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História Demissão...ops! - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Demissão?


O diretor chegou em cima do palco, olhou para alguns conjuntos de pessoas do primeiro dia, naquele colégio, muitos entendem que é a primeira tentativa, por exemplo professores darão a primeira aula de suas vidas, alunos terão os primeiros anos de ensino médio e o direito terá o primeiro dia, sendo dono de um colégio, é uma responsabilidade enorme para ele.

O diretor pegou a borboleta de gravata, subiu um pouco para baixo, deixou o microfone, acomodado, deu um sorriso, falou:

- Seremos amigos dos alunos, neste universo, aonde jamais seremos igual aos creiamos do livro de Gabriel. Dias...

Os professores não prestavam atenção, eles conversavam entre si, os alunos, mais ou menos, mas o direito ainda sentir-se-ia poderoso, permanecendo falando sobre o assunto:

- Seremos seus amigos, tanto que criaremos 6 grupos: Donos do mundo (A); Rebeldes (B); Religiosos (C); Vida loka(D); Perfeitos (E); Livres (F); Sad Boys (G).

Os alunos aproximaram-se de um homem que dava cartas para eles, todos olhavam encantados, aquela magia, meio que acertava ao qual grupo eles pertenciam, voltaram ao local, um professor pegou o microfone firme, tentou dizer "Eu sou professor de vocês..." mas neste microfone bugou, ele de estranha, um aluno tirou foto daquela situação, colocou em seus favoritos para ter separado como chantagem.

O professor permaneceu falando "Chamo-me Gbel, tenho certeza que alguém tirou foto, mas se tirou, saiba, quem enviar e eu saberei, dar-me-á o celular aberto. Caso não sejam obedientes serão castigos, mas o meu castigo é o pior de todos."

O aluno ficou zangado, percebia que aquele professor não era fácil, mas sim, um dono do mundo, ele tinha cultura, tinha o pensamento correto, parecia que estava um passo a frente, então ele tentou esconder-se.

O professor observou aquele aluno, mas ficou calado, lá em cima, olhando ele que possivelmente daria muito trabalho, deu o microfone a professora Lau.

A professora Lau era diferente, um sorriso no rosto, uma flor no cabelo, a roupa quase nua, o boné, parecia um tumblr, mas era uma professora, ela começava a cantar, dançar, dizendo seu nome, sua matéria, entre outras coisas, era visivelmente perceptível seu clã, o clã livre. Quando entregou o microfone, a sala bateu palmas, era se jogou, foi tão louco que ninguém acreditaria que aconteceu na vida real.

O professor Beacker pegou uma caneta, puxou o quadro de desenho, desenhou um caixão, escrito eu, ele pegou o mesmo desenho copiou colocou em uma tela, escrito minha família. O professor era o clássico emo que chora, mesmo a vida, sendo perfeita, dizendo que seus pais morreram, mas estão vivos. A tristeza na verdade é sua maneira de zoar e de se expressar.

A sala ficou em silêncio, até que para quebrar o gelo, Enzo pegou o microfone, gritou "Algo melhor já morreu, o poderoso Marx." A sala riu, meio que contra a vontade, achando aquele professor, com um senso humor negro alto, não possível que ele seja de nenhum dos dois grupos restantes, então ele falou "Sou professor de Humanas, nesta linda oportunidade, dada pelo colégio para minha pessoa, eu estou contente, pelo meu sucesso, mas negar-me-ei, dizer novamente, pois acredito que ele é perigoso. Vamos para sala, depois que o Professor falar sobre ele."

Professor pegou o microfone "Eu sou o professor de exatas, podem chamar-me de Professor, mestre, Senhor. Professor ou qualquer nome assim, sem intimidade, eu desteto, não quero ser seus amigos, quero ensinar e vocês devem ouvir-me, somente. Não direi muito, pois o que falei, já é suficiente, então calem-se na minha e tudo ocorrerá bem, caso contrário, serão expulsos. Eu agradeço pela atenção."

Os professores até os que conhece ele sentiram medo, os alunos sentiram medo ou raiva, mas um ou outro acreditaram que ele era humano, apesar daquela marra de cruel, de malvadão, aí meu Deus. Ele não é um santo, talvez muito diferente disto.

O professor, sem nome, chegou na sala, ordenou "Deixem os celulares aqui!" Apontou pelo dedo, a sua mesa, perguntou "Qual o nome de vocês?" O primeiro da fila a mesa do professor, começou a falar "Thal..." o professor interrompeu "Foda-se, ninguém quem saber." Thalles olhou para o professor, com raiva, mas não podia nada, perguntou "Posso ir ao banheiro?" O professor respondeu "Não." Thalles levantou, saiu da sala, foi direto a sala do diretor, não escutou o professor "Você saiu, sem a minha permissão, farei uma visita a sala do diretor, por sua causa."

Os alunos fingiram não ter celular, o professor observou o comportamento da turma dita como santa, então comentou:

- Quando olham para vocês, pensam que são responsáveis, mas aparentemente não são. Os alunos devem respeito ao professor, mas vocês, os santos. Não dão, claramente temos grandes esperemos mais dar vocês. Podem ficar, com os seus celulares.

Tyrriaã levantou a mão em uma velocidade rápida, começou a falar em alto tom, mas lento, parecia que estava brincando, com a cara do professor, parecia que estava bêbada:

- Professor, podemos criar o grupo da sala?

