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História Demônio da Guarda - Capítulo 16


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Notas do Autor


Bo dia
Pela primeira vez depois de um tempo, apareço para postar um capítulo de dia. Ao que parece o hábito noturno está me abandonando aos poucos
Para ser sincera, acho que não sei o que dizer sobre o capítulo, tem muitos diálogos (o que não sei se permitiu o capitulo ficar bom), sinto que poderia fazer melhor, não sei.... não vou conseguir explicar direito x( então caso tenha alguma coisa fora do comum, me avise
boa leitura <33

Capítulo 16 - Rival do amor


Fanfic / Fanfiction Demônio da Guarda - Capítulo 16 - Rival do amor

— Novamente, quero apresentar uma nova aluna. - o professor Gildarts se pronunciou. A mesma azulada de hoje cedo apareceu tímida e encolhida sobre olhares de todos, ao pousar o olhar em minha direção sorriu minimamente e acenou, o que pouco durou já que acabou desviando a atenção para outra pessoa. Juro ter quase visto corações saindo dos seus olhos. — De que buraco está saíndo tantos alunos transferidos…?

O primo de Juvia não estava ao seu lado, o que evidencia que talvez ele seja de outra sala ou seja mais velho.

— Que garota estranha, é tão branca que parece que está morta… - ouvi como murmúrios.

Quanta diferença de reações, na última vez só faltou declarações de amor...

Uma coisa que odiava neste colégio, era a enorme energia negativa das pessoas, a impressão é que estão prontas para caçoar e fofocar sobre todos sem se importar com nada. 

E de novo, pega querendo fugir deste lugar.

Fitei a carteira de Levy, quando penso na palavra 'fugir' imagino que com certeza a levaria comigo, afinal ela sempre esteve do meu lado.

Não a vejo por dias, a última vez, quando discutimos por algo sem sentido. Estou preocupada, contando que ela é minúscula e difícil de se encontrar

— Formem as suas duplas, passarei um trabalho importante sobre o sobrenatural. 

Rapidamente me virei para trás para a carteira do demônio dito cujo, todavia já era tarde demais, lotada por garotas histéricas que brigam pelo lugar enquanto Natsu se mantinha com a feição incômoda aparente.

Suspirei desistente observando-o ser esmagado sem chance de fazer nada a respeito.

— Lucy. - Gray se pronunciou. — Vamos fazer juntos.

— Gray? - ele arrastou a carteira ao lado da minha. — Não era para você ficar longe de mim?

— Me conhecendo, tem certeza que eu abandonaria alguém no colo de um demônio? - piscou um dos olhos. — Além que tenho uma ajuda que te favorece.

— Que seria…? - arqueei uma das sobrancelhas.

— Você me pediu ajuda com o assassinato da sua mãe faz algumas semanas, não lembra? Como posso te deixar na mão? - disse. — E tem um detalhe que chega a me incomodar sobre isso tudo. - comentou. — Podemos discutir sobre o sobrenatural do trabalho e ainda desvendar o caso, isso é ótimo, vamos cessar o fogo unilateral por enquanto.

— Hmmm… - fiquei em silêncio, pensativa. — Tudo bem, mas por enquanto. “É melhor do que fazer sozinha…” - pensei.

Gray sorriu e finalmente se sentou na cadeira, selando assim nós dois como uma dupla.

Senti o olhar fulminante de Natsu logo atrás de nós, era escutado os batuques impacientes que ressoavam como uma indireta. O fitei discretamente à canto dos olhos, vendo-o encarar o moreno pronto para matá-lo minuciosamente, cortá-lo em pedacinhos e enfim exibir a cabeça na praça pública.

O devolveu na mesma intensidade, lançando um sorriso vencedor como se claramente dissesse: “Quem mandou ser tão devagar, cabeça de fósforo.”, que serviu para lançar ainda mais lenha na fogueira.

— ...Acho que tirei o dia para ser observada hoje. - me referi ao segundo olhar, dessa vez de Juvia, que me encarava mortalmente. Sinto que ela quer me afogar...  — E para completar o trio… - olhei para o lado de fora da janela, topando de cara com o novo stalker policial, me seguindo dias e noites sem dormir. — Ah… falando nisso… - chamei a atenção de Gray ao lembrar de um assunto em particular. — Você tem… uma noiva?

Ele arregalou os olhos claramente atormentado com a pergunta.

— Bem… sim… - comentou baixo. — ...mas é complicado. Falamos disso outra hora, tá bem? O professor vai explicar sobre o trabalho e é importante.

— Hehh… - liguei as peças uma a uma por fim lançando o último olhar para Juvia antes de prestar atenção na explicação.

