História Demon - Imagine Jeon Jungkook - Capítulo 17


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtanboys, Bts, Cativa, Demon, Demonios, Diabo, Exofilia, Fanfiction, Fantasia, Hell, Imagine, Inferno, Jeongguk, Jimin!demon, Jungkook!demon, Kpop, Masoquismo, Minyoongi, Mitologia, Namjoon, Sadomasoquismo, Sexo, Sobrenatural, Suga, Universoalternativo
Visualizações 698
Palavras 1.625
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


♡ BOA LEITURA♡

Capítulo 17 - Aliado


Fanfic / Fanfiction Demon - Imagine Jeon Jungkook - Capítulo 17 - Aliado

17. ALIADO


No dia seguinte ao anoitecer, estava na sala do trono bucando tudo o que Seulgi disse que seria necessário para se fazer o ritual para entregar literalmente meu fôlego e vida para o demônio, que antes o medo e o asco predominavam cada vez que olhava para este, agora tudo era transformado em um forte sentimento de respeito e amor.


Tomei o cálice dourado e o livro de magias em um armário alto que tinha ao lado do trono do Jeon Jungkook, e que agora estava nas mãos de Park Jimin, no entanto isso não iria perpetuar, pois seria capaz de tudo, e de ir contra todos para defender quem amo. Assim, guardei em meus braços e os prendi junto ao meu corpo, correndo para fora daquela sala antes que fosse interceptada por um dos demônios aliados do Park.


Ao passar pelo corredor que me levaria para o calabouço, senti duas mãos fortes me puxar e me agarrar por trás, o cálice e o livro pesado caíram sobre o soalho provocando um ruído alto e que ecoou pela parte inferior da casa rapidamente. Ambas das mãos de um homem me transportam para um cômodo onde desconhecia a localização, e este acende uma das tochas, revelando ser Yoongi, aquele que não via á alguns dias desde que cheguei no casarão.


— Min Yoongi? Está ao lado de Jimin não é? Saiba que já sei de tudo o que planejaram! Eu não deixarei que matem o Jungkook.


— Então... Isso é verdade? Eu não sabia de absolutamente nada á alguns dias. Jimin está no lugar do meu senhor? Ah, claro. Eu sempre soube que ele tinha um rancor de Jeon Jungkook. — Ele balançou a cabeça consternado por ter descoberto, e meu espanto foi grande por sua neutralidade em relação à isso. 


— Não tente me enganar, não há como você não ter apoiado aquele canalha. Todos estão aliados á ele para derrubar o seu senhor.


— Eu não soube de nada, eu retornei hoje para o casarão, e quem me disse tudo foi Seulgi. Ela estava certa.


— Ela permaneceu aqui, mesmo depois de ter sido expulsa pelo traidor do Park Jimin. Seulgi abriu meus olhos em relação à ele. 


— Temos que derrotá-lo, de alguma forma ele está mais poderoso que o Jungkook, e ficará muito mais quando o aniquilar.


— Não podemos permitir que ele o faça, então eu me propus à fazer o pacto da Unificação de almas. 


— Como? Você não pode se tornar um demônio! É uma humana ainda. Sabe, que nunca mais poderá ir á Terra ver seus pais, e muito menos poderá sair do Hades... E, se Jeon Jungkook morrer, ou adoecer isso recairá sobre os dois. Vocês vão compartilhar o mesmo coração, a mesma alma, um único espírito.


— Eu assumi os risco disso, e assim o farei o quanto antes.


— Tem certeza? Pense bem. — Continuou tentando me desanimar sobre isso, e se aproximou de mim.


— É o que mais fiz, eu apenas o amo tanto que sou capaz de qualquer prova de amor.


— Podemos fazer isto de uma maneira mais trabalhada e organizada, não se precipite. 


— Não posso ver o meu amado naquele calabouço nem um dia á mais!


— Use a Unificação como uma última alternativa, isso não á volta. Estará pressa á um Espírito demoníaco para o resto dos seus dias. Há outras formas, como matar Park Jimin, quando este estiver desprevenido. Podemos o atacar sigilosamente.


— E, quem me ajudará com isso? 


— Eu irei. Mesmo que o Jungkook, esteja poderoso. Ele sozinho não pode enfrentar um Hades inteiro, pense! Há centenas de Demônios ao lado do Park Jimin, que ousaram matar o Jungkook no momento que ele ordenar, se fará uma Guerra infernal contra um só.


— Eu não havia parado para pensar nesses pontos... talvez, eu deva o alertar sobre isso.


— Ele quer fazer esse pacto? Eu sei que ele deve estar relutante sobre isso, mas quer retomar com seus poderes.


— Sim, de princípio ele não aceitou.


— Olha, temos que fingir que estamos apoiando ao Jimin, e só assim devemos atacar aquele demônio imprestável. No entanto, isso deve ser calculado e racional.


— Tem razão Min, eu confio em você assim como o seu senhor. Agora eu tenho que dizer isso ao Jungkook. — Virei-me indo até a porta, mas o Yoongi puxou-me com robustez e me fez permanecer no cômodo que era iluminado por uma única tocha de luz.


— Não vá, pode ser perigoso se alguém lhe pegar. Há dezenas de Demônios pelo casarão. Eu irei até o calabouço e vou dizer tudo á ele. 


