História Deoruns - As entidades de tudo - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Deuses, Mitologia, Poderes, Super Poderes
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Palavras 518
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que goste!

Capítulo 1 - Meu pai


Fanfic / Fanfiction Deoruns - As entidades de tudo - Capítulo 1 - Meu pai

...Aqui estou eu. No lugar onde sonhei estar desde que era uma criança. No início e no fim de minha vida. De frente com a morte. E com a vida atrás de mim. Um combate. Um destino... Meu destino.

Não sei dizer se sou um humano. Nem se sou ao menos um híbrido. Meu pai já foi humano... Mas não é mais. Na verdade, nem sei se os humanos ainda são humanos. Desde que eles descobriram como voar, explodir, inflamar a si próprios, nadar sem precisar de oxigênio, ou qualquer super-poder que tenham desenvolvidos.

Meu pai, Praece, era um desses. Um humano com super-poderes. Ele tinha a benção da velocidade. Uma das super-habilidades mais comuns. Ele não era alguém de destaque no mundo. Não era... Até o dia que o seu irmão mais novo, um dos meus tios, morreu. Nesse dia, ele não sabia mais o que fazer. Só conseguiu fazer o que ele fazia de melhor. Ele correu. Correu muito. Ele queria correr até que se sentisse livre de toda aquela dor e saudade. Ele correu tanto que foi além do poder que poderia usar. E, então, algo único aconteceu. Aquela responsável pela velocidade, Sagitta, apareceu diante dele.

Ninguém sabia. Ninguém sabe. Esses poderes incríveis, todos eles estão conectados à alguém. Cada tipo de habilidade está ligada à uma entidade incrível que a controla. O nome dessas entidades? Deoruns... Seres que nem mesmo existem, mas que possuem o verdadeiro poder. O máximo que um humano era capaz de fazer não era nem uma fração do que um Deorum podia. Se, por exemplo, o Deorum do fogo não concorda com algo que um humano com poderes incendiários está fazendo, ele corta o poder desse humano. Ou o queima vivo. Depende do Deorum.

A Deorum da velocidade, Sagitta, era diferente dos agressivos. Cabelo curto ruivo, roupa preta colada ao corpo e feições gloriosas. Ao perceber meu pai correndo tanto e tão rápido daquela forma, visando algo e buscando-o na velocidade, ela não cortou o poder dele. Nem acelerou as células dele até que ele caísse morto no chão. Ela o chamou.

- Você, Praece, humano inferior. Você possui o potencial para ser maior.

Meu pai estava abalado, mas a ouviu. Ela explicou toda a mitologia desconhecida que envolve os Deoruns. Explicou suas origens. Explicou sua imortalidade vocacional. Explicou sobre os altos Deoruns, os Deoruns com poderes que nenhum humano podia controlar. Explicou como estava cansada e farda de comandar parte do mundo. Sagitta era alguém responsável e engenhosa, mas também presa. Ela não via seu cargo como algo ruim, mas achava que não era feita para comandar.

- Quero que você assuma meu lugar, Praece. Quero que você assuma meu lugar como Deorum da velocidade.

Após um longo debate, meu pai finalmente aceitou a oferta da esbelta mulher em sua frente e, quando percebeu, estava com uma pequena e delicada mão atravessando seu peito. Era a condição. Para ser tornar uma entidade e ser privado da morte eminente, era necessário morrer antes da hora. E quase como uma carcaça que atrai abutres, uma morte antecipada atrai algo ainda pior...


Notas Finais


Obrigado por ler!


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