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História Delegado e o Delinquente - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Olha só quem voltou, não é mesmo?
Quero deixar claro alguns pontos aqui:
1 - estou muito feliz de voltar com DeD. Sério, é a minha filha favorita . A que me trouxe tantas desgraças e coisas boas. E sim, ela está sendo reescrita. Quem leu a versão anterior vai notar as diferenças.
2 - os capítulos serão postados todo dia 15 e 30 do mês (exceto fevereiro que vai ser att dia 29 por motivos óbvios) até a fanfic acabar. Acho que vai ter cerca de 15/16 capítulos.
3 - eu NÃO apoio o que o Jeongguk faz, ok? São apenas personagens. Inclusive, ao decorrer da fanfic vai ser abordado os erros dos personagens e eles vão amadurecer na medida do possível, prometo.
4 - não transem nas delegacias, pelo amor de santo deus!!

Boa leitura.

Capítulo 1 - Algemas na sala da delegacia


Fanfic / Fanfiction Delegado e o Delinquente - Capítulo 1 - Algemas na sala da delegacia

Taehyung bebia calmamente seu café. O líquido escuro descia calma e lentamente por sua garganta, logo chegando ao estômago e fazendo o delegado sentir cada vez menos fome e sono. 

Ele estava praticamente sozinho na delegacia, já que era tarde da noite. Além dele, só havia Yoongi, Eunwoo e Hoseok. 

Quando terminou de resolver os papéis importantes e dar o último gole na bebida escura — jogando o copo descartável no lixo em seguida — achou que poderia dar um cochilo de vinte minutos, afinal, estava trabalhando a quase vinte e quatro horas sem parar, ouviu algumas batidas na porta de sua sala e o policial Min entrou.

— Com licença, senhor. Policial Eunwoo trouxe mais um pra cá. Ele estava quebrando o carro do vizinho. Acho que este você vai querer conversar primeiro antes de o prendermos. — Taehyung suspirou, já imaginando quem era o garoto e fez um sinal para o policial de cabelo escuro e pele clara para que o trouxesse.

Não esperou mais que dois minutos e o Min apareceu segurando o braço do delinquente. Porém, apenas o deixou na sala e saiu para tratar de outros assuntos. O Kim viu o garoto sentar-se na cadeira em frente à sua mesa e ficar lhe encarando com um sorriso debochado no rosto e com algemas nos pulsos. 

— Senhor Jeon Jeongguk... Por que não estou surpreso em te ver aqui? — Arqueou uma das sobrancelhas enquanto observava o novo cabelo de Jeongguk. Estava diferente, havia fugido dos tons escuros de sempre. Estava num tom vermelho quase rosa.

— Porque você é um cara esperto e inteligente. — Jeongguk secou descaradamente o delegado. — E também muito gostoso. Andou treinando mais? Está com mais músculos do que da última vez em que estive aqui. E não faz nem dois meses. 

— Você nunca muda, não é, Jeon? – O delegado revirou os olhos e pegou o telefone que estava em sua mesa. — Dessa vez será que ligo para seu pai ou para sua mãe? Qual que vai pagar sua fiança dessa vez?

— Mãe. – O ruivo revirou os olhos. – Meu pai deve estar fodendo alguma vadia qualquer por aí. — A última parte havia sido sussurrada, mas o Kim ouviu muito bem. Entretanto, ignorou, pois isso não era de sua conta. 

O delegado ligou para a senhora Jeon e falou do caso do filho, falou sobre a fiança e a mulher disse que em duas horas estaria ali com o dinheiro.

— Pronto? Resolvido? Pode tirar essa algema agora? Ela está machucando meu pulso. — Jeongguk ergueu os pulsos, mostrando para o delegado, quem revirou os olhos. 

— Nada disso. Vou te levar para a cela e você vai ficar lá até que sua mãe pague o valor combinado. 

