História Demon Slayer - Interativa - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Chubi, Demonios, Hakuman No Mono, Interativa, Majin Hunter, Tei, Ten No Buki, Youkais
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Palavras 3.447
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Magia, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá galerinha

Não, eu não desisti dessa história, eu simplesmente estrapolei a beça!

Eu planejei tanta coisa pra essa história, que acabei não sabendo como começar ela, eu escrevia um capitulo e via que não tava bom, e tentava de novo, e mesmo assim não gostava.

Por isso, tirei julho para ter ideias e agora em agosto, acho que estou indo pro caminho certo, enfim, esse capitulo serve pra apresentar os primeiros personagens, por que não vou apresentar TODOS logo no primeiro capitulo, e introduzir alguns conceitos da história.

Espero que gostem.

Capítulo 3 - Introdução


Fanfic / Fanfiction Demon Slayer - Interativa - Capítulo 3 - Introdução

— Narrador —

Dentro de um ambiente escuro, estava uma criança de cabelos negros deitada no chão de pedra, ao redor dela estavam vários cadáveres se decompondo, eram sua família, os olhos negros da criança já não possuíam vida e apenas encarava o além que tanto desejava ir naquele momento.

Perto dele, além dos cadáveres, estava uma figura coberta pelas sombras, pela silhueta era algo perto de uma raposa de nove caudas, ela parecia estar respirando, pois seu hálito (que estranhamente parecia fumaça azul) estava aparecendo na atmosfera.

— Eu vejo com meus olhos, o quanto você deseja a morte, não é? - disse a criatura, sua voz era horripilante, era como se um homem e uma mulher estivessem falando em uníssono, além disso, num tom baixo como se estivesse sussurrando.

— Me mate, me mate, me mate. — era a única coisa que a criança conseguia repetir.

— Hahahaha, não, você não teve o bastante ainda. — disse a criatura.

A sombra levantou seu braço direito seguido do esquerdo, em sua mão esquerda apareceram garras e ele as levou até seu braço direito e perfurou o membro com elas, passou elas pelo resto do braço e retirou, assim abrindo fendas e dando espaço para o seu sangue negro escorrer.

Uma das caudas segurou o menino e o levou pra perto da criatura e ela usou sua mão esquerda para abrir a boca do garoto.

— Eu o amaldiçoo, você vai sofrer até o fim. — disse ela.

Ele inclinou seu braço e o sangue negro começou a cair do membro indo em direção a boca da criança. O menino sentiu o líquido indo goela abaixo e queimando todo seu corpo por dentro, rapidamente ele começou a se comprimir, espernear, gritar e berrar de dor enorme que estava sentido.

— Isso! Isso! — disse a criatura.

A medida que ele sofria de dor e convulsionava, sua pele começou a mudar, ficando mais pálida e seus cabelos começaram a mudar para branco, seu olho esquerdo começou a ficar negro e com o globo ocular vermelho.

A transformação cessou e o garoto foi largado no chão não levantando depois.

— Agora, você acaba de ser condenado ao pior dos destinos, o mais horrível dos caminhos, a mais cruel das vidas, você irá sofrer daqui em diante, pois, você não é mais algo que possa ser chamado de ser humano, você é um Yogoretachi.

Yogoretachi, a palavra soava na sua cabeça como um eco, havia sido condenado, culpado, pecado, sozinho, deixado, nada mais importava, a partir dali, o jovem Kawakami Kouta já não pensava em mais nada além daquele ser, queria matá-lo, fazê-lo pagar, e faria qualquer coisa, qualquer coisa mesmo, mesmo que significasse…

Ser um monstro…

— Fim do Sonho —

Kouta abriu os olhos, vislumbrando a visão do teto de madeira listrada e a luz do sol irradiando pela janela, o som das folhas das árvores e cantar dos pássaros, ele se via deitado em cima da sua cama.

Rapidamente, ele se endireitou passando a mão nos seus cabelos grisalhos.

