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História Deixe Eu Ser Sua Luz! - Capítulo 28


Escrita por:


Notas do Autor


Boa leitura♡♡
Perdoem os erros TwT

Capítulo 28 - Capítulo 27


Fanfic / Fanfiction Deixe Eu Ser Sua Luz! - Capítulo 28 - Capítulo 27

Deixe Eu Ser Sua Luz!

Capítulo 27



- Ah! Que dor de cabeça!

- Tomou algum remédio? - Perguntei, fechando meu armário.

- Humpf! Aonde encontrarei remédio aqui nessa Universidade maldita? - Questionou, massageando suas têmporas. 

- Na enfermaria... - Disse como se fosse a coisa mais óbvia do planeta. 

A castanhada bufou.

- Ah, claro! Como se eu não tivesse verificado lá. - Disse irônica. Começamos a caminhar para o Hall de entrada. - Acredita que acabou todos os analgésicos? Aí eu me pergunto: Quem diabos está com tanta dor de cabeça aqui nessa merda? 

- Ah... Geralmente, os professores tomam bastante analgésicos.

- Poupe-me! Aqui não tem nenhuma criança para dar tanto trabalho. E outra, isso não justifica a falta de remédio. Se alguém começar-se a ser contorcer de dor aqui? Até a ambulância chegar, o indivíduo já estará sendo abraçado por Jesus... Argg! - Parou de andar, espremendo os olhos.

 Me aproximei dela.

- Está doendo tanto assim? Se for o caso é melhor ir ao médico... - Disse, passando a mão cuidadosamente sobre os fios castanhos. Essa dor de cabeça repentina era preocupante. - Venha... Vamos pegar um Táxi e ir no médico.

- Não! Está tudo bem. - Sorriu. - É só uma dorzinha irritante. Não preciso ir no médico não.

- Mesmo assim... Vamos pegar um Táxi de qualquer maneira. É melhor do que pegar o metrô. Vamos! - Disse convicta, arrastando a pucca pelo braço.

- Não à necessidades. Só estava fazendo drama. Hina!

- Nada disso! Vamos pegar um Táxi e aproveitar e párar em alguma farmácia. - Saímos para fora e passamos a caminhar pela calçada. - Quando chegar em casa, faça um chá e beba junto com o remédio. Se a dor não passar, iremos ao médico! - Finalizei, olhando de um lado para o outro. 

- Por isso não gosto de me queixar de alguma coisa com você. É pior do que minha velha. - Bufou, resmungando. 

- Ainda bem que você sempre fala. - Sinalizei para o carro amarelo. - Você não é de ficar com dor de cabeça. Então, é normal eu me preocupar. Agora... - Caminhei até o carro, abrindo a porta para a morena. - Entra.

A castanhada revira os olhos, sorrindo. Obedeceu e entrou no automóvel, seguida por mim. Falamos para o motorista o nosso destino e o carro deu partida.


- Quer que eu acompanhe você? - Perguntei, vendo a Mitsashi com a cabeça escorada na janela. 

- Pra onde? - Perguntou, com os olhos fechados. Realmente, deveria está doendo muito a cabeça dela. Questionavar-se, se deveria pedir para o motorista mudar de direção e ir para o hospital.

- Para sua casa. Ligarei para Titia e...

- Está tudo bem, Hina! Sério. Não precisa disso. Logo, logo a dor vai passar. - Disse me olhando. - Aliás, você tem que trabalhar hoje... Relaxe! Não irei ter um derrame. 

Rir de uma fala. 

- O.k! Está bem! Talvez eu esteja me preocupando demais... - Falei, me aconchegado no lugar.

- É... Você está estranha. Aconteceu algo?

- Nada. Só estou paranóica demais. - Acontece que estava me remoendo de ansiedade para conversar com Neji. Ele nem havia falado quando viria para N.Y.

 Pensando com mais calma, ele iria deixar Hanabi sozinha lá? Não gostava pensar nessa ideia. Seria melhor trazê -la, amaria ver sua Irmãzinha novamente. Deveria está maior e adorável.

