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História Demonic Souls - Capítulo 1


Escrita por: e sexcars


Notas do Autor


Sejam bem vindos ao nosso mundinho, se acomodem, peguem uma pipoca e se deliciem com Demonic Souls, a nossa fic criminal.

Vamos as considerações iniciais


🍃🖤 Plágio é crime e será reportado como tal, se virem alguma história igual a nossa, por favor nos avise!
🍃🖤 A história será atualizada ao menos uma vez na semana
🍃🖤 A fic terá três temporadas
🍃🖤 Demonic Souls não será movida a comentários e favoritos mas eles incentivam e MUITO, por isso, não deixe de dar a sua opinião
🍃🖤 Criticas construtivas serão sempre bem vindas, mas se for para denegrir o nosso trabalho de qualquer forma, preferimos que nem comente

Sem mais demora, aproveitem a estrada para o inferno.

Capítulo 1 - Prologue


Fanfic / Fanfiction Demonic Souls - Capítulo 1 - Prologue

"Planeje tudo e nunca chegará a ser como você imaginou, mas vá em frente e talvez você chegue aonde precisa."

La Casa de Papel

Atlanta, Geórgia - Estados Unidos

15 de Abril de 2020

07:48 P.M.

P.O.V. Alexia Johnson

Passei a mão por entre meus fios pretos e respirei fundo tentando focar no trabalho de conclusão de curso a minha frente, já estava mais atrasada do que a maioria das pessoas da sala e o pior, não tinha nem mesmo um tema. Estou no meu ultimo ano da faculdade, falando a verdade faltam apenas alguns meses para enfim conseguir o diploma tão sonhado por mim durante os ultimos 4 anos.  

Serei uma futura jornalista, tenho o objetivo em um dia conseguir ingressar em alguma emissora famosa, talvez conquistar o cargo de ancora de um jornal renomado no mercado ou algo do tipo, mas como diria a grande filósofa contemporânea Miley Cyrus, não importa o quão rapido você chegue lá, não importa o que está te esperando do outro lado, mas sim a escalada.  

Para concluir o meu maior sonho, foi nos passado uma tarefa, teriamos que criar uma história, o problema era que nada parecia ser bom o suficiente para eu considerar como tese inicial, e a porra do tempo continuava a passar, ele não se importava com o fato da minha criatividade não estar colaborando comigo, pouco ligava para o meu desespero.  

As vezes chegava a pensar que o destino queria que eu me fodesse. 

Veja bem, se considerarmos o meu ultimo ano, talvez esse julgamento não seja tão absurdo quanto parece. Resumindo um pouco da minha história, posso te dizer que minha mãe morreu no meu nascimento, quanto ao filho da puta do meu pai, ele nem ao menos merece ser citado aqui já que nunca cheguei a conhece-lo, considerando que ele abandonou o barco antes mesmo dele afundar. Não tenho ódio dele, afinal, como poderia odiar uma pessoa que nunca nem ao menos conheci? Para mim, ele é indiferente, e ser o tanto faz de alguém é bem pior do que ser odiado, porque o ódio é ao menos um sentimento. Fui criada pela minha vó, dona Mercedes, bom, não posso reclamar de nada, tive uma vida perfeita ao lado dela, nunca nos faltou comida ou amor, graças ao seu trabalho no ramo de advocacia ela tinha juntado um bom dinheiro ao redor dos anos, tanto que após ela falecer há alguns meses atrás descobri que tinha deixado todos os seus bens para mim. No começo eu surtei, como poderia sobreviver sem ela? A mulher que me ensinou tudo o que sei, que fez de mim quem sou, a única familia que eu conheci? Foram intermináveis semanas de um luto profundo, por recusar me alimentar acabei parando no hospital algumas vezes, mas para mim nada disso importava pois minha vida tinha acabado no momento que perdi minha vó. Demorou para que eu percebesse que aquele não era o caminho, ela jamais me perdoaria se eu desistisse, se entregasse os pontos a vida facil daquele jeito, se deixasse o universo vencer. 

E foi com esse pensamento que me reergui

Claro que tive ajuda da minha melhor amiga, Kimberly Willians, que se dispões a cuidar de mim durante todas as crises que tive, que esteve ao meu lado durante os delirios noturnos e que ficou comigo mesmo quando gritei a pedindo para ir embora.  

