História Dengo - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Julian Draxler
Personagens Julian Draxler
Visualizações 62
Palavras 2.384
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Essa é a minha primeira fic aqui ou em qualquer outro site. Fiz esse capitulo contanto como a Beatriz chegou até Paris, como eles se conheceram e tudo mais, ficou um capitulo longo mais foi feito com carinho <3

Espero que vocês gostem da fic

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction Dengo - Capítulo 1 - Capítulo 1

 

 

 

 

 

 

São Paulo, Brasil – 17:30 P.M – 22/12/2017

 

Sabe quando passa seus últimos três anos estudando e dando o seu melhor para conseguir uma coisa que você sonha muito? Bom meus últimos três anos foram assim, quando eu consegui um emprego na filial da empresa L’Oreal la em 2015 como Aprendiz, me falaram sobre a empresa disponibilizar muitas chances para os funcionários, quando acabou meu contrato de aprendizagem, ganhei a chance de ter o emprego efetivo, a empresa tem a sede na França, mas precisamente em Paris, sabendo disso me dediquei a aprender o francês e o inglês, que eu já tinha uma boa base por conta da escola onde eu estudava, foi quando surgiu uma vaga “dos meus sonhos”, fiz a entrevista com o responsável por videochamada, a resposta não demorou muito para vir, como já estava fazendo a faculdade de direito, tive a vantagem em cima da outra funcionaria que também queria a vaga. Foi uma correria que só, para tirar visto, passaporte, uma vaga na universidade em Paris (que o próprio responsável de la, resolveria para mim, já que o diretor era um grande amigo! Amigos são quase tudo na vida, já diria meu avô) … Meus pais que ficaria aqui no Brasil, estavam com o coração na mão de a filha deles estar indo morar e fazer a vida em outro país, mas estavam orgulhosos.

Hoje e meu último dia trabalhando aqui, fizeram uma festinha de despedida, como eu sentiria saudades do pessoal que esteve comigo durante esses três anos tão importantes na minha vida.

- Acho justo você falar um pouquinho Beatriz. - disse Alberto, meu antigo chefe, em quando tomava um pouco do refrigerante .

- Tudo bem, não sei muito o que falar, acho que muito obrigado não é o suficiente para agradecer vocês por esses anos, - senti meus olhos encherem de lágrimas – não liguem se eu chorar aqui. - Ouvi uma risada abafada – Bom tudo que eu passei aqui foi espetacular e muito bom para meu crescimento não só profissional mas pessoal também. Vou levar vocês para sempre no meu coração com muito carinho por tudo que vivi com vocês nesses três anos. Muito obrigada.

 

 

 

Paris, Franca – 22:55 P.M – 15/01/2018

 

Frio na bariga, muito ansiosa e apesar do frio que estava fazendo em Paris, eu estava suando, e muito, quando cheguei no hotel que me disponibilizaram, deixei minhas malas no canto do quarto e corri para a janela, tirei uma foto onde aparecia um pouco do Arco do Triunfo e postei no stories do meu instagram, aproveitando o celular mandei mensagem para minha mãe avisando que estava bem e no hotel e mandei a foto para ela também. Tomei um banho e me deitei na cama mexendo no celular, vendo as fotos que meus amigos tinham postado da minha despedida, meu coração que já estava apertado fico um pouquinho mais só que imaginar que agora eles não estão mais todos os dias do meu lado, indo almoçar, saindo para jantar ou apenas indo encher a cara depois da faculdade e com esses pensamentos eu acabei dormindo.

 

Acordei assustada com meu telefone tocando, quando peguei vi que já passava de 13:30, meus pais estavam querendo fazer uma videochamada comigo, aceitei a ligação e quando abriu a câmera estavam meus pais e meu irmão mais velho junto deles

- Bom dia meu amor. - disse minha mãe logo que me viu na tela do celular.

-Bom dia minhas vidas, como vocês estão? - não estranhem, minha família sempre foi assim, nos chamamos de apelidos carinhosos e tudo mais, e agora ainda mais por conta da distância – O que estão fazendo?

- Estamos bem aqui, mas já estamos com saudades de você Bia, - respondeu meu pai, - a gente esta indo para a feirinha, aproveitar o feriado para tomar café la.

- E ai, como que está Paris? - perguntou meu irmão abraçando minha mãe para aparecer mais na câmera – Muito frio?

- Ainda não sai da cama Breno, mais acho que tá bem frio, quando eu cheguei ontem a noite estava uns 5º graus por ai, até tinha neve – respondi fazendo um bico. - Eu ia descer do carro mais para, pelo menos, tocar nela sabe – coisa que qualquer brasileiro faria quando visse neve pela primeira vez - Mas dai iam todos ficar me olhando né

- Não vejo a hora de poder te visitar ai, quero que tenha neve também – respondeu ele mostrando um sorriso.

-Assim que eu arrumar um apartamento quero que você venham me visitar – falei abrindo um sorriso – estou com saudades de vocês já!

