História Delicada boneca - Capítulo 14


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Categorias Ariana Grande, Camila Cabello, David Gandy, Doutzen Kroes, Dove Cameron, Ian Somerhalder, Lolita
Personagens David Gandy, Doutzen Kroes, Dove Cameron
Tags Babygirl, Daddy, Daddy Kink, Drama, Incesto, Lolita, Moda, Ninfeta, Tragedia
Visualizações 427
Palavras 5.813
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


I'M BACK LITTLE DOLLS...

SIM!!! Eu demorei dessa vez, e na verdade eu não sei explicar muito bem o que aconteceu, eu terminei o capitulo a dois dias atrás, mas algo me impedia de postar, mas conseguir quebrar isso e aqui estou. O capitulo ficou grande e como me pediram dei uma ênfase nos personagens secundários, mas isso não foi nada comparado ao que vai ser de verdade, explico melhor nas NOTAS FINAIS então leiam por favor, é bom e ai vocês me digam se concordam ou não.

INDICAÇÃO DA MUSICA PARA LEITURA

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(principalmente nas partes quentes)

Boa leitura bonecas *-*

Capítulo 14 - Vontades inocentes


Fanfic / Fanfiction Delicada boneca - Capítulo 14 - Vontades inocentes

    Poin Of View Mikhail Vodianov

     Central Institute for Medical                                   Development. - 16:20 PM

 

Assinava alguns documentos sobre minhas propriedades tentando manter o foco no que era realmente importante no momento. O silencio era tediante, mas logo isso cessou quando minha assistente entrou no escritório.

–Doutor Mikhail, a dona Daniela Peštová está a sua espera. –Concordei me levantando da cadeira, agradecendo para finalmente ter algo mais interessante a se fazer. – Só para lembrar, que sua filha ligou pedindo para não se esquecer do jantar. –Continuou a dizer e a dispensei com um aceno. Assim que ela sai Daniela entra.

Ela veio sorridente me dando um abraço e retribuiu obviamente.

–Como vai Daniela?

–Meu amor, eu não poderia estar melhor. Fiquei tão feliz quando você ligou. –Concordei me virando a guiando para se sentar no sofá a nossa esquerda. –É uma oportunidade boa para a minha empresa fazer um evento da Development. –Observava atentamente suas palavras, guardando o entusiasmo que levava comigo pelo evento a seguir. 

Era algo grande, apresentações de medicamentos a serem postos no mercado e que requer um cuidado altíssimo, graças a modernidade eu tenho impressas que podem fazer esse trabalho por mim.

–Você disse que queria meninas jovens? –Questionou.

–Meninas jovens. O único problema é que a maioria das modelos da Lax é que a maioria está bastante conhecida, eu quero algo novo. Eu quero alguém...

–Rosto novo? –Piscou para mim. –O mundo conspira ao nosso favor. Nós temos uma menina nova. Só saiu em um catálogo. Linda, linda, mas tão perfeita que a chamam de boneca de porcelana.

–Você tem foto? –Ela negou.

–Mas não se preocupe, eu trago uma foto para você ver. O diretor da Lax que a indicou para fazer fotos para a nova coleção. Você vai adora-la.

–Acha que vai me agradar tanto assim?

–Mas do que qualquer outra. –Falou com convicção deixando-me realmente intrigado.

–Bom, se eu vou gostar tanto assim, e se ela é tão linda quando você diz, você sabe...

–Claro! Isso eu mesmo me encarrego.

–Bom ver que você entende das coisas.

–Sim, e para mim, é uma oportunidade de lança-la na carreira. –Nos levantamos e a acompanhei até a porta. Não tenho muito tempo para conversar sobre, então ela passará tudo as funcionárias da área. –Foi um prazer Mikhail.

–Não esqueça da foto.

–Tudo o que você me pede é uma ordem. –Nos despedimos com um beijo rápido na bochecha e ela saio me deixando sozinho novamente.

Sem dúvidas é muita coisa para organizar, empresas de som de um lado, de decoração do outro. Tudo para que o evento seja perfeito, principalmente com um assunto tão delicado em foco.

                  

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      Poin Of View Melissa Gandy

     Gandy’s Mansion – 16:30 PM

 

–Você vai mesmo nesse jantar? –Cathy perguntou entediada se jogando na poltrona da sacada do meu quarto. Estávamos aproveitando o pouco sol que fazia hoje pela tarde. No meu quarto podia se ver a piscina que estava trincando, o gelo ainda derretia da última geada.

–Sim, vai ser uma boa oportunidade de me socializar com a Natalia. –Brincava com as grandes orelhas do coelho de pelúcia que segurava. Era uns dos meus favoritos.

–Eu já desisti dela. Depois do que ela fez com a Ari, não consigo nem olhar na cara dela. Seu irmão baixou mesmo de nível ficando com ela.