— Ah, mas é meu aniversário de dezenove anos hoje, sabia? Não acha que devo ganhar um presente seu? Deixa-me ficar aqui na sua sala e solte a algema. Não vou fazer nada, você sabe que o máximo que faço é destruir materiais de terceiros. E apenas quando me atingem de alguma forma.

— O que o senhor Lee fez para você ficar tão revoltado?

— Ele não fez nada. O filho dele fez. Terminou comigo há dois dias. Aquele desgraçado! — Jeongguk exclamou irritado e socou a mesa. — Mas nem estou sentindo tanta falta, mesmo que tenha sido longos meses de namoro. Afinal, ele me fodia mal pra caralho.

— Eu não precisava saber disso, Jeon.

— Por quê? Ficou com ciúme, senhor delegado? — Jeongguk levantou-se de sua cadeira e deu a volta na mesa, logo se aproximando do mais velho e deixando os rostos bem próximos. — Não se preocupe, eu ainda acho que você deve ser o melhor fodendo.

— Não me provoque, Jeon. – Taehyung tentou desviar o olhar, porém não conseguia. O corpo de Jeongguk era tão gostoso e delicioso — possuía um fetiche enorme em músculos, coisa que o outro tinha e muito —, o cabelo era o mais macio que conhecia, a boca era tão avermelhada e o falso rosto inocente que o garoto mantinha fazia o Kim quase enlouquecer.

Fazia quase um ano desde que se conheceram. Desde então, Jeongguk dava em cima de si sempre que o via. E quando levava fora, dizia que era apenas brincadeira. Todavia, mesmo o recusando, Taehyung havia se interessado no garoto desde que se viram pela primeira vez. Porém, se se fizessem algo, poderia perder o emprego que tanto batalhou para ter — mesmo que tenha sido por influência da sua família e não porque sonhava em trabalhar para a polícia. 

— Por que ainda tenta resistir, Taehyung? — Jeongguk sentou-se no colo de Taehyung, rebolando lentamente e colocando as mãos atrás de seu pescoço mesmo que tivesse dificuldade para movimentá-las por conta das algemas. — Eu sei que você me deseja. Então por que você não me coloca de quatro nesta bendita mesa, tira minhas roupas e me fode como se sua vida dependesse disso?

E aquele fora o estopim para Taehyung. Ele jogou Jeongguk em cima da tão falada mesa, fazendo a grande maioria das coisas que ali estavam irem direto para o chão. Colocou-o de costas para si com o tronco encostado no móvel e deixou um tapa estalado na bunda empinada do ruivo, fazendo-o gemer baixinho e morder o lábio inferior.

— Você quer que eu te foda forte, Jeon? É isso que você quer? Tudo bem, eu faço, já que você pediu com tanto carinho. — Virou-o de frente para si, deixando o mesmo sentado em cima do móvel e colocando-se entre as pernas dele, logo puxando-o para um beijo molhado e desesperado. 

As línguas não brigavam por espaço. Elas tinham uma sincronia tão boa que era como se estivessem dançando. E no meio do beijo não faltava puxões de cabelo e apertões, principalmente nas coxas grossas de Jeongguk.

Durante o ósculo, o Jeon enfiou a mão dentro do bolso do Kim e quase tirou o molho de chaves dali, se não fosse a ideia que surgiu na sua cabeça de transar algemado. Era uma ideia tentadora demais para ser desperdiçada.

Encararam-se ofegantes após pararem o beijo pela famosa falta de ar. Os olhos de ambos transmitiam sentimentos de desejo e raiva.

Impaciente, Jeongguk levou as mãos até os botões da parte de cima da farda do delegado, começando a desabotoar-los com pressa, querendo ver o tronco nu dele o mais rápido possível. 

