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História Dependence - Capítulo 9


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Notas do Autor


Olá, meus amados leitores de todo o mundo! Tudo bem? Bom, eu espero que sim.

Antes de mais nada, meus queridos, eu gostaria de agradecer imensamente pelos comentários recebidos no último capítulo postado, não sabem o quão feliz e inspirada eu estou com essa história. Prometo responder todos assim que eu terminar de postar esse lindo e longo capítulo.

Espero que a história não esteja saindo do contexto, caso contrário eu me mato. Rsrsrsrs... Brincadeira. Eu apenas ficaria decepcionada comigo mesmo em perceber que estou desviando do tema do mangá e das personalidades dos personagens.

Eu realmente estou com medo de ter saído da personalidade do Sukuna nesse capítulo pelo fato da verdade ser dita cruelmente na cara dele por seu maior inimigo, o pai do Itadori. Mas refrescando a memória de todos, já sabemos que o Sukuna foi humano no passo, tanto que o próprio mangá confirmou isso. E por mais que ele tente fugir da sua verdadeira natureza, ele tende a comerter deslizes como os do capítulo de hoje, fazendo-o entrar em um conflito não muito longo, quando ele ainda possuía sentimentos humanos. Tentei ao máximo não forçar nada, pois, afinal de constas, estamos falando do Sukuna, né?

Astre e Fushiguro possuem um passado trágico quando Astre tinha total liberdade em pegar o corpo do irmão para passar um tempo com Megumi, na época nomeado por outro nome.

Suzaku estranhamente age como aliado e, ao mesmo tempo, um inimigo, algo que deve ser levado em consideração, já que ele aceitou a condenação do filho sem protestar. E olha que ele é o celestial representante do amor, hein?

Astre não odeia de forma alguma Itadori, mas não sabe como comunicar-se com o jovem de forma sutil.

E sim, gêmeos para os Deuses dos quatro ponto cardeais são sinal de um péssimo presságio, tendo que selar uma das almas por toda a eternidade, já que Deuses não podem ceifar a vida de crianças, pois isso os levariam para a penitência e desonra, sendo destronados e amaldiçoados. Por isso, quando gêmeos se formam no ventre de uma de suas esposas, eles se juntam e selam a criança por inteiro dentro do corpo do escolhido a viver. E sim, caros amigos, o corpo de Astre está dentro de Yuuji.

Eu não sei se consegui me expressar bem como Megumi, mas tentei.

Eu betei bonitinho o capítulo, mas sempre passa algo despercebido, não é mesmo? Então, amores, caso vejam algo de errado, apenas me avisem que arrumarei imediatamente.

Espero que gostem e que eu não decepcione vocês.

Boa leitura!

Beijinhos!

Capítulo 9 - Capítulo VIII: Lose Control.


Fanfic / Fanfiction Dependence - Capítulo 9 - Capítulo VIII: Lose Control.

"A sua frieza e ignorância são todas cheias de desejos.
Nossa solidão é um sinal combinado, como se nossos dedos fossem interligados.
O amor é apenas ridículo, eu posso até saber quando você mente."

Lay - Lose Control

 

Fora do subconsciente de Itadori Yuuji — Dentro dos domínios do Colégio Técnico Metropolitano de Tóquio

Os passos firmes, seguros e imponentes ecoavam pelos corredores vazios, causando alguns ecos que se perdiam lentamente no ar. A silhueta agora mais alta e com músculos definidos vislumbrava o lugar com certa curiosidade. A face tão bem conhecida por todos já não era mais a mesma, tão pouco o seu cabelo. Ele já não era mais o mesmo Itadori Yuuji que todos conheciam e amavam. Aquela figura envolta por trevas e rancor estava diferente por dentro e por fora.

— Interessante... — Murmurou divertido com as mãos dentro dos bolsos. — Então eles ainda existem. — Afirmou, acendendo um brilho malevolente em seus olhos frios como a mais dura noite de inverno. — É bom saber que ainda há guerreiros devotos dos quatro celestiais espalhados pela terra como vermes rastejantes.

Embora estivesse sem rumo e desconhecesse completamente o lugar onde despertara, o jovem de cabelos ruivos caminhava descontraidamente por toda a aérea do colégio procurando por uma saída que o levasse até o homem de face costurada.

