História Deixa florescer - Mine imagine Park Jimin, BTS - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys (BTS), Drama, Jimin, K-drama, Revelaçoes, Romance
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Palavras 1.484
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Tcrammmmmm........
O final da historia!!! estão preparados?

Capítulo 4 - Final


- E como é que você vai ficar? Já se passaram 7 meses e a empresa precisa de mais um para dar conta do trabalho – Dizia Jin, enquanto saímos da OACS. Entramos no meu carro e dei partida.

- Eu sei. Por isso que me mudei totalmente para casa dela – Falei. Jin reclamava a meses que eu havia praticamente sumido da empresa, mas Susan ainda precisava de mim. O que eu não fiz por ela quando éramos jovens, estou fazendo agora. Cuidado como se fosse uma flor que precisava do jardineiro. Ele continuava a reclamar.

- Eu sei que você sente algo por ela, mas pense antes de destruir sua carreira – Disse antes de sair do carro. Ele bateu a porta com força e pôs a cabeça dentro da janela. – Pense em você, Jimin.

Examinei seu rosto, procurando sensibilidade e amor ao próximo. – Eu não vou deixa-la – Fechei a janela e fui embora. Dirigi até uma clínica psicóloga, onde Susan estava fazendo tratamento. Tantos traumas e perdas, ela não aguentaria mais coisas desse tipo. Entrei no local totalmente branco, médicos e residentes atendiam várias pessoas. Fui até a recepcionista e perguntei:  – Susan Stone, por favor – Ela olhou no monitor e sorriu para mim.

- Ela já saindo, se o senhor quiser pode ir até a sala onde ela está sendo atendida – A atendente me direcionou até a sala. Abri a porta e vi Susan rindo com o psicólogo. Finge um sorriso quando vi ele cheio de gracinha com ela. – Olá – Falei sentando ao seu lado.

- Oi, desculpa a demora. Eu e Dr.Chen estávamos conversando sobre nós termos estudado na mesma faculdade e nunca nos vimos – Disse rindo com ele, fiquei desconfortável ao ver aquela situação.

- Pois é. E você é tão bonita e nunca ti notei – Disse apertando o ombro dela. Que audácia! Ele está flertando com ela comigo aqui! O fuzilei com os olhos, o mesmo percebendo. – A senhorita pode ir, senão seu namorado vai me matar – Ao ouvir isso, Susan ficou completamente vermelha.

- Vamos Jimin? Até Dr.Chen – A moça me puxou pela mão totalmente sem graça com o comentário, saindo do consultório. Nós entramos no carro sem dirigir uma palavra, durante o trajeto ela olha de soslaio. Chegamos em casa e o silencio continuava entre eu e ela. Susan entrou no quarto e se trancou. Bati na porta duas vezes e a mesma não atendeu. Uns minutos depois ela abriu me procurando.

- Jimin? Podemos conversar? – Perguntou séria, sentando-se na ponta do sofá. Assenti e sentei ao seu lado.

- O que foi?

 – Você tem me ajudado desde então – Susan fez uma breve pausa, olha para o chão. – E não pediu nada em troca. Você tem uma vida e a deixou para ficar comigo, porque?

Um nó se formou em minha garganta, o que dirá a ela? Que nunca a esqueci, que eu a amava e que nunca quis ferir seus sentimentos no passado?

- Jimin, não fique calado. Fale alguma coisa! – Sua voz irritada me tirou dos meus pensamentos, fitando seu olhar duvidoso. – Olha, eu acho melhor você ir embora – Ao ouvir aquelas palavras, segurei seu rosto e a beijei como se fosse nosso primeiro. Ela se deixou levar e me deixou conduzir o beijo. Não era nada demais. Afinal, eu ainda amava ela apesar de tudo. Paramos o beijo e respiramos um tempo. Ri ao ver sua expressão satisfatória.

- Isso responde sua pergunta? – Falei, enquanto ela ainda raciocinava tudo que havia acontecido.

- Sim – Sorriu.

Depois daquele dia viramos um verdadeiro casal. Não tinha planos para pedi-la em casamento, mas estava esperando o momento. Me mudei por total para seu apartamento. Susan tentou mudar algumas coisas, já que nosso horário não batia diversas vezes. Então tivemos uma pequena surpresa. Ela teve que ser novamente internada após um desmaio, os médicos disseram que era consequência do parto complicado que ela teve. Susan ficou algumas semanas fazendo exames até voltar para casa. Quando os médicos disseram que ela já estava bem, outra bomba caiu em nós. Ela estava sentada no sofá com uma carta na mão quando cheguei do trabalho.

- Oi amor – Falei trancando a porta. Seu rosto estava molhado de lagrimas. – Amor? Sue, o que foi? – Perguntei indo em sua direção. Ela ligeiramente saiu correndo para o quarto, deixando cair a carta. Percebi que era uma carta do hospital e li.

