História Deméter: Voando para o desconhecido. - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 693
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Transsexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Salvador


 

20/08, Já são quase 22:00, e estou saindo do meu dormitório comemorar em um bar com Oliver e outras pessoas que estavam na expedição, agora eu voltei pra minha vida, as entrevistas finalmente acabaram hoje de tarde, sinceramente, eu estava esperando por isso. 
Saio do meu quarto com pressa, droga, eu estou sempre atrasado. 

- Eita - Uma garota grita e coloca os braços em frente o rosto, em posição de defesa - Você me assustou. 

- Ah, desculpa, eu estou atrasado - Pego minha bolsa caída no chão.

- Tudo bem. Você é aquele garoto que ficou famoso da noite pro dia, aquele do achado arqueólogo, não é? Onde vai? 
 
- Da noite pro dia não - Sorrio -  Do dia pra noite, pra ser mais específico. Estou indo em um bar que fica de frente pra aquele hotel famoso. 

- Seria coincidência? Também estou indo pra lá, comemorar meu aniversário.

- Feliz aniversário, quer uma carona como presente? 

- Eu aceitaria, mas minhas amigas da faculdade estão me esperando lá em baixo..

- Hm.. Talvez outra hora então - Coloco uma de minhas mãos atrás da cabeça - De que faculdade você é? 

- Ah, verdade, me chamo Susan, sou da faculdade de astronomia - Ela me cumprimenta.

- Prazer, Noah da faculdade de arqueologia. Ai droga, me desculpa, vou ter que ir, estou atrasado. 

* * *

Consigo chegar no bar bem em cima do horário 22:30, mas só Oliver e um garoto desconhecidos estavam lá.

- Oi, me desculpem a demora - Digo colocando minha bolsa em cima da cadeira em frente ao balcão onde eles estavam. 

- Tudo bem Noah, se você não se atrasasse não seria você - Ele ri.

- Ha-ha. Qual o nome da vítima? 

- Ele não é nenhuma vítima, encontrei ele aqui, ele é da faculdade de astronomia, está esperando uma amiga. 

- Susan? - Olho para o garoto.

- Como sabe? Prazer, sou Eliot da faculdade de astronomia - Nos cumprimentamos.

- Prazer, Noah da faculdade de arqueologia. Eu dei de cara com ela agora a pouco - Literalmente - ela já tá quase chegando.

* * *

Ficamos ali sentados por um tempo, até Eliot e Oliver decidirem ir jogar em umas máquinas antigas que tinham na parte do fundo do bar, onde ficava o restaurante com boliche, então eu fiquei sozinho no balcão encarando um ponto fixo no meio do nada, tudo porque não queria assistir uma cena gay ao vivo - Se é que me entendem - fico ali por alguns minutos ocupado fazendo nada, até sentir o celular vibrar em meu bolso.
Era Marcos, meu amigo biólogo, ele estava tomando conta dessa história sobre a múmia que encontramos. Imediatamente atendi o celular.
- Oi Marcos, deve ser algo bem importante pra estar me ligando. O que aconteceu? - Perguntei, e logo em seguida virei o copo de whisky que estava bebendo segundos antes da ligação. 

- Bom... - Ele limpou a garganta - Olha Noah, não sei o aconteceu, mas...- Ele tornou a limpar a garganta.

- O que foi ? 

- Okay, eu vou direto ao ponto. Demétrio sumiu - Disse de uma vez.

- Como assim? - Gritei - Me explica, pelo amor de Deus.

- Bom, eu e um outro biólogo estávamos trabalhando para descobrir mais sobre a tal múmia, quando do nada ouvimos um estouro, nós corremos pra sala onde ela estava. E quando olhamos, não tinha mais nada lá, apenas um caixão estourado e amaçado - Ele parou de falar.

- Caralho Marcos, onde você tá? - Pulei do banco, quase caindo. 

- No laboratório.. Onde mais ?! 

* * *

Eu estava parado no meio de um maldito trânsito, devia estar ali há meia hora, os carros estavam todos buzinando, não conseguia ouvir meus próprios pensamentos. Já havia se passado uma hora, quanto vejo os carros serem empurrados para trás, agora só dava para escutar gritos e ver pessoas correndo, desço do meu carro o mais rápido possível, sem nem olhar pra trás, saio correndo na direção dos prédios. Alguém agarra meu ombro. 

- Salvador ? 

- D- d -d -d... ? 



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