História Demon's Slave - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bruxos, Dominação, Jikook, Jimin!bottom, Jimin!slave, Jungkook!sir, Jungkook!top, Kookmin, Lemon, Sadomasoquismo, Sexo, Submissão, Vampire!au
Visualizações 68
Palavras 1.217
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Ficção, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi ^^

Capítulo 3 - III. Sangrando aos demônios


Rei Jeon me encarava de cima a baixo e eu começava a ficar nervoso com o ato. Não me deixei intimidar porém, ainda que o escuro de suas orbes pesasse sobre mim quase com veemência; eu sentia a sua aura dominante.

— Saudações, oh majestade! — Disse o homem vestido em trajes extravagantes um pouco a frente de mim, que era segurado por dois homem encapuzados em silêncio. — Nós os caçadores do norte, viemos assim que nós soubemos de sua coroação. Gostaríamos de parabenizá-los e desejá-lo toda glória eterna!

Falsos. Aquilo era tudo tão ridículo que me causava náuseas; estava óbvio que eram somente interesseiros em busca do apoio real em suas caças imundas por pobres escravos.

— Em nome da nossa eterna fidelidade, trouxemos-lhe um presente de coroação... — Foram interrompidos pela voz grave e forte do vampiro, que soou repentinamente no local.

— Traga-o até mim.

Imediatamente, foquei a atenção em si e observei suas feições impassíveis. Estava sério e não demorou para que os homens que me seguravam arrastassem-me até onde ele se encontrava. Tentaram me fazer ajoelhar e eu resisti até Jeon impedí-los de me obrigar.

— Eu disse para trazê-lo a mim. — Lhes assegurou. — Em algum momento mencionei que vocês tentassem o pôr aos meus pés?

Meu maxilar estava cerrado de raiva e eu vi pelo canto dos olhos eles engolirem a seco. O líder dos caçadores sorriu maldoso.

— Perdoe-nos, majestade.

Embora não me forçassem mais para baixo, senti um empurrão discreto — talvez não tanto assim — em minhas costas para eu avançar os degraus que levavam ao trono do mais velho. Ainda que contrariado, segurei a minha ira e parei em frente ao rei que mesmo me encarando de baixo tinha a aura superior.

Esses vampiros malditos!

— Podem se retirar. — Disse, Jeon — Os meus homens irão dá-los algumas moedas de ouro sob minha ordem em poucos dias.

— Não há necessidade, majestade! — Eu não precisava olhar para saber que o sorriso interesseiro era muito mal ocultado na boca do humano ambicioso. — Ele é um presente.

— Minha palavra já foi dada, caçador. Eu não volto atrás com aquilo que digo. Agora, retire-se caso não queira que eu perca minha paciência e decida drenar todo o seu sangue. 

Ele engoliu a seco com aquela ameça e reverenciou-se rápido, abandonando o local.

E assim, fui deixado para trás com o tal desgraçado que agora teria-me como posse.

Cerrei os punhos ao sentir seus dígitos frios calçados em luvas negras tocarem-me a pele, alcançando minha cintura despida pelos tecidos que cobriam apenas a parte da frente do dorso e caíam como cascata em mim.

Somente percebi que havia fechado os olhos quando ele ergueu-se subitamente e agarrou meu queixo entre os dedos longos. A sua voz soou autoritária contra a minha face.

— Olhe para mim, escravo.

Inevitavelmente, o obedeci.

— Meu nome é Jimin, Park Jimin.

Ele arqueou uma sobrancelha e moveu o maxilar diante da minha fala, e embora esta houvesse soado baixa como um sopro, eu sabia ter sido ouvida devido a ótima audição que os seres sobrenaturais possuíam.

— Jimin, uh? — Surpreendendo-me, ele riu. Tão rápido que mais pareceu um delírio meu, porém certamente não fora; a imagem de seu rosto contorcido em lascívia notava-se refletida em suas orbes profundas. — Então vejo que és um Park, hm? Não me admira a arrogância que vejo em seu olhar então.

— Se vai me matar, que o faça logo! — exclamei, impaciente com o que seu timbre prepotente causava em minha estrutura. Mais uma vez, senti seu toque em minha cintura só que dessa vez mais forte, firme e preciso. Ele firmou uma feição dura, fitando minha boca.