— Aquela maldição... — Sussurrou distante, fitando um céu com uma expressão nada feliz.  — Por pouco ela não destrói a minha alma junto com a do imbecil do meu... — Alargou os lábios em um sorriso sádico. — Irmãozinho.

Perdido em pensamentos sobre como castigaria a maldição com a habilidade de modificar almas de acordo com sua vontade, o homem que se apossou do corpo de Yuuji não notou que longos minutos de caminhada sem descanso o levou até os dormitórios masculinos, cruzando com o quarto de Megumi, o humano que Sukuna estranhamente havia criado um certo interesse.

— Devo admitir que a evolução humana realmente ultrapassou as minhas expectativas, pois há coisas nessa era inovadora que nem mesmo eu compreendo. — Coçou a nuca, soltando um suspiro em derrota, totalmente surpreso e maravilhado com as diversas máquinas de bebidas e guloseimas enfileiradas na parede. — Andei tanto em busca de uma saída desse lugar onde a energia de feiticeiros jujutsu é gigantesca e acabei aqui.

Frustração. Se tinha uma emoção que pudesse defini-lo, a frustração de não conhecer nada daquele lugar, por não poder usar a sua força real para mandar aquele maldito lugar pelos ares, pois chamaria atenção não só daquele que o selou na prisão dimensional de Orichalcos, mas também dos outros dois seres celestes e suas estrelas guerreiras.

— Itadori? — A voz calma e indiferente de Megumi ecoa pelos ouvidos do homem de cabelos ruivos, fazendo-o virar o rosto para encarar a pessoa que chamara por seu irmão, arregalando os olhos assim que as suas orbes pousaram sobre o rosto do jovem Fushiguro.  — Pensei que estivesse com o Gojo-sen... — E antes que o moreno pudesse terminar a sua fala, o punho de Yuuji o acerta com força no maxilar, arremessando-o na parede, abrindo uma fenda no mármore indestrutível

Em choque com a recepção nada calorosa do seu companheiro de missões, o feiticeiro das dez sombras tenta se reerguer, cuspindo sangue pela brutalidade com que fora atacado desprevenidamente.

— Posso saber o motivo desse ataque? — A voz de Megumi estava calma apesar de tudo, tentando compreender a reação de Itadori ao vê-lo. — Qual é o seu pro... — Não houve tempo para desviar, tão pouco terminar a pergunta, pois novamente seu corpo é cruelmente agredido com um chute no estômago, fazendo-o perder toda a força de seu corpo, caindo sobre o chão totalmente imóvel pela dor.

Os olhos antes tão gentis e preenchidos com um lindo castanho claro, agora ganhavam uma expressão repleta de rancor junto de uma coloração carmesim brilhante. A frieza na face daquele que reivindicou o corpo de Yuuji para si era algo que chamou a atenção de Fushiguro, já que o rosado nunca foi frio ou agressivo com as pessoas, apenas nas raras vezes que Sukuna lhe roubava o corpo por um breve momento.

Contudo, embora mantivesse a agressividade e o olhar perverso todas as vezes que o jovem receptáculo adquiria ao ser controlado pelo rei das maldições, havia algo de diferente naquela ocasião, mas Megumi não conseguia dizer ao certo o que havia mudado.  Todavia, ao analisar o garoto por alguns breves segundo, percebeu que estranhamente as tatuagens tribais que apareciam em seu corpo quando deixava de ser quem realmente era não haviam tingido sua pele como todas as vezes anteriores, deixando o moreno confuso diante daquela situação.

Algo de muito ruim estava acontecendo com Yuuji, o manipulador das sombras pressentia isso.

— Itadori... — O timbre ofegante e baixo ecoou pelo corredor destruído pela força bruta do ruivo. — Não... Você não é ele e muito menos aquela maldição idiota... — Seus olhos negros como a noite fitavam a figura diante de si com desconfiança, chegando à conclusão de que uma terceira alma dentro de seu amigo barulhento e impulsivo se alojava. — Quem... Quem é você? — Questionou entredentes, irritado por presenciar inúmeras vezes o sofrimento de Itadori desde que ingressou no mundo dos feiticeiros jujutsu, sem ao menos ter como amenizar aquela latente dor que emanava do companheiro de missões por saber que ele iria morrer ao ingerir todos os vinte dedos de Ryomen Sukuna, a maldição que arrastou aquele garoto absurdamente forte e rápido para o caos e desespero das profundezas daquele mundo ainda tão desconhecido para o jovem receptor.

