História Dentro Da Mente - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama Tristeza, Emoções, Hentai, Morte, Romance, Tortura, Vida Pós Morte
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Palavras 699
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura

Capítulo 1 - Capítulo I- A Chegada


PARTE CELLBITA

Dor, tudo ficando lentamente escuro.... Podia sentir meus ossos quebrados todos se remexendo com meu ultimo esforço em fugir... O ar começava a me faltar no pulmão e junto com a dor alucinante isso ficava insuportável.

- Oh... Já quer morrer? Não durou nem 3 semanas.... - Ele ri do meu estado deplorável, meu estômago ronca em um último pedido por comida, queria poder estar segura em casa...

- Cell... N-não vá agora... - Bruno, que estava preso a cadeira ao lado, implora a mim com a voz falhada, queria poder responder mas não conseguia, Akira (o serial killer) assistia a minha lenta morte com satisfação no olhar... Antes de cair no sono da eternidade, pude ouvir Bruno (meu melhor amigo) soltando um triste suspiro e falando que eu já podia descansar, isso me permitiu dormir para sempre.


   


Abro meus olhos desesperada, me levanto do sofá onde estou e olho ao redor "onde diabos eu estou?", Por algum motivo não consigo lembrar de nada além do meu nome, idade, casa e família. Eu fui sequestrada ou algo assim?

- Ah! Você acordou!- Uma voz fala atrás de mim fazendo eu dar um pulo de susto, eu me viro e vejo uma garota da minha idade dando risadas pelo susto.

- Desculpa pelo susto, hehehe, eu sou Carol e... Bom, bem vinda a sua nova casa!- sua voz é estranhamente famíliar, será que... Não, não pode ser, ela está morta...

- Carol? Eu te conheço? Ou melhor, onde eu estou?- ela me olha tipo "lamento você ter vindo aqui", está tudo tão confuso...

- você está na mansão da mente, aqui é onde, quando você morre de uma forma brutal ou suicídio, vem parar, é como uma segunda vida... É normal ter amnésia depois de acordar aqui, aconteceu comigo também

Espera... Eu morri? E agora estou em uma... Mente?! Cada vez mais confuso... Percebendo minha confusão, ela muda de assunto e me mostra a casa. Aqui parece legal. Depois de tudo ela me explica que eu sou uma emoção (demência/otimismo), e bom, nós controlamos os pensamentos dessa pessoa, tem outros, mas como cheguei tarde da noite só teve ela para me receber, sorri ao perceber que já fiz uma nova amiga.


PARTE BRUNO 

Depois que a Cell morreu, eu não pude conter minhas lágrimas, o amor da minha vida morreu na minha frente e não pude fazer nada, e ainda por cima, aquele assassino sujo riu enquanto ela dava os últimos suspiros... Vi a expressão dela mudar de vazia a serena, como se dormisse tranquilamente apesar das últimas semanas que passamos aqui. "Pelo menos ela está em um lugar bem melhor que aqui" um pensamento otimista me passou pela mente como se algo tentasse me confortar. 

O assassino passou a me olhar, mesmo não o olhando, pude sentir que deu um sorriso de alegria "FILHO DA PUTA" gritei em minha própria mente.

- É uma pena ela ter ido... Foi muito divertido ouvir ela gritar "Pare! Por favor!"- Ele fala afinando a voz para ficar igual a da Cell, tentando me provocar, o que deu certo...

- POR QUÊ??!? POR QUE VC FAZ ISSO?!? VOCÊ É UM MONSTRO QUE DEVERIA MORRER!!- Gritei não conseguindo me controlar, ele gargalha e corta minha garganta, começa a me afogar no meu próprio sangue, não conseguia ouvir mais nada do que ele falava, eu olhava o rosto sereno de Cell pensando "estou indo Cell..." 



Olhava confuso ao redor, uma casa? Onde eu estou? Eu não lembro de quase nada... Devo ter bebido muito mas... Nunca vi a existência de uma mansão na cidade.

- Finalmente você acordou em!- uma voz masculina fala ao meu lado me fazendo cair do lugar onde estava, ele ri, me deixando com raiva.

- Que porra é essa?! Onde eu tô?!?- Aumento meu tom de voz pro garoto com pelo menos 16 anos, ele ri mais de mim.

- Resumindo, assim como eu, você foi morto de uma forma brutal como atropelamento, assassinato, etc ou se matou e agora você é a emoção de alguém- Ele diz sorrindo como se fosse a coisa mais natural do mundo.

- vem, vou te mostrar a casa logo para poder dormir- eu levanto e sigo ele, ainda assimilando tudo.


Então essa é a vida pós morte? 



Notas Finais


Espero que tenha gostado :3


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