História Demon Sexual - Imagine Jeongguk - Capítulo 17


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Anjos, Ciprianolunafanfics, Demonios, Hetero, Imagine, Jeongguk, Sobrenatural, Suga
Visualizações 2.166
Palavras 2.373
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olaa, como vocês estão? a a fiquei muito feliz com os comentários, não pude responder porque ainda não tive tempo, mas prometo responder os próximos. Eu li tudo <3

Capítulo 17 - Get to know hell


Fanfic / Fanfiction Demon Sexual - Imagine Jeongguk - Capítulo 17 - Get to know hell

                                      “Sua lembrança mais doce é aquela que te condenará”


 

Jeon…

 

Sussurrei  seu nome com pesar, me sentindo tontear com todas aquelas informações. Demorei alguns minutos tentando absorver tudo, enquanto ele ainda me encarava nervoso e cheio de expectativa. Algo dentro de mim gritava em alerta me enchendo de pensamentos negativos. Eu tinha medo de acabar perdendo-o de vez, nada era garantido e isso me deixava aflita.


 

— Sei o que está pensando… — Suspirou, se acomodando em uma cadeira. — Nada é garantido, e eu sei disso! Só que eu preciso tentar ou então definitivamente preciso que me esqueça, assim como terei que aprender a te esquecer.



 

— Não me fale uma bobagem dessas. — Rebati impaciente, desligando o forno e nem ao menos me importando com a fome que sentia a minutos atrás.— Depois de me fazer te amar não tem como se livrar de mim.



 

Ele gargalhou fazendo com que meu medo se esvai-se, me deixando desestabilizada e relaxada, como se sua risada fosse o remédio para todo loucura em minha cabeça. Encolhi os ombros, acompanhando-o e tentando visualizar como seria as coisas com Jeongguk sendo humano, ele podendo sair comigo sem temer e viver uma vida totalmente nova e sem restrição, sem ter que se sobrecarregar com dois universos diferentes.


 

— Quando você virar humano, já pensou nisso? — Indago, andando em sua direção.



 

— Um milhão de vezes. — Sorri, segurando em minha cintura e me ajudando a ficar em seu colo.



 

— Não tem medo disso? Aqui na terra você não será mais o Senhor Luxúria, não será mais um rei.


 

— Eu não escolhi ser um demônio, _____. — Revela, deslizando a mão por dentro da parte de trás da minha camisa, acariciando minhas costas. — Mas sempre convivi com vocês humanos, tanto indiretamente como diretamente, e vocês são perfeitos, Deus concedeu aos humanos o livre-arbítrio, coisa que nenhuma outra espécie tem. Apesar de muitos humanos não se importarem com a graça que lhes foi dado. Nós demônios, invejamos a raça humana.




 

— Isso foi forte.



 

— Para mim será uma honra se eu realmente me tornar humano. — Murmura, espalmando as mãos em minhas costas e me puxando cada vez mais perto. — E puder fazer você feliz.




 

— Você já me faz feliz, Jeon.



 

O brilho nos olhos dele me encanta e já não consigo estender o assunto por mais tempo, puxando ele e iniciando um beijo apaixonado. Sua língua desliza sobre a minha e suas mãos caem ao redor de minhas coxas, apertando, tocando. Temo que essa seja nossa despedida e tento ao máximo adiar esse momento, relutando contra a vontade de respirar. Jeongguk acaricia minha bochecha, me afastando lentamente de si. Ele me olha sereno e limpa uma lágrima solitária que escorre do meu olho, eu me sinto uma adolescente nesse momento.



 

— Isso não é uma despedida, eu volto pra você. — Sussurra com firmeza, como se estivesse tentando se convencer de suas próprias palavras. — Eu sempre volto.



 

— Eu estou com tanto medo de acabar perdendo você.



 

— Não vai. — Afirma, com o olhar faiscando. — Eu preciso ir agora, ou trarei mais problemas.


