História Deleite (Daesung) (BIGBANG) - Capítulo 15


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Categorias Big Bang, DaeSung
Personagens D-Lite (Daesung), Personagens Originais
Tags Bigbang, Daesung
Visualizações 14
Palavras 1.207
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 15 - Parte XV


Fanfic / Fanfiction Deleite (Daesung) (BIGBANG) - Capítulo 15 - Parte XV

Dois dias depois

Em um dos quartos do hotel em que os membros e a equipe estavam hospedados em Gocheok-dong,

Seung Hyun estava com a cabeça enterrada entre as pernas de Patsuan quando seu smartphone anunciou uma nova mensagem.

Fechou os olhos e tentou ignorar os sons do aparelho, se concentrando nos sons que a namorada emitia.

Patsuan gemeu alto e puxou um travesseiro para o rosto, envergonhada, fazendo-o rir de canto.

O telefone tocou novamente e Seung Hyun o pegou do bolso de trás da calça.

Se afastou da garota, continuando a tocá-la com os dedos enquanto desbloqueava a tela e via as mensagens recebidas, de Essieni.

"Daesung sabe.''

"Ele ouviu nossa conversa."

"Ele estava escondido na garagem."

A mão que tocava Shinpachi começou a se mover mais devagar e ela gemeu arrastado.

Seung Hyun largou o telefone e voltou a chupá-la, até sentir ela gozando.

Escalou a cama até ela e a beijou nos lábios.

"- Tire a roupa."

"- Eu não posso, princesa. Daesungie precisa de mim."

Ela ficou preocupada.

"- É algo grave?"

"- Não. É coisa de homem.''

"- Ah, ok. Vou te perdoar por isso, então."

Ela disse com um sorriso que fez o peito dele pesar.

A beijou novamente e levantou.

"- Você é muito compreensiva, amor, obrigado."

Disse ele, genuinamente, enquanto bebia de uma das taças de vinho branco sobre a mesa que estava junto do jantar, intocado.

Ela sentou, ajeitando a roupa e descansou o queixo no joelho, vendo-o deixar o quarto.

"- Senpai! Escove os dentes antes de ir!"

Ele voltou até ela e a beijou novamente.

"- Não. E eu vou beijar ele. Na boca."

Patsuan arregalou os olhos ao mesmo tempo em que suas bochechas avermelhavam e jogou um travesseiro nele, que saiu correndo do quarto.


"Diabos!"

Ele pensou ao alcançar o elevador.

Se Daesung não tivesse ouvido, essa história estaria morta e enterrada.

TOP hyung diz:

"Aonde está Daesung?"


Jiyongie diz:

"Ele disse que está chegando."


Seung Hyun ficou rondando o lobby do hotel até ver Daesung entrar e ir direto ao elevador.

Deu um tempo e foi até lá, segurando a porta no momento em que ela se fechava.

"- Oh, dongsaeng! Vamos subir."

Ele disse, cancelando o andar dos quartos e apertando o botão do terraço.

Daesung apertou as mãos em punhos, mas seguiu Seung Hyun até lá.


O mais velho acendeu um cigarro.

Ele se misturou bem com o sabor do vinho, que também tinha se misturado bem ao sabor dela.

Estalou os lábios, subitamente irritado pela interrupção e olhou fixamente para seu dongsaeng.

Decidiu ir direto ao assunto:

"- O quanto você ouviu?"

"- O suficiente."

Ele respondeu, com a testa franzida.

"- Então você não ouviu toda a conversa que eu e Essieni tivemos naquela garagem?"

"- Não."

Daesung perdeu a paciência:

"- Ela me perguntou isso também. O que vocês disseram de tão importante, que eu deveria ter ouvido?"

"- O quanto nós te amamos e nos preocupamos com você."

"- Ah tá bom."

Daesung passou as mãos pelos cabelos, ficando nervoso.

"- Nada do que eu disser vai trazer você de volta à razão, digo, você tem razão de estar chateado, mas..."

"- Chateado, hyung? Meu melhor amigo dormiu com a mulher que eu amo. Eu não estou apenas 'chateado'."

Seung Hyun assumiu um olhar sombrio.

"- Você terminou com ela?"

Daesung expirou, surpreso, e respondeu sarcástico:

"- O que você esperava que eu fizesse?"