- Hãm, ham... Vou fingir que acredito. - Disse Tenten, voltando a fechar as pálpebras. Sorrir amável, voltando minha atenção para a janela.


Era tão abençoada por ter tantas pessoas incríveis ao seu lado.

[...]


- Finanças... Estabilizadas! - Murmurei, terminando de digitar. Peguei o telefone, ligando para uma pessoa em questão. - ... Paola, querida! Imprime o e-mail que eu acabei de ter enviar, por favorzinho! ... Obrigada, Rainha. - Finalizei a chamada, suspirando aliviada. Havia feito tudo que deveria ter feito. 

Levantei-me, me espreguiçando. O cansaço estava vindo com força, precisava dormir para recuperar o sono perdido. Da próxima vez pensará duas ou três vezes antes de ficar acordada, jogando conversa fora. Andei até a pequena geladeira e tirei uma garrafinha de energético. Voltei para o lugar de antes, bebendo uns três goles do líquido. Não queria reclamar, mas não gostava muito de ser secretária. Admirava muito quem tem paciência para aturar esse trabalho. 

Suspirei mais uma vez naquele dia. Peguei meu celular para ver a nova mensagem que acabará de chegar.


Ino - Princesa! Você já renovou meu vestidinho branco? - 14:35 PM.


Merda! O vestido! 


" Não vou  mentir.... Ainda não. Mas irei terminar-lo o mais rápido possível! Você precisa dele para agora? - 14:36 PM."

" Hum... Está bem!

Não. Não preciso para agora não. Irei viajar semana que vem. - 14:36 PM."

Menos mal. Ainda falta alguns detalhes para acerta no vestido. Acho que até semana que vem eu termino. Até por que Irei ficar com o tempo livre, já que entrarei de férias.

Logo o vestido ficará pronto. Um pouco mais de paciência, loirinha. - 14:37 PM."

" Tudo bem, peituda! Irei aguardar. Capricha, hein! Agora, irei para minha sessão de massagem. Qualquer dia você poderia me acompanhar, sabe... Para relaxa e diminuir o estresse. - 14:38 PM."

A porta de minha sala é aberta, revelando uma loira alta com alguns papéis em mãos.


" Qualquer dia poderemos marcar. Acho que agradeceria aos céus, receber uma boa massagem... Bom, vou ter que sumir agora. Bom relaxamento para você, madame. - 14:38 PM."


Larguei o aparelho na mesa.


- Tudo certo?

- Tudo sim, Sra. Hyuuga! - Disse sorrindo.

- Você pára com isso. - Começamos a rir. 

- O.k, o.k... Aqui! Tudo quentinho. - Peguei os papéis, percorrendo os olhos em cada linha.

- Acho que não esqueci nenhuma vírgula ou assentos. Espero que não tenha errado nada... - Batir os papéis na mesa, os organizando para pôder colocar na pasta.

- Tomara que não... Senão ele irar fazer a mesma coisa que ele fez comigo, ano passado. - Comentou, atraído minha atenção.

- O quê? - Perguntei.

- Mandará você fazer tudo de novo, várias vezes. Até hoje me lembro do que ele falou: "Assim você nunca mais esquecerá. Cada linha, cada palavra e cada vírgula ficará gravado na sua mente.". Traumático. - Disse rindo. Apenas encolhir os ombros. Quantas coisas o Naruto deve ter feito com os funcionários dessa empresa?

- Apesar dele ser bem autoritário, ele nunca me forçou fazer a mesma coisa, várias vezes... - Fiz uma pausa antes de continuar. - Ele infernizava muito a sua vida?

- Não imagina o quanto! Sabe, tinha dias que nada estava bom para ele. Ele via erros aonde não tinha. Xingava tudo mundo com 'aquele jeito frio dele falar. - Engrossou a voz. Acabei rindo. - Ele é muito chato e arrogante. Para ser sincera, ele nunca elogiou ninguém aqui. Literalmente, é um Sr. Demon. 

Se ele tratava, ou tratar, todo mundo assim... Por que ainda trabalha aqui? - Questionei. Realmente não entendia.

