História Delirium - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Jeno, RenJun, Winwin
Tags Sadomasoquismo, Winren, Yaoi
Visualizações 46
Palavras 332
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, LGBT, Lírica, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Pra Folguinha ♥

Capítulo 1 - O Ritual


Fanfic / Fanfiction Delirium - Capítulo 1 - O Ritual

Já se passava das 01h30 da manhã, mais uma vez vislumbrava a belíssima imagem que a janela da mansão abandonada me proporcionava, nada me parecia mais bonito que a imensidão azul estrelada, de longe podia ser ouvido o ranger irritante e contínuo do que um dia foi uma maçaneta funcional vinda do quarto de baixo junto ao relógio ao meu lado que badalava, não me deixando divagar nem que por alguns segundos o que apenas contribuía para com meu nervosismo crescente, a cada instante meu sangue borbulhava em expectativa e minha alma tornava se aos poucos ainda mais corrompida a tensão aumentava e nem mesmo minhas tentativas de lembrar-me que essa não era a primeira vez e tão pouco seria a última me ajudava a acalmar os ânimos, Todavia por mais esplêndida a visão privilegiada que me era tida do céu noturno não pude me conter em anseio, portanto, me pus a andar em direção aos fundos, no jardim muito bem cuidado, caminhei recordando os nomes e sentidos de cada flor as quais fazia alusões aos meus sentimentos que por ti que eram semeados e cultivados nesse mesmo jardim florido. Após ter uma tentativa frustrada de arrancar uma Bromélia - a flor excêntrica acabo por me furar em seus espinhos e ao ter o sangue escorrendo vagarosamente por minha pele percebo que já havia passado tempo o suficiente naquela caminhada  e deveria voltar e aprontar os preparativos, sendo assim ao estar de volta ao cômodo afastei os móveis para os cantos do quarto e fiz meu círculo "invocatório" clichê como você denominou feito com cinzas de animais mortos e esfreguei uma boa quantia de meu próprio sangue no chão a fim de formar os cânticos necessários para o ritual, atrás de mim por cima dos ombros espiei o relógio velho que informava ser 02h59 era agora, acendi a última vela para que pudesse ser minha companheira e cúmplice iluminando o local e então cá estava eu chamando novamente por ti Sicheng ... 



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