História Defy Them - Cophine - Capítulo 33


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Categorias Orphan Black
Personagens Alison Hendrix, Antoinette "Tony" Sawicki, Cosima Niehaus, Detetive Arthur "Art" Bell, Donnie Hendrix, Dr. Aldous Leekie, Dra. Delphine Cormier, Elizabeth "Beth" Childs, Felix "Fee" Dawkins, Helena, Kira Manning, Krystal Goderitch, Paul Dierden, Rachel Duncan, Sarah Manning, Siobhan Sadler "Sra. S"
Tags Cophine, Cormier, Cosima, Cosima Niehaus, Delphine, Delphine Cormier, Duncan, Lésbica, Niehaus, Orphan Black, Rachel Duncan, Romance, Yuri
Visualizações 307
Palavras 2.949
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa tarde, e uma ótima leitura a todos...

Capítulo 33 - Nunca saberei a hora de preparar meu coração!


 

- O que está acontecendo com você Niehaus? – Cosima perguntou-se. Já havia perdido as contas de quantas vezes havia feito a si mesma, aquela mesma pergunta.

Não precisava de muito para entender que a mulher que acabara de entrar em seu banheiro era a única responsável por aquilo. A jovem Niehaus mal se conhecia desde que a vira, e mesmo sem uma resposta para as perguntas que se fazia, queria acreditar que a evasiva, não tão furtiva ao beijo da mulher que mais quisera desde que despertara naquele domingo, ocorrera porque seu ego falara mais alto, e como uma criança que acabara de perder um jogo de par ou ímpar, quisera mostrar a Delphine que quem mandava naquele jogo era ela.

Preferia acreditar que Cormier houvesse entendido daquela forma, e se não o houvesse, esperava ter a chance de esclarecer ainda naquela noite, já que não tinham conversado sobre o que claramente estava acontecendo quando se aproximavam.  

Conversar sobre os picos de desejo em que a vontade de estarem juntas era aplacada ou tocando-se ou beijando-se, era o que menos faziam e talvez fosse aquele o problema, não tinha uma conversa, e aquela ponta ficava sempre solta e ao invés de amarrarem-na, elas insistiam em soltar mais fios fazendo com que cada vez ficasse mais difícil de voltar a sua forma inicial.

Não que Cosima acreditasse que conversar com Delphine resolveria aquilo, estava mais inclinada, a concluir que talvez o que precisavam mesmo era de uma transa casual e nada que ultrapassasse aquilo.

E por mais que a sua insegurança em tudo ao que referia-se a Cormier, houvesse esvaído de seu intimo, aquele momento longe dela, em seu próprio quarto  depois de beijá-la debaixo de uma chuva torrencial, fazia Cosima lamentar-se por não conseguir distinguir o pouco que restara da insegurança com o temor que  que ganhava forma, o temor de que se ultrapassasse aquele ponto entre o sexo casual e as emoções que aquela mulher despertava ao admirar sua timidez, e que depois poderia nunca mais querer outra mulher além dela.

Em todos seus anos de vida pós-adolescência, Cosima sempre havia mostrado-se corajosa, e no controle dos sentimentos que lhe habitavam, e ainda mais obstinada no que tratasse de sua sexualidade. Havia adquirido juntamente com o seu diploma de seis temporadas de The L Word, a ser uma galanteadora, Shane era a maior responsável por aquilo, embora o caráter dela não fosse o melhor exemplo a ser adotado para a jovem inexperiente que tinha sido.

Era nostálgico para Niehaus, lembrar de todo o passado bom em alguns aspectos e difícil, para dizer o mínimo, em outros. Naquele passado em que deixara a casa da mãe, para estudar em Western, a independência em contraponto com a timidez e faixa de lésbica nerd estampada em sua testa, a faziam ser um prato cheio em um campus habitado por homens e sua maioria, mas com outros campus bem mais interessantes ao seu redor, e naquela época, se uma mulher bonita que lhe despertasse aquele desejo, ela corria atrás sim, até conquista-la e ter o que ela costumava chamar de cereja no bolo, termo inventado por Sarah. Havia naquele meio também as que seduzia apenas por diversão, que apesar de não ser tão prazeroso, pois não incluía a cereja, era engraçado para passar o tempo em seu convívio anti-social.

Felix Dawkins tinha conhecido um pouco daquele seu lado e mesmo odiando Shay, tinha ajudado ela naquela fase de transição, entre o inicio de namoro com Shay e a vida que até então gostava de levar. Lembrou então que ela e Shay tinham tardado em assumir um relacionamento exatamente por aquele motivo, e Shay apesar de todos os defeitos tinha muitas qualidades.