Ela rir constrangida.

- Se eu me demitir, será difícil achar outro emprego com o mesmo salário daqui, entende? - Se aproximou, sussurando: - Ele pode ser um filho da puta, mas ele paga um salário a cima da média. Diria até que ele é generoso e compensa a gente por aturar a personalidade de merda que ele tem. - Se afastou rindo. Naruto generoso? Essa é nova.

- Céus... Isso parece um filme de terror, aonde ele é o vilão sem coração. - Disse rindo.

- É o que ele deixa a entender... As vezes sinto inveja de você. Nunca gritou com você aqui na empresa... Privilegiada. 

- Não vem com essa história novamente, Paola! - Cortei, pegando a pasta preta e caminhei até a porta.

- Tudo bem, parei... Ah! Melhor você esperar, antes de ir para sala dele.

Arqueei uma sobrancelha.

- Por quê?

- Ele está com o Sr. Hatake. O mesmo falou para ninguém atrapalhar a conversa dos dois.

- Ah... O.k então. - Voltei até a mesa. - Parece que irei ter um pequeno momento de paz... - O telefone fixo toca na hora, fazendo a loira rir. - Ou não.

[...]

{Narrador}


- Ajuda! Aqui! Preciso de ajuda! - Disse o Homem em total desespero, carregava uma garota, que tossia incessantemente, sobre os ombros.

- Coloque-na em cima do balcão! - Ordenou a mulher de cabelos róseos, sendo atendida prontamente pelo o homem. - Está vermelha... O que aconteceu antes de vierem a o hospital? - Perguntou, analisando a pequena jovem de cabelos lisos e loiros.

- Es... Estávamos em um restaurante! Estava tudo bem, até entramos no carro. Ela começou a tossir e ficar vermelha, reclamava de coceira na garganta.

A mulher de olhos esmeraldinos nada respondeu. Verificou as pulsações, respiração e temperatura. Fez algumas perguntas que foram respondidas com acenos da menina.

- Abra a boca, querida... - Pediu, colando uma pequena lanterna na boca da jovem. - Está com pequenas aftas... Henry! Leve ela para a cabine dois.

- O que ela tem, doutora? É muito grave?

- Fique calmo... Tudo indica que seja uma reação imunológica, cujo uma alergia alimentar... Anna, preciso de um anti-histamínico infantil para cabine dois! 

- É muito grave? Não vai acontecer nada de errado, não é? - Questionou aflito. A mulher parou de andar, encarando o, possivelmente, pai da criança. O olhar do mesmo demonstrava medo e preocupação. Perdia as contas de quantas vezes testemunhou esse tipo de olhar e de quantas vezes viu eles mudarem para desespero e dor. E não poderia fazer nada para mudar, haviam casos que, mesmo com todo o esforço dos médicos, não resultam em um final feliz de superação. Deus! Como era frustrante e doloroso dar uma notícia tão cruel para uma família que esperava e confiava em neles para salvar seu parente. 

Entretanto, haviam casos de sucesso e os sorrisos de agradecimentos eram resovantes! Esse era o lado bom de ser médica, ver aqueles olhos tristes e aflito se tornarem aliviados e chorarem, não de tristeza e sim de alegria.  A sensação de salvar uma pessoa era indescritível.


Sorriu dócil, segurando o homem pelo ombro. 


- Pode ficar relaxado! Sua filha está em boas mãos. Além disso, os sintomas da alergia são leves. O Sr. Fez muito bem ter vindo imediatamente para o hospital.

- Ah, que isso... Minha menina é tudo para mim. Perde-la tiraria meu propósito de vida.

A rosada puxa o canto dos lábios. Uma frase similar lhe fora dita antes.


"(...) Como você quer que eu fique calmo? Biwako é único propósito de eu ficar aqui! Perde-la faria minha vida perde o único sentido que tem! (...)"


Irei fazer um check up nela, para ver se está tudo certinho, o Sr. permite?

- Claro!

