História Delicada - Capítulo 88


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Categorias Histórias Originais
Tags Drama, Hentai, Romance, Saga
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Palavras 3.066
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 88 - Uma proposta a ela


Fanfic / Fanfiction Delicada - Capítulo 88 - Uma proposta a ela

[...] Eu mal podia esperar para ser seu.  [...]

                                                Lauren

Quando saí para o meu almoço, eu não conseguia imaginar ir para um restaurante e comer calmamente como se nada tivesse me aborrecendo, então fui para casa. De repente minha campainha tocou e fui abrir a porta:
- Oi, o que aconteceu? Você parecia irritada no telefone.
- E estou – Voltei e sentei no sofá, peguei minha taça de vinho sobre a mesinha de centro e bebi.
- O que aconteceu? – Molly sentou ao meu lado.
- Estou achando que conquistar o Gabe está praticamente impossível
- Por quê? Ele te dispensou?
- Não, mas o problema é aquela tal de Anna, eles não se largam. Gabe está sempre grudado nela, ate mesmo quando a sem graça saí de perto, ele fica de olho, é ate estressante.
- Então o negócio é sério mesmo?!
- Sim, muito. Você acredita que ele falou que vai casar com ela?
- O QUE? Casar? Com ela?
- Eu tive a mesma reação – Apontei para o seu rosto estupefato.
- Gabe Scott quer casar? Mas eu não entendo, a terra está virada de ponta a cabeça mesmo.  
- Dá pra acreditar nisso? Ele casando? Impossível, é quase surreal
- Bom, mas se ele quer casar, então significa que ama de verdade essa Anna.
- Ele diz que sim, falou isso ontem, e o pior de tudo, até o meu chefe está caído de amores por ela.
- Se apaixonou pela Anna?
- Não, o senhor Byrne é irlandês e ontem descobrimos que a sonsa da Anna também é, então pode imaginar como ele se sentiu no sétimo céu, até conversaram em irlandês. Arg! Tenho que admitir, ela é inteligente.
- Há! há! Há! Qual a probabilidade de justamente sua oponente ser irlandesa igual seu chefe?!
- Ela só metade irlandesa, também é brasileira.
- O que?
- Nasceu no Brasil, a família paterna que é da Irlanda.
- Caramba, não é à toa que o Gabe é louco por ela, tem o sangue brasileiro, corpo escultural, bem do jeito que ele gosta.
- Aí é que tá o problema, ela não tem o corpo escultural, digo, tenho que admitir que é bonita e tem uma cintura irritadoramente pequena, quase como se tivesse tirado várias costelas, é alta, mas não tem seios grandes e muito menos aquela bunda gigantesca. Tem um corpo de boneca, tudo é proporcional, e... Odeio admitir isso, mas tudo fica bem nela, o corpo é delicado e quase perfeito.
- Não parece ser o tipo de garota que o Gabe costumava pegar
- Exatamente, ele nunca gostou dessas magrinhas. Mas olha para mim, eu tenho um corpo dos sonhos, do jeito que o Gabe sempre gostou, seios e bunda grandes, uma anca larga. Qual é, ele ficou louco por mim quando me viu.
- É, mas parece que agora ele é louco pela senhorita corpo delicado
- Arg! Que ódio
- Bom, quanto a isso você não pode fazer nada. Agora é partir para outra.
- Que história de partir pra outra? Tá doida?!
- Ué. Mas o Gabe ama a Anna, e está falando de casamento, achei que você fosse parar de dar em cima dele agora.
- É claro que não, eu quero o Gabe
- Mas ele vai casar
- Mas ainda não casou, então não tem problema – Eu sorri com a ideia de ir para a cama com ele e fazer todas as loucuras que costumávamos fazer – Ele pode considerar como uma despedida de solteiro.
- Lauren, eu acho melhor você parar, não tem motivo para continuar com isso.
- Ah! Molly, por favor, não vá ser sentimental agora
- Não é ser sentimental, mas sim racional. Se fosse apenas um namoro bobo, eu não me oporia em te ajudar, mas ele quer casar com ela, isso é muito sério, você não tem a menor chance.
- Isso é o que você pensa
- Ah! Vê se acorda, você mesma disse que eles não se desgrudam, que ate quando ela está longe Gabe fica de olho.
- Eu não quero ficar com o Gabe, muito menos casar, quero apenas transar com ele. Anna não precisa saber, se quiser se casar com ela depois disso, que fique à vontade. Convenhamos, Gabe é o maior cafajeste que já vi em toda a minha vida.
- Lauren, por favor, pensa direito, não há motivos para seguir com isso, deixa o Gabe em paz. Você quer mesmo destruir o relacionamento deles?
- Não, eu não vou destruir nada, só quero o Gabe por umas horas, só.
- Ah! Lauren para com isso, você só quer ficar com o Gabe para massagear o seu ego, e saciar essa sua sede de competição, você não tem porque arruinar o relacionamento deles.
- Chega Molly, você é cansativa. Mas sim, isso se tornou uma competição, Anna está jogando na minha cara que tem o Gabe em suas mãos, e vou provar que está errada.
- Já parou para pensar que ela faz isso porque é namorada dele?!
- Arg! Eu só preciso bolar um plano, e um dos bons. Eu sou paciente, vou saber esperar o momento exato em que Gabe vai cair nas minhas mãos.
- Eu acho isso tudo uma loucura
- Ah! Qual é, você é minha amiga, deveria me apoiar.
- Apoiaria se os dois fossem apenas um caso sem muita importância. E quer saber? Gabe nunca se apaixonou antes, mas a Anna mudou ele, e agora os dois se amam, e como isso é algo inédito, você vai levar outro fora – Ela tomou a taça da minha mão e bebeu o resto vinho – Acha mesmo que o Gabe vai trocar a futura noiva por uma noite com você?
- Acho sim, eu sou muito melhor que ela, sem comparação, eu tenho certeza que ele vai adorar relembrar os velhos tempos. – Mordi a ponta da unha. Molly revirou os olhos e bufou. Que se dane a sua boa moral, eu quero o Gabe e vou ter, custe o que custar.