–Eu também não gosto, mas devemos respeita-lo. Agora vamos falar de outra coisa. –Falei emburrada.

–Okay, vamos falar sobre o quão gata você ficou no catálogo da empresa de seu pai.

–Você gostou?

–É claro, eu peguei de primeira mão quando fiquei sabendo, seu rostinho está estampado em toda Ásia e Europa, minha querida. –Abri um sorriso enorme. Nunca pensei em ser modelo, mesmo papai tendo uma empresa voltada a isso – eu nunca entendi muito, e agora a ideia me parece legal, eu me senti super bem posando para uma câmera. –Natalia deve star morrendo de inveja.

–Achou que ela ainda não viu, senão já teria comentado. –Comentei e Cathy deu de ombros. –O que acha de me ajudar a escolher um vestido para o jantar de hoje.

–Ótima ideia. Tenho varias ideias na minha mente. Vamos lá! –Ela pulou da poltrona me puxando para o closet.

Em meio a risadas e desfiles no meio do meu closet experimentamos milhares de vestidos, sapatos e joias até que por fim escolhemos.

Cathy foi para a casa da Ari e disse que demoraria voltar. Já que estava sozinha comecei a me arrumar. Enchi a banheira com água morna e coloquei sais de banho com aromas de cerejas. Prendi meus cabelos e tirei minha roupa. Quando fui levar Cathy até a porta me avisaram que o papai ainda não tinha chegado. Eu queria tomar banho com ele. Metty tinha ido para a casa de seu amigo Marcus, mas disse que voltaria para ir junto com a gente. Estou muito ansiosa.

Notei que não tinha sabonete ali. Aí não, eu tinha esquecido que os meus acabaram...Mordi a ponta de meu dedo indo para o quarto ver se nas malas da Cathy tinha algum. Peguei a sua mala maior tirando dela uma bolsinha menor, ainda incerta, pois mexer nas coisas dos outros é errado, mas minha necessidade era grande, não poderia tomar banho sem um sabonete cheiroso e descente, e sei que Cathy possui uns maravilhosos. Abri o zíper e comecei a procurar algum pote liquido. Irritada derrubei tudo sobre a cama, em meio a minha procura meus olhos avistaram algo estranho e desconhecido, era uma caixinha aveludada e rosa, achei muito bonita, a peguei abrindo e tirando o conteúdo que era algo muito estranho, isso parecia um controle, tinha vários botões, mas era de veludo e rosa também. Entortei os lábios e apertei em um dos botões sentindo o objeto vibrar fortemente contra minhas mãos.

Fiquei com medo e apertei novamente fazendo a vibração parar. O que diabos era aquilo?

Curiosa, peguei a caixinha e fui ler o que vinha escrito, comecei a ler e estranhei...isso se coloca na vagina, mas porquê? Dizia para testar e descobrir a maravilhas da masturbação. Ah eu lembro que o Metty falou disso comigo. Isso serve para sentir prazer!

Eu amo sentir prazer.

Voltei para o banheiro com o aparelho em mãos e desliguei a torneira quando vi que a água já se encontrava no limite. Ela era embutida ao chão e toda rosa em um tom quase branco e quadrada. Eu adorava. Coloquei a pontinha do meu pé e depois de conferir a temperatura entrei. Segurei o objeto firme em minhas mãos e segui as instruções que acabarei de ler. Encostei minha cabeça no encosto macio da borda e liguei o objeto o sentindo vibrar, só que em uma velocidade menor do que da primeira vez.

O levei até minha vagina abrindo as pernas e colocando de leve. Meu copo inteiro tremeu e eu senti uma leve cosquinha, mas foi muito gostoso. Respirei fundo e fiz de novo, e de novo, sentindo ondas em meu clitóris que fazia minhas pernas amolecerem.

Sem duvidas é uma sensação estranha e muito forte, mas devo admitir que a boca do papai é mais gostosa. Tudo nele.

Fiz como ele fazia com seus dedos, comecei a gira-lo sobre meu clitóris, mordendo meus lábios para não gritar, pois essa era a minha vontade. Aumentei a velocidade e joguei minha cabeça para traz.

–Aí que gostoso...–Murmurei usando minhas duas mãos para move-lo, cada vez mais rápido, e sem que e pudesse conter, minha mão esquerda foi para meus seios os apertando. –Eu quero mais, mais! – falei em um fio de voz, com a tamanha agonia que sentia. Era bom, mas estranho, nunca tinha feito isso com algo tão, diferente.

 Respirei fundo tomando coragem até que deslizei o aparelho para dentro de mim e...

–OH! –Soltei um gemido alto demais e tampei minha boca em seguida, com medo de que algum funcionário ouvisse.