- Muito bem! Vamos lá para cabine. - Disse, começando a caminhar pelo grande corredor de cores brancas.

.

- Quero o check up completo de: Emma Miller! - Vociferou para a amiga de trabalho. - Está se sentindo melhor, Emma? - Perguntou para a garota sentada na cama hospitalar.

- Estou sim, só a coceira na garganta me incomoda um pouco. - Respondeu, tossindo em seguida.

- Demorará um pouco para melhorar. Consegue aturar até lá, não é? - A menina de olhos castanhos assendiu sorrindo. - Isso mesmo! Boa garota. - Pegou nos cabelos lisos da garota, fitando o pai da mesma. - Após o check up iremos fazer testes de provocação oral. Para podemos detectar a alergia alimentar. Após isso, daremos uma receita médica para o Sr. , está bem? - O homem assendiu concordando e agradecendo. 

O celular da médica tocou. A mesma iria recusar, mas desistiu ao ver o nome de Kakashi. Se desculpou, pedido licença para o homem. Saiu da cabine, pedido para Henry fazer companhia para o Sr. Miller.

- Não esperava uma chamada sua. Aconteceu alguma coisa? - Perguntou, mesmo sabendo o por que da ligação. Ouviu a resposta que desejava ser diferente. Embora a explicação não foi detalhada, já sabia o por que disso tudo e precisava dar um jeito. - Fale para esse... Imbecil! Sim, espero que esteja ouvindo isso! ... Não quero saber! Kakashi, mande esse idiota para casa ou apartamento dele. Eu irei fazer uma visitinha para ele. Só aguarde o meu turno acabar. - Finalizou, encerrando a ligação. 

-  Nossa! A coisa deve esta feia. - Disse uma senhora, com jaleco branco e cabelos presos em um coque, se aproximando da médica.

- Nem imagina o quanto, Madelyn. - Disse, suspirando pesado. - Bom! Quando eu terminar tudo aqui, irei resolver esse problema! - Declarou, voltando para a cabine.

[...]


- Pronto! Resolvido.

- Foi completamente desnecessário você ligar para Sakura. - Disse o Uzumaki.

- Nada disso. Sakura é a única que pode colocar essa sua cabeça no lugar. - Rebateu o homem de cabelos grisalhos.

- Você só atrapalhou o trabalho dela! - Vociferou entre os dentes. 

- Calma... Por que está tão irritado? 

- Controle sua irônia, Kakashi...

- Dane-se minha irônia, Naruto. - O homem de íris acinzentadas se aproximou da mesa do loiro, que se apoiava com as duas mãos. - Arrume suas coisas e vá para seu apartamento. Deixe que eu termino as coisas por aqui.

- Não... Eu já disse que vou ficar aqui! 

O Hatake revira os olhos.

- Naruto, pare de agir igual uma criança mimada! É notável que você precisa descansa. Quer que aconteça a mesma coisa do ano passado? Quer cair de exaustão? - Questionou, tentando empurra o homem loiro, que se mantinha imóvel. - Naruto!

- Não, Kakashi! - Se desviou das mãos do mais velho. - Eu estou bem. Preciso terminar o trabalho.

Tsk! Trabalho, trabalho... Você está viciado nisso! Garoto, você precisa dormir. Fica dessa maneira não adiantará nada.

- Dormir... - Repetiu, rindo desgostoso. - Como dormirei com tanta coisa nos pensamentos?

- É exatamente por isso que...

- Kakashi... Não me perturbe e vai fazer seu trabalho! - Disse, apontando para porta.

- Naruto, me escute! É para seu bem estar. Sakura...

Foda-se meu bem estar! Foda-se Sakura! Saí daqui! ... Preciso de paz! - Declarou suplicante. Não... Não iria desmoronar! Muito menos na frente de terceiros!

- Você precisa de ajuda! Naruto...


- Com licença, Sr. Hatake e Sr. Demon! 


Tudo se silenciou. Bem... no caso do Uzumaki, que tinha paralisado ao escutar aquela voz suave e receiosa. 


- Aconteceu algo, Srta. Hyuuga? - O grisalho foi o primeiro a se pronunciar.