Depois, quando finalmente me reestabilizei eu a agradeci por aquilo, percebi que por mais que achasse que estava sozinha, não estava. Tinha alguem, alguém que presenciou o meu lado mais obscuro e mesmo assim não fugiu, alguém que não me julgou por estar a beira do precipício, alguém que sempre teve fé que eu conseguiria sair daquilo, alguém que não desistiu de mim, apesar de eu mesma ter cogitado o fazer 

Posso dizer que se tirei uma lição desse tempo sombrio, é que a vida não é um conto de fadas estupido aonde um principe encantado vai aparecer para te salvar de todos os seus problemas, a realidade não passa a mão na sua cabeça, ela pouco se importa se você sera capaz de aguentar o tranco ou não, as dificuldades vem e esta sob seu poder superar ou permitir que aquilo te destrua.  

Todo Mundo carrega arranhões e traumas, é isso o que a vida faz com você, não há uma escapatória da bagagem que te aguarda, você só tem que ser sábio o suficiente para entender que o fundo do poço não é realmente tão desesperador assim. Talvez e só talvez, ele te torne alguem mais resistente.  

Afinal, como afirma um ditado popular, aquilo que não te mata, te faz ficar mais forte. 

Sempre amarei minha vó com todas as forças presente em meu corpo, sempre lembrarei dela, a cada domingo, quando ela me fazia assistir a missa de manhã mesmo que eu já tivesse dito mil vezes para a mulher que nem sequer acreditava em Deus, lembrarei dela, a cada bolo de chocolate que inventar fazer durante a vida, tendo ciencia de que nunca conseguirei chegar aos pes da mulher, lembrarei no dia que me formar, lembrarei no dia que tiver um filho, lembrarei até meu ultimo suspiro

Amassei a décima folha de papel de meu caderno depois de perceber que não estava com cabeça para fazer meu TCC. Suspirei frustrada, eu precisava terminar aquilo o mais rápido possível.

Observei o chão de meu quarto e um sentimento de arrependimento consumiu meu corpo, agora eu teria que limpar bagunça que fizera com as folhas amassadas que jogara no piso de madeira. 

Senti meu celular vibrar em cima da cama, com o carregador conectado, franzi o cenho e levantei-me da cadeira nada confortável que estava sentada. Ao ligar o aparelho, o nome de Kimberly pulou no visor, avisando que havia mensagem nova. Abri um sorriso de imediato, antes que eu pudesse respondê-la a mesma começara a me ligar.

— Você não tem um pingo de paciência, não é? — Perguntei assim que atendi a chamada. — Estava te respondendo! — Deitei-me na cama, eu precisava daquele momento de descanso. — O que você quer de minha pessoa? — Perguntei, enrolando uma mecha de cabelo em meu dedo indicador. 

Ela riu, ironicamente.  — Tenho uma ótima ideia de como aproveitar nossa sexta feira. — Sua voz transbordava malícia e entusiasmo. 

— Kim, eu tenho um TCC pra entregar e nem ao menos comecei o primeiro parágrafo. — Suspirei desanimada. — Mas pode falar! — Sabia que ela estava sorrindo do outro lado da linha. 

Ajeitei meu corpo na cama, ficando com pernas de chinês e brincando com minhas meias. — Descobri que o Bizzle abriu mais uma boate e hoje é a inauguração. Nossos nomes já estão na lista e eu não aceito não como resposta. — Comentou. 

— Kimberly Williams! Como você coloca meu nome em uma lista sem saber se eu estou disponível? — Perguntei indignada, levantando da cama e me direcionando ao enorme armário em meu quarto, procurando uma roupa perfeita para hoje à noite. 

— Porque eu conheço minha melhor amiga. — Revirei os olhos, eu sabia que ela diria isso e por mais que eu odeie admitir, ela era a pessoa que mais me conhecia nessa vida. 

Assim que terminamos de nos falar, desliguei o telefone e decidi que não iria mais me preocupar com o TCC hoje. Me direcionei ao banheiro, tirei o pijama que vestia ligando o chuveiro em seguida, sentindo a água entrar em contato com meus ombros, arrepiando os pelos naquela região. Costumo dizer que por maior que seja o problema, um banho quente sempre consegue diminuir a imensidão da coisa. 

Passei uns minutos ali até decidir que já estava devidamente limpa, desliguei o registro, peguei a toalha que ficava estendida no suporte do banheiro e a enrolei no meu corpo, depois, voltei ao armário decidindo de uma vez por todas o que colocar. Passei os olhos por todas as peças e no momento que quase desisti o vestido de cetim azul claro se destacou entre os demais. 