— Esse sonho de novo. — murmurou ele sem esboçar muito interesse.

Ele se livrou das cobertas e ficou de pé no meio do quarto, o sol reluzia na sua pele pálida, apesar dele estar apenas de Pijama.

— Bem, julgo que hoje é o dia que começa tudo. — murmurou ele para si mesmo.

Ele saiu do seu quarto e foi direto para o banheiro dos dormitórios levando sua escova e pasta de dentes, por ele ter chegado de madrugada no lugar não precisou arrumar muita coisa por isso nem se preocupa em fazer a mudança.

Ele voltou do banheiro alguns minutos depois e se agachou para pegar o malão que jazia debaixo de sua cama, de lá ele tirou o uniforme da Academia Hangetsu: o primeiro um simples Gakuran para ser usado nas horas vagas e o outro o uniforme para ser usado durante missões. No caso, um casaco escuro e apertado, tendo peculiaridades, como: botões dourados, localizados nos desfechos, cinto branco mantendo o tecido colado ao corpo, decotes dianteiros quadrados contendo partes esverdeadas e listras da mesma cor nos pulsos, uma calça longa e preta bem ajustada e luvas brancas. E por último, botas longas de couro, tendo enfeites amarelos anexos.

— Já que não posso receber Missões até minha primeira semana, vou só vestir o meu uniforme. — murmurou ele.

Kouta vestiu o uniforme que havia servido perfeitamente, ele pegou sua mochila e antes de abrir a porta ele se olhou no espelho do quarto.

— Nossa, há quanto tempo eu não tenho essa visão, olhar para mim mesmo sem querer me matar, olhar para mim mesmo parecer um simples estudante prestes a ir pra escola no seu primeiro dia de aula, infelizmente penso que com isso posso levar o lema, "aparências enganam", nas minhas costas. — refletiu ele durante um tempinho.

Ele abriu a porta e saiu soltando um " Ittekimasu" solitário.

Ele saiu do dormitório e foi em direção ao outro prédio aonde iria receber treinamento, nas suas costas estava um porta taco-de-baseball vermelho, onde, na verdade estava sua leal espada Musashi.

Ele andava enquanto observava tudo à sua volta enquanto andava até a trilha que levava para o prédio escolar, as árvores, os pássaros, os Youkais do tipo inofensivos que andavam pelo ar, os bancos onde tinham pessoas descansando e outros casais se pegando.

É… Quanto a isso, Kouta preferiu apertar o passo e virar a cara para o lado.

Finalmente, o grisalho havia chegada no prédio da escola e rapidamente deixou seus sapatos no armário, no meio do caminho ele percebeu mais uma cena constrangedora, uma garota loira e bonita sendo cortejada por um rapaz maior e pelo que parecia popular.

— Ora ora, porque rejeita minha companhia, Angela-san. — disse ele.

— Já disse pela milésima vez, eu não quero ficar com você e pronto. — disse ela decidida.

— Qual é, venha pro mundo da luz. — disse ele.

— Anoo…

Os dois olharam para Kouta, ele apenas observava e enfiava o dedo no nariz que nem um idiota.

— Eu sei que isso não é da minha conta, mas eu acho que a senhorita não quer sair com você. — disse ele.

O rapaz de cabelos negros se dirigiu a conta e se inclinou em sua frente já que era visivelmente mais alto.

— Ahn? Por acaso disse alguma coisa, nanico. — disse ele com um sorriso sarcástico.

— Eu gaguejei?

Aquilo parou todo o corredor, vários alunos começaram a olhar, interessados.

— Humpf, tudo que tenho a dizer é que, ao contrário de você, eu sou um garoto de boa aparência e que pode conseguir o que quiser, por isso eu arranjar uma paquera como ela é a coisa mais fácil do mundo. — disse ele arrogantemente.

Kouta tirou o dedo do nariz e limpou na calça.