- Er... Sim. O Sr. Jones ligou. Perdi para ele ligar em outra hora, porém ele insistiu falar com o Naru... Sr. Demon. - Explicou em tom baixo, encarando fixamente o Uzumaki. Novamente ele não está olhando para si... Coisa esquisita quando se trata dele. Sempre a encara nos olhos. 

Humfp! Esse velho não para de encher o saco. - Disse Kakashi, suspirando de forma cansada. - Naruto.


 O empresário não escutava nada. O tom suave e melancólico ainda estava vagando em sua mente. Odiava! Como odiava essa voz! "Por que a odeia?", não existe motivo. Apenas odiava... "Você não odeia. Apenas gosta. Por isso que você acha que odeia.". Não... Não faz sentido nenhum. Odiava aquela mulher! Odiava tudo nela! Não queria vê-la... Estava numa fase delicada. Vê-la seria como se... Não! Não queria sentir isso. Estava blindado.

"Se está blindado, por que se recusa a ficar com ela?"

Como poderia explicar uma coisa que nem ele mesmo sabia? Desdo início achava que era desejo. Sim... Desejava aquela essa mulher, infelizmente desejava... Tinham uma conexão sexual muito boa, nunca iria admitir em voz alta que não sentia muita falta do BDSM. Ela por si só se entregava de maneira certa, o problema era que era ingênua. 

"Perigo! Não se engane! Você tem coisas mais importantes para pensar! Essa mulher chegou de repente e já irá mudar sua mente? Lembre-se que aquela mulher fez a mesma coisa!"

Sim. Não deixaria se enganar! Já havia aprendido a lição. 

"Te traumatizaram ao ponto de ficar cego? Mesmo se for mentira, essa garota imbecil ajuda-lhe a ter esperança de que as coisas mudarão. Por isso você quer afasta-la, você tem medo! A vida está te dando uma puta chance. Vê se não fode!"

Não... Não podiaEra um risco muito alto. Não quer passar por tudo de novo. Seu único objetivo era cuidar de Biwako, prometeu isso. Ela precisava dele...

"Continue assim! Não permita que alguém te machuque novamente. Não der chances de depender dela! Você conhece muito bem essa sensação, conhece os sintomas e hematomas. Afaste ela de uma vez!"

"Deixe de ser Filho da puta! Agarre essa mulher para você. Elogie-a, adimire-a! Trate ela bem, você tem chances de ter uma mulher incrível na sua frente. Ajude-a evoluir. Caso contrário, irá perdê-la!" 


Novamente esses questionamentos... Merda! Odiava ela por fazê-lo sentir coisas que jurou nunca mais sentir. 


Naruto!

[...] 

{Hinata}


- O que que é?! - Vociferou alto.

- Definitivo... Vá para casa e descanse. - Disse Kakashi, visivelmente, tentando manter a calma.

Eu só vim avisar da ligação do chato do Tony... Parece que esses dois vão sair no soco a qualquer momento. Realmente, não foi uma boa ideia ter vindo aqui.

- Eu já disse... Não me faça repetir. - Respondeu o loiro. Ele estava tenso, muito tenso. O que estava acontecendo?

- Naruto, está tudo bem? - Perguntei com certa preocupação. 

Os olhares de ambos os homem vieram em direção à mim, deixando-me constrangida. Droga! Na empresa é Sr. !

Naruto fitava-me intensamente, parecia que estava vendo cada detalhe de minha alma. Céus! Como ele consegue fazer isso? Será que ele sente a mesma coisa quando o encaro? 

- Hinata... O que você disse antes?

- Naruto, eu já...

- Responda. - O loiro ignora o grisalho. Encolhir-me no lugar.

- Disse que...

- Hinata, proíbo que fale alguma coisa para esse idiota! - Declarou Kakashi autoritário. Pisquei confusa, mas assendindo. Aquilo estava  ficando amendrotador. O que havia acontecido antes de eu entrar aqui?

Meu Deus, será que Kakashi queria assumir a liderança da empresa? 