Passos lentos e imponentes foram de encontro com o corpo caído e todo ensanguentado do garoto de olhos ônix, aumentando a pressão da energia amaldiçoada em tom avermelhado que envolvia o corpo do Tennin, esmagando os ossos de Megumi, tornando-o incapaz de se proteger dos possíveis ataques por parte daquele ser bestial.

— Você pergunta quem sou, mas você já sabe a resposta. — Sorriu, parando alguns centímetros de distância do moreno que o fitava paralisado. — Acho que devo refrescar a sua memória de quando habitávamos os céus ao lado de nossos pais, Maldito traidor! — Gritou, enfurecido ao lembrar-se do passado marcado por sangue e traição, pegando Fushiguro pelos cabelos, lançando-o mais uma vez sobre a parede, fazendo cm que o garoto cansado e gravemente ferido expelisse sangue pela boca. — Vou fazer você se lembrar da promessa que você jurou nunca quebrar. — Sorriu maldoso, pondo sua mão sobre os olhos do criador de Shikigamis, deleitando-se com o reencontro após três mil anos de selamento.  — Você tinha me perguntado quem eu era, não é mesmo? — Nenhuma resposta audível veio por parte de Megumi, apenas um assentir positivo com a cabeça. — Bom, antes de mostrar o maldito passado ao qual me condenou com a sua traição, eu espero que o nome Astre te lembre algo.

Ao ouvir o verdadeiro nome da pessoa que controlava seu amigo Yuuji, o moreno arregala os olhos em surpresa e descrença, relembrando todas as noites que acordava chamando por tal nome, desesperado sem saber a razão.

— Agora reviva o inferno que me fez passar. — O ruivo ordenou, não se importando com a face surpresa do rapaz mais novo, facilmente levando o inconsciente do jovem para a era Nintoku, onde todo o pesadelo, caos e sofrimento recaíram sobre os gêmeos regidos pela estrela Sirius.

Prisão dimensional de Orichalcos — Subconsciente de Ryomen Sukuna

Assim que voltou para o presente, a maldição abriu os olhos escarlates lentamente, deparando-se com a face gélida de Suzaku, a fênix vermelha protetora das terras do sul, ainda não aceitando o passado do seu lado humano como uma verdade irrefutável.

Sua mente vagava nas memórias em que pôde presenciar a crueldade existente dentro daquele moleque irritante que lhe cobrava um amor que a maldição jamais despertaria. Seus olhos marcados pela indiferença se desviaram do celestial, fitando com atenção o semblante repleto de dor e tristeza que Itadori carregava em seu coração.

“Esse moleque maldito apenas me usou como um peão quando eu ainda era um humano...” — Pensou, mantendo a expressão de desdém. — “Talvez seja hora de ele ser usado como eu bem quiser, garantindo assim um corpo para mim ao roubar a alma daquele feto que jamais deveria ter sido gerado.” — Sorriu maldoso, já sabendo como procederia com seus planos. — “Além do mais o corpo desse fraco é, de certa forma, viciante. Posso usá-lo até o momento da chegada daquela maldita criança.”

Ryomen não havia limites em suas ambições, tão pouco em suas maldades e manipulações. Sacrificar a vida do próprio filho para obter um corpo carnal não era nada para ele. Para dizer a verdade, o rei amaldiçoado não se importava com aquela vida gerada após uma noite de sexo sem compromisso, para ser ainda mais sincero do que já estava sendo consigo mesmo, a indiferença para com Itadori e seu filho era tão grande que, caso seus olhos presenciassem a morte de sua cria nada iria mudar, pois ele não possuía sentimento algum por aquela vida ainda em formação dentro do moleque tão dependente de seus toque e beijos.

“Um celestial idiota que se apaixonou por seu peão.” — Sorriu, divertindo-se com o rumo que as coisas estavam tomando.

