História Delirious Love - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Demi Lovato, Justin Bieber, One Direction
Personagens Demi Lovato, Harry Styles, Justin Bieber, Niall Horan, Personagens Originais
Tags Criminal, Dangerous Love, Demi Lovato, Justin Bieber
Visualizações 458
Palavras 2.607
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


BABY I'M SOOOOORRY
I'm not sorry

Capítulo 5 - The truth


Fanfic / Fanfiction Delirious Love - Capítulo 5 - The truth

“Te vejo errando e isso não é pecado. Exceto quando faz outra pessoa sangrar. Te vejo sonhando e isso dá medo. Perdido num mundo que não dá pra entrar. Você está saindo da minha vida. E parece que vai demorar. Se não souber voltar. Ao menos mande notícia. Cê acha que eu sou louca. Mas tudo vai se encaixar. Tô aproveitando cada segundo. Antes que isso aqui vire uma tragédia...” — Na Sua Estante, Pitty.

POINT OF VIEW JUSTIN BIEBER 

Eu sentia como se estivesse dando meu último suspiro. Como se meu coração pulsasse por uma última vez. Sonho ou realidade? Ilusão ou destruição? É ela ou é minha mente traiçoeira? Seu cheiro tão forte que grudava em meu corpo. Eu queria tirá-la dali, mas tudo parecia ter parado. Ela tentava me convencer que era real, mas de tanto eu insistir nisso acabei desistindo de tal desejo. Ela parecia uma pílula, mas estava difícil de engolir. Lábios traçados de vermelhos, tão convidativos quanto perigo. Seu peito subia e descia rapidamente, parecia buscar ar. Eu buscava pela realidade, sendo que ela se mantinha diante de mim. 

— Eu vou te explicar tudo, eu só... Meu Deus! Olha, sei que pode estar complicado, mas... Confia em mim! – Falou gesticulando nervosa. 

— Você morreu, você morreu, você morreu. 

— Justin? 

— O que? – A olhei. Seus olhos marejavam, Brooke lutava para não deixar mais nenhuma lágrima cair. 

Você confia em mim? – Apertei meus olhos com força sentindo milhares de lágrimas rolarem sem parar. Minha cabeça latejava de dor. Eu queria correr e tocá-la, mas meu corpo deixou de receber meus comandos. 

— Confio. 

Ela sorriu de canto. 

Eu senti sua falta. 

Calei-me por enormes e longos segundos, até sentir Brooke a centímetros de mim. Sua respiração estava ofegante, como se corresse uma maratona. Suas mãos tremiam levemente. Fechei meus olhos ao sentir o toque de seus dedos em meu rosto retirando qualquer rastro do choro. Deitei minha cabeça em sua mão podendo respirar novamente, seu toque fez meu coração voltar a bater. Como se Brooke fosse um desfibrilador, a diferença era que não doía, apenas me resgatava. 

— Me desculpa por ter demorado tanto. – Voz embargada, mãos suadas, respiração ofegante. 

— Eu te desculpo pelo simples fato de te ter comigo, novamente. – Abri meus olhos, podendo observar melhor. 

Toquei em seus cabelos repicados, curtos e negros como a escuridão. — O que aconteceu? Por que fez aquilo? 

— Foi necessário, acredite. 

Então notei, no fundo dos seus olhos, pude ver sua alma. Brooke tentava ser forte por todos, e ela estava sendo. Mas esconder tanto sua dor acabaria a destruindo. 

— Senta aqui. – Quebrou o contato, puxando minha mão. Somers me guiava até a cama onde se sentou primeiro na ponta, sentei em sua frente suspirando. Ela me encarou por cerca de três minutos, sem desviar. Até suspirar, molhar os lábios e fitar nossas mãos abraçadas como se lembrasse de algo. Então sua voz, a cada palavra, soava amarga e áspera. — Tudo começou uns dias antes de eu e Tomlinson acabarmos na mesma cama. Josh, um homem que consegue armas e objetos de tortura, achou um informante dentro da casa de Louis, Alex. Ele me mandava mensagens avisando quando Louis chegava o que acontecia e como acontecia. A primeira vez que invadi a casa de Tomlinson não encontrei muita coisa, quase nada. Apenas um quarto trancado, que era de Camile Tomlinson, irmã de Louis. Ela foi assassinada por Megan. Com os dias passando descobri que Ian era braço direito dela, ou quase isso, Megan pediu para matar meus pais. E assim ele fez. Ian era completamente apaixonado por aquela mulher, faria tudo por ela. 

— Mas ela era apaixonada por mim. 

— Exato. Isso criou um ódio enorme em Ian. Somerhalder não sabia nada sobre mim, até me conhecer. Segundo o defunto, ele se arrependeu. 