Voltei a enfiar em mim, como na caixinha tinha estruído, repetidas vezes e com um tempo passei a enfiar isso em mim tão rapidamente que já não conseguia mais ficar parada, meu quadril balançava jogando agua para fora em um ato desesperado. Não sei explicar como isso está sendo bom.

Fechei meus olhos imaginando ser o papai ali, indo forte contra mim, me chupando, me fazendo gozar, me fazendo sua boneca e ....

–Isso, papai! –Me elevei sobre a banheira sentindo todos os meus pelo se arrepiarem e minhas pernas ficarem moles. Meu peito subia e descia em respirações altas me deixando zonza. Apertei os olhos soltando o vibrador no chão fazendo um leve barulho e ali fiquei, tentando assimilar o que acabei de fazer.

Juntei forças para continuar meu banho, mas era notável que estava acabada, e eu queria de novo mesmo assim.

Me levantei da banheira pegando o objeto do chão e colocando sobre a pia, passando a mão em meu rosto com um sorriso bobo estampado. Ai meu Deus eu não acredito que fiz isso, foi tão legal.

Sai em saltos para meu quarto rindo ainda. O chão ficava molhado com as gostas de água que caiam de meu corpo, mas nem liguei. Peguei uma toalha do closet e comecei a me perfumar, usando um creme com sabor de cereja, acho que estou gostando muito dessa fruta desde ontem. Pus o vestido que mais parecia uma sai e uma blusa, era ambas rosas, a saia era curta até metade de minhas coxas e a blusa era de alcinha fina com desenhos de flores, nos pés coloquei um sapato com um pequeno salto fechado, mas não sem antes colocar uma meia fina curta até o início de minhas coxas. Estava bonita.

Arrumei meus cabelos os deixando soltos, e coloquei um batom rosa nos lábios e um pouco de blush rosa também para dar alguma cor ao meu rosto. Peguei uma bolsa e coloquei meu celular e acessórios de emergências, coisa da mamãe, mas nunca discute o porquê.

Já pronta abri a porta de meu quarto saindo para o primeiro andar. A casa estava toda iluminada, coisa supernormal, já que papai gosta de esbanjar a beleza de sua enorme estrutura. Sorri com isso pois amava o efeito que isso dava, parecia as casas dos filmes, como os castelos das princesas que costumo assistir.

No pé da escada avisto David de costa conversando com algum segurança da casa. Fico ali o admirando, alto, forte e elegante. Como pode ser tão bonito?

–Olá. –Chamei terminando de descer o último degrau fazendo ele olhar para mim, senti me fraca com seu olhar, minhas pernas amoleceram e tive que segurar no corrimão. Mas que diabos está acontecendo comigo, por que eu tenho que o desejar o tempo todo?

–Está maravilhosa. –Comentou com um singelo sorriso, e eu olhei para meus pés.

–O senhor também –Disse olhando para seu sapato social. Subi o ar o vendo sorrir para cima e depois virar de costas, dispensando o funcionário. –O Metty vai com a gente ou já está lá?

–Ele está aqui, já está no carro. Vamos logo. –Concordei pegando sua mão a caminho a porta de traz de casa indo para a garagem, de lá saímos com Metty tagarelando comigo sobre o colégio e a noite de hoje e especialmente sobre Catharina, o que meu irmão está fazendo? Será que estaria eles e apaixonando por Catharina? Mas ele se mostra tão apaixonado por Natalia...Ah eu não consigo entender, essas pessoas são muito confusas.

O carro parou tempo depois enfrente a Mansão Vodianova. O chofer abriu a porta para nós, agradeci e o vento bateu contra meu corpo, ainda bem que estava com um casaco de pele por cima. Pela governante acredito, fomos levados para dentro, estava um clima quente e aconchegante. A governanta pegou meu casaco e o levou assim como o do Metty.

–Fez um belo namoro filho. –Sussurrou meu pai para Metty que rio.

–Não diga isso, eu realmente gosto dela e... –Ele parou de falar quando Natalia apareceu no meio das escadas e nossa! Ela está simplesmente maravilhosa, seu vestido era todo com pedrarias em tom de ouro bem brilhoso, seu cabelo com cachos impecáveis e nos pés um salto alto quase branco. Parecia uma princesa, se for para dizer uma a Bela com toda a certeza.

Metty correu até ela e se encontraram no fim da escada. Sorri abertamente vendo ele a girar no ar pela cintura e depois a beijar, um beijo leve, mas que fez eu me emocionar...porque papai nunca faz isso comigo?

Levantei meu olhar o vendo ver a cena sem esboçar nenhum sorriso, todo aquele jeitão sério, entortei os lábios vendo Mikhail entrar para logo trocar para um sorriso. Enquanto Metty e Natalia desfrutavam um ao outro Mikhail veio nos cumprimentar.

Entre um comprimento e outro sorri tímida com seu costumeiro beijo no dorso de minha mão. 