Entretanto, o olhar de Naruto me fez estremecer.

- Você não... Se atreva a manda a Hinata fazer alguma coisa. - Falou Naruto, encarando Kakashi de forma homicída. - Muito menos, se dirigir a ela com intimidade... Ela é minha assistente, portanto, não se atreva fazer isso de novo.

- Por Zeus! Naruto, você está com a cabeça fervendo de coisas. Me escute e vá... Naruto! Aonde vai?

O loiro começou a andar em minha direção, com Kakashi o chamando. Me enrijecir no lugar. Ai meu deus! Santa me proteja!

Venha comigo, Hinata. - Falou, me pegando pelo braço

- Espera... Naruto!

- Por favor... Venha comigo. - Murmurrou. Me calei olhando Paola me fitando confusa. Nem eu sei o que estava acontecendo, amiga... Nem eu.

      

Entramos na minha salinha. Ele soltou meu braço e fechou a porta. O silêncio preencheu o vão, apenas escutava a respiração entre-cortada do loiro. 

- Você está bem? - Perguntei baixinho. Vai que ele pula em cima de mim. 

- Estou...

- Não parece. Aconteceu algo?

- Não. Estou Bem. 

- Certeza?

   - Sim! - Falou se virando para mim. - Estou bem... - Reafirmou, fitando-me com aquele olhar. - Você tenta demais compreender o que está acontecendo, Hyuuga... E esse é um erro grave. - Pegou meu rosto, não deixando de penetra minhas pérolas.

Ficamos ali, parados. Com os rostos a milímetros de distância. Podia ouvir sua respiração tranquilizar. Fiquei atenta, escutava cada batida melancólica do coração dele. "Sim... Ele tem um coração.". Encarei aquelas íris azuladas, ahh esses olhos... Azuis igual o céu que tanto admiro. 

Novamente, um frio na barriga me preecheu. Sua mão começou a acariciar minha bochecha, seu olhar estava calmo e sereno, parecia que estava em outro mundo. Fechei os olhos apreciando aquela sensação única, paz e aconchego... A astmofera pesada e intimidadora que ele sempre emanava tinha desaparecido.

- Não... Abra os olhos. - Abrir lentamente. - Gosto deles...  Me lembram um pouco da lua. São bonitos e exóticos.

- Ah... - Sorrir envergonhada. - Obrigada... Você também tem olhos bonitos, mais bonitos de todos que eu já vir.   

 - Sério? Você acha isso? - Questionou, soltando meu rosto e levando uma mão até o contorno de seus olhos. - Sempre achei eles normais.

 - Eles são intensos... Essas suas pupilas no meio dessa imensidão azul enigmática... Como pode ser tão lindo? Uma arte que deve se contemplada e não questionada. Profundo igual um oceanos... Se brilhasse um pouco, seriam iguais o céus. O único problema é que vejo muita raiva e medo... Por quê? - Questionei, totalmente embriagada pelas aquelas safiras. Amava ter chances de aprecia-las de perto. Talvez estivesse apaixonada por esses olhos. 

Quando voltei à realidade, percebi que falei demais. Naruto encarava-me atônico, com os lábios entre-abertos e com um leve rubor no rosto. 


- ... -  Se afastou de mim, andando em direção da minha mesa. Ótimo! Estraguei tudo novamente. Suspirei frusdrada. - O quê você foi fazer em minha sala?

- Fui informar que... Ai meu deus! O Sr. Jones queria conversar com o Sr. !

Tsc! As vezes penso que esse velho é apaixonado por mim. Vive enchendo meu saco. - Disse, pegando o telefone fixo. - Do que está rindo, Hyuuga?

- Por nada... - Respondir.

-  Você é péssima mentindo.

- Imaginar aquele velho apaixonado por você é engraçado. - Comentei rindo.

- Seria bizarro. E também, o sobrenome dele não combinaria comigo. - Finalizou, discando números no telefone.

- Sério que você ficaria preocupado com o sobrenome?

- Obviamente... Agora, fique quieta.

[...]    