O tirei do cabide tendo a certeza de que ele era o escolhido para a noite. Vesti uma lingerie branca antes de deslizar a peça sob meu corpo, olhei-me no espelho, o vestido era curto, tinha uma alça pequena e ficava colado nas minhas curvas, deixei meu longo cabelo preto solto em ondulações, quanto a maquiagem, optei por uma sombra clara seguida de um batom marcante vermelho, nos pés, um salto alto na cor preta, assim que finalizei, aprovei o resultado. Olhei para o relógio pendido na parede de meu quarto e notei que talvez tivesse demorado demais para terminar a produção, pois já se passavam das 10:30 P.M. Mandei uma mensagem para Kim perguntando aonde ela queria me encontrar e a loira afirmou que seria melhor nos esbarrarmos na porta da boate, peguei o endereço certinho com ela e afirmei que em mais ou menos uns 40 minutos eu estava lá.

Após verificar se a carteira já estava na minha bolsa, sai do apartamento trancando a porta e guardando as chaves dentro do pequeno recipiente, solicitei o elevador e tirei umas fotos enquanto ele não chegava, quando a caixa enfim parou no meu andar, não soube aonde menfiar a cara no momento que ela se abriu e um casal que estava dentro me encarou com expressões divertidas ao notar que eu capturava umas imagens engraçadas de mim mesma, guardei o celular e desejei boa noite para eles, o caminho ate o  térreo pareceu uma eternidade. Assim que chegamos sai em disparada para o hall do local, cumprimentei o porteiro antes de deixar o prédio para trás. Conseguir um táxi foi fácil, e assim que já estava dentro do automóvel, passei o endereço do local para o homem que sorriu gentil, deixei o vidro da janela aberto sem me preocupar se aquilo bagunçaria o meu cabelo, amava demais a sensação do vento em mim.  Paramos na esquina da boate porque o motorista afirmou que seria muito perigoso continuar, paguei a viagem e o xinguei verbalmente, saindo do carro batendo a porta com certa brutalidade. Em passos rápidos, fui em direção a Free Souls, a nova boate da região, a fila estava enorme, porem antes de chegar a entrada do ambiente a voz de minha melhor amiga chamou-me a atenção.

— LEXIE! — Virei pelos calcanhares para a origem do som e no momento que encontrei a garota caminhei até ela, Kimberly estava na metade da fila, óbvio que não conhecemos ninguém aqui para conseguirmos uma entrada mais rápida, somos apenas duas universitárias comuns. 

— VADIA! — Passei os braços ao redor do pescoço dela e a puxei para um abraço apertado, ela reclamou da minha afobação por conta do seu cabelo impecável, diferente de mim que não dava a mínima para isso, Willians vivia de aparência. Hoje ela usava um shorts cintura alta junto de um cropped vermelho vivo 

— Como você está amiga ? — Abaixei a cabeça — O que aconteceu Johnson ? — A encarei com a sobrancelha arqueada, ela era uma bruxa ou coisa do tipo? Foi convocada pra hogwarts e esqueceu de me levar junto ? 

— Meu TCC Kim, passei a tarde toda tentando produzir alguma coisa mas não consegui absolutamente nada — A loira me encarou compactuosa, ela ficou em silêncio enquanto caminhávamos em passos lentos até a entrada da Free Souls, balancei a cabeça tentando expulsar os pensamentos a respeito da faculdade pelo menos nessa noite. 

 Você vai encontrar alguma coisa — Era facíl pra ela falar, já estava se não me engano no capítulo 10 da sua história 

Não a respondi, passamos mais ou menos uma hora naquela fila, conversando sobre assuntos banais, quando enfim entramos no local, deixei que minha boca abrisse em um perfeito O assumir coloquei os olhos no ambiente. O som alto fazia com que meus nervos ficassem em alertas afinal, eu adorava dançar. A pista de dança estava cheia, no meio da boate, um palco fora colocado, com alguns polidances aonde dançarinas já performavam, o bar tomava conta de praticamente todo o espaço, era enorme com vários funcionários dentro dele, ao redor, principalmente nas partes mais escuras sofás foram colocados, subi o olhar para a área vip, tinha um vidro que conseguíamos ver as pessoas dentro, notei que os homens de lá ganhavam suas próprias danças particulares, percebi que o sofá de paletas parecia extremamente confortável, aliás, eles tinham seu próprio serviço de garçons. Kimberly me puxou em direção ao bar, pedimos para começar a noite quatro doses de tequila para cada uma, depois que tomamos com limão e sal fomos direto para a pista, dançar na intenção de aquecermos, dançamos com as costas coladas uma na outra, passei as mãos por todo o meu corpo puxando inclusive o pano do meu vestido um pouco para cima, desci até o chão com os olhos fechados, sentindo apenas a música e o efeito dela sob mim.