–Uma pena a Sra. Doutzen não estar presente. –Comentou ele colocando a mão dentro do bolso de sua calça social.

–Com certeza, ela que gosta desses eventos de comemoração de...–David levantou as sobrancelhas olhando os dois atrás de Mikhail aos sorrisos. –Relacionamentos.

–Não tem coisa mais bonitinha? Eles estão apaixonados. –Falei em um suspiro encostando minha cabeça no braço no papai recebendo risada dos dois homens.

–Bom, vamos tomar alguma coisa até os dois decidirem ir a mesa?

–Claro, estou precisando de um bom uísque. – Fiquei sem saber o que fazer. Balancei meu corpo atraindo a atenção do papai. –Filha porque não vai passear um pouco?

Enrugue a testa, ele estava querendo ficar longe de mim? Não entendi.

–Mas eu quero ficar com você. –Seu maxilar ficou travado e seus olhos foram fechados. –Prometo não atrapalhar vocês. –Olhei os dois homens com os olhinhos pidões que sei que amolece papai. –Por favor! –Juntei as mãos abaixo do queixo implorando.

–Que isso David, deixa a menina vir conosco. –Me chamou com a mão e saltei em sua direção passando meu braço em volta de seu tronco olhando sapeca para o papai, já que tinha conseguido o que queria. –Tenho um Fresh fruit cocktail que acho que ira gostar.

Falou Mikhail dando as costas para o papai seguindo comigo para a cozinha acredito. Ele me soltou e começou a conversar com meu pai que veio ao seu lado. Deixamos os pombinhos e fomos levados até um cômodo onde tinha bebidas sendo servida, uma empregada me sérvio o suco prometido por Mikhail e adorei o sabor, tanto que bebi dois copos, fui chamada a atenção pelos dois homens que bebiam sentados em duas poltronas e eu em outra olhando um quadro na parede. Os chamei de bobos e que estava muito gostoso, por isso bebi bastante, porem acho que não foi uma boa ideia. Uma enorme vontade de fazer xixi me atingiu e fiquei com vergonha de falar.

–Com licença. –Parei na frente dos dois balançando meu corpo de um lado para o outro. –Eu preciso ir à toalete. –Falei olhando para meus pés, e depois para os dois.

–Gamora! –Mikhail gritou e então a governanta da casa apareceu. –Direcione a menina Melissa até a toalete.

 A mulher gentilmente guio-me até lá e me deixou. O banheiro era muito bonito como toda a casa. Fiz minhas necessidades e me arrumei limpando minhas mãos me olhando no espelho, tudo certo. Abri a porta saindo do cômodo. Comecei a andar pelo salão e comecei a subir as escadas. Metty e Natalia devem estar junto em algum canto da casa, e eu estou começando a me arrepender de ter vindo se soubesse que ficaria sobrando.

Subia as escadas em pulos cantando musicas da Bela e a Ferra que assisti ao lado de Cathy pela tarde. Passei pelo salão já conhecido e fiquei olhando os quadros pregados no corredor a frente, tinha belas fotografias da Natalia ali e retratos do trabalho renomado de Mikhail. Mas uma coisa estava me tirando o foco. Barulhos viam a passos afrente no corredor iluminado por luminárias douradas, e minha curiosidade me fez andar em direção ao barulho e conforme fui me aproximado pude ver que eram as vozes de Natalia e de Metty. Aí Melissa quantas vezes não ouvimos que é feio olhar atrás da porta?

Me julguei enquanto grudava minha orelha na porta que seria algum quarto e me lembro agora ser o dela. Espalmei minhas mãos na porta e passei a ouvir gemidos altos e desesperados, não era como os que eu dava quando ficava...eram altos e frenéticos, desesperados e necessitados.

–Humm, eu vou gozar Metty...

Minha líbio vibrou levemente dentro da calcinha.

  

  Poin Of Vier Natalia Vodianova

  Vodianova Mansion – 17:30 PM

        Horas antes do jantar.

 

 Estou eu deitada em minha banheira de frente para o enorme espelho que refletia minha bela imagem nua e molhada coberta por manchas de espumas rosadas, uma digna Imagem a ser capturava por um belo pintor, mas no momento apenas a minha concepção era-me suficiente.

Narcisista não era a palavras certa para definir o que fazia no momento. Admirar-se a si próprio é uma dadiva que aprendi sozinha.

Hoje eu teria a melhor noite de minha vida. Meu gatinho disse que depois do jantar vinha surpresa e isso eu definitivamente amo, então aqui estou me preparando para a noite. Passava a esponja por minhas pernas subindo para a barriga e seios, e lá se vão longos minutos de perfumes corporal.

Saio do banho com um roupão toalha branco vendo Polly sentada em minha cama lendo um livro, provavelmente presente de Marcus, ele sabe bem que a loira aqui ama ler e não perde oportunidades de bajula-la.

