História Demons - Capítulo 7


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Categorias The Wanted
Personagens Jay Mcguiness, Nathan Sykes, Siva Kaneswaran
Tags Bruxas, Dathan, Djinn, Grace Phipps, Vampiros
Visualizações 18
Palavras 2.323
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Matteo: Edwin Honoret


VOLTEI NESSA PORRAAAAAAAAAAAAA DEPOIS DE DOIS SÉCULOS CONGELADA(REFERÊNCIA DA NOVELA NOVA KKKKKKK)
NÃO ME MATEM, LEIAM PRIMEIRO KKKKKK
BOA LEITURA!!!!!

Capítulo 7 - Tough Lover


Fanfic / Fanfiction Demons - Capítulo 7 - Tough Lover

 

Dallas Todd - Nova Orleans - 11h53min AM

 

Se aquela aula acabasse ou não, não faria muita diferença porque eu não estava realmente ali, só quando eu bocejava de dez em dez segundos.

Sim, isso foi por inventar de sair para aquele conselho maluco com a Holly, que por sinal ainda quis parar em um McDonald's para falar "sério" comigo. Eu, como sou idiota e estava com fome, fui na esperança de que o assunto realmente fosse sério, mas eram apenas algumas observações sobre a minha possível "relação" com o Nathan. Nem alguma coisa com ele eu tinha para precisar de regras.

O slide sobre como traçar figuras planas usando um programa passou em um desses meus momentos quase cochilo e eu mexi a cabeça tentando despertar daquele cansaço todo. Era o meu segundo dia na faculdade e era a primeira aula dessa matéria, ou seja, nenhum rosto conhecido. Droga. Como eu ia pedir anotações para alguém?

Vi que o menino moreno com cabelos enrolados que sentava ao meu lado estava fazendo anotações em seu caderno. Eu não tinha escolha. Precisava pedir as anotações dele.

- Ei. - chamei baixinho olhando para ele.

Ele ergueu a cabeça distraído e me olhou. Dei um sorrisinho envergonhado.

- Eu meio que me perdi nos slides. Hum... será que você poderia me emprestar o seu caderno para eu tirar fotos das anotações? - perguntei já esperando uma resposta rude.

Ele abriu um sorriso muito fofinho e assentiu com a cabeça pegando o caderno e colocando-o em minha mesa.

Tirei as fotos o mais rápido que eu pude e coloquei o caderno de volta na sua mesa.

- Muito obrigada.

- De nada. - ele disse. - A propósito, eu sou o Matteo. - estendeu sua mão para me cumprimentar.

Sorri e apertei a mão dele.

- Dallas.

Depois disso nós trocamos algumas observações sobre a aula até a mesma acabar.

Assim que o professor acendeu a luz e nos liberou, eu peguei minha bolsa e meu caderno, descendo as escadas com cuidado.

- Dallas! - ouvi alguém me chamar.

Me virei para ver quem estava me chamando e era o Matteo. Ele deu uma corridinha até onde eu estava e eu sorri para ele.

- Eu estava pensando que como você não conseguiu pegar as anotações daquele slide, provavelmente você não pegou dos outros.

Pude sentir meu rosto ficar ruborizado. Não era do meu feitio dormir nas aulas e perder anotações.

- Você quer que eu mande eles para você?

- Seria ótimo! - exclamei.

- Me passa o seu e-mail então, por favor. - ele pediu com gentileza.

Abri o meu caderno e escrevi o meu e-mail em uma folha, entregando para ele em seguida.

- Obrigada, Matteo! - agradeci.

- De nada. A gente se vê por aí. - Matteo disse sorrindo e depois saiu com um pouco de pressa.

Fui logo depois, pois ainda me restavam duas aulas e eu estava atrasada. Que dia!


 

[...]