— Paquera, para mim tá mais parecido com assédio. — disse ele inocente.

Aquilo foi o suficiente para o rapaz sair do sério, ele agarrou Kouta pela gola da uniforme e o prendeu na parede com força, praticamente o jogando nela quando fez isso.

— Escuta aqui o seu pivetinho de merda, quem manda nessa escola sou eu, eu faço o que eu quiser e ponto final, se você quiser fazer alguma coisa para me atrapalhar, eu juro que te mato. — disse ele intimando.

— Matar? Matar você diz?… — repetiu em voz baixa.

Matar, essa palavra despertou um sentimento dentro de Kouta, um sentimento que só ele entendia, a sensação de espalhar o líquido vermelho pelo chão e nem sentir remorso da vida que tirou, já passará por essa situação tantas vezes, já vivenciou e vivenciava  esses momentos repetidamente e ainda por cima ver um jovem como ele usar essa palavra como se fosse uma brincadeira de intimidação.

Aquilo era demais…

A boca de Kouta se comprimiu formando um sorriso torto, ele olhou para o rapaz como um olhar extremamente frio e praticamente sem esboçar emoção alguma.

— Como se você tivesse tentado matar alguém antes. — disse ele curto e breve, mas frio ao ponto de botar medo em qualquer um.

Imediatamente, o rapaz o soltou ficando apavorado, Kouta simplesmente voltou ao normal e desfez sua expressão assustadora, em seguida ele seguiu seu caminho até a sala de aula.

— O q-que foi isso. — disse o rapaz.

Angela olhou para o grisalho com uma face ligeiramente interessada, como se aquele garoto tivesse despertado o interesse dela de alguma fora.

— Aquilo era… Sede de Sangue. — pensou ela.

— Depois —

Lá estava Kouta no escritório do seu professor, Aizawa Hakaru, um homem de aparência relaxada. Seu cabelo, de tamanho longo e bagunçado, tem uma coloração preta, no qual cobria toda a face. A sua pele é levemente clara, seus olhos têm uma pigmentação escura, além de possuir sobrancelhas finas e “fiapos” de barbas, tendo também um pequeno bigode. 

Quanto a vestimentas, ele usava uma camisa preta de manga longa, calças beges, usando também um óculos alaranjado e um lenço no pescoço. Ele estava nesse momento fumando um cigarro.

Ele estava sentando na cadeira na frente de sua mesinha, enquanto Kouta estava sentado numa cadeira a frente do móvel, enquanto olhava os registros do grisalho.

— Kawakami Kouta, 16 anos, endereço: Distrito de Osato, Província de Yamanashi, por qual motivo você quer ser um Majin Hunter, garoto? — perguntou ele entediado.

— Motivos pessoais, te disse a dez minutos atrás. — respondeu Kouta.

— Eu sei, mas também, aqui no registro não há nenhum parente conhecido, pais ou irmãos, todos estão mortos? - perguntou Aizawa.

Kouta assentiu.

Aizawa tirou o cigarro da boca e amassou a ponta na pequena bacia ao lado da mesa.

— Você entrou nesse colégio por recomendação, e ainda por cima, por alguém anônimo, quaisquer que seja suas intenções, não vá aumentar suspeitas entre os alunos, principalmente pelo incidente agora a pouco. — disse ele se alongando pela cadeira.

— Aquele rapaz vai receber algum tipo de punição? — perguntou Kouta.

— Claro, não é permitido mostrar superioridade ou exibir cargos de importância, ou membros de família importantes, a punição é dar 100 voltas pelo campo de treino, fez bem em não revidar. — disse Aizawa.

— Entendi. — disse Kouta.

— Mas voltando ao assunto, o que realmente te faz querer se juntar a uma organização como nós, o que te faz agir desse jeito?. — perguntou Aizawa finalmente.

A atmosfera ao lado de Kouta começou a ficar mais séria e ele lançou um olhar morto ao seu professor.

