1. Spirit Fanfics >
  2. Demônio de fala mansa >
  3. Fala, fala, fala... E faz.

História Demônio de fala mansa - Capítulo 1


Escrita por: sanafancy

Notas do Autor


ahn... é :/

Capítulo 1 - Fala, fala, fala... E faz.


Fanfic / Fanfiction Demônio de fala mansa - Capítulo 1 - Fala, fala, fala... E faz.

Felix gritou mais um chamado de passos, vendo sua equipe de torcida tão bem preparada executar com perfeição, mas pararem de repente ao último passo, deixando uma pirâmide perfeita incompleta quando os olhos de todos se voltaram para as portas do ginásio às costas de Felix.


Podia sentir o cheiro do alfa de longe, e revirou os olhos, se recusando a perder tempo com ele no meio do seu treino. Chan não conhecia os conceitos de limites, segundo ele, não mais desde que lhe conheceu.  


— O que estão fazendo parados aí? Continuem! De novo, do começo! — gritou, respirando bem fundo antes de virar e dar de cara com o alfa loiro bem pertinho, um sorriso safado na cara, os cachinhos bagunçados e as mãos enfiadas nos bolsos da jaqueta de couro.  


Dezenas de ômegas assanhados ficaram eufóricos quando a notícia de que a escola, até então apenas para ômegas, abriria pequenas exceções para alguns alunos de outras classes. Um alfa viria primeiro.  


Christopher passou o rodo em geral logo na primeira semana, mas a escola era enorme e estava disposto a provar de cada ômega que quisesse lhe servir. Em uma sexta feira, seguiu um rabo de saia até o treino dos animadores de torcida e deu de cara com as pernas – ou melhor, com o ômega mais magnífico em quem já pôs os olhos.


Felix era o tipo de desafio que lhe agradava. Um cheirinho delicioso de livro novo e outono quase puro. Pernas deliciosas mal escondidas pela sainha vermelha extremamente curta do uniforme dos líderes de torcida, a bunda gostosa subindo o tecido. Expressão orgulhosa e autoritária no rostinho sardendo, por ser o capitão. 


Era uma delícia, e se fazia se difícil de um jeito tão gostosamente torturante que Chris ficava cada vez mais determinado a rolar com ele por qualquer gramado ou colchão por aí. 


— Oi, meu amor. — a voz rouca usada de uma forma tão sexy arrepiava Felix desde a primeira vez que aquele imbecil foi falar consigo, e era bom em fingir indiferença, mas a irritação era verdadeira.


— Meu amor o seu saco. — cuspiu a resposta, e uma onda de raiva lhe subiu quando o sorriso dele aumentou. — O que você quer agora? Estamos todos ocupados.


— Eu sei, só queria ver você rebolar um pouco. — Descarado, levou uma das mãos até os cabelos do menor, enrolando um mecha macia no dedo. — Tive um dia estressante, sabe? Sua bunda maravilhosa sempre me faz relaxar. 


Felix deu um tapa na mão ousada que mechia em seus cabelos, bufando ao ver o alfa rir baixinho da sua reação. Girou tão rápido que o desorientou um pouco, despensando a equipe que já tinha terminado a série. 


Mesmo conhecendo Chan a um tempo considerável, Felix ainda se deixava ser descuidado a ponto de dar as costas para elePercebeu seu erro quando o sentiu colar o peitoral nas suas costas, as mãos rudes tocando sua cintura e o nariz grande correndo por sua nuca. 


Perdeu o fôlego por um segundo. A verdade era que se Chan não tivesse se mostrado um completo galinha desde o começo, teria caído facinho na lábia dele. Ele era gostoso, um alfa de cheiro forte, e tinha aqueles cabelos dourados cheios de cachinhos, como se fosse um anjo corrompido. 


Sem falar na lábia dele. Sempre sabia o que dizer, tinha a resposta perfeita para tudo na ponta da língua, te convencia a roubar um banco em uma conversa de cinco minutos. Era perigoso, extremamente perigoso.


O ômega cruzou os braços, trocando o peso do corpo para a outra perna, tentando manter firme sua pose de indiferente mesmo com aquele deus grego massageando a carne exposta da sua cintura com os dedos longos e lhe causando arrepios.  


— Eu deveria ter denunciar por assédio.


