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História Demônio de Laplace - Capítulo 1


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Notas do Autor


Hey hey, essa fic é uma mistura muito doida de uma teoria do físico Laplace e sci-fi envolvendo múltiplos universos, coisas do tipo

Não vou falar mto, gostaria de fazer uma nota inicial gigante, mas agora tenho que voltar a estudar e parei apenas para lançar esse cap

Aos que não entendem de física, não há problema nenhum, eu tbm n entendo kwkfiiwd. Mas pesquisei muito e falei com meus amigos mais velhos que estudaram esse assunto e eles me auxiliaram. Só gostaria de lembrar que eu não vou seguir 100% a teoria de Laplace, quem me conhece sabe o quão doidas minhas histórias são.

Boa leitura <3

Antes que eu esqueça, essa capa linda e perfeita foi feita pela maravilhosa @Shambresu

Capítulo 1 - Prólogo


O que sabemos não é muito. O que não sabemos é imenso

— Pierre-Simon Laplace


PRÓLOGO


Quando a Rússia soube sobre o começo dos experimentos, o governo sentiu que finalmente os espiões infiltrados há mais de 8 anos no governo americano seriam úteis. Todos tinham trabalhos nos parlamentos ou em órgãos públicos como pesquisadores, e mesmo que alguns deles não tivessem um pensamento tão científico quanto o dos americanos, conseguiram se manter firmes no país do capitalismo.


Tsukasa entrou pelo prédio de forma calma, o crachá em seu pescoço continha seu nome, mas a idade e nacionalidade estavam errados. Vestia um belo smoking slim de coloração azul escura que apertava bem seus músculos e 


Analisou todo o ambiente onde estava com cuidado, havia uma câmera em cada canto do local que estranhamente tinha um formato menor do que parecia por dentro. Contou 4 câmeras de vigilância e duas 360°, mas era óbvio que o resto delas estavam escondidas.


Chegou perto da recepção e pegou a maleta que tinha na mão esquerda, colocado em cima da mesa, abriu e tirou uma série de documentos. Identidade, passaporte, certidão de nascimento e outros que sequer usava no dia a dia, estendeu para a moça que estava na recepção e forçou um sorriso.


— Pode subir, Dr. Shishio. — Ela disse entregando os papéis para ele — Sétimo andar, depois você vai ser conduzido para o seu setor. — Completou, sem gentileza alguma, voltando a olhar algo no notebook a sua frente.


— Obrigado. — Falou de forma séria, com a voz polida e calma.


“Americanos” ele pensou, mas no fundo sabia que no lugar dela faria o mesmo. “7 andares no total”, gravou aquela informação em sua mente mais uma vez. Tinha conhecimento que o primeiro era um escritório de pesquisa com os melhores neurocientistas do país, eles iriam analisar cada parte do cérebro e tentar descobrir como conseguia reter todas aquelas informações e ter conhecimento de massas, no segundo uma equipe de técnicos e hackers para instalar gadgets pelo corpo do alienígena e criar um dispositivo capaz de fazer um escaneamento de toda memória contida ali.


No último deveria estar o alienígena, aquela era a melhor alternativa e também a mais óbvia. O problema seria passar pelos guardas e ainda sim, não ferir sua imagem por completo, já que era de suma importância manter as aparências pelo máximo de tempo possível. E a princípio, ele estava confiante demais para perceber que aquele plano tinha falhas até demais.


Pegou o elevador acompanhado de dois seguranças dentro, e em todos os andares havia uma parada para ser revistado por outros dois, para evitar ter alguém da equipe sendo corrompido. Quando finalmente estava no último andar, entrou em uma sala revestida de um material estranho e desconhecido.


O ambiente era totalmente branco, dividido ao meio por um vidro que separava Senku dos outros. A proteção não parecia muita dentro daquela sala, apesar de não haver nada que cortasse ou que pudesse quebrar o vidro, ainda sim aquele era um ser muito precioso para ser mantido apenas por um vidrinho qualquer. 


Tsukasa não achou nada seguro, tampouco resistente para alguém que mudou totalmente a perspectiva das pessoas sobre as leis da física e do universo. O famoso “Demônio de Laplace", capaz de se adequar em todas as teorias científicas e ainda um pouco mais, basicamente, uma máquina mortífera.


— Senhores — Um dos cientistas começou a falar, irritando a única mulher presente naquele ambiente —, todos sabemos porquê estamos aqui, acredito que não há motivos de nos apresentar, apesar disso vocês podem me chamar de Dr. Ishigami Byakuya, sou astronauta, astrofísico e pesquisador do espaço. — Falou apressado, o nervosismo estava estampado em seu rosto — Aqui temos o demônio… — Foi interrompido.


— O demônio de Laplace, eu sei tudo sobre ele! — Um homem de cabelos castanhos tomou sua fala, deixando o astronauta um tanto irritado — Foi um experimento do físico, filósofo e matemático Pierre-Simon Laplace, onde ele sugere que existiria uma criatura capaz de saber a massa de qualquer corpo ou matéria e ter conhecimento geral de tudo podendo prever até o futuro! — Exclamou, e Tsukasa teve certeza que numa sala de aula aquele seria o típico aluno que quer saber mais que o próprio professor.


— Cala a boca! — Um outro cientista falou, conhecia ele bem, Gen, era um dos infiltrados — Tenho certeza que nenhum de nós veio aqui para ver um aspirante a cientista de quinta falar. 


— Quem você pensa que é para falar assim comigo? — O outro homem indagou, e finalmente deu para ler o crachá, seu nome era Chrome, e com certeza ele seria uma pedra no sapato de Tsukasa.


— Espero que não me façam vergonha na frente de meus superiores. — Ishigami falou um pouco amargo, mas não parecia de fato querer proferir aquelas palavras — Temos um único objetivo, descobrir quem é o demônio e como ele obteve seu poder, quando descobrirmos isso, ele não será mais útil para nós. — Falou enquanto suas pernas tremiam levemente.


— Prometo não decepcioná-lo, senhor! — A cientista no canto da sala, uma mulher de cabelos loiros falou.


— Certo. — O Dr. assentiu calmo, virando-se para Tsukasa e perguntando — Você é o Dr. Tsukasa Shishio?


— Sim. — Afirmou olhando fixamente para ele, desviar o olhar só iria levantar suspeitas.


O homem a sua frente ajeitou a gola da camisa social que vestia e colocou as madeixas esbranquiçadas e azuladas para trás. Exibiu um sorriso de lado, como se lembrasse de uma situação engraçada no momento.


— Fique aqui e analise o comportamento do Demônio, soube que tem PHD em psicanálise e avaliação científica, além de ser um renomado cientista. — Ishigami falou, tomando a porta como direção.


— Tudo bem. — Foi a última coisa que disse.


Viu os novos colegas de trabalho saírem pela porta eufóricos, e sentiu inveja deles por terem um espírito tão jovial. Um por um entraram nos elevadores, e o Dr. voltou para dizer a ele:


— Deixei quatro seguranças nesse departamento, fora dos outros dois que já são daqui, qualquer coisa chame eles e quando sair, eu mesmo vou levá-lo ao seu laboratório. — Falou a instruções sério, mostrando a dedicação que tinha por aquele trabalho.


Tsukasa apenas fez que sim com a cabeça, abriu a maleta e esperou que ele descesse para os outros andares. Foi até perto do Demônio, olhou sua face, parecia gélida e sem emoção, quando colocou a mão sobre o vidro, viu os dois olhos despertaram instintivamente.


— Finalmente — Ele sorriu —, é bom ter companhia.


Notas Finais


Desculpem-me se estiver muito ruim, tentei ;(


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