O silêncio dominava o carro. Naruto dirigia moderadamente. Por ser início de final de semana, as ruas nova-iorquinas  estavam agitadas, carros e motos iam de um lado para o outro.

Antes de saímos da empresa, Kakashi pediu novamente para Naruto ir para o apartamento, de preferência não ir amanhã para o trabalho. E o loiro apenas mandou o Albino calar a boca e me arrastou para o seu carro.

Perguntava-me o que tinha acontecido. O clima da empresa estava estava pesado desde que eu havia chegado. Será que aconteceu algo grave?


Por que Kakashi estava tão preocupado com você? - Perguntei, quebrando aquele silêncio.

- Por que ele não tem nada melhor para fazer. - Respondeu visivelmente aborrecido. 

- Ele está preocupado. Tem haver com a noite que você passou na empresa?     

 Ele me olha de soslaio antes de responder.

- Não dormir noite passada. - Disse banalmente.

- Quê? - Balbuciei pasma. - Como? Por que não? Céus! Kakashi estava fazendo muito bem mandando você para casa!

- Pelos deuses, Hinata! Já me basta o Kakashi. - Disse, revirando os olhos.

- Trate de ir para casa dormir. - Disse convicta. Ele sorrir de canto. 

- Hãm...Ham. O.k.

- Prometa!  


Ele nada respondeu. Suspirei fundo. Porra do homem complicado.

Minha linha de pensametos é interrompida pelo som do meu celular. O nome de meu pai apareceu na tela.

Alô, Papai?  


"(...) Não atenda nenhuma ligação de Hiashi-sama. Para ser direto, não atenda nenhuma ligação que não seja minha. De nossa família, só fale comigo e com Hanabi. (...)"


- Olá, queri... -  Finalizei a chamada. Deus! Quase! Havia esquecido completamente do pedido de Neji. O pior de tudo é que nem sabia o por que de  não pôde atender o meu pai.

- Por que desligou na cara de seu pai? 

 - Eu... A ligação estava ruim. - Disse sorrindo amarela. Droga! Não tinha hora melhor para ligar?

- ... Se não quiser falar, problema é seu. -  Naruto e suas respostas ríspidas.


 Depois de alguns minutos, o carro parou de se locomover.  Estava em frente de casa.


- Aqui. -  Estendeu um envelope cinza.

- O que é isso?

- Saberá quando abrir. Esteja sozinha no ato. -  Peguei o envelope. -  É apenas um modelo.

- Está bem... - Tirei o cinto e abrir a porta.

- Espera. 

 Me virei para o mesmo. Sem aviso, aproximou -se de mim e nossos lábios se encontraram. Novamente o meu estômago se agitou, fazendo-me suspirar durante o beijo. 

- Amanhã responderei suas dúvidas... Boa noite e até amanhã, Hinata. - Disse baixo, encarando-me.

- Boa noite e... Até amanhã, Naruto. - Sair do carro. Me virei para ele - Tchau e... Ah! Vê se descansa. - Ele apenas assendiu e deu partida. - Irresponsável... - Como ele poderia não ter dormindo? Ainda foi trabalhar. Definitivamente irresponsável! Deve ser pela falta de sono que fez ele agir estranho hoje... Pode ser coisa da minha cabeça, mas naquele momento na minha sala ele parecia tão... Tão...  

Vulnerável. 

 

Começo a andar para porta de casa,  olhando o grande envelope em minhas mãos. Puxei um pedaço do papel para para cima para ver se conseguia entender o conteúdo daquilo.


"Contrato De Relação BDSM



Ai. Meu. Deus!


Notas Finais


Tensão na empresa!

Espero que estejam gostando kkkk! Fico com o coração à mil por hora quando público um cap.

Saibam que estou disposta a realizar pedidos ou sei lá!

Pergunto -me se vocês querem Pov's de alguns personagens secundários?! Sério, sou muito indecisa quando se tratar de ideias.

Bom... Nem sei se alguém ler notas finais. As vezes nem eu mesma leio. Enfim!
Até o próximo capítulo♡♡♡♡♡


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