 

Demoro alguns segundos olhando bem no fundo daquela imensidão acastanhada, me perdendo naqueles faróis que me revelam tantas coisas sobre ele. Quando me dou conta de suas palavras, saio de cima e me sinto murchar por dentro, sentindo falta de seu calor, mas não posso prendê lo a mim.


 

— Jimin está cuidando de tudo e sinto que ele precisa de mim agora, então eu tenho que ir.



 

— Tudo bem. — Afirmo com a voz trêmula, sentindo uma imensa vontade de chorar. — Quando vamos nos ver novamente?



 

Meu olhar procura o dele enquanto o vejo se aproximar.



 

— Daqui a uma semana, eu preciso ver se Jimin conseguiu dar conta do trabalho e se alguém sentiu minha falta, depois eu vou em busca de me tornar humano.



 

— Sentirei saudades. — Confesso, abraçando-o.



 

Ele me recebe de bom grado, retribuindo da mesma forma e sussurrando em minha orelha:


 

— Eu também, meu amor.


 

Eu me despeço dele com um beijo acalorado e cheio de sentimentos conturbados, e quando ele se afasta e some lentamente, deixando para trás apenas o ar gélido, sinto como se uma parte de mim acabasse de ir junto a ele e tento me convencer de que esse é o melhor pra nós dois.


 

     Deito na cama, enrolada nas cobertas e na solidão daquela noite, sentindo o sono cair sobre mim, o dia foi exaustivo. Fecho os olhos a tempo de ver uma figura distorcida perto da janela, mas o sono fala mais alto e me convenço de que aquilo é apenas um delírio de minha mente.



 

[...]


 

                                                                        Lilith


 

Esperei pacientemente até que Jeongguk fosse embora, deixando a humana sozinha e frágil para trás, ele nem se importava em colocar alguém vigiando ela e isso só facilitava tudo.

Me espreitei em seu quarto, na forma de sombra, enquanto assistia ela melancólica tentando relutar contra o sono, mas a noite foi longa e ela não tinha motivos para ficar acordada, então depois de alguns minutos ela adormeceu.

 

A ordem de Namjoon era clara: “pegue-a quando estiver dormindo e não faça nada além disso, só traga ela pra mim”, mas ele sabia que eu faria algo assim que me concedeu um pouco dos seus poderes. Eu tinha os meus motivos e sabia que o motivo dele era punir Jeongguk, mas tratar aquela simples humana como se fosse uma joia rara? Isso seria inadmissível para mim e como não podia matá-la, pelo menos a faria enlouquecer e depois apagaria sua memória, apenas para que o jogo se tornasse ainda melhor.

 

Me sentei em sua cama, observando sua respiração amena e resolvi me infiltrar, plantando um delicioso pesadelo em sua mente, brincando com seu maior medo. Ela começou a respirar com dificuldade e pressionava os olhos o tempo inteiro, querendo acordar.


 

— Você vai continuar dormindo, não pode acordar na melhor parte. — Lambi os lábios, movendo minhas mãos em sua testa. — Sinta o ar desaparecendo de seus pulmões, sinta o desespero.


 

Ela começou a gritar se debatendo na cama. Eu sabia o pesadelo que estava tendo e sabia a dor que sentia. O corpo dela reagia às minhas ordens e era extremamente gracioso a forma como ela parecia desesperada, eu até poderia me apaixonar por tortura-la eternamente, mas Namjoon não me perdoaria então quando sua vida parecia ir embora, deixei que ela tomasse controle do corpo novamente e rapidamente me tornei invisível para ela.


 

Abriu os olhos, olhando tudo ao seu redor e se encolhendo de medo pelo pesadelo.


 

— Não pense que acabou. — Sussurrei, mesmo sabendo que ela não poderia me ouvir, não até agora.


 

Ela ligou o abajur e caminhou até a cozinha, acompanhei ela, permitindo que pudesse ter um momento de paz. Tomou dois copos de água e quando menos esperava comecei a brincar com sua mente.