— Não faria isso. — Riu, esfregando os lábios abertos na pele do pescoço dele, extremamente satisfeito ao vê-lo tremer um pouco. — Você gosta de mim, gosta desse joguinho sujo que eu te fiz entrar, gosta do jeito que eu te pego, mesmo que nunca me deixe fazer nada. — com habilidade, virou o corpinho de volta a ficar de frente, mas fez questão de mantê-los grudados, as bocas a milímetros. 


Era verdade. Era a verdade mais pura e Felix estaria mentindo descaradamente se dissesse que não queria ter entrado nessa situação excitante de provocações com Christopher.


— N-


— A verdade é que você só não quer foder comigo porque sabe que ia gostar, e a ideia de ficar viciado no meu pau te assusta. 


— Tisc. — fez um som de escárnio com a língua, virando o rosto quando Chan se inclinou para tentar lhe roubar um beijo. — Até parece. 


— Então prova que eu tô errado. — deu uma das suas últimas cartadas, escorregando esperançosamente as mãos até os quadris cobertos pela saia. Felix segurou seus pulsos e o fez subir as mãos de volta para a cintura. Apenas subir, não as tirou do seu corpo. Aquilo lhe fez sorrir. — Deixa eu te comer gostosinho e se no fim eu estiver errado, eu te deixo em paz. Pessoalmente, porque ainda vou continuar fazendo homenagens pra você no meu quarto.


Felix voltou a lhe encarar, as sobrancelhas franzidas deixavam o rostinho cheio de sardas encantador. O alfa não resistiu, tocando no pescoço cheiroso, puxando o lóbulo da orelhinha entre os dedos e voltando a enrolar os fios macios.


— E se não? 


CéusEle estava mesmo considerando a idéia. Deveria saber, tão competitivo como era, sofria com a incapacidade de negar um desafio. 


— E se não? Achei que estava certo disso. — zombou, vendo a vermelhidão furiosa começar a pintar as bochechas altas. — Se não... Vai me dar a calcinha que estiver usando toda vez que eu pedir e vamos foder sempre, porque você vai adorar. 


Não era possível que o mesmo homem que tinha aquele rostinho angelical estava dizendo aquelas coisas. Felix respirou fundo. 


— Como sabe que eu uso calcinha?


— Você tem noção do quanto as suas roupas são curtas? — estreitou os olhos, lembrando dos deleitosos momentos em que subia as escadas atrás do ômega. — E aí? — hesitante, o ômega ainda lhe olhava, desconfiado. — Como capitão da nossa premiada equipe de torcida, eu achei que você nunca fugia de um desafio. 


Chan quase sentiu o fogo do ódio do ômega queimar suas mãos. Ele se fazia de difícil, mas era tão facinho lidar com ele que chegava a ser engraçado. Prendeu um sorriso. 


— Dúvido até que vou ficar molhado por você. — disse por fim, o queixo erguido, finalmente tentando se desvencilhar dos braços fortes.


O alfa duvidava seriamente. Só com aquele joguinho de provocações o cheiro do capitão denunciava que ele estava todo aceso. 


— Ei, espera aí. — o prendendo mais forte contra seu corpo, sorriu de ladinho e sussurrou. — Um beijo pra selar o acordo.


O menor ficou lhe encarando por alguns segundos, as sobrancelhas ainda franzidas em pura desconfiança, mas suspirou por fim diante do olhar irredutível do alfa, ficando na pontinha dos pés e encostando seus lábios no dele.


Tinha a pretensão de se afastar logo depois da bitoquinha, mas Chris avançou contra si, mexendo os lábios de uma forma faminta, mal lhe dando tempo de abrir a boca para ter a língua dele enfiada, explorando cada cantinho, saboreando seu gosto como um homem que não comia direito a semanas.


Espalmou as mãos no peitoral dele, agarrando as laterais da jaqueta enquanto ele se inclinava tanto para cima de si que quase sentia suas costas doerem. Chan tinha energia, tesão e muita perversidade para usar consigo.


Estava se arrependendo seriamente da sua última sentença, pois se já estava ficando molhadinho agora, imaginava como ficaria quando ele lhe comesse gostosinho como prometeu.


Chris findou o beijo chupando o lábio inferior do ômega, sorrindo satisfeito ao ver sua boca inchada, os olhos fechados, as bochechas vermelhas e a respiração em um ofego forte que Felix não sentia nem treinando o dia todo. 