 

Saí do táxi um pouco desajeitada e agradeci ao motorista, que pareceu rir da minha desgraça. Normal. Entrei em casa e tudo estava num perfeito silêncio. Inspirei o cheiro de lavanda enquanto ia em direção à cozinha para comer algo.

Mariah estava despejando limonada em dois copos enquanto cantarolava algo que parecia ser de outra língua. Quando ela percebeu que eu estava ali parou de cantarolar e sorriu para mim.

- Oi Mariah. - disse encostando os braços no balcão.

- Oi, querida!

- São para quem? - perguntei meneando a cabeça em direção aos dois copos em cima de uma bandeja.

- São para a Sra. Myers e para a filha dela.

Franzi o cenho confusa. O que a Holly fazia aqui?

- Pode deixar que eu levo. - disse com um sorriso amarelo. - Eu queria falar com a Holly mesmo.

Mariah assentiu me entregando a bandeja. Tive que driblar a minha desconjuntura para ela não perceber que aqueles copos estavam prestes a cair no chão. Por sorte, a porta de trás estava aberta, então eu só passei por ela como uma perfeita garçonete, vendo a Holly com as mãos esticadas em cima de umas flores que tinham perto da porta e a mãe dela que anotava alguma coisa em um bloco de notas.

Pigarreei para chamar a atenção delas, assim pararam o que estavam fazendo e olharam para mim com um sorriso. Estranho.

- Oi Dallas! - Holly disse entusiasmada. Novamente estranho.

- Oi Holly e oi Sra. Myers. - disse forçando um sorriso enquanto colocava a bandeja em cima de uma mesa cheia de poeira.

- Olá, pode me chamar de Lena. - a mãe da Holly disse com um belo sorriso no rosto. Ela parecia nova demais para ser mãe da Holly. Quando ela sorria não formava ao menos uma ruga em sua testa ou em seu rosto.

Dei um pequeno sorriso e assenti. Ela voltou a anotar distraída coisas em seu bloco de notas. Holly estava tomando a limonada, mas eu a puxei lentamente para um canto para perguntar que diabos estava acontecendo ali.

- O que foi? - ela perguntou confusa.

- O que você e a sua mãe estão fazendo aqui? - perguntei baixinho olhando para a mãe dela por cima do ombro.

- Ah. - deu um tapa na testa. - Esqueci de te falar uma coisa importante ontem no McDonald's.

Cruzei os braços e fitei ela com expectativa.

- Eu meio que sou a sua "protetora" agora. - Holly fez aspas com as mãos e deu uma risadinha um pouco nervosa.

- Isso não responde a minha pergunta e o quê? Como você não me diz isso, Holly! - exclamei irritada.

- Seria melhor que você não soubesse, mas agora que você descobriu... Eu estava fazendo um pequeno feitiço para essas pobres plantas e eu e minha mãe protegemos a sua casa com um feitiço. Então mesmo se você convid... - ela se interrompeu no meio da frase e mordeu o lábio inferior. - Ah, e a minha mãe é paisagista e a sua mãe pediu a ela que fizesse uma reforma aqui.

Eu já estava com um enorme nó na minha cabeça antes, agora eu já não fazia ideia do que estava acontecendo e não sabia o motivo de toda essa proteção, tampouco desse mistério todo que a Holly fazia.


 

[...]


 

- Ah, qual é Pet, você sabe que sempre vai ser o único gay da minha vida sempre. O Matteo não é gay.

Eu estava fazendo uma videochamada com o Peter porque eu senti uma súbita saudade de casa quando fiquei pensando sobre as coisas que a Holly disse e as que ela deveria dizer depois que ela e a mãe dela foram embora. A Holly sempre diz para eu ficar calma e que logo isso vai acabar e eu vou poder ficar fora de todo esse lance misterioso, porém já era tarde demais. Eu e a minha família já estávamos bem instalados nessa cidade que deveria apenas ser a cidade na qual os sonhos se realizam. Essas coisas me faziam sentir tanta falta de Cambridge.