— A proposta é bem simples, aproveitando a proximidade do Halloween, vocês criarão uma biografia completa sobre a lenda escolhida por vocês, destacando todos os seus pontos e feitos que o fizeram ser uma lenda, enquanto a outra pessoa criará uma imagem da lenda em questão. Parece mais um trabalho de primário porém possui um detalhe, a lenda precisa ser verídica com fatos que a comprovem que ela existiu. - o professor disse. — Alguma dúvida?

Natsu levantou a mão, fazendo todos prestarem atenção nele.

— Eu tenho.

— À vontade.

— Quero fazer o meu trabalho com a Lucy, e acho que esse folgado do Gray deveria encontrar o lugar dele e fazer com outra pessoa. - cruzou os braços falando em um tom nada agradável.

O moreno erigiu da cadeira bruscamente, soando aquele horrível barulho agudo de cadeira arrastada, o encarou olho a olho como se fossem brigar ali mesmo.

— Como é, maldito? - expôs friamente. — Isso é tudo culpa sua por ser tão devagar e deixar mulheres fúteis lhe atrasarem!

— Juvia concorda! Queria fazer o trabalho com o meu Gray e acho que a rival do amor deveria encontrar o lugar dela! - a azulada entrou na briga, declamando uma onda de confusão na sala de aula.

— Ei, espera… - o professor tentou fazer algo a respeito, mas foi ignorado.

Fiz a clássica facepalm com a vergonha alheia à vapor

— Cuequinha de gelo maldito… 

— Fogo de isqueiro de quinta categoria… - se xingavam como na quinta série.

— Se acalma, Lucy… você precisa fazer dupla com o Gray pelo bem da sua mãe… se acalma… se acalma… - agarrei os fios do cabelo a ponto de quase arrancá-los.

— Natsu! Você vai fazer comigo, não vai? - ouvi a voz de Angel, a mesma quem escutei os comentários maliciosos sobre ele, não aguentei e a fitei diretamente tentando se agarrar no seu braço. — O que… por que essa esquisita tá me encarando…?

— Me largue, mulher humana! - Natsu exclamou puxando o seu braço de volta e voltando a soltar farpas com Gray.

— Você também não vai fazer dupla com ele, branquela! - apontei o dedo na sua cara, a forçando recuar para trás.

— Bobeou perdeu, loira oxigenada! - soltei fumaça pelos ouvidos vermelha de raiva.

O barulho alto e fino do apito interrompeu toda a confusão, todos paramos o que fazíamos para olhar em direção, Gildarts tinha puxado aquilo de sei lá onde.

— Silêncio, caramba! - gritou. — Algo tão simples de resolver, é só fazer um quarteto logo, idiotas!

— Quarteto… eu, o Gray, o Natsu e a… Angel? - a fitei com desgosto retribuída do mesmo modo.

— Não, Lucy. Será você, o Gray, o Natsu e a Juvia. - Gildarts bufou impaciente. — Se conhece os novatos tão bem, por que também não um trabalho todos juntos?

— Professor… - Angel se pronunciou. — ...e eu?

— Acredito que você já tenha o seu grupinho, Angel. - segurei o riso inconveniente e cheio de energia pela vitória interna. Angel me olhou feio e voltou ao seu lugar, dando a área para Juvia sentar.

— Fazer um trabalho com esse daí? Impossível… - Natsu o desprezou.

— Nisso temos que concordar… nenhuma compatibilidade com pessoas de QI abaixo de zero. - Gray respondeu seco.

— Deixando claro que farão dois trabalhos, e espero que fiquem impecáveis, pois acabaram de torrar a minha paciência. - massageou as têmporas.

— Rival do amor… e eu pensando que era boa pessoa…

— Sim, conto com vocês… - ironizei imaginando a confusão que aquela situação daria. — Rival do amor…?

— Vai ser na casa de quem? - o moreno articulou. 

Ele olhou em primeiro para mim.

— Minha casa é minúscula. - defendi.

Após, olhou para Natsu.

— Eu não tenho casa.

E por último, para Juvia.

— Minha casa é muito longe daqui… 

— Ótimo, vamos fazer no meio do asfalto quente que é melhor.

— Que tal na biblioteca do colégio? - ofereci, sentindo o silêncio ensurdecedor de todos.

— ...Queria levar apenas a Lucy lá, mas não tenho opção. Pode ser na minha casa. - enfim encerrou o assunto ignorando a minha opção.

— Como assim, seu tarado? O que quer dizer com querer levar só a Lucy? Por acaso quer a tirar do alcance dos meus olhos? - o rosado rosnou, acusando-o sem temer.

— Muitas perguntas de uma só vez. - fez pouco caso.

— Ah…a Juvia vai entrar na casa do Gray! - ela segurou o rosto corada e satisfeita entrando no seu mundo do surto interno.