 

                                                               Anna

Como sempre eu era a única a levantar a bunda da cadeira para ir ate a máquina de cópias e duplicar os quatro papéis em minhas mãos. Povo preguiçoso. Ainda bem que eu gostava, era um motivo para esticar as pernas e dar um tempo no trabalho. Quando estava me aproximando da sala escutei vozes alteradas. Diminuí o passo para escutar:
- Eu pedi para você fazer só uma coisa e mesmo assim não conseguiu, é um completo inútil – Eu reconheci a voz da Sarah. Mas com quem ela estava brigando?
- Você acha que esse tipo de coisa é fácil? Isso leva tempo, não é de um dia para o outro – Era o Dylan. Mas por que estavam tão alterados? O que o Dylan não fez que a deixou com raiva?
- Era uma tarefa simples, bastava fazer aquilo e tudo estaria resolvido
- Escuta, eu tentei, mas não deu certo, mas ainda não desisti, eu entendo disso e vou fazer outra tentativa, mas como eu já disse, isso leva tempo, então não me apressa.

Parecia que Dylan estava com problemas, e não deixaria essa cobra engoli-lo sem fazer nada. Eu retomei meu posto e como se estivesse chegando agora eu me aproximei deles, fingi que estava conferindo os papéis. Eles se assustaram quando me viram, e notei Sarah olhando nervosamente para Dylan:
- Bom dia – Disse com um tom amigável para ele, mas para a gerente do diabo apenas um olhar indiferente. Eu passei por eles e segui para a máquina.
- Eu já vou, o ambiente ficou de repente insuportável – Sarah cuspiu seu veneno.
- Nem se ficasse em um estádio aberto, o ambiente ficaria suportável com a sua presença – Falei sem olhar para ela e mexendo na máquina de cópias.
- O que você disse?
- Quer que eu repita? –
Ergui a cabeça e a encarei – Se ainda não entendeu pelo o ar opressor que está circulando por aqui, você contamina qualquer ambiente.
- Você se acha muito, não é? Só porque é a namorada do gerente.
- Não querida, eu não preciso do cargo do Gabe para me apoiar, eu assumo meus riscos e as consequências deles. Aqui dentro Gabe é meu chefe, mas fora ele é meu namorado... Todo meu –
Mordi meu lábio inferior com sensualidade provocativa, queria deixar bem explícito o que fazíamos fora dali, e quem tinha o direito sobre o corpo dele. Sarah me olhou com um ódio mortal, mas eu não liguei, apenas lancei um dos meus sorrisos irônicos. Dylan se meteu entre nós duas.
- Sarah acho que você tem coisas a fazer, é melhor ir
- Sim, eu tenho. Não quero ficar batendo boca com a ralé
- Ah! Isso não é bater boca, mas deixa eu encostar a sua no meu punho, aí sim será bater boca –
Fechei a mão e mostrei. Seu olhar foi desafiador, mas ela se virou e foi embora.
- Caramba, por um minuto eu achei que vocês fossem se estapear aqui
- Não, apesar da provocação eu não sou esse tipo de pessoa, não saio por aí brigando com os outros, muito menos me estapear com alguém
– Juntei as folhas – Ate porque seria covardia com ela.
- Como assim?
- Eu sei lutar
- Sério?
- Sim, e muito bem, e qualquer modalidade que imaginar
- Nossa, eu não sabia disso.
- Treino desde pequena, foi uma exigência do meu tio
- Sophia também sabe?
- Sim, ela é a mais violenta de nós três. Minha outra irmã é melhor que nós duas, é mais centrada e direta, só nosso tio conseguiu derrubar ela ate hoje. Meu irmão mais velho também é um ótimo lutador, e dá aulas.
- Uau! Sua família é cheia de surpresas
- Pode apostar, você não sabe nem dá metade –
Eu sorri e comecei a grampear as folhas xerocadas – Mas então, eu escutei você e a bruxa má do oeste discutindo, o que aconteceu?
- A-ah não é nada de mais –
Ele coçou a nuca – Sarah me pediu para verificar um programa, mas está um pouco difícil, e ela ficou irritada quando disse que não tinha conseguido entrar.
- E para que serve esse programa?
- Ainda não sei, ela está me pressionando tanto que nem parei para verificar direito, mas vou dar uma olhada.