Shay Daydov tinha seu mérito, não era porque não namoravam mais que esqueceria daquilo, mas quando a conhecera Cosima já estava um tanto quanto entediada e em um circulo restrito de amizades. Já que a maioria das mulheres com as quais saíra, não eram maduras ao ponto de querer vê-la depois de um distanciamento necessário, como Niehaus delicadamente definia como um tempo sem dar noticias até que a jovem desistisse de procura-la, e que sempre justificava com estudos em excesso e problemas familiares. 

Talvez por conhecer boa parte daquele seu passado como uma cafajeste, Felix via-se na obrigação de rebobinar a fita para o que tinha acontecido antes de seu namoro, e exaltasse de forma desnecessária a necessidade em proteger a prima. Talvez fosse necessário que ela abrisse um pouco o campo de visão dele e mostrar que de anjo, Delphine tinha apenas os cabelos cor de ouro.

 Era até engraçado para Cosima lembrar da época em que exalava confiança há quilômetros de distância, e que nenhum status, grau de parentesco ou um sobrenome a amedrontava ao ponto de investir em uma mulher, bastava apenas sentir-se atraída.

Afirmara com todas as letras que estava enferrujada na arte da conquista, mas era como se aquilo estivesse adormecido e naquele momento brotasse aos poucos por seus poros, o que era visível já que apesar dos pesares,  suas investidas para com Delphine não podiam ser melhores. Até que lembrava o fiasco que fizera minutos atrás, se Ira a visse o que  tinha acabado de acontecer já estaria com uma lista extensa com o sinônimo da palavra pamonha para presenteá-la.

Desculpas. Era isso o que procurava desde que não fizera o que deveria ter feito. Não tinha outra palavra que justificasse o por quê de não avançado com seus lábios em cada parte por onde sua mão percorrera e mostrado para Delphine, o que querê-la significava. Tinha que ter mostrado a loura, o por quê de ter convidado-a para ali estar, Delphine não queria chocolate quente, muito menos ela, nem chocolate ao leite, muito menos em pó tinha em casa para preparar a bebida. Como faria chocolate quente sem chocolate?

Não podia ficar mais revoltada consigo mesma do que estava naquele momento, pela simples lembrança de que perdera aquela oportunidade por capricho. Teria que armar uma estratégia para reverter aquilo, provavelmente Delphine não iria achar ruim. Nunca antes Cosima tivera a necessidade de mostrar controle tão latente ao ponto de tomar uma atitude tão ridícula para evitar uma mulher linda  e maravilhosa como Delphine. Deveria estar ficando louca, e tinha grandes chances de ser por causa dela, e daquele turbilhão que ela a fazia sentir.

- Você já foi melhor que isso Niehaus, muito melhor – afirmou caminhando de forma inquieta pelo aposento, como se procurasse algo para ocupar a mente, e não encontrasse nada que fosse o bastante. Provavelmente Delphine demoraria no banho e seria bom ter bem estabelecido o que faria em relação a ela, para não fazer idiotices, de novo.

Tinha que tirar aquela mulher de sua cabeça. Primeiro por que era insano deixar que uma mulher que mal conhecia comprometesse todos seus sentidos daquela forma, não era mais uma adolescente. E segundo por que, a cada instante via-se querendo saber cada detalhe dela, como o por que do trauma de dias chuvosos, e dela misteriosamente não conhecer coisas que a maioria dos mortais conheceria.  

Cosima deteve-se ao lembrar que havia reiniciado o notebook, e enquanto observava a tela de longe, levou os olhos até o painel com fotos que Delphine tinha apreciado e até comentado anteriormente.

Por que a foto dela com Shay estava ali? Perguntou-se aproximando e semicerrando os olhos como se não acreditasse no que via. Não tinha visto aquela foto ali, puxou-a desprendendo do painel, e observando cada detalhe. Ela mesma havia tirado aquela fotografia, e enquanto sua mente lembrava do momento retratado no pedaço de papel fosco, associou a foto as reações mais ásperas por parte de Delphine.

Provavelmente aquela foto no painel havia sido uma artimanha de Shay no dia anterior e estivera tão ocupada durante aquelas horas que mal notara se Delphine não conhecesse Shay aquilo seria apenas uma foto como todas as outras, mas a loura não só notara como visivelmente não tinha gostado, e se não fosse a atenção tão focada naquele ponto em particular não teria notado tão cedo a foto ali.

Com a foto ainda em mãos e a raiva por lembrar-se da bofetada que levara abriu um dos livros dispostos sobre a escrivaninha e guardou-a no meio, mesmo longe Shay conseguia estragar seus encontros, pensou melhor e folheando o livro apressadamente encontrou a foto e rasgou-a ao meio, talvez o destino mais apropriado para ela fosse  o lixo.