— Te matar? — sorriu ladino, molhando o lábio inferior com a ponta da língua, deixando suas presas pontiagudas à mostra. — Você precisa se esforçar mais para conseguir isso.

E com essas palavras que me deixaram confuso, uma das mãos que se encontrava em meu quadril subiu para enfiltrar-se entre os fios loiros da minha nuca, puxando-os de forma que obrigou-me a jogar a cabeça para trás e partir os lábios pela brutalidade do ato.

Senti seu riso em meu pescoço e seu nariz deslizando pela curvatura. Antes que eu pudesse reagir ou tentar empurrá-lo (embora não tivesse dado certo de nenhuma maneira) suas presas rasparam em meu ombro e logo se afundaram nele. Eu gritei com a dor fina na região, fechando os olhos e o sentindo sugar lentamente meu sangue para fora do corpo.

Minhas mãos algemadas agarraram-se na única coisa que alcançaram: o tecido caro de suas vestes negras, torcendo-as entre os dedos curtos tamanha a sensação agoniante.

Inevitavelmente, por um só segundo, me lembrei da última vez em que fui drenado por um vampiro: aos quinze anos de idade. Tinha sido um cliente de Madame Oh e não durou muito tempo pois ela o expulsou do lugar um pouco depois, assim que nos encontrou. Mas logo a memória se foi e minha mente tornou-se em branco: aquilo parecia tão diferente.

Ao contrário daquele vampiro, Jeon o fazia lentamente. Era sem pressa ou aflição, controlado. Segurava-me firme com uma mão em meus cabelos e outra na base da minha coluna, pressionando com força mediana que de uma maneira ou de outra me fazia relaxar. E isso era tão estranho que me assustou por um momento, mas então o mais velho tirou suas presas do meu ombro direito e fincou-as calmamente no meu pescoço. Gritei, de novo.

E dessa vez soou como um gemido.

Apertei ainda mais os dedos em suas vestes e mordi com força o lábio inferior, ao ponto de ferir de leve e revirar os olhos atrás das pálpebras para conter o calor que subia por minha espinha inevitavelmente. Isso não era possível! Eu estava ficando... excitado?

— Senhor...? — Balbuciei baixinho, me sentindo cada vez mais sem fôlego ao que o moreno parecia ficar a cada segundo mais esfomeado. E era estranho, pois cada vez em que ele afundava suas presas e sugava meu sangue parecendo estar sedento por isso, eu sentia meu corpo arrepiar; esquentar; clamar.

Clamar por mais daquilo.

Será que eu estava ficando louco?

— Est-tá difí... respi- ah... — tentei fazê-lo parar e somente então ele pareceu despertar de seu transe, afastando-se subitamente.

Jungkook me encarou em silêncio, seus olhos estavam dilatados. Ele analisou minha expressão minuciosamente; me encontrava ofegante, com as orbes marejadas e os lábios carmesim entreabertos. Minhas bochechas provavelmente estavam coradas devido ao meu esforço — nego-me a admitir que fiquei excitado por um vampiro — e ele pareceu cair em transe ao olhar minha boca.

Outra vez, aproximou-se.

Puxando com força meus cabelos, sua língua deslizou pelo meu inferior lentamente. Jeon limpou todo e cada resquício dos filetes de sangue que eu próprio havia arrancado de minha boca ao mordê-la e fez o mesmo com as marcas de seus dentes sangrando em meu pescoço pálido. Ele estancou os ferimentos.

Quando ele me soltou, eu caí no chão de tão frágil que estive em seus braços firmes. Ele sorriu, maldoso, assim que eu o encarei de olhos arregalados; assustado com as minhas próprias reações perante às suas atitudes.

— Você parece valer a pena, Jimin. — iniciou, observando-me de cima de maneira a me intimidar; porém não de uma forma ruim. — Sua cerimônia de iniciação será esta noite.

— O quê? — exclamei, assustado.

— Eu não pretendo esperar nem mesmo um dia para torná-lo oficialmente meu, Park.


Notas Finais


Aaaa que agora é que as coisas ficam boas...... rs 🌚💕💕


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