Assim que conseguiu desabotoar todos, arrancou sem demora a blusa do corpo amorenado e salivou com a visão magnífica de Kim Taehyung sem camisa. Imaginava que o oficial de polícia possuía um corpo bonito, afinal, ele era um policial e tinha treinamento, todavia, não pensou que fosse tão gostoso. Ele não era magrelo, nem gordinho, e muito menos muito musculoso. Estava na medida certa. E o tom de pele bronzeado natural do homem o deixava ainda mais atraente.

Passou a mão pelo abdômen dele e arranhou o local de leve, mordendo o lábio inferior enquanto isso.

Olhou para o volume já grande na calça do Kim e desceu da mesa, logo ajoelhando-se no piso da sala. O piso era duro e gelado, entretanto, naquele momento não estava dando a mínima.

Sorriu malicioso para o Kim, quem lhe observava de cima com um olhar ansioso e os lábios sendo judiados pelos dentes, e levou ambas as mãos para o cinto do mais velho, logo retirando o mesmo e jogando para um canto qualquer da sala. Mais animado do que nunca antes na sua vida, tirou o botão de sua casa, desceu o zíper e sem demora abaixou a parte de baixo da farda do oficial de polícia junto da cueca azul-marinho.

Quando o pau do delegado saiu do aperto das vestes, Jeongguk sentiu que fosse morrer. De um bom jeito. Ele era grande — bem grande na verdade —, grosso, com a glande bem vermelhinha e algumas veias saltadas. Sem falar que estava duro, muito duro, duro para caralho. Literalmente.

Segurou ele pela base e deixou uma lambidinha na cabecinha do pênis, recebendo um gemido grave e baixo do Kim. Olhou para cima, dando um sorriso de lado sapeca e recebeu um olhar intenso em troca. Mais do que determinado, voltou sua atenção para o pênis do delegado e abocanhou tudo de uma vez, com vontade.

Aos poucos, foi levando o pau dele até o fundo da sua boca, chegando a encostar a ponta dele na sua garganta, provocando uma leve vontade de vomitar. Como já estava acostumado com a sensação — mesmo que com Taehyung a sensação era maior —, começou a movimentar a cabeça para cima e para baixo, pagando boquete para o Kim. O que não cabia na boca o garoto masturbava com a destra. Já com a canhota, acariciava os testículos dele, cada bola por vez. 

O Kim começou a gemer mais alto e mais manhoso, porém também era perceptível que ele tentava prender todos os gemidos o máximo que podia. Ele era muito certinho, obviamente não queria que descobrissem o que estavam aprontando. Jeongguk, por sua vez, estava pouco se fodendo. Já era um fodido na vida de qualquer jeito.

Sentiu Taehyung levar a sua canhota até seu coro cabeludo e logo segurar firme os fios coloridos. Sabendo o que o outro queria, se preparou relaxando a garganta e logo o Kim começou a jogar o quadril para frente, estocando sua boca com força e rapidez. 

A boquinha do Jeon era maravilhosa, foi por isso que quando sentiu que estava se aproximando do orgasmo, foi parando os quadris aos poucos, até pará-lo de vez. Jeongguk, com sua ação, tirou seu pau da boca fazendo com que um filete de saliva escorresse e lhe olhou com um certo brilho de irritação no olhar.

— Eu queria que você gozasse na minha boca. — O garoto cruzou os braços e fez um biquinho, deixando-o adorável demais para o momento.

— Não se preocupe, meu bem, eu vou gozar na sua entradinha, tudo bem? — O Kim acariciou o queixo do menino, limpando os rastros de saliva e pré-gozo e depois levou a mão ao cabelo dele, fazendo um leve carinho ali. — Vou derramar toda a minha porra nela, tudo bem? — Sorriu malicioso. 

— Ok. — Jeongguk sorriu satisfeito.

Taehyung o ajudou a levantar do chão e o virou de costas para si de novo, encostando-o na mesa novamente. Na realidade, fez a mesma posição deles de antes, deixando apenas dessa vez o tronco dele um pouco mais levantado que anteriormente.