–Seu cheiro da para sentir daqui. –Comentou fechando o livro.

–Oh, serio? E olha que eu nem passei nada além de um bom sabonete. –Fiz-me de sarcásticas arrancando risos de sua parte. Polly veio me ajudar a se arrumar, na verdade apenas me acompanhar, minha cabelereira vinha arrumar meu cabelo e minha maquiadora também, afinal era para ser tudo perfeito.

–Metty tem tanta sorte. –Ela comentou me olhando. Fiz cara de nojo.

–Ta virando lésbica agora. Eca! Fique longe de mim. –Balancei minhas mãos ao ar abrindo o roupão em sua frente. –Já não basta a princesinha Catharina.

–Você sabe que gosto de homem. –Falou ela rolando os olhos.

–Ainda bem! –Comecei a me secar com a toalha sobre a cama. Não tinha nenhuma vergonha de ficar nua a sua frente. Polly sempre foi fiel a mim e logicamente uma boa amiga. –Mas então, o que acha que Metty vai fazer para mim?

–Nossa, tanta coisa. Ele pode te levar nos morros fora da cidade, seria tão romântico.

Me virei para ela com cara de tedio.

–Romântico Polly? –Falei sem acreditar. –Eu quero algo sexy, quente. Quero sexo. –Falei fazendo um suspiro de prazer. Polly tinha esse defeito, era muito romântica, mas tão pervertida quanto eu, porem...Ah, ninguém ganha de mim nesse quesito.

–Metty deve ser muito bom para falar tanto nisso.

–Deve ter puxado ao pai. Você já viu aquele homem? –Me abanei com a mão. –Deve ter vindo dai o talento de foder bem, porque céus, minha calcinha molha.

–Como sabe, já deu para o pai dele? –Falou debochada brincando com seus cabelos.

–Não, mas não seria algo que descartaria. –Ela me jogou uma almofada que ficou manchada de creme que passava sobre minha barriga. –Qual é, ele é uma delícia. Lembra ano passado quando as fotos dele saíram naquela propagando de perfume?

–Lembro, mas você nem pense em fazer isso e acabar com seu relacionamento. Você e o Metty foram feitos um para o outro.

Isso eu não posso negar. Não existe pessoa melhor do que eu para fazer o meu gatinho feliz. Desde a primeira vez que o vi sabia que teríamos algo, e quando eu sinto acontece.

               

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                 Hora do jantar

 

Olhava o carro parar em frente a minha casa e meu coração acelera. Comecei a respirar fundo, nada, absolutamente nada poderia dar errado. Estava toda montada perfeitamente, e ficar de pernas bambas e não se manter no salto estava fora de cogitação. Polly tinha ido embora a meia hora e minhas assistentes a pouco menos, então estava sozinha e nervosa.

Acompanhei com os olhos a família Gandy entrando em casa e rolei os olhos vendo Melissa junto. Calma Natalia, a ratinha não tem capacidade para fazer nada que estrague a sua noite.

Dei um último suspiro e caminhei para a porta saindo do quarto a caminho das escadas. Podia ouvir de longe suas vozes. Passei pelo salão central no segundo andar e calmamente comecei a descer as escadas, e a cada passo parecia que mais e mais borboletas apareciam em eu estomago, e foi quando pare no meio da escadaria tendo os olhos dos três presentes sobre mim, não irei mentir, fiquei nervosa, mas quando Metty começou a praticamente correr em minha direção, comecei a descer os últimos degraus até ser pega pelos seus braços.

Fui posta no chão com cuidado e com beijos delicados sobre os meus lábios ele dizia o quão linda estava, e não era para menos.

–Fica lindo com essa blusa social. –Passei as mãos pelos seus braços cobertos por uma camisa branca de botões, e eu queria mesmo era abri um por um deslizando meus lábios ali. –Mas fica mais ainda sem. –Levantei meus olhos para encarar suas expressões e peguei ele com o lábio inferir preso entre seus dentes.

–Então por que não tira? –Ele beijou meus lábios e puxou o inferior levemente subindo só beijos por minha bochecha até minha orelha, e eu obviamente estava com um sorriso sinuoso no rosto –Devo dizer que adoraria subir minha mão dentro desse vestido. –Senti a ponta de seus dedos em minha coxa e me arrepiei com esse simples toque. É impossível se manter como uma virgem com esse garoto.

–Metty...–Chamei por ele não querendo me entregar ali, tão fácil. Mas era sempre assim, ele me domava fácil.

–Estou te ouvindo. –Continuou com seus joguinhos, e o desgraçado conseguiu. Minha buceta pulsou só de ouvir sua voz sussurrante. Apertei seus braços descontando os espasmos que me invadiram.

–Me fode agora. –Falei quase caindo sobre seus pés, e faria isso por vontade própria.