— E como o Natsu vai entrar na casa do Gray sendo que ele é...? - perguntei sem dar mais informações, se Juvia soubesse talvez será algo problemático.

— É verdade, Lucy. Infelizmente vamos ter que deixar ele do lado de fora.

— Hã? Tá zoando com a minha cara?

— Assim ele pode esperar como um cachorrinho na coleira. - Gray sorriu maldoso.

— Gelo de freezer desgraçado…

— Não. - falei a toda firmeza, contudo se desmanchou após chamar toda a atenção do grupo. — ...se o Natsu não estiver lá… eu… também não vou estar.

O rosado sorriu sarcástico, devolvendo o mesmo sentimento vencedor que Gray o lançou minutos atrás.

— Boa Lucy, isso mesmo. - me incentivou enquanto olhava para o rival zombeteiro. — Acaba com o psicológico dele.

— Que alívio, e eu achando que você gostava do Gray mas na verdade gosta é do Natsu. Estou aliviada, Lucy. - Juvia disse soltando um longo suspiro de conforto e sorrindo de felicidade.

— Novamente não tenho escolha. - fechou a cara. — Vou dar um jeito de enfiá-lo lá dentro. Me encontrem depois da escola. - falou. — Depois conversamos sobre o que te falei. - sussurrou para mim. Apenas assenti quieta no meu lugar.

Mais uma vez me peguei em direção à carteira da Levy.

— Levy… onde você está? - murmurei para mim mesma.

Como se lesse meus pensamentos, foi quando ela entrou na sala de aula totalmente atrasada, algo que não era de seu feitio. O cabelo azulado estava mal arrumado e grandes olheiras em seus olhos, visivelmente cansada.

— Levy! - exclamei de alívio ao vê-la ao menos viva, mesmo que aparentemente parece que não dorme há dias. — O que aconteceu…?

— Lu. - foi a única coisa que respondeu antes de se ajeitar na carteira. 

— Levy… por favor, não fique brigada comigo por causa de um motivo que conseguimos resolver, quero me desculpar por ter feito pouco caso da sua preocupação comigo, na verdade você estava cer-

— Está tudo em ordem. - cortou a minha frase, respondendo em mínimas palavras.

Me encolhi diante da sua atitude, nunca a tinha visto daquele jeito. 




 

— Ei, está tudo bem? - Natsu perguntou ao meu lado.

— É bem estranho logo você me perguntando se está tudo bem. - respondi. — E não… não está. Eu briguei com a Levy.

Estamos esperando na praça como combinado por Gray, nem ele e nem Juvia ainda tinham aparecido.

— Aquela garotinha minúscula que te perdeu para mim? - fez uma pergunta retórica. 

— Natsu… é sério. Não gosto de ficar brigada com ela, é a minha melhor amiga, e não consigo nenhuma brecha para resolver o problema…

— Seja lá o motivo de terem brigado, às vezes ela só precisa de um pouco de tempo para se acalmar. Não é todo mundo que fica tranquilo e com a mente em ordem depois de brigar com uma pessoa importante.

— Mas já fazem mais de três dias… e o motivo não foi tão sério assim para agir desse modo.

— Se o motivo é bobo para você, pode ser algo sério para ela. - disse. — Todo mundo no seu tempo.

— É verdade… porém não sei dizer o certo. - falei. — Obrigada por tentar me aconselhar. - sorri.

— Não há de quê, eu acho. 

— E aí. - o moreno apareceu acompanhado de Juvia e uma sacola em mãos. — Vamos?

Gray nos levou até uma enorme mansão rústica no meio da floresta, com sua aparência é afirmativo que tenha sido construída há muito tempo e foi reformada constantemente para que as madeiras e a arquitetura não se tornem antigas demais. 

A mansão era o contrário do que me recordo da casa de Jude, essa com seus detalhes de madeira, pedra e tijolos simples é o oposto da casa contemporânea e moderna do meu pai, quase como um espelho para gritar o quanto ele é rico.

Gray puxou da sacola um vidro de borrifador, o líquido em azul quase transparente e sem rótulo o dava a sensação misteriosa de ser algo incomum.

— Antes de entrar, ele precisa passar isso. - apontou o frasco para Natsu, que o olhou desconfiado. — É só um perfume para não desconfiarem o que você é.

— E o que me garante que não é um veneno? - indagou durante pegava o objeto e analisava-o em todas as partes. — Como aquele cristal de merda.

— Você é meio burro, né? - Gray disse.

— Então… por que toda esse cuidado com o Natsu? - Juvia perguntou curiosa. Todos nos entreolhamos com a pergunta, decidindo se contaríamos ou não em silêncio. — ...Gente?

— O Natsu é… 

Ela ficou mais confusa.