Ele se apaixonou por você. 

Ele me amou. – Respirou fundo. — Quando Louis fez aquilo com Charles eu dei o troco, mandei bater em sua irmã, Lottie, até ter um traumatismo craniano. Como sabe você mesmo me contou o motivo de Megan ter matado Camile. Ela sabia que realmente era a Collins. 

— E você a matou, isso eu já sei. 

— Então... No dia da morte de Megan, a mesma me disse coisas. Ela dizia que não era jogadora, apenas a armadilha do caminho. Quebrei minha cabeça até conseguir descobrir. Camile, noiva de Liam Payne, queria ter filhos. E Louis conseguiu uma criança. Essa criança era Jake. Quando eu tive minha grande crise pedindo desculpa para você por ter matado foi quando achei o vídeo de Camile contando tudo. Mas antes dela acabar, Megan entrou em seu quarto. 

— Pera, calma. Por que Louis não matou Megan? 

— Por causa do irmão dela, o Niall. Louis deve uma divida enorme, preferiu salvar sua vida do que a da própria irmã. Harry entra na história através de Amélia, no dia em que a encontramos ela havia fugido de Styles. Com ajuda dela descobri quase tudo. Lembra-se do dia em que viajei? Fui atrás de ajuda. Blake e América Carter, conhece? 

— Os meus vizinhos? 

— Sim. Conheço Blake desde que me tornei assassina, ele me tirou do galpão antes que morresse. América me ajudou com documentos novos, tudo. 

— Qual seu nome agora? 

— É Roxie, Roxie Hernandez. 

— Então aquela mensagem foi você que mandou? 

— Sim, e também quem atirou em Barbosa e Styles. E ah, o carro preto também. 

— Isso é muito confuso. – Respirei fundo. Brooke assentiu umedecendo os lábios. 

— Concordo. 

— Onde esteve todo esse tempo? – Minha curiosidade aumentava cada vez mais. Era informação demais. E a cada frase de Brooke ou Roxie, chegavam mais informações. 

— Na Itália. Fiquei duas semanas no Hospital, pois estava com ferimentos. Depois, com ajuda de Aaron, amigo de América, que me treinou. Mas voltando... Eu nunca soube o motivo de Louis me odiar tanto, desde o começo, até saber que ele tem transtornos psicológicos formados pelas drogas e bebidas. Tomlinson gosta de se divertir com a dor dos outros, menos com a dele. 

— E Jake, onde ele está? 

— Está com Niall. 

— Já viu ele? –  Perguntei esperançoso. Brooke fitou o nada se calando até deitar sua cabeça em meu ombro chorando. Fiquei estático apenas escutando seus soluços que mais pareciam lâminas em minha alma. A apertei contra meu corpo tentando retirar sua dor, sendo que mal lidava com a minha. 

— Vi. Ele, ele está tão grande. Ele é lindo. Se parece como nós dois. 

Não pude evitar sorrir ao imaginar. 

— Jake é tão esperto, Justin. Tão... Incrível. Mas ele não está feliz, eu sinto isso. E... 

— E? 

— Niall o maltratou. Eu quis matar aquele homem com as minhas próprias mãos, arrancar sua cabeça. 

— Espera, como assim? 

A afastei do meu corpo segurando em seus ombros. Senti a raiva dela me contaminando. Só de pensar naquele animal encostando em meu filho. Argh! Ele pagaria por tudo, por tudo. 

— Eles moravam em Londres, até eu explodir aquela mansão. Comprou outra, eu explodi. Persegui Horan por cada canto até finalmente ele parar em Stratford com ajuda de Tomlinson. 

— Ele está aqui? 

— Ele e Jake. 

— Isso é informação demais! – Coloquei as mãos sobre a cabeça a sentindo latejar. 

— Eu sei. 

— Por isso demorou tanto? 

— Sim. Eu consigo por um infiltrado na casa de Niall, Louis e Harry. Se um cair, todos caiem. E nós assistiremos a derrota.

— Quando iremos começar? Ou pretende fazer tudo sozinha? 

— Agora. Mas certas coisas eu irei fazer sozinha. 

Minha cabeça virava e se revirava com informações atrás da outra. Eu simplesmente, não conseguia ficar irritado por ela ter mentido para mim, apenas feliz. Feliz por ter me enganado. Preferia que ela tivesse me iludido do que realmente ido embora. E Jake... Meu filho estava vivo. Isso inflava meu coração de alegria ao mesmo tempo de preocupação por estar com um monstro. 

— Eu prometi que jamais te deixaria. 

— Eu te amo tanto, tanto, tanto... – Puxei-a pela nuca colando nossas testas, Brooke sorriu de canto assim que uma lágrima deslizou por sua bochecha. 