— Pois bem, você conhece um Youkai chamado Hakuman no Mono? — perguntou o grisalho sobriamente.

— Claro que conheço, não há um Majin Hunter na face da terra que não saiba da presença dele. — disse Aizawa.

— Eu quero matá-lo, vou trucidá-lo por completo. — disse o grisalho rancoroso.

Aizawa ergueu levemente a sobrancelha, mas logo voltou a sua expressão normal.

— Ok, está liberado. — disse Aizawa.

— Com sua licença. — disse o grisalho.

Kouta saiu da sala.

Dando de cara com o corredor, ele começou a olhar pros lados, havia uma presença bastante sombria ao redor dele, porém, rapidamente só ignorou, cogitando que estava numa escola cheia de pessoas "como ele", talvez não tivesse que se preocupar.

Ele andou por alguns minutos e finalmente chegou na sala de aula, deu três batidas na porta.

— Pode entrar. — disse a voz do professor.

Kouta entrou na sala, todos rapidamente olharam para ele.

— Desculpe o atraso, passei por uns perrengues pra chegar aqui. — disse o grisalho.

— Sem problemas, turma, esse é Kawakami Kouta, um aluno recomendado, espero que sem dêem bem com ele. — disse o professor.

Kouta fez uma reverência para sala.

— Prazer. — disse ele.

Ele escolheu um lugar perto da janela e se acomodou lá, pronto pra assistir a aula.

— Quebra de Tempo — 

Com o tempo que passou pela aula, Kouta pôde aprender mais um pouco sobre a Hangetsu.

Aparentemente, ela não era apenas uma escola que ensina os alunos a controlar a Energia Espiritualidade e métodos para lutar contra eles, mas sim uma espécie de campo de treinamento militar.

Funciona assim, os alunos de 16 a 18 anos que entram na Hangetsu passam por um período escolar normal de 3 anos, estudando e aprendendo técnicas para lutar contra Youkais, mas depois que se formam, eles ganham o direito de se juntar ao Corpo de Extermínio do Sobrenatural, ou C.E.S., uma classe formada pelos humanos que se formaram na Academia e se juntaram ao um exército como a Elite, apenas Majin Hunters fortes e notáveis são chamados após a formatura, o que torna a entrada bastante difícil.

Ainda é possível ser chamado ainda em período escolar.

O grisalho estava sentando em sua cadeira, observando o lugar pela janela, iria ser assim todo dia, absorvendo mais e mais, até um dia conseguir matar aquele ser, apenas isso e nada mais…

Ele pensou isso até alguém cutucá-lo nas costas.

Kouta olhou para trás e viu um rapaz de cabelos grisalhos como os dele, a diferença é que ele tinha olhos vermelhos e era um pouco mais pálido.

— É, oi, meu nome é Shi Akira, prazer em conhecê-lo. — disse ele estendendo a mão.

Kouta apertou a mão de volta.

— Kawakami. — disse ele.

— Prazer novamente, então, o que você tem achado da nossa escola? — perguntou Akira.

— Nada mal, eu diria que a Hangetsu sabe muito bem como receber um aluno, só acho que é melhor melhorar a educação de certas pessoas. — disse Kouta.

— Ah, você deve ter conhecido o Azuma, não se preocupe, ele é cheio de si mesmo desde sempre, uma hora você se acostuma. — disse Akira tranquilizando.

— ( Quem dera ), e quanto a você? Já está aqui há quanto tempo? — perguntou o Kouta.

— Há seis meses, posso dizer que conheci bastante do lugar, inclusive, já dei uma passada no pelotão do exército. — disse Akira.

Kouta ergueu uma sobrancelha.

— Sério? E como é lá? — disse ele curioso.

— Um verdadeiro campo de treinamento, mas o povo de lá é bastante simpático, principalmente a Angela Botan, ela é tão bonita e gentil. — disse Akira sonhador.

— Por acaso ela é loira? — disse o grisalho desconfiado.