Abriu os olhos ainda meio confuso, ficando um pouco surpreso ao sentir as mãos do alfa ainda pousadas em sua cintura, apertando a carne como se estivesse se contendo muito.


— Fica calado. — resmungou ao dar as costas e sair andando, sentindo um frio na barriga gostosinho ao ouvir a risada baixa e grave do alfa. 


Estava muito ferrado. Iria perder o desafio, inúmeras calcinhas que Chan faria questão de pegar e o mais importante: sua pose de difícil perante aquele alfa safado que pegava todo mundo. 



[•••]



Uma semana depois.


— Oi, meu amor. — Chris assustou Felix ao chegar sussurrando por trás, no meio do corredor lotado. O ômega colocou a mão no peito, tentando conter o susto, e agarrou o braço do maior, o empurrando para a salinha do zelador aberta ali do lado, fechando a porta. 


— O que eu te disse? — bufou, ainda meio assustado. Não queria que Chan lhe abordasse em público depois do que aconteceu, porque embora as pessoas soubessem que o alfa estava sempre atrás de si, não podia mais ignora-lo e não queria pagar de hipócrita depois de ter dito para quem quisesse ouvir que queria que ele fosse transferido. 


O alfa revirou os olhos, o sorrisinho ladino sem vacilar. Apontou para as pernas do ômega, que, como sempre, vestia a roupa uniforme da torcida. 


— Me dá. 


Pediu simplesmente, e o ômega hesitou. Quando Chan disse que teria que dar sua calcinha toda vez que ele pedisse, era toda vez que ele pedisse mesmoE era um perigo, porque nas duas vezes que fez isso, ficou extremamente excitado ao tirar sua roupa íntima sob o olhar ardente do alfa, e entregar para ele e vê-lo se deleitar com aquilo antes mesmo de ficar só? Seu cheiro nos últimos dias estava forte como se estivesse sempre no cio. 


— Agora? — lutou para não gaguejar, sentindo as bochechas esquentarem quando o alfa assentiu, passando a língua pelos lábios. 


Com um suspiro ansioso, enfiou a mão pela saia, tirando primeiro o short fino que também fazia parte do uniforme, e depois a calcinha lilás rendada, entregando-a para o alfa ainda morrendo de vergonha. 


Viu ele enfiar o tecido na cara e aspirar com gosto, claramente se deleitando com o ótimo negócio que fez, enquanto vestia seu short de volta. Dois dias atrás, esse Chan extremamente pretensioso o faria revirar os olhos a ponto de doer, mas agora se sentia tão positivamente afetado pelo jeito confiante dele que era patético.


Deu as costas para ir embora, mas sentiu a mão rude do alfa tocar seu braço, e teve um vislumbre dele enfiando sua calcinha no bolso antes de ser devorado em um beijo molhado. 


Se derreteu fácil fácil nos braços dele, suspirando quando a língua habilidosa invandiu sua boca e agarrando os braços fortes, se deixando fechar os olhos com o aperto gostoso. 


Chan sabia exatamente onde tocar, cada nervo do seu corpo reagia a ele e depois da noite que viraram transando como animais incontroláveis parecia que a sua existência agora se resumia a gemer por aquele alfa idiota. 


Escorregou as mãos para o peitoral dele, agarrando as bordas da jaqueta e se impulsionando para a frente, afetado e excitado demais para perceber a risadinha de Chan com seu ato. O alfa puxou seu lábio inferior entre os dentes, interrompendo o beijo enquanto ainda sorria, quase gemendo só de ver a imagem de Felix com as bochechas coradas, os olhinhos meio fechados ainda e a roupa sempre impecável já um pouco amarrotada pelo amasso intenso.


Tinha experimentado essa vivência noites atrás e não conseguia mais pensar em outra porra de coisa sequer. Era a terceira calcinha de Felix que pedia, a que ele estava usando quando foderam pela primeira vez e outra, que foram tão usadas por si em suas homenagens que já não serviam mais. 


— Uma rapidinha...? — murmurou assim que Felix abriu os olhos, conseguindo ver claramente como ele lutava internamente entre manter seu orgulho e pose de certinho ou fazer o que seu corpo pedia.


O peso do corpo do ômega mudou de lado enquanto ele ponderava, mas as mãos de Chan, agora sem mais pudores, descendo da sua cintura para sua bunda e acariciando como se fosse uma coisa inocente atrapalhava sua linha de raciocínio.