Enquanto contava a Peter sobre as coisas que aconteciam por aqui - tirando as partes sobrenaturais -, eu mencionei um novo colega de classe que havia conhecido hoje e Peter estava convencido de que ele era gay e de que eu ia esquecer ele e todas essas coisas dramáticas.

- Oh querida, como você é inocente. Ele deu um sorriso "fofo" pra você? - Peter fez aspas e uma enorme expressão de desdém. Soltei uma risadinha.

- Caras héteros podem ser fofos também, sabia? Quem diria que o famoso Peter Shaw seria tão preconceituoso.

Peter me deu o dedo do meio e eu comecei a bater minhas pernas no colchão da cama de tanto rir. Ele também não se aguentou e começou a rir.

- Isso seria mais controverso do que o Troye Sivan dar uma entrevista dizendo que não é gay.

Revirei os olhos e me sentei na cama.

- Tenho que ir Little Doll. Esse bar maravilhoso não funciona sem mim. - Peter disse se afastando do notebook para pegar uma garrafa de alguma bebida alcoólica.

Fiz um biquinho esperando que ele não tivesse mesmo que ir. Eu não queria voltar para o meu momento tristeza.

- Poxa Pet, eu moro do outro lado do oceano agora e é desse jeito que eu sou tratada? - disse fingindo estar indignada.

Ele sorriu abertamente e se aproximou do notebook.

- Vou providenciar um Oscar de melhor atriz dramática para você, Meryl Streep.

Tive que sorrir, eu não tinha escolha. Peter me mandou um beijo e eu mandei um outro bem sofrido, depois finalizei a chamada.

Não tive muito tempo de ficar pensando no que eu ia fazer a seguir, pois recebi um e-mail e quando abri vi que era do Matteo.


 

Oi Dallas!

Não sei se você se lembra de mim da aula de hoje cedo. O cara das anotações.

Os slides estão no link ali no final.

Ei, você não quer se encontrar comigo na Bourbon Street às sete para eu te mostrar a vida noturna nessa cidade maravilhosa?


 

Peter estava certo, não sei por que, mas estava. Salvei os slides no meu computador e depois respondi ao e-mail dele.


 

Olá Matteo, claro que lembro! Obrigada pelos slides.

Claro, às sete eu estarei lá!!


 

Era óbvio que eu não era fã de sair, muito menos de sair durante a noite, no entanto eu estava entediada e conhecer o meu novo "lar" seria interessante... eu acho.


 


 

[...]


 


 

Eu estava parada na saída da estação de trem que eu consegui pegar corretamente por algum milagre divino e não sabia para onde ir. Haviam tantas pessoas, tantas risadas, tanta música que eu estava extasiada com aquilo tudo. Realmente não só a Bourbon Street, como também as outras ruas próximas eram cheias de bares e restaurantes que exalavam alegria e música, jazz mais especificamente.

Matteo conseguiu me encontrar e me deu um aceno e um sorriso bem de longe. Acenei de voltei e andei até o poste ao lado dele.

- Dallas! Pensei que você não fosse vir.

- Claro que eu viria! Não tenho absolutamente nada para fazer. - falei afundando os ombros de tédio.

- Os trabalhos d... - o interrompi.

- Todos feitos.

Ele assentiu com a cabeça surpreso e meneou a cabeça em direção ao que eu entendi ser a famosa Bourbon Street.

- Tem um lugar aqui que eu adoro que se chama The World Famous Cats Meow. Você gosta de karaokê, certo? - ele perguntou um pouco cauteloso.

Coloquei a mão no meu peito e olhei para cima.

- Eu amo karaokê.

Ele pareceu aliviado e eu soltei uma risadinha. Achei bem fofa a preocupação dele.

- Então vamos, acho que finalmente encontrei uma oponente à minha altura. - Matteo disse dando-me o braço.

Enganchei meu braço no dele e disse com uma falsa presunção:

- Na verdade eu sou bem mais do que isso.