 

O barulho dos móveis sendo arrastado, fez com que ela se treme-se dos pés a cabeça. Humanos são tão medrosos. Sorri, fazendo com que uma corrente de ar gélido envolvesse ela.


 

— Meu Deus, o que está acontecendo?



 

— Deus não pode te ajudar. — Soltei, apavorando-a de vez.



 

Seu coração parecia querer saltar da boca, mesmo ouvindo minha voz claramente, ela não associou corretamente. Seu corpo inteiro tremia e ela se esforçava para andar e vasculhar pelo local.

 

Os móveis permaneciam arranhando o chão, fazendo um barulho terrível que pra mim não se comparava a nada. As coisas começaram a cair à medida que ela olhava e os sons de pessoas gritando fez com que ela gritasse junto, correndo em direção a porta.  


 

— Você não vai embora.  — Gritei, fechando a porta, não permitindo que ela conseguisse sair.



 

— Li-lilith? — Sussurrou com a voz trêmula, agarrando o tecido da camisa. — É você?



 

A brincarei estava boa demais, porém eu precisava terminar com isso logo ou então algo poderia dar errado.


 

Me movimentei até ficar de frente pra ela, mas um pouco afastada e comecei a me mostrar, em minha forma humana. Ela parecia tentar raciocinar tudo, e da aflição em seu olhar comecei a perceber que dava lugar a atenção.


 

— Você… porque fez isso? como fez isso?



 

Me encostei na porta, trazendo uma mecha do meu cabelo aos dedos e dando mais importância àquilo do que pra ela. Humanos e suas típicas perguntas idiotas, ____ não tinha tanta graça a meu ver.



 

— Responda. — Ordenou, gritando.



 

Ergo a sobrancelha, desacreditada da maneira como ela havia falado comigo, tão insolente…



 

— Vim buscar você pra uma voltinha. — Respondi, me pondo em sua frente, analisando seu rosto impassível.



 

— O que você quer comigo?



 

— A questão não é o que quero com você — Coloco uma mecha de seu cabelo para trás, sentindo seu corpo enrijecer com minha aproximação. — Não sou eu que quero você, é Lúcifer.


 

De primeiro ela arregala os olhos e depois sua ficha parece cair, dando-se conta de minhas palavras. Suas unhas repentinamente arranham meu rosto e sinto o sangue descer do corte. Não a tempo para se pensar, ouço seus passos apressados em direção a escada e corro até ela, impedindo-a que fuja.


 

— Sua vadia, é agora mesmo que vou acabar com você. — Grito, alertando-a.



 

A ira toma conta do meu corpo e sinto meu coração se agitar no peito, a adrenalina sobe pelas minhas veias e minhas mãos encontram seu tornozelo a tempo, ainda na escada. ____, cai pela força que faço ao puxá-la e sua testa bate no degrau. O rosnado de dor é ouvido por toda casa e me sinto alimentada por vê-la sangrar.

Seu corpo está caído no chão e ela tenta se arrastar até a porta.


 

— Jeon, eu preci-preciso tan-tanto de você… — Geme, com a voz cortada pela dor.



 

Clamar por Jeon funcionava para ela como uma reza, mas nem mesmo ele podia salvá-la agora. Nanjoom havia cuidado de cada detalhe para que nada saísse de seu controle, e os poderes que havia me fornecido eram o bastante para apagar seus rastros e tudo o que acontecerá aqui.

Mordi o lábio, caminhando a passos lentos até onde seu corpo estava. Um rastro de sangue seguia ela pelo tapete.


 

— Deus, Jeon e Yoongi não podem ajudá-la no momento, meu amor. — Balbucio, colocando a cabeça dela em meu colo. — Não relute, acredite em mim tudo ficará melhor quando você acordar.


 

Ela tenta me golpear, mas está ficando tão fraca que aos poucos se entrega.


 

— O que fará comigo?



 

— Apagarei sua memória e depois entregarei você para Namjoon. — Confesso, vendo ela engolir em seco.