— Eu te amo. – Grudou nossos lábios, sorri sem perceber. Céus! Como eu sentia falta dessa boca, do seu cheiro, do seu toque. Brooke é a gasolina, eu sou o fogo. Nossos sentimentos unidos explodem como química, ou um tóxico. Ela é a minha garota, e sempre será. 

Ela é o gelo cortante do meu coração em um Inverno. Ela é o beijo ardente do verão. Ela é folha seca do Outono. Ela é à flor da Primavera como curativo. Ela é as quatro estações do meu ano. Ela é aquilo que denomino de ruína. Ela é a catástrofe, um inferno particular, a desordem. Ela é a falha do meu coração, anestesia dos meus machucados. Ela é a droga injetada na minha veia, a overdose que corrói meu corpo. Ela é ruim, e isso a torna boa. Brooke é... Brooke é uma bomba relógio. Ela é a tempestade de um deserto, a seca em um oceano. Ela não é apenas uma noite sem compromisso ou um amor de verão. Ela é... Tudo. Até o ar que circula nos meus pulmões. Brooke é o que um homem chamaria de carma. Eu já chamaria de sorte. Ela é perigosa por natureza e arisca como um animal selvagem, mas o que posso fazer? É ela! A minha garota. É tudo por ela. Brooke é minha dor, minha salvação. Se ela quiser, eu caio em devoção aos seus pés. Pois é tudo por ela! 

[...] 

POINT OF VIEW BROOKE SOMERS/ROXIE HERNANDEZ 

Acariciei seus cabelos dourados e macios enquanto seus olhos fechavam calmamente, Justin lutava para se manter acordado. Isso me entristeceu, pois ele pensava que eu iria fazer como as outras vezes. 

— Eu sou seu anjo negro, não sou? Banida do céu e enviada para te proteger. 

— E quem irá te proteger? 

Fiquei em silêncio. 

— Então seja meu anjo — Ri fraco. 

— Então, sou um anjo caído também? – Perguntou com a voz arrastada pelo cansaço. 

Beijei o topo de sua cabeça sentindo seus braços me prenderem mais. 

— Não. Você é um anjo do paraíso amando um anjo negro queimando no inferno. Que... Também te ama. 

As estrelas caíram dando lugar para o nascer-do-sol brilhante com ar fresco. Justin tinha um sono tão sereno que era injusto acorda-lo apenas por um capricho meu. Deixa-lo também seria egoísmo da minha parte, eu apenas precisava voltar a tempo. 

Levantei da cama com cuidado sentindo meus ossos estralarem. Passei a noite apenas observando Justin com o pensamento afundando como o Titanic. Caminhei passos leves juntando minhas roupas do chão, vestindo rapidamente meu vestido. Calcei meus saltos cambaleando pelo quarto, sai do mesmo indo até o banheiro vendo uma marca roxa no meu pescoço. Suspirei arrumando meus cabelos desgrenhados. Enchi minhas mãos unidas de água molhando meu rosto tirando a maquiagem. 

No caminho cuidei para ver se ninguém me seguia, pisava fundo no acelerador cantando pneu. As árvores passavam em borrões pela velocidade absurda que eu dirigia, 180km/h. Quando cheguei em minha casa, ou de América e Blake era seis da manhã. Ambos continuavam a dormir. Eu nunca havia, em toda minha vida, me arrumado com tanta velocidade. Meu banho não deu 10 minutos, para me vestir foi menos de oito. 

Usava uma blusa tomara que caia branca por dentro da calça de cós alto social, calçava um par de saltos bege com a ponta fina. Meus cabelos para trás penteados, maquiagem fraca apenas para disfarçar as olheiras. Borrifei o perfume em meu colo, pegando minha bolsa apressadamente, sem antes checar se meus documentos estavam ali. 

— Olá, desculpe a demora. – Sorri, tentando ser simpática para a mulher rechonchuda na minha frente. 

— Deve ser a Senhorita Hernandez. 

— Sim. 

— Me acompanhe, por favor. – Sorriu. A acompanhei ouvindo os gritos e risadas. O local era bastante colorido, mais cores azuis e rosas. Brinquedos espalhados e divididos em áreas. Mulheres passavam de um lado para o outro com crianças. 

— Aqui. 

— Obrigada. –  Sorri de canto antes de bater na porta. Ouvi um “Entre” alto, no mesmo momento fiz. Uma mulher negra de cabelos armados se levantou revelando sua altura, 1,75. Salto baixo, roupa social e um sorriso simpático. 

— Sente-se. – Apontou. Assim fiz, colocando minha bolsa da Chanel sobre o colo. — Recebi seu currículo pelo e-mail, devo admitir que me surpreendeu muito. 

— Oh, obrigada. 

— Então, Senhorita Hernandez... 