— Sim, como você sabe? — disse Akira curioso.

Ele virou o rosto.

— Coincidência…

Passado tempo, os dois ficaram conversando e se conhecendo, até o sinal de fim de aula tocar e os dois se retirarem da sala.

Eles pararam numa máquina de refri que ficava no refeitório enquanto descansavam no banco que ficava do lado da máquina.

— Então, Kouta, qual é a sua Ten no Buki? — perguntou Akira.

O grisalho apontou pro porta taco de beisebol nas suas costas.

— É uma Katana, chamei de Musashi, só uso quando vou caçar Youkais, e a sua? — disse curioso.

Akira tirou um fuzil azul do bolso.

— É um fuzil, chamei de Cross, e essa é a forma base dele pois ele consegue dividir em até três partes, mas acho que ele só vai ficar mais forte quando evoluir ele para Majin Hunter. — disse ele.

— Você quer mesmo ser um Majin Hunter, não é? — perguntou Kouta.

— Sim, é… Pode parecer estranho, mas meu sonho é derrotar todos os Youkais " maus " — disse Akira ficando tímido.

— Maus…

— Quer dizer, por mais que tenha causado problemas a nós, eu tenho certeza que existem Youkais bons. Afinal somos iguais, apesar de sermos diferentes. — disse ele sorrindo.

— Youkais bons?… isso soa tranqüilizante. — disse Kouta olhando pra cima e sorrindo pela primeira vez em dias.

De repente, uma espécie de alarme começou a tocar pelo refeitório, chamando a atenção de todos os alunos, a voz do intercomunicador do teto soou por todo lugar e parecia desesperada.

— Atenção! Atenção! Um Youkai invadiu a escola! Um vampiro! Chamando pelotão oito! Chamando pelotão oito! Vampiro a solta! Vampiro a solta! — avisava o cara do intercomunicador.

Imediatamente, todos os alunos começaram a entrar em Pânico e fugir dali, Akira permaneceu calmo e levantou do banco.

— Vamos Kouta, eles tem uma base para esconder os alunos quando um monstro suficientemente poderoso atravessa as barreiras da escola. — disse ele.

Ele olhou para o lado, e Kouta não estava mais lá, apenas um rastro de pegadas de fogo azul no chão que seguiam para fora do refeitório.

— Quando foi que ele…

— Enquanto Isso —

O vampiro estava em cima do teto de um corredor, um homem alto, pálido, de cabelos negros e olhos vermelhos, observando com saliva na boca, um jovem de cabelos negros de óculos andando pelo corredor com olhar paranóico, esse era Akiyama Makoto.

Ele estava com duas pistolas na mão, observando todos os lados em busca do inimigo, já que sentia sua presença.

— Onde você está? Apareça! — dizia ele angustiado.

— Wryyy. — murmurou o vampiro baixinho.

Nessa hora, uma gota de saliva pingou da boca do vampiro, e caiu no ombro de Makoto, ele congelou instantâneamente, lentamente, ele virou o rosto pra cima e encarou o vampiro, aqueles olhos vermelhos e dentes afiados encarando ele.

— Wryyyy!! — exclamou o vampiro se desprendendo do teto e indo pra cima dele.

— Uaaah! — gritou ele de susto.

Mas, rapidamente se recompôs e levantou o seu braço e atirando no vampiro com balas de energia, atingindo os ombros do vampiro e fazendo ele se segurar na parede novamente e pousar do outro lado do corredor.

 — Moleque miserável. — disse ele segurando o ombro que se regenerava.

— Achou mesmo que eu não estava esperando seu ataque, só estava esperando você não aguentar mais a sua sede e decidir me atacar. — disse Makoto.

Ele recarregou os fuzis.

— Achou errado, otário. — disse ele.

Ele começou a apertar o gatilho freneticamente, lançando uma imensidão se tiros em direção ao Youkai, que desviava se jogando e pulando por vários cantos do corredor.

