História Delirium - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 654
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Fantasy...


Ela esta no campos de sua faculdade que por um certo tempo imaginou ser incapaz de entrar mas conseguiu provar a todos e a si mesma de que era capaz sim.

Poderia ter sido apenas mais um dia comum mas não, seu dia estava como sua aura costuma ser: sombria e pesada.

Ela anda perdida, sem rumo e não sabe nem mesmo para deve ir, ela precisa de uma orientação porém não há ninguém que possa ajuda-la até porque, a garota é fechada, reclusa ao extrema e as pessoas se afastam por a acharem arrogante.

Estão enganados

A garota teve um dia ruim. Para alguns, isso foi apenas um dia e nada demais nisso, mas para ela não é bem assim; tudo esta acumulado em sua mente, os acontecimentos que ocorre em sua casa, faculdade e todo o resto ao seu redor então um dia ruim não é apenas um dia ruim e sim um dia de desastres pois, parece que tudo o que toca, tudo o que faz é ruim, esta errado entre outras coisas paranoicas.

Ela tropeça em algo que não soube dizer o que era e embora ela não tenha caído, se sentiu ridícula pela possibilidade de alguém vê-la, mesmo que não tenha ninguém por perto e as poucas pessoas que estão presentes, estão ocupadas demais cuidando de suas vidas interessantes e fascinantes.

Um garoto a via de longe, sempre se questionava sobre ela, tinha ouvido falar da “garota que nunca fala”, sempre observava sozinha e por mais estranho que parecesse, já tinha ouvido ela falar e cantar sozinha. Talvez ela tenha alguma doença ou algum transtorno que possa explicar isso.

Ele a viu tropeçar, a via cair de joelhos e dizer alguma coisa que não pôde entender o que era devido à distância que se faz presente entre eles.

A garota se levanta e caminha em passos apressados para algum lugar; curioso com a garota, ele a segue de forma discreta até chegar num salão totalmente sozinho. Ou não.

Ela esta

Uma voz feminina foi ouvida, era um canto e a voz era bela porém sofrida e dolorida. A canção é cantada de forma completamente melancólica

 

All of this time

I can’t believe I couldn’t see

Kept in the dark, but you were there in front of me

I’ve been sleeping a thousand years, it seems

Got to open my eyes to everything

Without a thought, without a voice, without a soul

Don’t let me die here

There must be something more

Bring me to life

 

A garota finaliza a música chorando e com soluços altos, ela esta de joelhos no meio do salão. Ele se aproxima da garota e com cautela se agacha ao seu lado e lhe toca o ombro.

-Tudo bem? – seu olhar para a garota é a de mais pura preocupação porém isso muda radicalmente quando ela se afasta bruscamente e seca suas lágrimas com as costas da mão

-Tudo, tudo bem sim – a moça força um sorriso mas falha miseravelmente  ao olhar o rapaz nos olhos

Ele se aproxima novamente e para a surpresa tanto dela quanto dele, o rapaz lhe abraça, oferecendo carinho que ela jamais esperaria de alguém de toda sua faculdade. Quem é esse garoto que exala pureza em sua aura? Por alguma razão, o garoto lembra do mais doce e puro mel, ele emana inocência e isso é um grande espanto para a garota já que tinha apenas sentido coisas negativas vindo da aura de outras pessoas.

Ele vai acalmando ela com palavras calmas, suaves e carinhosas de certa forma. Assim que se afastam e ela já se encontra mais calma… eles…

Eles…

 

 

Saiu de sua fantasia, queria ter ficado um pouco mais, sua fantasia era tão boa, tão sublime, tão…

Perfeito

A garota deu suspiro pesado e uma lágrima solitária escapa de seu belo olho mas é enxugada pelas costas da sua mão.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

-E pensar que… Jamais vou ter isso…


Notas Finais


A música citada é Bring me to life da Evanescence


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