–Sobe agora! –Ordenou apertando minha cintura e me empurrou em direção as escadas. Olhei para os demais presentes à nossa frente vendo eles caminharem para fora do salão.

Sem perder tempo comecei a subir as escadas indo para meu quarto. Comecei a procurar o zíper na lateram do vestido quando a porta foi aberta agressivamente e fui pega sendo jogada na mesma e sem que eu pudesse contestar fui agarrada e beijada, e diferente dos primeiros beijos minutos atrás esse era desesperador e cheio de luxuria.

Nem estávamos a tantos dias sem transar, mas parece que um minuto já é uma eternidade.

Minha perna direta foi pega por sua mão e levantada até seu quadril. Seus dedos adentraram a peça e encontraram o elástico fino de minha calcinha branca seguindo para o interior de minhas coxas. Praticamente me esfregava sobre ele que me dominava com seu beijo quente quase me deixando sem ar. Quando ele queria ele me deixava como uma virgem que nunca recebeu uma bela chupada entre as pernas..., mas eu já tinha, e era isso que precisa e queria.

Espalmei minhas mãos em seu peito e o empurrei fazendo ele andar para traz e o empurrei novamente até aminha cama onde ele cai sentado e me pus sobre ele começando a mover meu quadril superficialmente para o deixar tão agoniado quanto eu estou. Enquanto minha língua passava pela dele, desabotoava sua camisa até tira-la por completo. Fazia questão de passar minha língua pela dele e por seus lábios como fazia na cabeça de seu pau, que sabia que o levava a loucura.

Agora foi sua vez de abaixar o zíper de meu vestido pelas costas até o início de minha bunda fazendo o vestido deslizar sozinho para meu quadril deixando meus peitos a sua frente. Sobre o olhar quente dele direcionei meu seio esquerdo até sua boa com um olhar de suplica. Ele, sorrio de forma tão cafajeste que automaticamente contrai minha vagina. E para piorar, ou melhorar o estado atual de minha calcinha, Metty lambeu lentamente meu mamilo rijo e tudo isso com seu olhar sobre o meu. Queria manter meus olhos apertos para acompanhar tudo, mas quando ele envolvei com sua boca e sugou meu mamilo fechei os mesmos agarrando os fios de cabelo de sua nuca.

Eu nem conseguia falar como isso bom.

Com calma ele nos levantou, comigo em seu colo ainda lambendo meus seios e me deitando ficando por cima. Com isso o vestido caio ao chão e eu me remexi ao sentir uma mordida leve sobre minha aureola, mas de repente ele parou e eu estranhei quando ele passou a olhar em meus olhos.

–Sabe o que eu quero que você faça agora? –lambeu meus lábios e em meu maxilar deu beijos molhados me deixando mole. –Quero que você rebole na minha cara. –Senhor...isso era demais para mim. –Rebole bem devagarzinho para eu sentir você...Sabe?

–Oh, eu sei...–Gemi me contorcendo na cama.

Ele se jogou ao meu lado e eu comecei a abaixar a minha calcinha bem lentamente ao seu lado com os joelhos apoiados na cama. Observei o volume que criava em calça, mas eu e ele sabíamos que eu sempre preciso gozar primeiro. Me sentei em sua barriga molhando seu abdome com minha lubrificação e subi minha visão vendo ele prende o lábio entre os dentes. Subi até seu peito, deixando seu queixo em minha pélvis. Ele respirou fundo meu perfume e só com um olhar sabia que ele queria me chupar, e sem mais delongas ele me puxou as próprias mãos até sua boca me fazendo sentar com tudo sobre sua boca. Agarrei seus cabelos sem me importar e gritei por seu ato inesperado.

–Porra! –rangi os dentes ao sentir ele me sugar. –Você que me matar. –Falei quase sem voz, recebendo um tapa estalado em minha coxa e isso me incentivou a rebolar bem debagar sobre sua boca. Sua língua rodava meu clitóris e hora ou outra atingia pontos que fazia eu gritar. Quando ele conseguiu encontrar o locar exato que fazia eu gritar ele manteve ali. Eu o xinguei por isso, recebendo uma risada que proporcionou uma lufada de ar tão quente que me fez agonizar.

–Aí amor, não para!

–Não vou. –Sussurrou para ele mesmo, mas eu ouvi. Porra ele é tão sexy

Passei a mover meu quadril de frente para traz sobre sua boca deixando gemidos saírem a vontade de minha boca. Eu sabia que iria gozar no momento em que minhas pernas tremeram. O orgasmo se construiu e Deus era dos fortes! Senti meu corpo quente e uma corrente elétrica passar por todo ele me fazendo se desmanchar em sua boca.

