História Deixe-me ir. - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Histórias Originais, Personagens Originais, Romance
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Palavras 795
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


hello gatinhx!

primeiro cap, como tudo começou.

Capítulo 2 - Trouble.


Capítulo Um – Trouble.

Era uma noite fria de Junho, ainda que bela e límpida. O vento gélido que soprava do mar, trazia a sensação de que mudanças viriam com a chegada do solstício de inverno. A garota sentada propositalmente no fundo da sala, mal podia esperar pelas novidades que estavam à caminho. 
Com os hábeis olhos castanhos, observava cada um ali presente, pois afinal das contas, iria passar três horas diariamente a partir daquele dia com aquelas pessoas, durante longos 18 meses. E haviam indivíduos de todas as raças e etnias, até mesmo alguns rostos familiares do colegial. 
Perguntava-se, entretanto, se havia tomado a decisão corretar ao começar aquele curso. Já que Farmácia, nunca havia passado por sua cabeça. À está altura, se pudesse, estaria enfurnada em obras de autores como Machado de Assis e Aluísio Azevedo, ou então, em algum soneto de Camões. Letras sempre fora sua paixão e seu curso previamente escolhido, com toda a segurança do mundo. 
Mas sua mãe insistira tão arduamente na área técnica farmacêutica, que resolvera tentar. Ainda que soubesse as reais intenções da progenitora, cuja mesma sempre dizia que o ensino superior era um ótimo lugar para conhecer pessoas novas e fazer amizades.  A verdade é que sua mãe, e praticamente toda sua família, não eram à favor de seu namoro com o magricela e skatista de nome Julian. 
E ainda que odiasse contradizer sua mãe, até o momento ninguém pareceu interessante o suficiente naquele lugar. 
Estava tão absorta em seus pensamentos que mal prestou atenção quando sua melhor amiga, Daniele, havia chego. A garota tagarelava sobre o namorado que aparentemente já não dava mais atenção à ela como outrora. 
— Sarah! Será que pelo menos você pode me dar um pouco de atenção? – disse ao perceber que a amiga não ouvira uma palavra do que havia dito. 
Sarah suspirou. — Dani, não me leve à mal. Mas já disse à você o que penso sobre o Peter. Você não deveria deixar que ele a trate desse jeito.
— Sei disso, mas eu o amo. Não consigo fazer isto. 
Daniele era uma morena linda, dos olhos verdes gentis. Ainda que fosse inteligente e astuta, tinha extrema dificuldade em se posicionar. As duas cresceram juntas, eram como irmãs inseparáveis. Mas isto não impedia o fato de serem totalmente diferentes. Sarah não era do tipo que levava desaforo para casa, ao contrário da amiga, cuja mesma esquivava-se o máximo possível de uma discussão. 
Logo, outras duas conhecidas, Mary e Anne juntaram-se à elas, e então, o quarteto estava formado. Sarah sentiu-se no colegial novamente. Seria bom retornar àquela época boa sempre que as quatro estivessem reunidas. Afinal, a tão esperada vida adulta não era aquilo que tinha em mente. 
A primeira aula que teriam seria Anatomia Humana e Sarah chegou a suspirar aliviada. O assunto não era totalmente desconhecido por ela, pois teve um ótimo professor de Biologia no ensino médio. Até mesmo fez uma nota mental de agradecê-lo da próxima vez que o visse. 
A professora já falava há bons 20 minutos sobre a estrutura óssea do corpo humano, quando fora bruscamente interrompida com batidas na porta. Era um rapaz moreno, com cara de bom moço e estatura média. Sarah era provavelmente mais alta que o bom samaritano. Segurava em sua mão esquerda um capacete, onde a garota pode reparar na aliança dourada que brilhava em seu dedo. “Definitivamente um bom moço.”, pensara Sarah. 
Entretanto, não havia reparado que ele estava acompanhado. Ainda que o primeiro rapaz não houvesse chamado sua atenção, o homem que entrara em seguida roubara o ar de seus pulmões. 
Era alto, com cabelos castanhos perfeitamente cortados, barba por fazer. Dono de uma beleza da qual Sarah tinha absoluta certeza não ser pertencente daquele cidade. E obviamente que não fora a única à reparar no misterioso rapaz motociclista. Até mesmo Mary, que era lésbica, já comentava sobre ele. 
— Admito que se eu jogasse no time de vocês, esse não me escaparia. – disse ela. – Mas creio que eu não teria chances.
— É só o primeiro dia. – disse Daniele. – Como pode ter tanta certeza disso?
— Sou uma pessoa sensitiva, Dani. Além disso, ele não tirou olhos da Sarah desde que chegou. 
— Eu namoro. – respondeu Sarah, quando sentira o peso da aliança prateada na mão direita. 
— Como se isso fizesse alguma diferença! – respondeu Mary. 
— Ele nem está olhando, Mary. – disse. – Está prestando atenção na aula, como nós deveríamos estar fazendo. 
— Acho que ele é muito mais interessante do que ossos, Sarah. – disse Anne. 
Todas riram, mas logo voltaram seu olhar para a professora, ainda que Sarah não conseguisse prestar atenção em uma palavra do que a mesma dizia. Estava preocupada com a sensação de que teria problemas com aquele rapaz. Só não sabia de qual tipo de enrascada iria se meter. 


Notas Finais


foi até engraçado escrever esse capítulo. eu não tinha a menor ideia do que ia acontecer. e como vocês já devem suspeitar, o problema todo tá com esse cara bonito aí (ou devo dizer desgraçado de bonito pq sério gente ele é lindo), kkkkkkkk rindo de nervoso


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