- Também estamos meu amor – falou minha mãe do jeito calmo dela de ser – mas assim que conseguirmos ir te ver nos vamos!

-Vou esperar vocês

-Pode esperar – disse meu pai – logo estamos batendo na sua porta

- Vamos desligar Bia, depois no falamos mais tá

-Tá bom mãe, ate depois, amo vocês

-Também te amamos – responderam todos.

Desligando o celular coloquei ele no travesseiro ao lado do que estava deitada, ainda estava decidido se eu levantaria ou continuar deitada naquela cama maravilhosamente quente e confortável, mas me lembrei que teria que levar meus documentos até a Université Panthéon Assas, que seria onde eu terminaria a minha faculdade. Me levantei separei uma roupa quentinha com direito a vários casacos, que apesar de morar em uma região bastante fria no Brasil durante o inverno, não se comparava ao frio daqui, junto com uma calça e uma bota, depois de um banho bem quentinho e alguns minutos secando meu cabelo e dando um jeito no meu rosto, estava pronta, atualizei o aplicativo do Uber, que sempre salva a minha vida, e chamei um, pesquisei o endereço da faculdade para poder passar para ele. Assim que ele chegou me enviou uma mensagem que estava esperando.

-Bom dia, para onde vamos senhorita Beatriz? - me cumprimentou.

-Bom dia Alison, vou querer ir até a Université Panthéon Assas – respondi colocando o cinto de segurança.

-Otimo, não é muito longe daqui não, - respondeu sorrindo – eu estudo lá.

-Serio? Você faz o que lá? - respondi empolgada,

-Eu estou cursando o quarto período de Administração, e você vai fazer o que? - respondeu curioso – você não é daqui né?

- Eu faço direito, estou também no quarto período, não sou não, cheguei ontem a noite, sou do Brasil – gente, eu to conversando normalmente em francês é isso? E melhor ainda ele está me entendendo

- Que legal, tenho amigos que fazem o curso de direito também e são de fora do país, espero que você goste.

A conversa durou o caminho inteiro até a universidade, chegando lá, fiz tudo o que tinha que ser feito, conheci alguns professores e o campus, nunca imaginei que uma universidade ia ser tão linda.

Após três semanas, minhas aulas começaram e junto das aulas tinha meu emprego, que teria que em acostumar novamente, o que não foi difícil, fui muito bem recebida pelos colegas de trabalho, estava tudo indo bem, já tinha contanto mais próximo com algumas colegas da faculdade. Já tinha criado minha rotina e eu estava adorando ela, já tinha conseguindo um apartamento que ficava próximo do meu trabalho e próximo da minha faculdade, nesse pouco tempo aqui, percebi que os francês não são de criar amizades rápido como nos brasileiros mas segue o baile. Depois do trabalho, decidi ir caminhado até meu apartamento, como tinha prestado atenção no caminho, não iria ter problemas, no caminho eu parei para tomar um café, já que saco vazio não para em pé não e mesmo, nessa cidade é tudo perfeito, parece um verdadeiro sonho, o café onde eu entrei estava cheio, mas achei uma mesa pequena e me sentei nela, logo em seguida me trouxeram um menu com várias chás, cafés e bolos, escolhi o meu e não demorou muito para chegar meu pedido, esta tranquila tomando meu café, quando senti uma mão nas minhas costas. Eu paralisei.

 

- Não acredito que você esta aqui Beatriz, quanto tempo. - sabe quando você lembra da voz da pessoa mais não lembra quem é, então estou assim agora, me virei olhando quem era.

- Meu deus Carol, muito tempo mesmo – disse me levantando dando uma abraço nela. A Carol e a família dela sempre foi vizinha d minha. Então nos conhecemos desde sempre, mas quando ela começou a namorar com o marido dela ela se mudou para França para poder ficarem mais perto.

-Porque não me avisou que iria vir para Paris? - perguntou sentando na cadeira vaga na minha frente – Podemos marcar de te mostrar a cidade, só que tá bem frio né – A Carol sempre foi muito falante, estava empolgada.

-Pensei na mesma coisa, só que com esse frio a única coisa que eu quero e minha cama – respondi sorrindo – Mas podemos marcar, é tão bom conhecer pelo menos alguém aqui

-Pode contar comigo viu Bia, vou te passar meu telefone para podermos marcar, você vai adorar a cidade. - ela fala gesticulando – Estou esperando o Marquinhos, posso ficar aqui com você?

- Claro que pode, e me fala como esta a Duda? Sua mãe mostrou uma foto dela na quando estava la em casa na minha despedida – Falei engatando um assunto com ela.