 

[...]


 

Já na nossa segunda garrafa de Heineken, Matteo e eu observávamos as pessoas subirem ao palco um pouco animadas para cantar. Um grupo de amigas começou indo cantar I want it that way do Backstreet Boys, elas cantavam com toda a alma e isso fez todas as pessoas presentes, incluindo eu e o Matteo, rirem e aplaudirem bastante. Depois um cara foi desafiado a cantar Umbrella junto da coreografia, logo foi uma moça cantar Oops, I did it again, e então eu já estava com álcool o suficiente no sangue para subir no palco e cantar do jeito que eu e Peter sempre fazíamos.

- Matteo, você conhece alguma música da Christina Aguilera?

Ele fez uma expressão pensativa e sorriu assentindo.

Matteo levantou me puxando em direção ao palco e me pediu para esperar enquanto ele pedia ao pianista para tocar uma música. Peguei o microfone e senti os olhares de todos queimarem em mim e quando eu ouvi aquela melodia, um sorriso instantâneo surgiu nos meus lábios. Caramba, como o Matteo acertava!

Ele correu para o meu lado e pegou um microfone, respirou fundo e virou sua cabeça para mim, sorrindo.

- Tough Lover está bom?

Assenti logo começando a cantar. Matteo foi me acompanhando como se fôssemos uma dupla há anos. Estava realmente divertido.

Assim que a música terminou, todo mundo aplaudiu e gritou. Senti meu rosto ficar vermelho, mas fiquei feliz por finalmente estar fazendo uma coisa que fizesse com que eu me sentisse em casa.

Ofegante, abracei Matteo e sussurrei um Obrigada no ouvido dele, que riu pelo nariz e respondeu De nada. Colocamos os microfones no lugar e voltamos à nossa mesa rindo.

- Caramba Dallas, você canta muito bem! - Matteo exclamou impressionado.

- Você só está sendo legal. - disse dando um gole na minha cerveja.

- Ele está certo. Você canta muito bem. - ouvi aquela voz grossa sempre me trazia arrepios.

- Nathan? O que você está fazendo aqui? - questionei virando a minha cabeça para cima.

Ele apenas deu um sorriso e colocou as duas mãos nos bolsos da calça.

- Você e ele... - Matteo perguntou erguendo as sobrancelhas pra mim, que logo tratei de negar com a cabeça repetidas vezes.

- Muito prazer. - Nathan disse calmamente estendendo sua mão para apertar a de Matteo, que apertou um pouco atônito.

- Apenas um conhecido. - tentei soar indiferente.

Logo percebi que Nathan estava sentado na cadeira ao meu lado. Ele me encarava profundamente de uma forma divertida com aquelas íris verdes.

- Então, o seu conhecido pode te pagar uma bebida?

Eu abri a boca duas vezes rapidamente para tentar dizer um simples não, porém, Matteo foi mais rápido do que eu e respondeu por mim.

- Claro que pode! Acho até que ela deveria beber algo mais forte. - Matteo sugeriu com um sorriso maldoso.

Fitei ele sem entender absolutamente nada, ele apenas deu de ombros.


 

[...]


 


Notas Finais


COE RAPAZIADAAAAAAAAAAA
Eu sei que eu demorei muuuuuuuito. A explicação curta é que eu não tenho conseguido escrever nada, fica bem ruim oq eu escrevo. E eu odeeeeeeio entregar ou postar algo que não esteja top ou no mínimo bom, então eu geralmente não entrego/posto, abri uma exceção pra vcs nesse cap.
Bom, eu tive que dividir o capítulo pq ficou grande pra caralho, então já tenho um pedaço do próximo, uhuuuuuuu

Será que a Dallas vai descobrir oq o Nathan é de vdd?? Será que a Holly vai falar "sem querer"? kkkkkkkk Me digam o que vocês acham.

Beijãaaaaao e até a próxima!!!!!!


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