— Rapidinho? — murmurou de volta, totalmente envergonhado, mas o cheiro do alfa excitado e o volume evidente da calça dele lhe davam forças. — Só temos vinte minutos...


— Eu consigo fazer muita coisa em vinte minutos — a voz rouca arrepiou Felix, que o ajudou quando enfiou a mão em suas saias e puxou seu short. — principalmente se tratando de você, que me deixa louco... — o rosnado aumentou a autoestima de Felix, fazendo sua entradinha piscar e ele chutar o short para longe, indo afobado empurrar a jaqueta do alfa para trás. 


Chris tinha piercings nos mamilos. Quando Felix viu a primeira vez ficou hipnotizado, e o alfa extremamente satisfeito por algo em si ter agradado tanto o ômegazinho mimado.


Admirado, como imaginava que sempre ia ficar toda vez que visse o alfa sem camisa, Felix brincou um pouco com os mamilos enfeitados, rindo bonitinho quando arrancou um gemido arrastado do maior, seguido de um rosnado que fez suas pernas fraquejarem um pouco.


Passando as mãos pelas coxas gostosas do ômega, Chan o levantou em seu colo, grudando-o na parece ao que tentava chupar o pescoço lisinho de uma forma que ficasse marcado por dias. 


Felix enrolou as mãos nos cachinhos de anjo, puxando os fios macios quando a língua molhada serpenteou pelo seu pomo de Adão e abaixo, lambendo um de seus mamilos por cima da blusinha da torcida. 


Com o ômega agarrado a seus cabelos, Chan abriu sua calça com uma habilidade invejável, descendo-a com uma só mão e puxando o pau duro para fora. 


Beijou a boquinha rosada de novo enquanto espalhava pré porra por sua extensão e procurava o buraquinho apertado para se enfiar, sugando os lábios dele entre seus dentes e pincelando o cuzinho molhado em provocação.


Felix não estava tão molhadinho quanto ficou em sua primeira vez, quando as preliminares avançaram o limite do tesão de ambos e fez o ômega literalmente chorar de tesão, mas ele era tão sensível que só o seu "pouquinho" era o bastante. 


Agarrando a cinturinha esbelta, Chris meteu só a cabecinha, ouvindo Felix gemer abafado em sua bochecha, se acostumando a sua largura de novo depois de alguns dias. O alfa tinha feito um estrago nele, ah sim, depois de tanto tempo de desejo, quando finalmente o teve nas mãos, não poupou macetada na entradinha gulosa, até acabar suas forças. O menor até faltou a escola no outro dia, cansadinho demais e andando um pouco manco.  


Mas de alguma forma ele conseguiu estar incrivelmente apertado de novo apenas uma mísera semana depois. E foi preciso um momento até que ele podesse acomodar o cacete grosso de Chan mais uma vez. E era só a cabecinha, quando entrasse tudo o ômega estaria completamente cheio. Chan mal podia esperar. 


Sufocando a vontade de gozar com o calor gostoso do buraquinho, o alfa empurrou mais, começando a meter antes mesmo de chegar ao talo. Felix jogou a cabeça para trás, encostando na parede e levou uma mão até a boca, mordendo-a para evitar gemer e uma expulsão. 


O alfa era grande, nossa, e metia bem e porra Felix quase não odiava mais admitir que ele estava certo antes e que seu medo era ficar viciado. Estava ficando viciado em levar aquele pau bem fundo, porque ele fazia gostoso de um jeitinho que seus olhinhos reviravam e suas pernas passavam algumas horas tremendo após um orgasmo arrebatador. 


Chan agarrava sua bunda para os apoiar melhor, e as vezes lhe empurrava para baixo para que seu cacete entrasse mais. Tinha que ter paciência, Chris era grande e Felix era apertado. 


— Q-que horas são? — o ômega perguntou no meio de um gemido, uma parte muito minúscula do seu subconsciente ainda preocupada com o horário das aulas. 


— Hora de você ficar quietinho e aguentar meu pau, meu amor. — A resposta do alfa veio seguida de outro gemido grave a arrastado, e ele finalmente empurrou seu pau até o talo, revirando os olhos com o prazer, o gritinho reprimido do menor soando como musica aos seus ouvidos. 


O Lee agarrou os ombros do maior, ambos quase perdendo o equilíbrio pela forte onda de prazer que fez o pau de Felix vibrar em um pedido de atenção. 