 

— Mi-minha — Gagueja, puxando todo o ar que consegue e soltando em seguida. — memória?



 

— Essa é a última vez nos falamos, _____.




 

— Não… por favor, não faça isso…



 

Posso ver o medo em seu olhar e consigo sentir sua energia alimentando meu corpo, ela é tão jovem e tem uma força vital tão forte. Olho rapidamente para o relógio pendurado na parede e me dou conta que já perdi tempo demais. Vai amanhecer e eu preciso voltar antes que os poderes sumam de vez, como Namjoon havia mencionado.

 

Pressiono meus dedos em seus olhos, obrigando-a fechá-los. Ela solta mais um gemido de dor, antes de se entregar completamente a escuridão.


 

— In somno traditus destinatum ( Caia no sono profundo e se entregue ao seu destino) — Dito, sentindo todo o meu poder se instalar em minhas mãos.


 

As palavras em latim carregadas de magia a de domar as lembranças da humana, fazendo com que ela se esqueça até do próprio nome.

Quando ela acordar não será mais a mesma e estou ansiosa para ver o que Namjoon planeja fazer com ela.


 

— Você vai gostar do inferno tanto quanto eu.




 

[...]


 

Ela permanece adormecida em meus braços, mesmo quando já estamos em frente aos portões do inferno.

Nenhuma alma condenada protesta ao me ver carregando um ser humano, nem mesmo as sombras que permanecem quietas com minha chegada. Sigo rapidamente até o reino de Lúcifer, não posso deixar que nenhum aliado de Jeon saiba que eu sequestrei essa humana, ou tudo poderia ir por água abaixo.

 

Ela se remexe nos meus braços, não está acostumada com o clima daqui então será bem difícil se acostumar.

 

A extensa neblina de fumaça entra no meu campo de visão, mas já estou acostumada demais para que isso me afete. Chego no castelo de Namjoon e sou recepcionada por ele na entrada, que olha com admiração pro ser em meus braços.


 

— Ela está machucada. — Nota, acariciando a testa dela e tocando no corte com o sangue já seco.

 

— Tivemos alguns imprevistos. — Respondo, dando de ombros e me livrando de seu peso.


 

Namjoon segura ela rapidamente e permanece quieto, subindo com ela pelos degraus.


 

— Jeongguk não pode desconfiar do que aconteceu, ele precisa de uma lição e eu sei que a maior tortura para ele será perder ela, então conto com você pra permanecer de bico fechado.


 

Reviro os olhos, acompanhando-o até um corredor extenso, cheio de portas trancadas. De vez enquanto eu me questionava o que tinha dentro de cada uma delas, mas Namjoon nunca revelaria.

Ele para na ultima porta e se vira em minha direção.


 

— Se você contar pra alguém, a punição que darei será severa e permanente. — Sua voz parece controlada, mas seus olhos faíscam em chamas, me dando a entender que aquilo não era apenas uma palavra da boca pra fora. — Agora saia daqui e procure algo pra fazer. Eu irei cuidar dela.


 

Olho pra ele irritada, mas ao tentar questioná-lo sinto todo o poder que havia me concedido indo embora de meu corpo, apenas com um olhar em minha direção. Sinto como se estivesse me quebrando por dentro e crispo os lábios de dor, ele permanece me olhando até sugar tudo de mim e não restar nada. Me encolho sem o poder de voz e cabisbaixa me retiro, dando uma última olhada na humana, que agora olha toda a cena com o olhar tão perdido quanto o meu. 


Notas Finais


Vamos tacar pedra na Lilith!!!!
Eae, o que acharam disso? Entenderam o capítulo? Deixem um comentário ai, quero saber qual a teoria agora hahaha

Deixarei aqui duas indicações de fics, deem uma olhadinha, ok?

Plaisir:https://www.spiritfanfiction.com/historia/plaisir-13885564

Is that my baby? : https://www.spiritfanfiction.com/historia/is-that-my-baby-13452857


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