse momento, Jimin ficou paralisado enquanto me fitava com seus olhinhos arregalados e uma lágrima deslizou por sua bochecha. Tratei de enxugá-la na hora e ele continuou me olhando com os olhos arregalados, aquilo me deixou nervosa, pois não sabia o que se passava em sua mente naquele instante, ele tirou minhas mãos que seguravam seu rosto e passou as suas mãos em seus cabelos, por nervoso e me olhou de uma forma indescritível, não foi um olhar de ternura, foi um olhar de decepção, DECEPÇÃO.

— Eu não sei o que quer dizer com esse olhar. — Eu disse.

— Que sites são esses? — Perguntou ele. Mostrei as notícias que circulavam na internet pelo celular pra ele e ele fitou a tela do celular assustado. – Eu acho melhor descansarmos, amanhã a gente pensa no que faz com a mídia, enfim... — Se levantou do sofá, me estendeu a mão e fomos juntos até o quarto.

Ao deitarmos na cama, ambos em um silêncio torturador, eu vi que não ia conseguir segurar o choro, então virei de costas pra ele.

Chorei baixinho, pensando em mim afastada do que eu mais gosto de fazer, eu sou o que sou hoje, por causa do meu trabalho.

Minha vida só fez algum sentido até hoje por causa do meu emprego, eu não sei como eu ficaria sem ele. Eu amo o que eu faço, amo também o dinheiro que eu ganho fazendo o que eu faço, só de pensar em mim sem meu trabalho, sinto vontade enorme de chorar. 

Enquanto eu chorava em silêncio, senti as mãos de Jimin no meu quadril e senti sua respiração calma perto do meu pescoço só de saber que ele estava comigo eu já me sentia mais calma

— Vai ficar tudo bem, você vai ver. — Me virei de frente pra ele ainda com o rosto molhado e o fitei. 

— Você se arrepende de ter me defendido? — Perguntei direta. — Você acha que a culpa de tudo estar acontecendo é minha?

— Vamos dormir. — Desconversou. — Depois conversamos sobre isso. 

— Não vamos dormir coisa nenhuma! Me responda!

Ele ficou em silêncio, mas como estava escuro eu não conseguia olhar seu rosto, mas eu comecei a ouvir suas fungadas de choro 

– Você se arrepende. — Afirmei. 

— Aish, você entendeu errado... Não é isso! Puxa vida! Tente entender meu lado! — Disse ele, me observando levantar, pegando meus sapatos de forma rápida, sair do cômodo e notei que já estava amanhecendo.

Olhei no relógio, eram seis horas da manhã. Sai de sua casa às pressas descalça, segurando os sapatos na mão, chorando e ignorando Jimin que me chamava gritando. Sai daquela casa e peguei meu celular pra ligar pro Connor, porém ele não atendia, então liguei pro Jungkook torcendo pra ele não atender, e ao mesmo tempo torcendo pra ele atender.

— Olá. — Disse ele, com uma voz sonolenta, por ter acabado de acordar. 

— J-jungkook... — Falei e iria continuar se não fosse o choro que veio depois, fiquei chorando na linha e me sentei na calçada, com o celular no ouvido, pensando nessa situação maldita que eu estou, sem dinheiro no momento, descalça, sem carro, provavelmente sem emprego e tudo por causa de uma vez que eu aceitei sair para me "divertir".

Acabei de sofrer uma desilusão amorosa pela segunda vez com a mesma pessoa e agora estou sentada em uma calçada sem rumo. Tudo que eu queria era chorar rios.

— (S/n)? O que aconteceu dessa vez? Respira! E me conta com calma. Onde você está?

— Eu estou sem dinheiro, sentada em uma maldita calçada — Chorei – Por que essas coisas acontecem comigo, Jeon?

— Não sei o que dizer. Manda o endereço por mensagem de onde você está, que eu estou indo aí. 

— Obrigada. — Desliguei. 

Assim que desliguei, mandei o endereço da rua que eu estava, escondi meu rosto com as minhas mãos e chorei... 

É muita desgraça pra uma pessoa só! Como minha mãe vai ficar quando ver aquelas fotos? Como eu vou ficar depois de tudo? Será que eu vou perder meu emprego? Eu não vivo sem meu emprego, eu estudei tanto pra ir tudo por água abaixo! Eu não mereço isso! Não mereço!

(...)

Estava sentada naquela calçada, apoiando meu antebraço nos meus joelhos e escondendo meu rosto no meu antebraço, enquanto chorava. 

— E ai? Ah, (S/n)... Hoje é um dia ruim, mas vamos esperar o amanhã... Isso passa. — Tirei meu rosto que estava apoiado no meu antebraço, olhei pro lado e Jungkook estava sentado na calçada, ele estava bem ao meu lado, eu estava chorando tanto que nem percebi quando ele se sentou ao meu lado.

— Você está aqui há quanto tempo? — Perguntei. 