- Hmm!
- Não esquenta com ela, Sarah reclama até do vento que bate nela
- Isso é verdade
- Bom, eu preciso voltar para a minha sala. A gente se vê mais tarde Anna –
Ele me deu um beijo no rosto e acenou.
- Ok! Até mais. – Eu fiquei observando Dylan ir embora, e me perguntando por que eu sentia uma pontinha de mentira em sua história?!
Arrumei as folhas e saí da sala de cópias, e fui direto para o escritório de Gabe. Bati em sua porta e entrei:
- Com licença
- Ah! Amor, entre, eu estava mesmo querendo ver algo para animar meu dia
- Há! Há! Bom, estou aqui, ficarei feliz em ajudar –
Fechei a porta e me aproximei de sua mesa.
- Diga, o que tem para mim?
- Alguns papéis para distribuir aos sócios na sua próxima reunião, sobre o projeto de inclusão de matéria sustentável do senhor Byrne.
– Empurrei para ele.
- Ah! Você foi rápida, pensei que precisaria de mais tempo
- Eu fiquei bastante entusiasmada depois que soube que se tratava de um projeto direcionado a Irlanda. Eu senti como se estivesse montando algo para minha família.

- Eu compreendo. O senhor Byrne gostou bastante de você
- Acho que o fato de ser irlandesa como ele ajudou um pouquinho
- Não tenho a menor dúvida –
Ele empurrou a cadeira para longe da mesa e esticou o braço – Vem aqui. – Eu dei a volta na mesa e segurei sua mão sentando em seu colo. Vi o anel que dei a ele brilhar com o reflexo do sol que atravessou as paredes de vidro, ele usava o tempo todo, só tirava quando ia tomar banho.
- Fica bonito em você
Gabe ergueu a mão com o anel e sorriu:
- Parece que sim, eu nunca me vi usando qualquer anel, mas ate que gostei desse, mas sabia que ia adorar, pois foi você quem me deu.
- Bobo, eu também adoro tudo o que me dá –
Tirei de dentro da camisa o cordão de tulipa – É tão lindo.
- Igual você – Ele beijou meu pescoço e o cheirou, adorava sentir o meu perfume, por isso sempre caprichava um pouquinho mais nessa parte quando passava.
- Eu te amo – Esfreguei meu nariz sobre o seu.
- Eu te amo mais que sorvete
Eu me afastei quando o escutei falando em português, e comecei a rir com sua referência:
- Fico feliz de saber que sorvete não se compara a mim
- Você é bem melhor, amo muito mais
- Há! Há! Há! Onde aprendeu essa frase?
- Vi em um vídeo, quando você não tem tempo de me ensinar eu procuro vídeos na internet, e vou praticando.
- Isso é ótimo, você está falando muito bem
- Você acha?
- Sim, é tão bonitinho ver você enrolando a língua –
Segurei seu rosto e o enchi de selinhos. Gabe apertou minha coxa e sorri contra sua boca. Aprofundei nosso beijo antes de me afastar de novo. – Eu preciso voltar para minha mesa, tenho muito trabalho, você sabe, se algo sair errado meu chefe vai cair matando em cima de mim.
- E arrancar sua calcinha, eu lembro disso
- Pois é, minhas calcinhas estão quase se esgotando, sobrarão somente as estampadas
- E parecem ser lindas
- Ele diz que sim, que adora me ver usando elas, vai entender o gosto de um cara sem noção como ele
– Dei de ombros. De repente senti sua mão passando por debaixo da minha saia e subindo.
- E deve ter um motivo para gostar, você deve ficar linda usando
- Eu acho infantil, apesar de ser confortável
- Hmm! Fica linda do mesmo jeito –
Ele tocou minha calcinha ate onde pôde. – Hmm! É rendada, pensei que fosse uma das estampadas.
- Não dá pra usar aquelas, não com essa saia tão apertada
- Hmm! Você
 pode vir sem
- E deixar minha bunda bem detalhada para todo mundo perceber que não estou usando nada por baixo? E ver você se mordendo de ciúmes porque estão me olhando? Acho que não.
- Pensando por esse lado
- Há! Há! Há! Ok! Eu já vou indo – 
Levantei, mas ele segurou minha mão e tive que me curvar para beija-lo. – Nos vemos mais tarde.
- Ok! Até mais –
Me deu um selinho demorado e depois me soltou. Saí de sua sala e fui para a minha mesa.