Levou as mãos para a frente do corpo dele e tirou o botão de seu buraco, abaixando o zíper e logo segurando nas laterais da calça jeans preta apertada, puxando-a para baixo de forma rápida juntamente com a cueca branca dele já toda molhada.

Assim que o delegado viu a bunda do Jeon, sentiu seu pau fisgar. Além de bem branquinha, notou que era bem durinha, apesar de ser menor do que o esperado.

Levou cada mão para uma banda do garoto e apertou, sorrindo maliciosamente, vendo que as nádegas cabiam direitinho nas suas mãos. Como se tivessem sido criadas para estarem em sua posse. Para brincar um pouco, começou a mexê-las, massageando-as e mordeu o lábio ao reparar em como eram deliciosas.

Sem perder mais nem um segundo, ajoelhou-se no chão do cômodo e deu um beijo e uma lambida em cada lado da bunda do mais novo, ouvindo-o soltar arfares com suas recentes ações.

Pegou as bandas e abriu-as, vendo pela primeira vez o cuzinho do Jeon. Era rosinha, pequenininho, delicado e depilado. Do jeitinho que tanto gostava.

Aproximou o rosto e logo deixou uma lambida na entradinha dele, ouvindo o mesmo dar o gemido mais alto e manhoso da noite. Gostando do som e querendo ouvir mais, Taehyung endureceu um pouco a língua e enfiou aos pouquinhos no interior de Jeongguk, quem deu um grito cortado.

Sem perder tempo, começou a enfiar e retirar quase que completamente o músculo molhado da entradinha do Jeon, ouvindo os gemidos do garoto ficarem cada vez mais altos e manhosos. 

Juntamente com a língua, adicionou um dedo — o do meio — no cuzinho dele, ouvindo-o gemer um pouco mais alto.

— M-mais! Ah, mais! — E Taehyung obedeceu. Adicionou um segundo dedo e começou a estocá-lo mais rápido e mais fundo.

Após algum tempo, tirou a língua do interior dele e em troca, adicionou um terceiro dedo. Mordeu o lábio inferior em resposta ao aperto que o cuzinho do menino deu nos seus dedos, fazendo com que tirasse um pouco de sangue.

— Mais! M-mais! — Jeongguk começou a gemer alto demais, decerto porque o Kim acertava de leve a próstata do garoto.

— Mais, meu anjo? Não está bom? — Perguntou debochando, reparando que o Jeon começou a mexer a cabeça de um lado para o outro rapidamente, negando. 

— Eu quero mais! Muito mais! — E Taehyung, em resposta, enfiou os três dedos com mais força e mais fundo, fazendo com que Jeongguk desse seu primeiro grito alto da noite. — Oh! Isso! Bem aí! — Havia acertado em cheio a sua próstata.

O Kim, sorrindo debochado e malicioso ao mesmo tempo, tirou todos os dedos do interior do garoto e alargou ainda mais o sorriso ao ouvir o grunhido de desapontamento e irritação de Jeongguk.

Sem perder mais tempo, segurou-o firme pela cintura e colocando força nos braços, o levantou, praticamente colocando-o de quatro sobre a mesa. Em seguida, segurou o próprio membro, bombeando o mesmo por um tempo. Esfregou na entrada dele e sem demorar mais, começou a enfiar o pênis no cuzinho de Jeongguk.

Gemeram em uníssono, sentindo a sensação de prazer os inundarem.

O Kim começou a meter, sem esperar Jeongguk se acostumar, afinal, sabia que aquele garoto era a própria personificação da luxúria. Era completamente safado e guloso. E bota safado e guloso nisso, pois o delegado mal começou a estocar e Jeongguk já começou a jogar o quadril para trás, fazendo com que o pau de Taehyung entrasse mais fundo e as bolas dele atingissem com força a bunda do menino.