— Está certo. — Sorri, e não demorei em abandonar o local.


                       ....


Alguns dias se dispuseram a passar lentamente, essa sensação de letargia me dominava dia após dia. As investidas grotescas do Park para que nos unissemos ficava pior, inclusive na noite anterior foi difícil escapar de seus braços durante o jantar, agora sim eu sabia que este não é o homem que amo, e que todas as vezes que o olho sinto um ódio cobrir todo o meu peito, a vontade de ceifar sua vida com minhas mãos fica ainda maior ao vê-lo com os mesmos olhos e traços do meu amado, ele mente descaradamente, como se o remorso pelo que faz não o atingisse nem um pouco.


Caminho pela área dos jardins, eu sentia falta de cada beijo, cada abraço e das carícias cálidas do Jeon, não precisávamos de Unificação para que eu sentisse que lhe faltava o mesmo que para mim, éramos um só coração, e a saudade rasgava-me de dentro para fora com uma descomunal forma.


Sento-me em um banco de madeira fitando as gardênias que estão muito cheirosas, eu mantinha aquele terreno em bom estado enquanto Seulgi não saía do Calabouço por nenhum segundo sob meu comando. O Yoongi tinha se 'aliado' ao Park para que pudéssemos conseguir a vingança contra ele, e além disso o louro sempre me informava sobre o estado do Jungkook, por meu pedido.


O nosso lugar de encontro as escondidas era sempre em frente ao canteiro das minhas flores preferidas. E, neste momento o esperava ardentemente. Estou ansiosa para o ver como uma vez na semana faziamos para não levantar suspeitas.


— Estava me esperando? — Vociferou o Louro me dando um grande gosto ao visualizar sua face clorotica. Levantei-me do banco de madeira, o abraçando pelo torso mais alto, envolvi minhas mãos ao redor de sua cintura afogando meu rosto na linha do tórax do louro, que pouco retribuiu, sim, ele parecia detestar essas demonstrações de afeto da minha parte. — Não pensei que ficaria tão feliz assim... — Pirragueou, tossindo á seco.


— Me perdoe o abraço, é que você se tornou a única alegria que tenho nesse lugar ultimamente. Quando começaremos á agir?


— Calma, eu ainda estou tentando saber os planos do Jimin. Parece que o seu casamento espiritual com ele... Não demorará tanto. Porque disse á ele que queria se entregar novamente apenas quando se cassassem? Agora ele quer isso mais do que qualquer coisa.


— Não tive escolha. Queria mesmo que eu deixasse aquele demônio imundo me tocar? 


— Claro que não! — Disse em um tom enraivado, o que me espantou com sua reação ao mencionar esta possibilidade. — Quer dizer, seria ruim para o Jungkook, ele odiaria isso. Pois te ama com todas as forças que ainda o resta.


— Então, quando devemos agir?! Eu não tolero mais ter que conviver com o Jimin, sabendo de toda a verdade.


— Vamos agir, por hora estamos indo muito bem. 


Ele sentou-se no banco e eu o acompanhei nisso. Segurei suas duas mãos e as juntei, olhando fixamente para os orbes negros do Min, este me retribuia na mesma intensidade, podia observar como sua língua sela ambos dos lábios, molhando-os como se pensamentos positivos pairassem em sua mente.


— Eu confio que fará tudo do melhor modo.  Mas não há como eu ver o Jeon?


— Eu disse que não. Sabe o risco de alguém te ver indo até o calabouço? Pode colocar sua vida em risco, e todo o esforço nosso pode ir por água abaixo.


— Está bem, eu não falarei mais sobre isso. É, que a saudade está dificil de suportar. Eu sou a escolhida dele, sabe disso.


— Pare de pensar muito nele, e se concentre no plano.


— Nunca amou alguém? — interroguei,  e este soltou minhas mãos pequenas das suas maiores. Ele cortou o olhar que tinha-se estabelecido, e voltou a fitar-me com um olhar desconcertado. Por sinal, ele havia amardo uma pessoa em especial, porém ele parece um tanto desconfortável sobre esse assunto.


— Tenho que ir agora. Jimin está me esperando na sala do trono. — Rogou entrecortado, ele se ergueu velozmente preenchendo os bolsos da calça escura.


— Antes me responda Min, nunca teve sequer um sentimento? — Yoongi desvia o olhar para o chão, engolindo a seco e regressando com suas íris para minhas órbitas.


Deu passos para frente, e ficou mais perto, sua boca se entreabriu, mas sua resposta foi inaudível pois ele se negou a sentenciar algo. Todavia, tomou ar para os pulmões e declarou:


— Bem, eu tive um amor à primeira vista. Mas nunca á sorte de ter uma chance com ela.


— E, de quem se trata?


— Isso não te importa. Melhor seria se voltasse para os seus pensamentos românticos ao invés de ouvir um demônio deprimente como eu. — Seu tom ficou frio, e ele obteve um olha mais retido.


— Se um dia quiser, com muito gosto ouvirei um demônio deprimente. 


— Quem sabe um dia. — Deu de ombros, e rodou os tornozelos saindo do Jardim, para possivelmente retornar á sala do trono, segundo ele.


Agora, me interessou saber á quem os sentimentos de Yoongi pertencia, e com aquela dúvida permaneci pois não acredito que o Min falaria novamente sobre o caso.




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