História Deméter: Voando para o desconhecido. - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 727
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Transsexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Por Oliver.


21/08

 

- Você não pode ficar aqui. - Sussurrou entre dentes.

 

- Por que não?

 

- Esse dormitório não é só meu Oliver. - Ele me empurra pra fora do quarto.

 

- Mas seu parceiro ainda nem chegou, e duvido que chegue mais cedo. - Coloquei um dos meus pés pra dentro do quarto, evitando que ele fechasse a porta.

 

- O que você quer Oliver?

 

- Comida...?

 

Ele chuta meu pé e tranca a porta, que intimidade pra quem acabou de me conhecer.

Fui até meu dormitório o caminho inteiro chutando o ar, bufando e pensando em nada, nada além da minha fome.

Eu estava subindo as escadas quando me deparo com algo engraçado.. Noah entrando em nosso dormitório com um garoto mais alto que ele. – Sempre suspeitei. – agora eu não tinha onde dormir. Quando eu tive uma ótima ideia.

 

- O que você tá fazendo aqui? – Senti o cheiro de vômito com álcool tomar conta do meu pulmão.
 

- Tenho certeza absoluta de que vi seu parceiro de dormitório entrar no meu dormitório. – Sorri com minha mentira.

 

- E o que ele estaria fazendo lá? – Se inclinou pra trás, quase caindo.

 

- Ele estava com Noah, psé.. – Passei por ele entrando dentro do dormitório, sem sua permissão. – Você ainda não tomou banho?

 

- Não faz muito tempo desde que você saiu.. – Ele fecha a por trás de si e se apoiou no sofá em que eu havia me sentado.

 

- Vamos. – Me levando. – Você está fedendo.

 

- Como pode beber tanto e continuar sóbrio?

 

- Anos de experiência. – Digo o empurrando para dentro do banheiro, fazendo ele tropeçar na banheira. – Cuidado aí.

 

- Eu ia ter que entrar nessa banheira gelada de um jeito ou de outro. – Ele se ajeita.

 

- Sim, mas não de roupa. – Sorrio.

 

- Pervertido...

 

- Ãn? Eu nem tinha pensado nisso..

 

- Eu já sei que você é gay, relaxa, não tenho nenhum tipo de preconceito.

 

- Não estava tentando te esconder nada – Tiro a camisa dele, enquanto ele faz o mesmo com suas calças, a puxando junto com sua cueca box cinza.

 

Eu estava dando banho em Eliot com água gelada, ele não parecia incomodado. Esfreguei a cabeça dele com shampoo, ele permanecia imóvel.

 

- Eliot?

 

- Á propósito.. Meu nome não é “Eliot”, é Elio – Ele disse sonolento.

 

- Você tava dormindo? – Ri.

 

- Hm-hum. Talvez..

 

 

* * *


Coloquei Elio na cama 01:31, ele estava dormindo há muito tempo, mas agora ele parecia menos endurecido na cama. Me deitei ao lado dele de costas, sentindo sua respiração quente em minha nuca, então me virei, e dei de cara com a cena mais fofa que já vi em toda minha vida. Elio estava encolhido como um gato. Cheguei mais pra perto dele e o abracei, sentindo nossos batimentos cardíacos de sincronizarem.

 

* * *

 

Em plena madrugada estava lá eu, tentando não admirar muito Elio em minhas imaginações, porque sabia que isso não ia dar em nada.

Subi as escadas pro terceiro andar pela segunda vez em menos de três horas, parecia que eu tinha voltado no tempo, mas não queria que fosse verdade.

Agarro a maçaneta do dormitório, rezando para não ver nada estranho.

Abro a porta, me deparando com Noah tomando chocolate quente com um garoto alto e pálido, ele não era maior que eu, mas era mais bonito, com certeza.

 

- Oi – Noah se levanta, enquanto o garoto permanece sentado.

 

Que jeito mais estranho de passar a noite com um garoto. – Penso.

 

- Oi Noah, “quem é a vítima”? – Sorrio.

 

- Vítima? Pelo contrário, estou aqui por livre e espontânea vontade. – Ele levanta e se curva.

 

- Ah, vamos esquecer essas formalidades aqui, somos todos amigos. Prazer, Oliver. – Estendo a mão para cumprimenta-lo, não recebendo nada em troca.

 

- Prazer, Demétrio. – Ele não tinha expressão alguma.

 

- De.. Demétrio? – Me viro para Noah. – Aich, você colocou o nome do seu namoradinho no seu achado, que meigo! – Digo irônico.

 

- Acredito que nosso relacionamento seja algo mais forte que isso. Certo ?!

 

- Já nos vimos antes? – Perguntei.

 

- Certamente.. Não.

- Hm.. – Observo Demétrio atentamente, quando uma imagem perturbadora toma conta de minha cabeça, acompanhada de um cheiro ruim e uma voz perturbadora – AhmeuDeusdocéu, MAS QUE PORRA É ESSA NOAH?

 

- Nem eu sei como explicar.. Digamos que ele estava conservado até demais. – Ele ri.

 


 


Notas Finais


Se vocês não gostarem, por favor, me avisem.


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