História Demon - Jeon Jeongguk - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtanboys, Bts, Cativa, Demon, Demonios, Diabo, Exofilia, Fanfiction, Fantasia, Hell, Imagine, Inferno, Jeongguk, Jimin!demon, Jungkook!demon, Kpop, Masoquismo, Minyoongi, Mitologia, Namjoon, Sadomasoquismo, Sobrenatural, Suga, Universoalternativo
Visualizações 3.780
Palavras 1.714
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Lana del rey_ Carmen

Olá♡ Espero que gostem da minha nova fanfiction do Jungkook! Muito obrigada de antemão por todos os futuros favoritos!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Demon - Jeon Jeongguk - Capítulo 1 - Prólogo

Prólogo

    

[...] Os olhos oblíquos do homem de quase quarenta miram minha face ainda corberta com um capuz negro, apenas minha boca é visível por JungWoo, aquele que estava debilitado em minha frente. Ele me encara do chão que está prostado com ambos dos joelhos pregados no piso.

O dia está mais nublado do que o normal no Hades, a minha sala continha emblemas do casarão. Jóias preciosas, Ouro e prata. Todas as riquezas que o submundo poderia usufruir. Sob minhas leis tudo regia, no mais harmonioso equílibrio.

— Por que veio me procurar homem? — serpenteei sua expressão de medo, misturado ao espanto de estar no Hades. Um mundo paralelo ao seu, mas que foi obrigado a conhecer porque estava visivelmente precisando de mim. Quem em vida e em sã consciência desceria até o inferno por simples prazer?

— Eu preciso da sua mão poderosa senhor. Vós criaturas espirituais têm o poder para curar quaisquer enfermidades! — seu tom foi de súplica e aproximou seus joelhos ralados para mais perto, agarrando com as mãos meus tornozelos. — Estou sofrendo com úlceras por todo o corpo. Minha pele está tenebrosa, não posso sair de casa. — tossiu e revelou seus braços com feridas nojentas e malcheirosas.

Ergueu seu rosto olhando-me com coragem, talvez tentasse ver meu rosto coberto pelo capuz escuro de linho.

— JungWoo, eu sei para quê veio. Limite-se apenas em dizer como pode me pagar. E devolverei o que lhe é mais importante. — dei uma risada fraca e sombracelhei sua caranca abatida.

— Minha casa é tudo o que eu tenho senhor. — disse mentirosamente desviando seu olhar para meus pés vestidos com o tecido longo.

— Eu não estou falando de bens materiais, você sabe o quê eu quero. Uma casa na terra me valhe de quê? Eu quero a sua maior preciosidade. — resaltei minhas falas para que ele se desse conta que mencionava sua filha que ainda está na barriga de sua mulher.

— Você fala sobre minha esposa?

— Basicamente de quem está dentro dela.

— Você pretende levar a minha filha? Quer ela para ser sua escrava no Hades?! — soltou a barra da minha roupa, e se moveu para trás arrastando-se pelo chão, assustado.

— Eu a quero para mim, sem a garota não há acordo. — me levanto da espécie de trono que fica no centro da sala entre duas colunas altíssimas de gesso. — Tens pouco tempo de vida, eu tenho a fórmula para que você viva tranqüilamente por mais sessenta anos. — ando para perto do homem que arrastava-se para trás a cada passo que dava em sua direção. Respirando descompassado, seus olhos estavam arregalados.

Tiro um contrato de minha mão em um estralo de dedos, o papel com bordas amareladas e envelhecidas surge, e na destra uma caneta antiga com um tinteiro.

— Eu conheço todas as coisas e pessoas são à minha especialidade. Você tem um egoísmo e maldade no seu coração. Outras pessoas estariam rezando nas igrejas, pedindo à Deus para lhes trazer a cura. Mas você procurou-me sem hesitar. — me escutava com absurda atenção e erguia seu tronco aos poucos pegando a caneta com as mãos trêmulas o bastante para indicar seu medo de estar neste lugar hostil.

— Eu apenas quero minha saúde de volta, preciso criar minha filha. Isso é apenas...

— Por você! não se importa com nada. Não me engane, você não é o primeiro que vem até mim com o mesmo argumento sentimental. — cortei o que dizia imediatamente e coloquei sua mão por cima do tratado.

Ele então engoliu em seco, limpou a garganta mais outra vez e assinou a linha do acordo.

Suas úlceras visíveis iam desaparecendo no mesmo instante, ele estava curado e seu sorriso alarguecia-se a cada mancha que sumia da sua derme afetada. Suspirou e verificou se não havia mais nenhuma marca da sua terrível doença.

— Meus servos te enviarão para a saída do portal. — sorri satisfeito e removi o contrato já selado dos orbes com algumas rugas aparentes do homem.

— Estou curado! — exclamou pondo as mãos sobre seus olhos e as examinando como se tivesse acontecido ali um grande milagre, que para mim, era algo simples de fazer.

— Nunca se esqueça, tudo o que os demônios dão, eles cobram em dobro. — ri malévolo, de forma frívola Jimin o Incumbus e Yoongi meu braço direito no Hades apareceram e puxaram o homem pelos braços, tirando-o imendiatamente da minha sala.

O contato humano com os demônios deveria ser curto e rápido pois se Jungwoo ficasse ali por muito tempo começaria a ter alucinações, delírios graves como se estivesse possuído por uma criatura demoníaca. [...]

×××

Depois da ida do homem, visito sua filha todos os anos, do nascimento à infância. Atualmente vejo seu progresso, mesmo que o tempo não passasse para mim, eu estava muito ansioso para ter uma companheira e serva. Tenho certeza de que ela será a mais bonita de todas quando se tornar uma mulher e vier aos dezoito anos morar comigo no Hades.