— Credo! Você está horrível, parece que veio de um filme de terror, sua maquiagem escura está toda borrada. Você parece sabe quem? — Ele riu. 

— Ah, Jungkook, não começa. — Revirei meus olhos. 

— A Esther daquele filme de terror... A órfã... Tem uma hora que ela chora e você está a cara dela. — Ele começou a rir, até perder o fôlego, me fazendo rir fraco. 

— Vai me deixar pior do que eu já estou?

— Desculpa. — Se conteve. — Só queria entender como você parou aqui. — Se levantou e me estendeu a mão para que eu levantasse, eu a segurei e me levantei com sua ajuda, arrumei o vestido que tinha subido um pouco, pois eu estava sentada na calçada, fomos até o carro. Ele deu a partida e eu apoiei minha cabeça no vidro da janela do carro chorando em silêncio. 

(...)

Jungkook me levou até sua casa, assim que cheguei lá, me sentei no sofá e ele sentou-se ao meu lado, me pedindo para que eu lhe contasse o que houve. 

— Conta o que aconteceu. 

— A história que está na mídia você já sabe. — Eu disse. 

— Mas eu quero saber de você, (S/n)!

— Tudo bem... — Soltei um longo suspiro — Quando você me deixou sozinha na pista de dança, um cara apertou meu bra... — Interrompida

— Cara, essa parte eu já sei! Continua da parte que o seu ex idiota te salvou do outro imbecil. — Resmungou Jungkook.  

— Está bem... — Concordei. — Depois que Jimin me salvou, ele me levou pra casa dele e quando eu estava lá eu vomitei e...

— Me poupe desses detalhes, pula pra parte importante. — Pediu Jungkook. 

— Para de me interromper! — Pedi. — Quando você me contou sobre as coisas que vazaram na mídia, eu não tive coragem de contar ao Jimin naquele momento... Só fui contar de madrugada depois que eu liguei pra você. Quando eu contei, ele ficou paralisado. — Suspirei. — Sabe, Jungkook... Jimin abriu mão de muita coisa pra chegar onde ele chegou hoje, ele não podia fazer parte de um escândalo desses, entende? Ele é um promotor renomado e ter me salvado pode levar consequências ruins pra carreira dele. 

— Ele se arrependeu de ter salvado sua pele, não é? — Assim que ele disse isso, apoiei meus cotovelos em minhas coxas, escondi meu rosto nas minhas mãos e comecei a chorar... Chorei, ignorando que Jungkook estava do meu lado. 

Odeio chorar na presença dos outros, mas foi tantas coisas que aconteceram de uma vez que não teve como eu controlar pra não chorar, senti as mãos de Jungkook nas minhas costas tentando me consolar. 

— É tanta coisa em um dia só! — Riu – É só uma fase... Fica tranquila que as coisas ainda só vão piorar. — Deu dois tapinhas nas minhas costas tentando me "consolar", mas na verdade Jungkook é péssimo pra consolar alguém, foi tão ridículo que chegou a ser engraçado o que ele disse e eu acabei rindo entre tantas lágrimas – Eu sabia que você iria rir. — Ele disse e sorriu e eu tirei as mãos do meu rosto rindo entre as lágrimas

— Palhaço. — O fitei e ele passou o polegar no meu rosto enxugando as lágrimas e passou o braço envolta dos meus ombros, me abraçando de lado. 

— Vem e aproveita que hoje eu estou bonzinho. — Deu risadas e acabou me fazendo rir também.

 Acabei, por fim, deitando minha cabeça em seu ombro.   

– Esse cara está mesmo em coma? — Perguntou ele, olhando pro lado tentando olhar nos meus olhos, eu fiz o mesmo erguendo meu rosto em direção ao seu, tentando olhar os seus, já que estava com minha cabeça deitada em seu ombro ao mesmo tempo que ele me abraçava de lado, o que resultou em nossos rostos ficarem muito próximos, nossas respirações se unificarem e nossos lábios se roçarem.

Nos fitamos por alguns segundos. Eu não consegui resistir, perdi o controle, e o beijei, ele prontamente correspondeu, fazendo sua língua entrar em contato com a minha de imediato.

Instintivamente senti sua mão esquerda tocar a lateral de meu rosto, enxugando qualquer resíduo de lágrima que tivesse alí presente.

Meus dedos agarraram com força a lateral de seu moletom, enquanto sua mão passou a aninhar meu rosto guiando nosso beijo, meu ar estava começando a me fazer falta, mas eu me sentia incapaz de afastá-lo ou quebrar aquele beijo e parar de sentir a textura da sua boca quente e macia, então tentei aproveitar ao máximo que eu podia dando mais intensidade ao beijo. Aos poucos fomos parando de nos beijar, aos poucos o beijo foi ficando mais lento e acabamos por fim terminando o beijo com selinhos demorados paramos.


Notas Finais


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