Fui pega por suas mãos e debruçada na cama. Eu estava tão fraca que não consegui tirara sua calça e percebendo isso ele deu um risinho vitorioso enquanto lambia os lábios melados, ficando de joelhos tirando sua calça sobre meus olhos cansado. A peça voou para o chão e em sua cueca eu aguardava ansiosa para gozar novamente.

–Eu não vou aguentar, preciso entrar em você agora mesmo. –Falou puxando minhas pernas em direção ao seu quadril. Me estiquei para cima passando minhas unhas por suas pernas e subindo para o abdome fazendo um pequeno bico em meus lábios.

–Ah, mas eu queria tanto...–Comentei segurando na barra de sua cueca a abaixando até o meio de suas pernas com ele a tirando por depois. O envolvi com a mão mantendo meu olhar no dele, como ele fez comigo. Isso era regra entre nós, manter o contato visual. Não demorei muito em abrir minha boca e deixar que ele mesmo comanda-se como queria. Ficava de quatro na cama e isso dava a ele, além do prazer causado por minha boca, a visão privilegiada de minhas costas e bunda empinada.

Eu não me incomodava de senti-lo tocar a minha garganta hora ou outra, era prazeroso para mim. E pelo visto para ele também, já que agarrava em meus cabelos e eu bati em suas mãos, eles estavam impecáveis. Obtive um riso nasal de sua parte. O impedi de continuar a foder minha boca e comecei a rodear a cabeça de seu pau com minha língua, descendo e subindo por toda a sua extensão, praticamente pedindo com os olhos e com meus atos para que ele gozasse em minha boca, mas ele não o fez. Me jogou na cama abrindo minhas pernas e se esticou em meu criado mudo onde eu guardava camisinhas, peguei de sua mão a abrindo e a deslizando sobre seu membro enquanto o beijava. Eu falava coisas em seu ouvido sem o menor pudor e recebia gemidos de volta. Quando o senti pulsar novamente em minha mão que o masturbava sabia que estava pronto para me foder. Abri minhas pernas chamando com um olhara para me levar ao inferno, e foi isso que ele passou a fazer. Senti seu penes deslizar para dentro de mim, e era uma sensação deliciosa.

–Sempre tão molhada. –Apertou minha cintura saindo lentamente e entrando com força me fazendo arranhar suas costas.

–Sempre. –Sussurrei em um suspiro de prazer. Só de pensar que devíamos estar agora na mesa de jantar, e estarmos aqui transando, deixa tudo mais excitante. –Metty... –Urrei quando sua boca abocanhou lentamente meu seio. –Oh porra faça mais.... –Fechei minhas pernas em volta de suas costas, mas eu resolvi que queria ter o domínio. O empurrei me sentando sobre ele começando a subir e descer, e seus beijos e chupadas, deliciosas em meus peitos continuavam.

–Senta bem gostoso, vadia. – Ganhei apertões na bunda que só me estimularam a continuar. Tentava manter meus olhos abertos para ter a visão de sua boca chupando meus seios, mas era difícil. Metty começou a impulsionar seu quadril para cima e a me masturbar com seus dedos me deixando louca, a ponto de berrar seu nome e palavrões sem parara.

–Humm, eu vou gozar Metty...–Apertei seus ombros rebolando freneticamente. Sim eu iria gozar gostoso para ele.

–Não grite meu amor, seu pai não vai gostar de saber que sua filha esta dando a bucetinha dela para mim. –Apertou meu clitóris e só gritei mais, foda-se meu pai, foda-se tudo, eu estava gotejando sobre ele. –Ah sim, goze. –Ele falou para ele mesmo começando a gemer junto a mim. Eu comecei a descansar minha cabeça em seu ombro.

–Não acredito que fizemos isso com nossos pais aqui. –Sai de cima dele me sentando na cama tentando sentir minhas pernas. Metty beijou minhas costas antes de se levantar começar a se vestir. –Estou acabada.

–Melhor se manter firme, não vai querer que seu pai perceba seu efeito por orgasmo. –Ele zombou pelo fato de não estar conseguindo ficar em pé. Joguei uma almofada nele e fui pegar meu vestido. Estava levemente suada, que merda. Coloquei a peça e fui me olhar no espelho e meu cabelo continua perfeito, menos mal. Retoquei a maquiagem com um pó bem de leve e me via pronta.

–Vamos, já demoramos de mais aqui.

 

        Poin Of View David Gandy 

 

Meu olhar estava sobre as palavras de Mikhail, mas minha cabeça estava em outro lugar. Está nas belas pernas cobertas por uma fina meia que só atiçava mais meus pensamentos, para continuar subindo e ver o que tinha por debaixo da saia, mesmo já sabendo que seria algo quente e molhado, mas não me contentava em apenas saber, eu precisava ver e tocar para ter certeza que tudo aquilo é meu.