— Me chame de Roxie. – Sorri simpática, ou tentei. 

— Pelo o que notei trabalhou apenas com o primário. 

— Sim, no entanto, mas decidi dar aula para segunda, terceira. E assim vai. 

— Estamos realmente precisando de crianças nesses anos. Tenho certeza que será uma ótima professora. Pode começar amanhã se quiser, apenas preciso dos seus documentos. 

— Tudo bem. Aqui está. – Entreguei meus documentos, falsos. 

— Hoje telefono para a Senhorita, se for confirmada. Apenas para resolver do salário, sua turma e nome dos alunos. 

— Obrigada mesmo. – Me despedi com um sorriso animado. 

Caminhei apressadamente pelos corredores pequenos sem antes parar em frente a uma sala. Era o primário. Senti meu estômago revirar-se de nervosismo, minhas mãos soarem. Meus saltos ecoavam pelo local, parei na frente da porta aberta vendo várias crianças correndo e brincando, mas uma me chamou atenção. Seus cabelos eram lisos e castanhos escuros, caiam em seus olhos em franja, mas pude reparar nas esferas douradas. Era Jake. 

Senti minha garganta fechar pelo choro, tranquei a respiração ao ver um sorriso enorme em seus lábios. Ele era uma mistura minha e de Justin. Jake sentia que alguém lhe olhava, procurou curioso até parar em mim, ele ficou encarando-me sem medo algum. Criei coragem levantando a mão acenando abrindo um sorriso enorme e verdadeiro, ele não devolveu o aceno, apenas sorriu envergonhado. Meu coração deu um pulo apenas por isso. 

Forcei meus pés a se movimentarem, Jake ficou cuidando meus passos até eu sumir de sua vista. Só Deus sabia o quanto eu queria voltar e abraça-lo. Ter essa aproximação distante me deixava agoniada. 

Falta pouco, Brooke. Calma! Gritou meu consciente. 

Deitei a cabeça no volante respirando fundo tentando controlar meus batimentos. Ele é tão bonito, tão fofo com suas bochechas rechonchudas. Ri fraco disso. 

Antes de voltar para minha casa e de Justin passei em um supermercado, eram nove horas quando cheguei. Parei de súbito ao ver o mesmo sentado no sofá fitando o nada, seu olhar subiu até encarar meus olhos. Larguei as sacolas no chão assim que seus braços me rondaram fortemente, Justin inalou meu perfume, me apertando cada vez mais. 

— Eu achei que fosse um sonho. Acordei e... Você não estava ali. 

— Desculpa, pensei que daria tempo. 

— Onde foi? – Continuou me abraçando. 

— No mercado e em uma escola. 

— Escola? 

Me soltou, ou quase, já que segurou minhas mãos. 

— Serei professora de Jake. 

— Meu Deus! – Arregalou os olhos. – Você viu ele? Como ele está? Falou com ele? Como ele é? Céus! Como eu queria vê-lo, abraça-lo. 

— Ele é tão lindo, Justin. Tem seus olhos, e... Jake sorriu para mim. Você tinha que ver como ele tem um sorriso lindo. 

Parei de falar ao vê-lo chorando. Quando ia perguntar algo Justin colocou os cotovelos nos joelhos tampando o rosto com suas mãos sentado no sofá de frente para a lareira. 

— Eu queria tanto ver ele. E por anos pensei que o tivesse matado, eu achei que tivesse matado meu filho. 

— Mas não matou, você não matou ele. – Justin negou soltando um soluço. 

— Mas o machuquei. Eu sou um monstro! 

— Justin, me olha. – Ele nega. — OLHE PARA MIM! 

Continuei segurando seu rosto 

— Você não tem culpa, você não o matou. Jake foi tirado de nós. Isso é passado, vamos esquecer isso e focar nele. Precisamos tirá-lo das mãos de Niall e deixa-lo seguro, entende? Eu posso fazer isso, mas seria egoísmo. Você tem esse direito, então, nós dois juntos vamos enfrentar isso. 

— Promete? 

— Prometo. Vamos resgatar o tempo perdido, juntos.

 


Notas Finais


Confesso que depois que finalizar a segunda temporada darei um grande tempo, para escrever, e principalmente para minha escola e para o ENEM. Escrever é a coisa que eu mais amo e é gratificante ver tantas pessoas lendo o seu trabalho, mas não está me dando nenhum recurso e a vida adulta está batendo na minha porta e dizendo "É a sua hora!", eu estou procurando emprego, estudando e estudando, assim está minha vida, mas prometo que darei meu máximo e se for preciso me clonar para dar conta de tudo. Por enquanto, hoje foram os cinco capítulos e até amanhã, eu amo vocês meus Little Dangerous ♥

XOXO, Dangerous Mom.


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