Cosima então lembrou que seu intuito ao ligar o computador portátil era verificar os e-mails, e por mais que não estivesse disposta o bastante naquele momento, precisava ao menos confirmar se Felix Dawkins havia enviado o que pedira. Tinha que cumprir com o combinado.

O que não se confirmou, pois assim que verificou a caixa de entrada, com alguns e-mails promocionais, um de Cal, que achou melhor não abrir já que tinha grandes chances de ser algum assunto relacionado ao trabalho, e até mesmo a caixa de spam, confirmou que o sócio provavelmente havia enviado as fotos para o e-mail errado, como sempre.

Precisava contata-lo, para avisar e mesmo sabendo o rumo que a conversa tomaria, viu-se procurando o aparelho celular localizando-o em um dos bolsos, e enquanto corria a tela com o dedo polegar na tentativa de encontrar o contato de Felix, aproximou-se da única janela do cômodo. A chuva ainda estava forte e apesar da noite ter tomado forma, confirmou quando voltou a analisar o aparelho, que ainda faltavam alguns minutos para as sete horas. Deu inicio a chamada e levando o aparelho a orelha respirou pausadamente enquanto esperava a chamada ser completada surpreendendo ao ver que Felix atendera prontamente.

- Boa noite Dawkins – pronunciou Cosima tentando demonstrar simpatia.

- Ah, é você! – Felix declarou tendo visto quem ligava só depois de ter atendido a chamada e escutado a voz conhecida - Antes tarde do que nunca! – finalizou demonstrando claramente o mau humor, o que já era esperado pela jovem Niehaus.

- Sabe, se eu não tivesse te mandado o e-mail certo, eu te perdoaria por ter enviado as fotos no errado. Elas não chegaram para mim.

- Eu não te mandei as fotos – o jovem limitou-se a responder. Devido à chuva e por ter visto o descaso de Cosima em ajuda-lo preferiu por si mesmo fazer o trabalho. Tinha editado duas fotos que era o que precisaria para o dia seguinte, e mesmo o trabalho tendo durado todo o restante de seu domingo ficara satisfeito com o resultado. - Não mandei Cosima, porque você mal falou comigo hoje, muito menos respondeu minhas mensagens, o que me fez concluir que estaria muito ocupada para mim e que talvez eu não devesse ter comprometido seu precioso domingo. – finalizou Felix.

- Como não? Eu respondi todas suas mensagens Fee. – justificou-se, um tanto quanto revoltada pelas declarações afloradas, logo no começo da conversa - Não me faça parecer a pior amiga do mundo. – esclareceu desviando o olhar da janela a porta do banheiro que ainda estava fechada.

- Então analise bem o que você está me dizendo, e as coisas que está fazendo, por que você está deixando a desejar.

- Ainda estamos falando sobre as fotos? – indagou sentindo a inquietação de minutos antes, novamente tomando forma.

- Do que mais seria Cosima? – perguntou Felix querendo entender o porquê daquela indagação.

- Você está me atacando como um cachorro louco desde ontem, então não me julgue por não saber o que suas indiretas e esse mau seu humor significam. – esclareceu ofendida com a ignorância demonstrada por ele. – Eu não tenho bola de cristal para adivinhar!

- Odeio quando você se faz de desentendida, eu estava falando apenas do que combinei com você, as fotos, mas já que quer tocar nesse assunto, me diz que o que está acontecendo.

- Acho que não estamos falando a mesma língua. – declarou fingindo não saber ao que Felix se referia.

- Ira me disse o que aconteceu entre vocês. – blefou esperando que o nervosismo em sua voz não denunciasse que mentia. Ele insistira muito em uma conversa com Ira, mas ele não dissera o que havia conversado com Niehaus. Ele nunca dizia e aquela lealdade na amizade deles era admirável, e um obstáculo intransponível para seus questionamentos.

- Você é um péssimo mentiroso. Até parece que eu não conheço Ira Hendrix, ele não te disse nada! – não pode conter o riso ao concluir que Felix tentara engana-la - Não disse, porque não tem o que dizer. Você continua com essa mania de achar que me conhece, e o mais absurdo ainda, é achar que quero alguma coisa com sua prima estranha – soltou um longo suspiro antes de continuar. – Já acabaram as senhas que distribuí, para as mulheres lésbicas que tenho atrás de mim. É um evento a ser comemorado, Cosima Niehaus estar solteira, o que reforça ainda mais minha teoria, de que se não dou conta dessas que ficam atrás de mim, porque iria querer justo sua prima? Me poupe Felix.  – declarou já sem paciência, se dez por cento do que dissera em relação à Delphine fosse verdade já era muita coisa, mas precisava convencer Felix de que não tinha nada entre elas, o que ficava cada vez mais difícil.