Estava impaciente, Melissa não voltava, já fazia mais de cinco minutos que saiu e estar longe dela me deixa sufocado. Não está dando mais, tive a prova disso enquanto trabalhava. Calça arriada até o chão com a respiração falha enquanto me masturbava olhando as fotos de minha ninfeta nua enquanto dormia, e essa já não era a primeira vez.

–Desculpe. –O interrompi. –Minha filha deve ter se perdido para voltar, acho melhor ir atrás dela. –Pedi tentando velar meu desespero.

–Que isso, deixe que eu vou. Aproveito e chamo os outros dois. –Falou rindo no final e só levantei balançando em negação. Merda!

–Não! Eu vou, preciso ter uma palavrinha com Metty antes do jantar. –Me levantei já saindo da dala de adagas a preocupa das crianças. Depois de ver em todo salão inferior decido subir as escadas e encontro Natalia descendo.

–Oh, boa noite senhor Gandy. –A menina estava muito bonita e simpática também.

–Boa noite Natalia. Sabe onde estão meus filhos?

–O Metty foi atender o celular, está lá fora e sua filha está ali em cima. –Falou com um riso preso. Mantive firme diante disso e concordei subindo. Essa menina tinha aparência de ser esperta, sarcástica e bem sínica, não muito diferente de mim.

Ao pisar no ultimo degrau passei meus olhos pelo salão superior, mas não vi sinal nenhum de minha filha, até que ema sombra no chão tirou a minha atenção. Era ela. Andei até a sacada onde ela estava encostada na porta de vidro com...

Sua mão estava por dentro de sua saia que estava quase levantada. Seu corpo batia no vidro e o ápice de minha sanidade se foi ao ouvir um gemido agudo de prazer e um suspiro depois. Coloquei as mãos dentro do bolso da calça tomando um longo folego.

Cheguei passando pela porta ficando ao seu lado encontrando Melissa de olhos fechados e deslizando a mão para fora da saia, vi seus dedos pelados e sorri de lado mordendo meu lábio. Cocei a garganta para chamar sua atenção e ela se assustou assim que abriu os olhos.

–Meu deus, que susto. –Colocou a mão sobre o peito e eu sorri. –Papai...o senhor viu? – Perguntou colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha. Me aproximei acariciando o seu queixo.

–Vi menos do que queria. –Me agachei perto de seu ouvido. –Por que não me procura quando está excitada? Eu faço isso melhor e você sabe bem. –Mordi o lóbulo de sua orelha a puxando pela cintura. Suas mãos firam espalmadas em meu peito pelo impacto.

–E-eu, eu não...–Gaguejou e eu só lambi meus lábios em presunção.

–Da próxima vez que quiser gozar. –Olhei no fundo de seus olhos pegando em seus dedos úmidos e os limpei com minha própria mão. –Me peça!

A larguei e dei as costas – antes que algo a mais acontecesse. Comecei a andar e a chamei com a mão escutando seus leves paços logo atrás de mim. Descemos as escadas e seguimos para a sala onde estávamos encontrando todos ali.

–Até que enfim, vamos o jantar já está na mesa. –Natalia falou e notei que Metty a olhou como uma repreensão. Mikhail se levantou e fomos para a sala de jantar e a mesa estava repleta de comida. Respire fundo olhando para Melissa que já se sentava.

Vai ser uma longa noite.


Notas Finais


QUENTE QUENTE QUENTE!!!!

Quantos orgasmo nesse capitulo? Melissa danadinha, louca para abrir essas perninhas, mas quem pode julgá-la, está sendo completamente influenciada...

Só eu que acho que a Mel está parecendo uma ninfomaníaca? Espero que ela se controle se não vai dar para todos que forem gentis com ela, e o senhor Gandy não vai gostar desse mau comportamento, não quero nem imaginar os castigos deliciosos (ou não) que ele pode fazer com ela.

NATALIA E METTY

Eu amo esse casal, e particularmente AMO a Natalia, ela é minha personagem favorita da história, a única pessoa que não faz merda toda hora. Como vocês viram entramos na mente da loirinha e vimos que ela realmente gosta do Metty e em nenhum momento ela pensou sobre o caso com Catharina, ela pode ser mais fria do que o próprio David Gandy se pararmos para analisar. E sim gente a Natalia é homofobia, afinal a Russia é um país onde isso é completamente errado e velado para as crianças, é praticamente a cultura do país e isso explica o fato de a Melissa não saber o que era aquilo, de ver duas mulheres juntas (Ari e Cathy).

Natalia é um personagem MUITO importante e sei que muitos podem pensar que ela é uma antagonista, mas será? Hummm teremos que ter mais POV dela para sabermos não é mesmo?

Comentem o que acham da construção dos personagens e me digam quais são os seus FAVORITOS E O PORQUE, ficarei ansiosa para saber.

Beijinhos Bonecas até o próximo capitulo *-*


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