Jeongguk gemia alto, muito mais alto do que deveria, afinal, mesmo que tivesse quase ninguém na delegacia aquela hora da noite, ainda era bastante arriscado.

— Faça menos barulho, garoto. Ou quer que nos descubram? — Taehyung pediu entre gemidos, torcendo para o Jeon aceitar seu pedido. Mas é claro que o mais novo não lhe deu ouvidos. Começou a jogar o quadril para trás com ainda mais intensidade e passou a gemer mais alto do que anteriormente. Com isso, acabou acertando em cheio a próstata do garoto, arrancando dele um grito. A entrada dele se contraiu contra seu pau, apertando o mesmo ainda mais e lhe fazendo gemer alto.

Irritado por não lhe obedecer, passou a distribuir tapas pelas bandas brancas do mais novo, deixando marcas vermelhas de suas palmas na pele branquinha. Jeongguk gemeu ainda mais alto, praticamente gritando.

— I-isso! Bate mais! M-mais! — Gritou, implorando por mais.

— Masoquista da porra! Guloso do caralho! — Com a canhota segurou a cintura delgada do garoto e passou a estocar com mais força e rapidez, enquanto ainda distribuía tapas com sua destra. Metia tanto no Jeon, que parecia que poderia quebrá-lo a qualquer momento.

— E-eu quero sentar em você. — Jeongguk implorou, com o tom da voz totalmente manhoso.

E Taehyung aceitou.

Não demorou muito para o Kim estar sentado na sua cadeira de couro preto e Jeongguk em seu colo. Inicialmente, estava de frente para si, roubando-lhe um beijo, porém assim que o ósculo foi encerrado, o Jeon mudou de posição, ficando de costas para o oficial da polícia.

Sem perder mais tempo, firmou bem os pés no chão e mexeu as pernas, começando a quicar no colo do Taehyung.

Enquanto quicava, Jeongguk ficava com a cabeça virada em direção ao teto. Entretanto, nada estava vendo, pois seus olhos estavam fechados. E lágrimas de prazer caíam, escorrendo lentamente pelo seu rosto e em seguida pelo pescoço completamente cheio de chupões.

O delegado passou o braço pela sua cintura, tocando seu abdômen e lhe puxou para trás, encostando as costas do rapaz no seu próprio peitoral. Aproveitando a posição, passou a unha pela pele toca trincada, marcada pelos recorrentes exercícios físicos do garoto, sentindo os músculos dele e sentindo seu pênis pulsar dentro da entrada apertada dele com isso.

Tanto Taehyung quanto Jeongguk sentiam seus orgasmos se aproximando. Por causa disso, o Kim segurou firme na cintura dele com a mão livre — a outra ainda acariciava, apertava e arranhava o abdômen e peitoral do mais novo — e passou a jogar o quadril para cima, acertando continuamente a próstata dele, recebendo gritos em resposta.

— Você é delicioso. — Taehyung rosnou, sentindo o interior dele lhe apertar quase que insuportavelmente. Nunca havia sentido antes algo parecido. Assim como o Jeon nunca havia sido fodido tão bem. Geralmente Jeongguk tomava todo o controle, todavia, naquele momento, não conseguia lembrar nem o próprio nome. Sua mente estava em completo branco. — Gostoso demais, puta que me pariu! — Exclamou no ouvido do garoto, logo aproveitando a oportunidade e dando mordidinhas e lambidas pela orelha dele. 

Jeongguk foi o primeiro ao alcançar o ápice. Assim que gozou, sujando todo o abdômen trincado e um pouco do chão, cadeira e mesa da sala, gemeu extremamente alto o nome do delegado.

O Kim, ao notar o orgasmo do Jeon, levou a palma até os mamilos dele e utilizando os dedos, acariciou e depois apertou, fazendo Jeongguk gozar ainda mais intenso.

E com esses estímulos todos em cima de Jeongguk, o cuzinho do garoto contraiu como nunca, apertando seu pau de um jeito insuportável de tão prazeroso. 