-... Queremos informar que a Senhorita Susan Marie Stone, paciente do Hospital Kayou Hynk, está com insuficiência para reproduzir primogênitos, por conta das graves infecções que teve... – Ou seja, ela não poderá ter mais filhos. Meu coração se partiu e imagino o dela. Fui até a porta e tentei abrir.

- Ei.... Vai ficar tudo bem. Você vai conseguir ter outro e o melhor! Comigo – A porta se abriu ao poucos, mostrando seus olhos chorosos. – Você vai conseguir amor, eu sei que vai – Falei olhando para seus olhos. Ela a porta por inteiro e me abraçou, apoiei meu queixo em sua cabeça e acariciei seus cabelos. – Vai ficar tudo bem, eu juro.

- Mas se eu não conseguir?

- Ai nós adotamos – Ela saiu do abraço e entrou no quarto, sentado na cama.

- Mas... Mas eu não quero adotar, quero que venha de mim... E de você – Sentei ao seu lado e abracei seu ombro.

- Então diga que vai conseguir. E não desista, tá? Eu te amo – Beijei sua testa.

Sempre tentávamos ter um bebe. Mas era um fracasso após outro, ela já está desanimado de ir aos médicos ou tentar da forma natural. Era frustrante para mim. 11 meses se passaram desde então. Quase 2 anos juntos e ela desistiu de ter outro filho. Kathy, sua melhor amiga acabara de ter uma menina de olhos azuis e cabelos castanhos, igual a mãe. Susan nem foi no chá de frauda. Sempre que tinha um bebezinho por perto, ela fazia que ele não existia. Sempre que eu falava na adoção ela dizia:

- Meu apartamento é pequeno – Ou. – Depois vemos isso – Sempre as mesma desculpas. Domingo de manhã não tínhamos nada para fazer. Fiquei na cama elaborando uma forma de pedi-la em casamento, ela saiu do banheiro e entrou no closet.

- Ei? – Ela subiu em cima de mim. – No que está pensando? –Perguntou massageando meu peitoral.

- Nada – Falei pegando em sua cintura.

- Tem certeza? Você parecia longe – Afagou meus cabelos, senti seu perfume invadi minhas narinas. Levantei a coluna e beijei seu pescoço. – Oh, Jimin... Agora não – Não dei ouvidos a ela e a virei para debaixo de mim, sentindo seu corpo nu coberto pelo roupão de seda. Ela me encarou e mordeu o lábio inferior.

- O que foi? Não gosta assim? – Perguntei e desamarrei o nó do roupão, beijando seu peitoral. - Tão gostosa.

Em meio de um clima quente ela deixou levar ao meu lado sensual. Fizemos amor naquela manhã de domingo. Ela deitou sob meu peito e beijei sua cabeça.

- Park Jimin, agora diga: No que você estava pensando? E não diga que era sexo! – Disse me dando um beliscão.

Abracei seu pequeno corpo. – Sue, quer casar comigo? – Minha voz soou calma. Ela se levantou e ergueu a sobrancelha.

- Como?

Me ajeitei na cama e segurei suas mãos. – Quer casar comigo, ser minha mulher até o fim dos nossos dias? – Perguntei sorrindo. Ela mordeu os lábios e sorriu.

- Aceito – Ela me abraçou e nos beijamos.

8 meses depois nós nos casamos, algo simples e só com nossos amigos próximos. Não conseguimos ter lua de mel digna, mas passamos a melhor noite em nosso lar.

                                                        1 ano depois

Eu estava em meu escritório, um monte de papelada e coisas para assinar. Minha secretaria entrou e colocou mais papeis. Dei um olhar furioso para ela, fazendo-a sair no mesmo instante. Espreguicei meu corpo na cadeira de rodinhas e olhei a vista. Tudo que eu queria era está na minha casa e com minha esposa assistindo alguma serie ruim. Ouvi meu telefone ligar e atendi.

- Alou?

- Senhor Park?

- Sim, sou eu. Com quem eu estou falando?

- Sou médico do Hospital Estadual de Seul? Sua esposa Park Susan está no hospital. Ela teve um desmaio e a trouxeram para cá.

Na mesma hora sai do escritório, estava temendo o que tinha acontecido. Entrei no hospital e fui até a atendente.

- Boa tarde, Sr.Park está? – Perguntei ofegante. Ela olhou no computador e pegou um relatório.

- Sala 8 senhor – Disse. Procurei em todos os lugares até achar, ela estava sentada na cama olhando o celular, quando me viu sorriu largo. Entrei no quarto e abracei ela, checando se estava bem.

- Ei? O que foi? – Segurou minhas mãos.

- Estou vendo se está bem. Quase morri do coração quando me ligaram – Sentei ao seu lado e beijei seu ombro. – Você esta bem?

Ela abriu um largo sorriso. – Estou gravida Jiminnie.

                                                                Fim

 

 


Notas Finais


Boommmmmm até mais
proxima fic final de agosto!!!
Leiam também minha historia original na Wattpad, meu user é Isabeo00
oBRIGADO PELO OS cOmentarios e os votinhos, amo vcsssss


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