Professor deu um sorriso, afinou a voz, olhou, com cara de cachorro para a aluna, respondeu:

- Claro que pode, a final está aula, nem é séria? Façam está pagina, está, está...

15 minutos depois:

- e está. A aula acabou, façam em casa.

A sala estava chateada, queria a expulsão do professor, mas precisavam de alguém, com atitude para isto, então Thalles falou "Garela, os rebeldes podem nós ajudar nesta, vamos pedir o apoio deles."

Linda, com um pouco de timidez, chega perto dele, fala em seu ouvido, não preciso dizer que foi sussurrando "O que você fará? Como irá pedir? Todos precisamos saber." Thalles olhou para ela, percebeu a preocupação, então falou "Eu irei ajuda-los, assim como ajudar-me-ão, valer-lhe-ão a pena? Será feito pelo whats, eu enviarei a conversar, assim nós iremos dialogar, com eles, com um representante."

Eles acalmaram-se, Thalles colocou a mão no meio, assim como os outros colocaram um em cima da outra, no final, estavam dispostos, a unir-se.

Thalles pegou seu caderno, correu para sala A, queria conversar, com qualquer um que visse, o primeiro por seu azar foi Persum, os dois olharam-se, Persum deu um sorriso amigável, perguntou "Você é de que sala?" Thalles deu um sorriso, colocou as duas mãos para trás. Persum perguntou "Você é da sala E?".

Um tempo passou, ele estava calado, sem dizer, nem se mexer, mas Persum perguntou "Você é E, bem eu sou A, espero ajuda-lo." Persum queria ser amigo de Thalles, pois seria uma maneira de chegar perto de um dos lideres. Persum desceu as escadas, enquanto comentava

- Os humanos normalmente descem rápido as escadas, querendo chegar em algum lugar, mas por que?

Thalles olhava para Persum querendo saber das respostas, enquanto o orador foi em direção as mesas de xadrez e dama. Chegando lá ele continuo falando "Os enxadristas tem ração em descer rápido, creio eu, pois não é todo mundo que joga naquele dia, inclusive é um esporte individual, mas e os populares, impopulares, meio-termo, gente normal como eu e você."

Thalles abriu a boca, sabendo que estava no momento certo de falar "Acho interessante a sua opinião, mas preciso pedir um favor?" Persum olhou para ele, com uma cara de desprezo, sabia que não era uma boa ideia, pedir nada a ele, mas disfarçou, com a sua marca registrada, o sorriso que encanta todos os mares.

Persum sentou na mesa de dama, junto, com uma garota "Diga..." falando com as mãos e com a boca em igualdade, fazendo os dois completarem-se. Thalles deu um sorriso, desconfortável, perguntou "Mano, você não tem medo que pensem sobre... Você sabe?" Persum sabia que aquele esporte era feminino, mas ele não dava importância, a final, a fila era enorme, a garota jogava profissionalmente, enquanto Persum jogava em um jogo de sacrifícios.

Thalles olhava para aquela arte sentia admiração, jogaria, caso a sociedade não tivesse imposto um limite, incomodado, Thalles perguntou "Poderia dar o seu número" Persum jogava Blitz contra a moça de 5 minutos, então não perdeu a concentração, mas deu um terceiro sorriso, falando o seu número, ele repetiu. Persum só tinha 1 minuto no relógio, quando havia acabado aquilo, então falou:

- Poderia sair?

Thalles saiu, Persum perdeu o jogo para garota, mas deu a sua mão como um gesto amigável. Thalles foi comprar o lanche, enquanto um som de homem era ouvido, cada vez mais alto. Thalles não se importava, com aquilo, mas uma vibração estranho aproximou-se de seu rosto, quando virou, lá estava era Persum que disse "Mano, amigos?" Thalles deu a mão.

Passou uma semana, desde aquilo acontecer, todos estavam calmos, exceto um sujeito que acreditava, não haver segurança, caso o professor, sem nome ser demitido, então ele visitou a sala do diretor, quando bateu na porta.

O dono do colégio sabia que havia problemas, mas tentou se acalmar, olhou para o arredor, ele abriu a porta, respirou de maneira profunda. Persum tocou no ombro, olhou fixamente, falou "Deve ter medo, mesmo." Deu um tapinha no ombro.

Persum pegou o copo, começou a mexer para sua direção, com a mão direita, a luz estava clara, naquele local, mas Persum fez questão de desligar uma das luzes, depois sentou, colocou o braço até o meio da mesa, a mão invadia um pouco do espaço do diretor. O seu celular chegava a tocar no computador, ele falou, com uma voz firme "Quer olhar está imagem comprometedora para o colégio?"

O homem tentou responder, mas não conseguiu, então puxou o braço dele para trás, tentando tirar o incômodo. Persum deu um sorriso, fingiu que mexer no celular, falou "Eu vou postar, não quer olhar primeiro?" O diretor olhou, mas não primeiro, olhou tarde demais, após ser postado o vídeo, ao qual os alunos xingavam Professor. Chatolino.

O diretor, publicou no site da sala que tais atitudes, não seriam perdoadas, os alunos da sala D. O que gerou um conflito inimaginável, agora os Vida loka estariam putos, com os donos do mundo, pois acreditavam que era um deles, tentando ameaça a escola, publicou este vídeo.

O diretor tomou outra atitude, deixando o fim na história da arrogância dele. O fim do professor, secretamente mandou um cheque, ao se defender, pois teria uma audiência, com os pais alunos da sala D e o dele.



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