Naquela tarde ensolarada, os ventos fortes batiam contra os cabelos negros da garota de doze anos, ela brinca com suas duas colegas distraidamente na frente da sua casa, onde não há nada por perto. São pequenas casas situadas em uma grande região onde há uma Fazenda de faixada branca onde a menina almejava adentrar um dia.

O velho JungWoo pensava que ser um caseiro em um lugar afastado onde nada se tinha além de plantações de arroz, poderia livrar-lhe do seu contrato comigo — nem a sua morte agora me impediria de levar sua unigenita para o meu "lar doce lar" —.

Dessa distância, averiguo o semblante alegre da bela menina, ela corre de um lado para outro no relevo onde sua casa se situa, respiro profundamente, ando com as mãos no bolso para perto de uma árvore acolhedora, provavelmente uma Oliveira.

Suas amigas entram para dentro da sua casa correndo, nos brincos de criança e ela me percebe imediatamente. Minhas costas estão reencostadas na árvore alta e eu a encaro. A menina limpa os olhos e me fita assustada — apenas ela me via, me ouvia e sonhava comigo quase que todas as noites, mas nunca tínhamos sequer trocado uma palavra — ela caminha, no entanto sua mãe a chama e vem até ela, não entendendo do porquê sua expressão ser de espanto.

Aquela vicissitude tinha a chocado pela segunda vez.

— O quê se passa contigo garota? — traqueja tocando o ombro da mais baixa e suspira mantendo o silêncio de sempre. Ela sabe que nunca acreditariam se ela contasse que me vê.

— Nada, omma. Apenas pensei que vi um animal subindo pela árvore. Imaginei... que era uma cobra, mas pelo visto me enganei. — estendeu a face à mãe e soltou um suspiro, fechando seus olhinhos e limpando seu vestido azul claro que havia se sujado com barro ao brincar pelo prado verde. 

— Está vendo coisas outra vez? Sabe que seu pai não gosta disso.

— Eu disse que não vi nada. — travou a mandíbula, rangendo os dentes.

Ignorou a mulher e entrou para dentro da casa. A mãe continuou, me encarando, no entanto ela não conseguia me enxergar, pois não tinha a dado um dom de ver as coisas do submundo.

×××

Frequentemente retornava ao mundo superior para verificar o progresso da minha escolhida, que me foi prometida por JungWoo  que sabia exatamente, que quando a garota completasse seus dezoito anos a própria me serviria até o fim de sua vida como pagamento pelos favores que prestei a ele: Eu tinha salvo a vida de seu pai quando esteve enfermo.

Egoistamente, ele tinha vendido a sua única filha a um demônio cruel, vulgo eu.

De ano em ano, eu acessava o mundo superior para contactar a bela jovem, que aos poucos ia se desenvolvendo.

Como tinha deixado claro, tudo o quê os demônios dão, eles cobram em dobro, não somos da paz e da justiça como os anjos. Por isso estamos sempre naquele lugar hostil vivendo sobre as leis do pecado.

Agora estou a passos lentos e silênciosos no quarto onde as janelas entreabertas e as cortinas brancas são levadas com o vento tempestuoso que insiste em invadir o lugar. Olho para a garota que dorme solene, nem mesmo um dia eu pude tocá-la. isso é um fato que me enlouquece, pois estou cheio de desejo pela pele tão lisa e cheirosa da garota alva.

Apenas a observo dali velando seu sono profundo, a menor descansa silenciosamente, ora vira de um lado para o outro, ora se torna imóvel sobre a cama. Eu não posso oprimir nenhuma alma viva para que seja minha e que dê seu corpo para meu deleite. - infelizmente -.

Sei que agora ela tem sonhado comigo quando estamos perto e nos conectamos de uma forma incrível. Em seus sonhos quase todas as noites estou e um dia ela conhecerá aquele homem que tem um olhar profundo, intenso e explícito, e que ele não é somente fruto da sua fértil imaginação.

A menina sempre teve uma certa fixação pelo desconhecido sobrenatural. Mas mal desconfia que a própria daqui um tempo terá de servir apenas à mim e morar junto à Jeon Jeongguk para o resto dos seus dias.

Rodeio sua cama, seu perfume de lavanda silvestre está por toda a parte. Aquela sensibilidade toma todo o quarto, mesmo que a sua personalidade desde de pequena fosse algo que adimirasse por ser extremamente determinada e forte, sua face era de fato como uma fruta doce e singela.

 Escorrego os dígitos pela cabeceira da cama e desço meu olhar, para seu rosto que é banhado pela luz da lua que bate suavemente diante de seu nariz e lábios, estes que são como que, desenhados por um pintor da arte bizantina.

— Eu não vejo o momento de você ser minha em todos os sentidos, logo seu corpo será meu para sempre. — suspirei sorrindo pleno a ver como ela era linda, delicada. — Eu sei que o tempo está à meu favor, com relação a isso, mas estou impaciente para te ter em meus braços. — murmurando sobre a garota, fitei-a com profundo desejo.

Eu havia esperado por dezesseis anos, e esse tempo está esgotando-se ... finalmente iria ter a frágil menina pra fazer com ela o que quiser. Eu iria mostrar algo além dos seus limites e nada jamais poderá afastar-me da minha escolhida, nem mesmo a morte!


Notas Finais


Se gostaram apenas do prólogo imaginem a safadeza que será ao longo da fanfiction? Hahahaha
Anseio que vocês comentem e favoritem bastante! Vou responder cada um no devido tempo! Beijos♡


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...