Ele pulou pelo teto e deu uma curva pelo corredor.

— Volte aqui! — exclamou Makoto.

Ele começou a correr pelos corredores da escola, tentando achá-lo seguindo sua presença, à medida que ele corria, foi virando vários corredores, até dar de cara com a escada espiral que levava até o último andar daquele prédio.

Será que ele foi por alí? — pensou ele.

— Ahh! — ele ouviu um grito feminino.

Com certeza. — pensou confirmando.

Ele começou a correr novamente subindo os degraus daquela escada e dando de cara com mais um corredor, dessa vez com portas de sala de aula, sendo que uma delas estava aberta.

— Alguém me ajude! — disse novamente a voz feminina.

Instantaneamente, Makoto correu até a porta e pode ver a cena de tudo.

A sala estava toda destruída, com as mesas quebradas e tombadas, cacos de vidro da janela espalhados por todo canto, e outras coisas.

O vampiro estava em cima da mesa, segurando uma menina de cabelos castanhos nos seus braços, e na frente, pouco atrás de duas carteiras jogadas no chão, estava Azuma, olhando aquilo tudo, sem demonstrar nenhuma emoção, apenas parado.

— Ah, finalmente me alcançou, Hehe, deve estar curioso como entrei aqui, não é? — disse ele com os dentes perto do pescoço da menina.

— Me ajude! — implorou a menina.

Makoto apontou a arma pra ele.

— Aperte esse gatilho e eu levo essa menina comigo. — ameaçou o vampiro.

Makoto rangeu os dentes, e abaixou a arma.

— Agora largue isso onde posso ver. — ordenou ele.

Makoto botou os dois fuzis no chão.

— Muito bom, agora, como eu estava dizendo antes de você me interromper. — disse o vampiro.

Além de vampiro é narcisista. — pensou Makoto irritado.

— Está vendo esse garoto logo a nossa frente? Nunca vi um humano tão burro em todos meus séculos de vida, como sou um Youkai, não posso entrar nessa Academia, mas se tem algo que eu posso fazer como Vampiro, é o dom da Hipnose, e com isso, este tolo me deu a entrada deste lugar. — disse elebem.— Mas por quê? Por quê foi mandado aqui? — disse Makoto.

Ao contrário da resposta, o vampiro hesitou e ficou calado por um bom tempo.

— Bem… isso não é importante, apenas vim cumprir uma missão. — disse ele.

— E que missão seria essa? — disse Makoto percebendo que estava pressionando.

— Chega! Eu vou matar essa menina ago-

Ele parou.

Passos, passos que poderiam ser ouvidos como se tudo estivesse em silêncio, esses passos carregavam uma presença.

Uma presença sanguinária, assassina, sedenta por sangue, se aproximava dali, calma e sem pressa, aquilo era tão insuportável, que os dois não conseguiam se mexer, aterrorizados com aquilo.

A presença finalmente os alcançou ali, e por incrível que pareça, era Kouta, Makoto e o vampiro observavam ele se aproximando, e, pelo menos na visão deles, ele estava cercado por uma aura flamejante e pesada, que distorcia o ambiente.

Ele olhou para Makoto, esticou se braço e encostou sua mão no ombro do garoto.

— Está tudo bem. — disse ele.

Ele entrou na sala, batendo seu olhar com o vampiro, e levou seu braço até o porta taco-de-baseball, e retirou a Musashi de lá, revelando a imagem uma Katana preta, com um hamon distinto branco (linha de endurecimento), e uma tsuba (mão-guarda) com bordas semelhante a flores, na hora que fez isso, uma imensidão de fogo azul esquentou tudo a sua volta.

Ele apontou a Katana pro vampiro.

— Te achei…


Notas Finais


Espero que tenham gostado!

Ficou bom?
Ficou ruim?
Deixem a opinião de vocês, aceito criticas construtivas, podem me detonar se quiserem!
Até logo!


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