-Ela tá bem, com esse frio nem pensar em tirar ela de casa, você tem que ver ela, é só conversar com ela que ela se abre inteira para você, supersimpática

-Ela é a sua cara Carol, não podia ser diferente né,

Ficamos conversando até o Marquinhos chegar, ele chegou acompanhado de um rapaz mais ou menos do seu tamanho e que também tinha uma jaqueta do psg, deduzi ser um companheiro de time dele, ele nos cumprimentou e apresentou o amigo que também havia chegado a paris a pouco tempo.

- Já foi ao restaurante L’Oiseau Blanc. Julian? - perguntou Carol, qaundo entramos no assunto que mais me interpresava, comida.

-Ainda não, não tive muito tempo para conhecer Paris ainda, - respondeu abrindo um sorriso, me fazendo abrir um também.

-Poderíamos ir la hoje né, - sugeriu Marquinhos – O que acham?

-Por mim tudo bem – respondi encolhendo os ombros.

-Por mim também, vai ser bom conhecer lugares diferentes – respondeu Julian – Podemos ir umas 21:30?

- Pode ser - respondemos todos juntos.

Resolvemos ir embora, mas antes a Carol me puxou para tirar uma foto com ela, a foto ficou bonita, nela aparecia um pouco da rua, pois estávamos sentados perto da janela, e nos duas sorrindo, ela postou no stories me marcando. Pagamos a conta e cada um seguiu para sua casa, quando peguei meu celular vi que ganhei alguns seguidores e um me chamou a atenção, era o colega do Marquinhos, quem tinha me seguindo era Julian Draxler. Segui ele de volta e resolvi me arrumar. Tomei um banho, sequei meu cabelo e fui escolher uma roupa, morar sozinha tem suas vantagens uma delas é que eu podia andar de calcinha pelo meu apartamento sem precisar me importar com nada, melhor sensação! Escolhi uma calça jeans, um sobretudo preto e um scarpin, não sei se foi a melhor escolha mais para mim era, eu amo sobretudo, fiz uma maquiagem qualquer, quando eu falo qualquer e tipo base e rímel, porque sou péssima com essas coisas, e passei um batom. Pronta, e ainda faltava meia hora para o horario combinado. Resolvi ficar mexendo no meu instagram para passar o tempo, vi que tinha um direct do Julian, me pedindo se eu sabia chegar no tal restaurante

 

 

@draxlerofficial: Beatriz, tudo bem? Você sabe como que faz para chegar no restaurante?

 

@beatrizguimaraes: Oi Julian, tudo ótimo e com você? Então não faco a mínima ideia :/

Respondi e fiquei esperando a sua resposta, que logo chegou

 

@draxlerofficial: Podemos ir juntos…

claro se você quiser

 

Por essa eu não esperava, não que eu não quisesse a carona dele, dele até uns beijos eu aceitava mas calma nessa hora minha gente, demorei um pouco para responder.

 

@beatrizguimaraes: Pode ser, podemos pesquisar o endereço do restaurante

 

@draxlerofficial: me passa seu numero ou seu endereço para eu te buscar?

 

É claro que eu iria passar meu numero fiz isso em uma mesma mensagem, passei o endereço e o telefone, uns dez minutos depois ele me mandou a mensagem falando que estava la em baixo me esperando, peguei o endereço do nosso destino e desci, ele estava na parte de fora do carro me esperando sorrindo, não sei se falei para vocês, mas ele é lindo e alto, eu com meus saltos não chegava a altura dele, ele abriu a porta para mim, isso é um sonho né, fomos conversando até a metade do caminho, sobre o que já conhecemos em Paris.

 

-É Beatriz, sabe, eu sei o endereço do restaurante, eu só te mandei a mensagem porque queria poder te conhecer sem outras pessoas juntos, você deve me achar um louco, mas eu gostei de você só pelo pouco que nos conversamos hoje… - falou ele olhando intercalado entre a rua e meu rosto, senti meu rosto esquentar e eu imagino ele ficando todo vermelho – Não precisa ficar com vergonha, desculpa se falei alguma coisa que não gostou…

-Não é isso só não esperava por isso – falei interrompendo ele, -Você me pegou desprevenida, só isso

O resto do caminho foi silencioso, quando chegamos no restaurante, Carol e Marcos já estavam nos esperando, entramos e foi um jantar super gostoso, a comida era boa, a companhia também, eu percebi que o Marquinhos e o Julian as vezes se olhavam e davam risada um do outro, no final do jantar, Julian outra vez me ofereceu carona e eu aceitei, segundo a Carol, ela já estava vendo a gente casando, eu só dei risada do jeito da minha amiga, o caminho da volta foi tranquilo ele não comentou nada do que tinha rolando na ida até o restaurante, quando chegamos na frente do meu predio, ele virou no banco

-Posso te pedir uma coisa? - perguntou chegando mais perto de mim

-Pode sim- falei fazendo o mesmo que ele, qual é o cara lindo, educado, tudo de bom em um carro tão perto de mim, tchau juizo

-Me da um beijo – para que isso meu bem, era só ter beijado, - Só um de boa noite

Quando ele terminou eu colei nossos labios.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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