— É porque eu sou um dem-

O moreno tapou a boca dele, o interrompendo e fazendo que o resto das letras saíssem embaralhadas. Olhou para todos os lados da floresta, como se verificasse se havia alguém os vigiando.

— “Dem” o quê? - questionou. — Demorado? Democrático? Já sei, você é um demitido! Agora entendi o motivo de ser um sem teto… minhas sinceras desculpas por ter tocado no assunto! Ah… espera… - a azulada tampou a boca, aterrorizada. Percebi Gray ficar tenso do meu lado. — Você é… um demogorgon? 

O ombro tenso sumiu sendo substituídos por um suspiro de alívio.

— Demoborlon? - ele repetiu a palavra confuso do que seria o significado. 

— Mas que eu saiba demogorgons possuem uma aparência diferente, será que ele se transforma que nem um lobisomem? 

— Não importa… só passe o perfume logo. Quando a gente chegar no porão contamos para a Juvia. - apressou. Natsu cheirou a tampa do frasco e seguidamente afastou o nariz. — Não é como se eu fosse te envenenar por um odor, afinal quero lhe enfiar uma estaca eu mesmo. - disse friamente.

— Hã… Não estou entendendo nada. - a azulada de novo se confundiu.

— Você não consegue, por esse motivo não o fez até hoje. - o rosado sorriu convencido. — Fraco.

— Até parece que estou fazendo por você, pimentinha de sacolão.

— Geladinho de chorume

— Saco de bosta em chamas.

— E os elogios cada vez em um novo patamar. - falei sem graça no decorrer que os dois se xingavam. — Era melhor ter ficado em casa.

— Oh, meu querido filho finalmente trouxe amigos para cá! - uma voz desconhecida disse. — E vejo que também trouxe a linda noiva.

Juvia e eu olhamos na direção da voz, os dois continuavam se xingando mesmo com a nova presença ali.

— Não acredito! Juvia irá conhecer a sogra tão cedo assim… - corou. — Juvia não está preparada!

— Err… não sei se aquilo pode ser mesmo considerado uma amizade. 

A mulher olhou para os briguentos e riu docemente, de cara lembrei da essência de Layla. Arregalei levemente os olhos com o coração descompassado, acho que o coraçãozinho não aguentou a sensação nostálgica.

— Sim, uma bela amizade. 

— ...A vontade que eu tenho é de arrancar a sua cabeça fora na base da porrada. - Natsu ameaçou o encarando nos olhos raivosos.

A dupla de “amigos” se sustentavam um no colarinho do outro e ameaçavam cair no soco, todavia nenhum tirava essa iniciativa.

— Ah é? A vontade que eu tenho é a de te socar tanto que você vai começar a vomitar fogo pelos ouvidos, imbecil.

— Meninos. - a mulher os chamou a atenção. — Vocês podem demonstrar toda essa amizade depois, certo? Deixar duas moças esperando é feio.

— Mãe! Não somos amigos. - Gray largou o colarinho dele antes de o lançar um olhar raivoso. — Você está em casa.

— E porque não estaria? Nunca pensei que traria alguém aqui em casa, ainda mais sendo a sua noiva e alguns amigos! É uma pena Silver estar no trabalho hoje.

— Assim parece que o Gray é mesmo um antissocial. - comentei. — Viemos na sua casa para um trabalho da escola, espero não incomodarmos.

— Jamais, sempre esperei que ele trouxesse alguém aqui, é um insensível que só faz as coisas quando lhe convém um objetivo, irresponsável.

— Não precisa falar assim de mim na frente deles. - Gray bufou.

— Tem uma noiva e mesmo assim fica em cima da Lucy, que babaca. - cerrou os olhos. — Está tão desesperado assim?

— Se estou perto da Lucy é por sua causa.

— Deixa, deixa. - a mãe do Gray os acalmou gentilmente. — Estou tão feliz! Leve-os para a nossa biblioteca, sim? Vou trazer um lanche para vocês.




 

Em algum lugar longe dali…

— O rastreador mágico pontuou um número próximo a zero. - informou. — Não sei se ela nos oferecerá o que precisamos.

O homem misterioso sentou na beira do terraço de um prédio, balançou as pernas durante o tempo que sentia o ar fresco das alturas por todo o corpo.

— Oferecendo ou não, é preciso o quanto antes. - respondeu a mulher calmamente observando a vista enorme do horizonte, vestida em uma espécie de maiô e a meia calça escura. — O tempo está correndo, e Zeref está a nossa espera.


Notas Finais


Sobre o próximo, ele vai ser muito focado em informações, por isso além de eu precisar de um tempinho pra bolar ele, também vou demorar um pouquinho pois estou migrando a um computador novo
Agradeço muito a todos os comentários e favoritos, como sempre faço em todos os capítulos nas notas finais, obrigada por me fazerem mais feliz <3
até o próx bjbj


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