No final do dia quase todos já haviam ido embora quando Gabe apareceu bocejando. Peguei minha bolsa e descemos para a garagem. Durante o trajeto ate o Studio contei mais de seis bocejadas, fiquei preocupada que dormisse no volante a caminho de casa, quase deixei minha aula para lá, mas ele parou em frente:
- Amor você está tão cansado
- Hunf! Estou mesmo, hoje o dia foi cansativo
- Eu imagino, você trabalha muito
- É a vida –
Deu de ombros me mostrando um sorriso sonolento – Eu venho buscar você quando acabar.
- Não, vá direto para a cama quando chegar
- Não vou deixar você andar sozinha na rua tão tarde da noite
- Não se preocupe com isso, eu pego uma carona com Jane, ela pode me deixar bem perto do seu prédio.
- Hmm! Tudo bem, se tem certeza
- Tenho sim –
Soltei meu cinto e me estiquei para beija-lo – Descanse, vejo você em casa.
- Ok! Boa aula –
Me deu mais alguns beijos, e então saí do seu carro e entrei no Studio.

A aula foi exaustiva, minhas pernas estavam me matando, parece ate que estava carregando pesos nas canelas em todos os saltos. Sentei no chão para esticar as pernas antes de ir embora:
- Anna – Celine veio em minha direção, então fiquei de pé.
- Sim?
- Tem um minuto?
- Sim, o que houve?
- Eu tenho uma notícia para você
- Ah é? Qual?
- Um crítico muito conhecido em Paris veio assistir nossa apresentação do Quebra nozes, e ficou deslumbrado com a coreografia, e principalmente com você.
- Comigo?
– Arregalei os olhos.
- Sim, sim, ele gostou tanto que nos convidou para ir ate Paris e nos apresentarmos em um teatro. Seriam duas apresentações.
- Ir ate Paris?
- Isso, seria apenas por uma semana. Como você é a bailaria principal, não podia faltar.
- Mas... Celine isso é incrível, mas eu tenho trabalho, não sei se conseguiria uma folga de uma semana, e muito menos recurso para bancar a viagem.
- Oh! Quanto a isso não se preocupe, ele pagará nossas passagens e a hospedagem, precisaremos pagar apenas pela alimentação.
- Ah! Bem... É uma proposta e tanto, mas não sei...
- Ah! Por favor, ele quer ver você, é a nossa Clara, não posso colocar outra em seu lugar.
- Bem...
- Vamos fazer assim, não precisa me responder agora, pense um pouco e depois me diga sua decisão. Tem ate sexta para me dizer.
- Err... Tá bom, obrigada –
Me afastei para pegar minhas coisas, estava no modo automático, nem sabia o que pensar direito a respeito dessa viagem e muito menos se teria coragem de me apresentar para um crítico de balé.
Jane me deixou na entrada no prédio de Gabe, e disse a ela a proposta de Celine, e claro que ela ficou eufórica e me incentivou a aceitar. Ah! Se fosse tão fácil assim.
Quando entrei no apartamento, Spike veio me receber, fiz um carinho em sua cabeça e segui para o andar de cima. O lugar estava mergulhado no silêncio, nem mesmo Margot deu ao ar de sua presença, que estranho. Entrei no quarto e vi Gabe deitado na cama dormindo e com o notebook aberto ao seu lado. Sorrindo eu fui ate ele, peguei seu computador, o desliguei e coloquei sobre o criado, depois puxei o cobertor e o cobri. Dei um beijinho em sua bochecha e fui para o banheiro. Enquanto tirava minhas roupas pensei:
- O que o Gabe vai achar dessa viagem para Paris?

 


          Continua...
 


Notas Finais


É isso aí meus amores, esse foi o capítulo de hoje!!
Eu não tenho muito a comentar rsrsrsrs Mas as coisas estão esquentando hein
Vou adorar saber da opinião de vocês!!!

Bjss ate o próximo capítulo


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