Voltando a se firmar e as estocadas voltando com força e tão fundo que o ômega perdeu o fôlego, Chan usou uma mão para masturbar o menor, subindo e descendo a mão no pau fofo em uma velocidade maior do que suas investidas.


Queria que o Lee chegasse logo ao ápice, seu rostinho pós orgasmo era uma tentação e ele ficava hiper sensível. Era tão satisfatório meter no cuzinho molhado enquanto Felix tentava fechar as pernas, todo afetado, chorando de tesão e tremendo.


O ômega sentia a cabecinha inchada do caralho de Chan bem fundo, o pau duro feito rocha roçando seu pontinho doce e a mão grande e áspera dele não dando folga ao seu pau. Puxou os cabelos dele, tentando trazê-lo ainda mais para perto quando sentiu seu orgasmo vindo.


Seu boca foi tomada num chupar de língua safado quando o alfa percebeu que estava quase. Enroscou sua língua na dele quando o gemido alto e fodidamente manhoso veio, as mãozinhas delicadas arranhando seu pescoço para descontar as sensações quando gozou forte na mão do maior. 


Chris parou de alargar seu buraquinho um pouquinho, só um pouquinho, enquanto via a porra grossinha do ômega terminar de sair. Ele, com certeza, não estava se masturbando que nem louco desde que foderam. Diferente de si, que já estava com a porra rala de tanto que gozou batendo para Felix, sem conseguir passar míseras três horas sem ficar duro pensando nos gemidinhos do menor.


Saindo da hipnose que os gemidos bonitos lhe fizeram entrar, voltou a meter, dessa vez lentinho e forte, fazendo o corpo macio dar pequenos solavancos com a força de suas investidas. Ele estava cansadinho demais para gemer, mas suas coxas tremiam nas mãos de Chan e seus olhinhos estavam lacrimejados.


Felix deixou cair em seus ombros as mãos antes ainda firmes no pescoço do alfa, amolecendo o corpo e se deixando manusear feito uma boneca. Já tinha vindo, mas o maior continuava metendo duro e forte, lhe fazendo ficar extremamente confuso com as sensações. Sua entradinha piscava sensível, expelindo mais do seu melzinho de cheiro doce que enlouquecia Chan. 


Felix lhe apertava sem ter noção de que estava testando seus limites, suas bolas pesadas de porra se repuxando para esporrar no buraquinho que lhe engolia tão bem. Agarrou a cintura bonita e enfiou a cara nos cabelos macios suados, socando seu pau bem fundo e investindo dali, sem sair. 


As pernas do ômega fizeram pressão ao seu redor, apertando seu corpo em um sinal claro de que ele estava sentindo muito, choramingando bobinho e burro e sussurrando pelo alfa.


— Eu preciso gozar, meu amor, por favor, não aguento mais.— a súplica veio ao pé do ouvido do ômega, a voz gostosa lhe causando cócegas e lhe arrepiando. Enganchou as mãos novamente nos cachinhos tão macios, seus preferidos, e tentou ficar de olhos abertos para responder.


— Po-de vir d-dentro Chanie... 


A permissão atiçou Chris, que veio imediatamente gemendo arrastado e rouco no ouvidinho do ômega que choramingou com o som alfa tão característico sendo reproduzido tão perto e por sua causa, e também pela quantidade de porra quase inacreditável considerando todas as circunstâncias lhe enchendo bem no fundo, uma sensação tão gostosa que sentiu medo de ficar duro de novo. 


Ficaram uns minutos sem conseguir se mexer, respirando pesado, o cheiro forte dos dois (e de sexo) tão presente que quase os cegava. Felix afrouxou o aperto nos cabelos do alfa, sentindo ele beijar seu orelha onde seus lábios estavam encostados e mordiscar carinhoso. 


— Ainda dá tempo de ir para a aula se sairmos agora. — Christopher não queria dizer, temendo ficar sem o menor nos braços, mas disse mesmo assim.


Felix ponderou. Chan era o único alfa na escola inteira, dava para sentir seu aroma forte praticamente em todo lugar, em todos os ômegas que ele minimamente chegou perto, talvez o cheiro dele grudado em si como chiclete em sola de sapato não chamasse tanta atenção, mas o cheiro de sexo, por outro lado...


— Não, tudo bem... — murmurou, parando para bocejar, começando a ficar dolorido pela posição e pelo pau ainda bem fundo em si. — Vamos esperar o almoço. 






Notas Finais




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...