O delegado gozou com tudo no interior do delinquente.

Ambos respirando ofegantes, agora já parados, tentavam recobrar a consciência após um orgasmo tão intenso. Nunca haviam expelido tanta porra assim na vida.

Jeongguk estava com a cabeça encostada no ombro de Taehyung, permanecendo ainda de olhos fechados, e com o pênis dele ainda dentro de si.

O Kim deu um beijo no seu pescoço e retirou com cuidado o membro do seu interior, dando ao garoto a famosa sensação de vazio, a qual tanto odiava.

Taehyung aproveitou a deixa e retirou o rapaz de seu colo, deixando-o em pé por alguns segundos para que pudesse levantar. Colocou-de volta na cadeira, afinal, ele quase não se mantinha em pé de tão mole e dolorido que estava.

O oficial de polícia foi recobrando a consciência aos poucos e o discernimento do que era certo ou errado enquanto arrumava a bagunça da sala. O cômodo estava uma completa bagunça.

Assim que acabou de arrumar tudo, se vestiu e foi gentil — mesmo que o Jeon não merecesse tanto assim — ao ajudar o mais novo a colocar as vestes no corpo de volta. Também tirou finalmente a algema do garoto.

Assim que Jeongguk também voltou à realidade, olhou para si e sorriu de um modo safado. E naquele momento Taehyung sabia vinha merda.

— Eu disse que seria incrível, não disse? Quem sabe poderíamos fazer um segundo round… — O delegado levantou uma sobrancelha, olhando desacreditado para o mais novo.

— Segundo round? — Riu, em descrença. — Isso nunca mais vai poder se repetir, Jeon. — Falou de forma rude e fria, tentando fazer com que o ruivo entendesse.

— Hm… Que pena, então. — Fez uma falsa expressão triste, formando um biquinho, obviamente fazendo drama. — Seria incrível. — Olhou para si e passou a própria mão do pescoço marcado até às coxas avermelhadas e doloridas. Claramente lhe provocando, e conseguindo, pois aquela ação fez seu membro dar uma pontada. Sentiu-se um garoto virgem de quinze anos, não conseguindo controlar os próprios hormônios. 

Irritado com seu corpo e cérebro por serem tão vulneráveis à Jeon Jeongguk, pegou o braço do garoto e tirou-lhe da sua poltrona, ouvindo um chiado dele, provavelmente de dor.

— Vamos sair logo daqui, te levo para casa. Se sua mãe não apareceu até agora, ela não vai aparecer mais. — Desligou o computador, pegou o celular guardando-o no bolso e depois puxou Jeongguk pelo braço novamente, puxando-lhe para fora da sala.

Saiu andando a passos apressados com o ruivo em seu encalço, torcendo para não trombar com ninguém da delegacia. Felizmente, isso não aconteceu.

Como prometido, o Kim levou Jeongguk para casa. Sabia que não deveria ter feito isso, deveria ter lhe deixado na cela, já que a fiança não havia sido paga. Mas já tinha feito muita merda naquele dia, uma merda a mais ou a menos não faria mais tanta diferença.

Antes de sair do seu carro, Jeongguk virou-se para si, sorriu de uma maneira enigmática — realmente não conseguiu descobrir o que aquele sorriso significava — e se aproximou, dando-lhe um longo selinho.

Assim que se afastou, Jeongguk piscou um olho para si e abriu a porta do veículo, logo saindo carro e adentrando o portão da enorme mansão branca.

Taehyung lhe acompanhou com o olhar até que entrasse na casa e não fosse mais visto. Em seguida, ligou o carro e dirigiu para casa, sabendo que a partir daquele dia, sua vida nunca mais seria a mesma. 


Notas Finais


Esse capítulo é puramente lemon kkk adoroooo
Comentem o que acharam, isso me ajuda e muito <3
Até dia 30.
Goodbye.


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