"- Daesungie, você vai se arrepender."

"- Ah, é? E por que?"

"- Você acabou de dizer que a ama. Você não disse 'amava' ou 'a garota que eu gosto', você disse 'a mulher que eu amo'."

Neste momento, a porta se abriu e uma funcionária do hotel os cumprimentou e começou a esvaziar os cinzeiros.

Seung Hyun apagou o cigarro e estendeu o cinzeiro que estava usando para ela, polidamente.

A senhora o esvaziou e devolveu-o, agradecida.

Quando ela saiu, ele voltou a falar.

"- Você me conhece melhor do que ninguém. Quando eu conheci Essieni, eu era um homem diferente. Você sabe como eu penso e como eu ajo. Eu não a reconheci quando a vi com você e nem a reconheceria se ela não tivesse falado nada."

Ele acendeu outro cigarro.

"- Ela tomou a iniciativa de falar comigo porque temia que eu afastasse vocês. E ela tem razão. Eu não hesitaria em te contar, em outros tempos... Mas eu mudei, Daesungie."

Ele suspirou antes de continuar.

"- Eu não dava valor às coisas. Você lembra. Nada que não tivesse respeito à mim mesmo me abalava. Esta mulher que acabou de sair daqui, por exemplo, antigamente eu continuaria fumando, ignorando ela. Eu pensei 'ela trabalhou o dia todo, não custa nada tornar isto mais fácil pra ela', e a ajudei. Você está me entendendo?"

"- Não."

Ele estava sendo teimoso e Seung Hyun estava ficando frustrado por não conseguir explicar.

"- Ela poderia ter sondado pra ver se eu lembrava e seguir em frente com você como se nada tivesse acontecido. Eu... Agora, eu poderia simplesmente dar de ombros e confirmar o que você já sabe, que sim... Eu dormi com ela... e deixar por isso mesmo, afinal, está no passado. Mas não seria justo. Nós precisávamos ter aquela conversa, eu precisava saber que ela realmente ama e valoriza você. E ela precisava saber que eu não a menosprezo pelo passado dela. E você deveria fazer o mesmo, Daesungie."

Daesung deu uma risada irônica.

"- Ah, eu deveria dizer que estou tocado. Mas eu não estou. Eu estou enojado, hyung, enojado. De você, dela... Ela mentiu pra mim, se divertiu às minhas custas. Ela passou o dia com a Shinpachi, se divertindo às custas dela, mentindo pra ela..."

Seung Hyun ficou sério.

"- Deixe Patsuan fora disso.''

"- Como, hyung? Ela está nisso tanto quanto eu e você."

A expressão de Daesung mudou e ele disse:

"- Não me diga que... Você traiu Shinpachi com a Essieni?"

Seung Hyun se irritou:

"- Deixe de ser ridículo! Eu jamais trairia Shinpachi!"

"- Ridículo, hyung? É isso o que eu sou pra você?''

Seung Hyun deu um passo na direção do amigo.

"- Não faça isso, não mergulhe em auto piedade. Você é melhor que isso."

Daesung ergueu o rosto em direção ao céu e fechou os olhos.

"- Daesungie... Por favor, eu preciso que você entenda. Ela não sabia quem eu era e ela não sabia que nós éramos amigos. Foi uma coincidência infeliz. Por favor, Daesungie..."

Quando o mais novo respondeu, sua voz era como gelo:

"- Não me chame assim. Está tudo acabado entre nós."

Seung Hyun o olhou, confuso.

"- Por que é tão difícil pra você entender como eu me sinto? Quantas vezes eu segurei sua mão enquanto você chorou, hyung? Quantas vezes eu fui até você e te ofereci meu ombro e palavras de conforto? Você sabe o quanto eu te amo? Como a um irmão de verdade. E você... Você..."

Daesung engoliu suas palavras e suas lágrimas.

"- Daqui pra frente, nossa relação vai se resumir ao trabalho. Não me ligue, não vá à minha casa, não me procure."

Seung Hyun tentou pegar no braço dele, que se afastou.

"- Daesungie, por favor, não fale assim."

"- Não se preocupe, eu não vou contar nada à Shinpachi."

Daesung se curvou respeitosamente e deixou o hyung, arrependido e sozinho.



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