- Se eu não te conhecesse, poderia até acreditar nesse seu discurso de solteira mais cobiçada de Toronto. – esclareceu Felix com seriedade - Mas vamos começar pelo começo, naquela ceninha que eu assisti de camarote. Você estava flertando descaradamente com ela, e nem sei se Delphine percebeu, mas eu percebi, eu vi a maneira como você estava agindo. Ela não merece que você a faça de trouxa.

- Vou ignorar a parte que me toca e tentar te explicar, mais uma vez que eu só estava sendo gentil. Delphine parece precisar de um pouco de gentileza e de um pouco de muitas outras coisas, o que não incluem você sufocando ela desse jeito, muito menos me atacando por tentar oferecer uma amizade sincera. Achei que fôssemos amigos, mas não sei mais de nada, só que essa sua implicância está um porre e que estou ficando sem paciência.

- Eu sou seu amigo e exatamente por isso estou tentando te mostrar que Delphine não é para você e que se isso estiver acontecendo, não quero que depois venha me dizer que você não foi avisada das consequências. – esclareceu Felix, sabendo que assim como era um péssimo mentiroso, Cosima também era uma, e estava escondendo algo dele.

- Como eu não fui avisada!? – desdenhou a morena - Vou até fazer uma camiseta com essa frase. Todo mundo fica me falando isso como se Delphine fosse meu objetivo de vida.  Ou se eu não soubesse quem ela é. Já estou inteirada e sei que ela é areia demais para o meu caminhãozinho e blá blá blá.  – a voz dela tornara se firme e já não ligava mais para o que dizia, era aquele  o caminhar que queria evitar - Então me poupe, se poupe e nos poupe dessas insinuações. Eu tenho mais o que fazer.

- Espera Cosima. Não desliga – pediu Felix elevando a voz ao ver que ela desligaria chamada - Eu não sei o que é, não precisa me afirmar nada ou tentar mudar de assunto.  – seu intuito não havia sido brigar, mas estava temeroso que ela mais uma vez não estivesse medindo as consequências de suas atitudes. - Eu sei que você fez alguma coisa, eu a conheço, e só você sabe o quanto eu quero ver Delphine bem, e eu vi isso hoje e sei que é por sua causa. Ela estava radiante, nem parece que está carregando o mundo nas costas.  Não preciso que me confirme nada, muito menos que fique se vangloriando, ou negando, mas ela é importante para mim, e eu vejo que ela não sabe o que quer.  Eu não posso, e eu estou desistindo à partir desse momento, de tentar impedir seja lá o que for que está acontecendo entre vocês, seja amizade, seja lá o que for, não me importo. Mas escuta bem o que vou te dizer, é só uma chance que eu vou te dar. Uma única chance.  – reiterou - Não me faça me arrepender disso.

- Não jogue essa responsabilidade sobre mim – murmurou Cosima - Eu posso ser a parte inocente disso tudo!

- Pelo menos você não perdeu o bom humor. –brincou Felix, baixando a guarda pela primeira vez desde que começara a falar com Cosima - Você pode ser tudo Cosima, menos inocente. Agora deixa eu te falar, estou preocupado com a Delphine, ela saiu faz um tempo do escritório da minha mãe e não me atende.  E agora para ajudar começou essa chuva e o celular dela parece estar desligado.

- Não se preocupe ela está bem e vai ficar bem. - ser sarcástica não havia sido sua intenção, mas era o mínimo que Dawkins merecia depois de ter acabado com sua paciência - Eu vou cuidar muito bem dela. Nos falamos depois.  

- Sua filha de uma ... – o jovem começou a dizer, mas Cosima não escutou o que Felix tinha a dizer pois desligou a chamada antes que ele terminasse.

- Eu também te amo Dawkins! – respondeu e em seguida ouviu a batida da porta ecoar pelo quarto. Praguejando mentalmente seus esforços inúteis ao ver a forma involuntária que seus olhos buscaram olhar para a mulher que caminhava em sua direção. Por algum motivo Delphine não havia vestido a roupa que com tanto esforço havia separado.

Era bom para Niehaus comprovar que não era só ela que estava enlouquecendo, porque aquela foi a única definição que lhe ocorreu ao ver que Delphine estava apenas com a toalha branca enrolada em volta ao corpo. 

 


Notas Finais


esperando o feedback amorzinho de vocês... logo eu volto hsauhsuahusa


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