Ficamos um tempo ali até começarmos a sentir o suor descer por entre nosso rosto, desistimos da dança, voltamos ao bar, pegamos uns drinques e fomos em direção a um sofá vazio que ficava um pouco a esquerda do local, sentei relaxando as costas no estofado macio, ao passar os olhos no local uma coisa no mínimo eminente prendeu o meu foco. Na área vip, um garoto loiro mexia descontraído em uma arma, brincava com ela em mãos, como se isso fosse a coisa mais normal do Mundo, e para Atlanta, era. 

— Se liga naquele menino Kim — Apontei com a cabeça para o meliante, notei que minha amiga ficou tensa ao meu lado, ela morria de medo de tudo que envolvia o crime 

— Não devia ter trazido a gente aqui, claro que um dos homens do Bizzle estariam na inauguração da boate —  A encarei com a sobrancelha arqueada, beberiquei um pouco do meu gim com tônica e deixei que um sorriso invadisse o rosto, gostava da adrenalina que corria por entre as minhas veias toda vez que estava em perigo, nunca entendi porque as pessoas fogem disso, é totalmente excitante 

—  Vamos recapitular,o que sabemos sobre o Bizzle ? —  Kim passou a língua por entre seus lábios 

— Além do fato dele ser um terrorista ? —  Tive de rir do desespero dela- Não muito, nem o nome oficial dele a gente sabe, mas isso é óbvio, pro cara estar aonde está ele não deixa que qualquer um o conheça né. Ele é o próprio capeta Alexia, a personificação do inferno na terra, as ruas de Atlanta são dele, ele é quem controla o tráfico, faz os maiores roubos a bancos, dizem que ninguém jamais o venceu em um racha, existem histórias a respeito dele...quer dizer, o cara é uma lenda do crime, a ultima que ouvi fez com que eu passasse a noite inteira acordada, parece que ele pegou alguém estrupando na sua área, torturou o cara, cortou o membro dele e o fez mastigar, tem noção lexie? Ele não perdoa, quem cruza seu caminho prefere tirar a própria vida do que testar a sorte contra Bizzle, não é qualquer um, sem contar os homens que o cercam, aquele ali, é Ryan Butler, pelo que soube o braço direito dele, nem que a polícia invadisse esse lugar conseguiria captura-lo, os boatos afirmam que ele é o melhor atirador da gangue do Bizzle. Não faço a mínima ideia a respeito dos outros mas sei que tem uma garota no meio, pode imaginar isso?uma garota fazer parte dessa merda? A única coisa que eu tenho de admitir é que as boates dele  são as melhores, não que isso seja uma grande surpresa já que ele é dono da maioria delas. —  Se eu estivesse em um filme, talvez uma lâmpada se acendesse em cima da minha cabeça pois eu tinha acabado de ter uma ideia que mudaria o rumo da minha vida para sempre. E talvez,só talvez, pudesse acabar com ela também

Para finalizar a minha faculdade eu teria que fazer uma história, uma história que pudesse impressionar o leitor, e se por um acaso eu seguisse esse tal de Bizzle por um mês inteiro ? Com certeza ele me traria um conteúdo único para que meu TCC seja bom, na realidade aquela seria a experiência mais insana que eu terei em toda a minha vida, as chances dele negar são grandes, mas posso usar a herança da minha avó para conseguir convence-lo de me dar essa chance, podem imaginar isso ? Sei que você deve estar pensando que sou perturbada, mas o meu sonho é ser jornalista, e para alcançar esse objetivo sou capaz de qualquer coisa, até mesmo estudar um psicopata durante trinta dias. Deixei que um sorriso invadisse o meu rosto no momento que decidi que iria em frente com aquilo, senti o coração acelerar ao colocar os olhos no loiro que ainda brincava com a pistola em mãos, seria por ele que eu começaria a minha missão, uma pequena parte dentro de mim gritava para que eu não cometesse tal atrocidade, mas o que poderia acontecer comigo? A estrada para o inferno é quente, você nem se quer  perceve que está nesse caminho, pois ela te acolhe de braços abertos, a estrada para o inferno faz com que você se questione se o céu é mesmo o lar do paraíso, afinal, o gosto doce que ela trás paira sob você, a estrada para o inferno é o lugar dos loucos, eu tinha acabado de entrar nela, e o pior, estava a caminho do próprio demônio.


Notas Finais


Ai ai Alexia, se você soubesse o que te espera

E então gente? o que acharam? pelo amor de deus comentem, estamos muito nervosas em relação a essa fanfic sabe? um retorno seria muito bom

ENTREM NO GRUPO DO WHATS >>> https://chat.whatsapp.com/BuPSnSuaBKu08jcEUK2YkW

Se puderem nos ajudar com a divulgação da fic tambem ficariamos imensamente gratas

Voltamos durante a semana com outro cap

Com todo o amor,
Mah e Vic


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