História Dele por ele (Romance gay) - Capítulo 10


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 926
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Orange, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 10 - Cap10: "Eu conheço você?"


Fanfic / Fanfiction Dele por ele (Romance gay) - Capítulo 10 - Cap10: "Eu conheço você?"

[...] Rafael

Olhei pela janela, admirando o céu rosado e imaginando como seria na nova escola. Infelizmente e felizmente Green-school tinha alojamento. Felizmente porque só assim meus pais me deixaram vir para outra cidade e infelizmente porque eu teria de morar em uma escola repleta de adolescentes mil vezes piores e mais metidos do que os da archor-beach. 
Eu tinha me despedido de todos meus conhecidos. Meus pais e Violet me acompanharam até o aeroporto. A parte mais difícil foi dizer tchau para eles. 
Depois de quase duas semanas deliberando minha ida consegui convencer meus pais de me deixarem ir dizendo que além da escola ser em aspectos educacionais muito boa, eu ainda faria cursos técnicos que me ajudariam no futuro.
Eu fiquei pensando durante quase todo o vôo na loucura que eu estava fazendo. Viajar quase oito horas só para estar na mesma cidade que Daniel e tentar me aproximar era a coisa mais doida e mais fofa que eu já tinha feito na vida. Pensar em ver ele me dava sensações estranhas na barriga, como cócegas por dentro da mesma. 
:
O motorista do táxi era um senhor simpático e bem falante. Ele foi falando de como a cidade era bonita e de como eu iria gostar das coisas daqui. 
Quando chegamos em frente à escola paguei a corrida e saí com minhas malas que pesavam mais que eu. 
— Você quer ajuda? – Senti minha mala ser puxada das linhas mãos.
— Tudo bem. – Disse sem entender muito o que estava ocorrendo.
— Sou Gabriel, prazer. Você deve ser o Rafael, né?
— Como sabe? – Aquele menino estava me assustando.
— O diretor Jordan pediu para eu mostrar a escola, seu quarto e essas coisas para você. – Ele era sorridente e tinha um cabelo cheio de caixinhos ruivos.
Caminhamos pela escola enquanto ele tagarelava sobre a escola, falando onde ficavam as salas, o meu armário e por fim, me levou até os dormitórios atrás da escola, em um prédio muito bonito. 
— Então, esse é o seu quarto e o menino que é seu colega de quarto tem uns problemas físicos mas não é nada de grave. Ele é do grupo do Tommy, ou seja, às vezes tem umas atitudes meio babacas e se acha o dono da escola. – Ele deixou a mala na porta. – Só não mexa e nem fale muito com ele. Espero que goste daqui e se precisar, só ir no vinte e três, o.k.?
— Tudo bem. – acenei e ele saiu.
Bati na porta e quando ela se abriu meu coração foi na garganta e minhas pernas amoleceram. 

••••
[...] Daniel

— Algum problema? – perguntei para o menino que me olhava. Era horrível estar de muletas.
— N-não. – Ele parecia ter visto um fantasma. – Você está bem?
— Eu conheço você? – Perguntei, arqueando uma sobrancelha.
— D-desculpa. – Ele ajeitou seu cabelo como se estivesse envergonhado – Meu nome é Rafael. 
— Legal. – fechei a porta. Não estava afim de lidar com pessoas hoje, especialmente as esquisitas.
As batidas na porta voltaram.
— Eu não sei o que você quer mas eu não me importo. – sorri sem humor e tentei fechar a porta. A mão do menino a empurrou.
— Eu sou seu colega de quarto. 
— Ah, tá. – abri a porta em um sinal de "entra logo antes que eu me arrependa".
Ele olhou todo o ambiente antes de entrar com duas malas nas mãos. O menino baixo foi até a cama do outro lado da parede e colocou as malas em cima da mesma. Fechei a porta e me locomovi com dificuldade até o banheiro. Tirei minhas roupas e tomei um banho. Quando voltei ao quarto enrolado na toalha e com as muletas o menino se assustou. 
— Olha eu não tenho sido uma pessoa muito sociável ultimamente. – falei o encarando. 
— Tudo bem, eu entendo. – ele sorriu. Algo naquele sorriso me lembrava alguém, uma sensação estranha e um frio na barriga.
— Eu vou melhor logo com as fisioterapias e tudo mais e logo logo voltarei para o dormitório A, dos jogadores. – Ele me encarou. – Não fique no meu caminho e nem pense que vamos nos tornar melhores amigos porquê não vamos. Somos colegas de quarto e apenas isso. Eu não mexo com você e você não mexe comigo e nem nas Minhas coisas. Entendeu? – ele pensou por uns instantes e as palavras saíram baixas.
— Entendi. – sua expressão de riso havia ido embora. 
Quando eu fui dar um passo até meu guarda roupas uma de minhas muletas caiu, assim como a toalha. 
— Ai meu Deus! – ele disse tapando os olhos com as mãos.
— Tudo bem, cara. – sorri sem emoção. – Cê nunca viu outro garoto pelado, não? 
— Já, quer dizer não, quer dizer por favor se cobre. – Ele estava vermelho igual a um pimentão.
— Você pode me ajudar? Eu não tenho tantos movimentos com as pernas então você poderia só, sei lá, pegar minha muleta e me ajudar com a toalha? 
— Tá, eu acho. – ele pegou Minha muleta e a toalha dos meus pés. De repente meu membro ficou ereto e os olhos do novato saltaram. Seu rosto parecia que ia explodir de tão corado. Eu me senti muito estranho e acho que meu rosto também corou.
— Eu sinto muito, isso nunca aconteceu, quer dizer já aconteceu mas não assim e nem com menino e nem na frente de um. – Ele me interrompeu com um "tudo bem" e então correu para o banheiro.
Provavelmente eu estava mais envergonhado do que ele. Minha primeira impressão de cara mal foi por água baixo quando meu amiguinho resolver ir para cima. – pensei e sorri. Eu via duplo sentido em tudo. 

Continua...


Notas Finais




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