— Do que está rindo? — Questionou o ser divino, fitando a maldição com desconfiança.

Ryomen fitou uma última vez a face melancólica do rosado, voltando seu olhar para Suzaku, que o encarava com repulsa e desgosto. — Não é nada caro sogrinho. — Zombou, pronunciando a última palavra lentamente em um tom provocativo. — Eu só estou imaginando como será a nossa vida familiar de agora em diante. — Os olhos avermelhados maléficos e imponentes fitavam o Deus das terras do sul com deboche e desrespeito, querendo arrancar até o último resquício de superioridade e orgulho que aquele maldito insistia em manter. — Já que agora o seu querido filho tão puro o bondoso carrega dentro dele um filho meu. —  Alargou ainda mais os lábios, esboçando um sorriso vitorioso em sua face marcada por tatuagens.

Suzaku nada disse, apenas manteve-se calado por um bom tempo, analisando mais um pouco aquele ser que um dia já fora humano com muita atenção, não perdendo de vista nenhum detalhe sequer das ações e expressões que o humano amaldiçoado fazia para provocá-lo.

Suspirou calmamente, sabendo que aquela não era a hora adequada para lutar. Agora era preciso unirem forças para evitar a pior tragédia de todas: A execução de seu filho.

Embora fosse propenso ao caos, havia uma pequena luz que insistia em brilhar em seu coração tão maculado pela dor da rejeição do rei das maldições que, depois de tantos anos terem se passado, novamente acabou se apaixonando.

Esse era o fardo das reencarnações de seu filho: Amar desesperadamente, sofrer silenciosamente e morrer brutalmente pelas mãos daquele que amaldiçoou tanto seu filho quanto o humano transformado no mais perigoso e abominável ser movido pelo prazer e desprazer de matar e destruir tudo ao seu redor.

Suspirou fundo, tentando manter a calma diante daquele ser que sacrificou a vida de sua amada esposa para apenas rever seu passado miserável, fechando os olhos com força, obrigando-se a não pensar sobre aquilo naquele momento. — Eu sei até que ponto vocês foram. — Comentou enojado, mantendo o olhar gélido sobre Sukuna, que apenas zombava da situação com comentários e risos maldosos. — Mas essa criatura profana não nascerá. — Sentiu-se um monstro ou dizer tais palavras com tranquilidade e indiferença, mas ele sabia que aquela existência ia contra todas as leis divinas e terrenas, podendo acarretar grandes desastres pelo mundo. — Assim que Itadori Yukiji for executado pelas mãos de Seiryuu, caro rei tolo, sua alma será novamente aprisionada.

Embora não apreciasse a existência daquele moleque chato que vivia dizendo que o amava, algo nas palavras de Suzaku fez com que a face antes debochada do rei amaldiçoado, agora ganhasse uma seriedade assustadora, surpreendendo a fênix do sul.

Ryomen Sukuna não se importava com ninguém que não fosse ele mesmo e Megumi, mas, por algum motivo desconhecido, ao ouvir o celestial falar com tanta indiferença sobre a execução do próprio filho, algo o incomodou de uma maneira absurda, como se o simples fato do garoto não receber nenhum tipo de afeto por sua própria família o tocasse na mais profunda escuridão de seu âmago.

Embora ainda estivesse confuso com as próprias emoções e a latente dor do pirralho insistir em lhe tocar a alma, Sukuna não era cego. Yuuji inconscientemente gritava desesperado por ajuda através de seu nítido sofrimento.

— Sacrificar um filho não é algo que um pai permitiria. — Alfinetou, tentando compreender toda a história por trás das reencarnações do celestial de nome Yukiji que conhecerá em sua vida humana.

Um silêncio esmagador se fez presente na prisão dimensional de Orichalcos, tornando o clima ainda mais pesado que antes de iniciarem a conversa. — Yukiji e Astre são paralelos opostos. — Fitou o corpo do filho ainda no colo da maldição, sentindo-se decepcionado com as escolhas de seu herdeiro. — Para o mundo divino é um tabu alarmante quando gêmeos são gerados. — Revelou não podendo conter a amargura em seu tom. — Portanto, para que o equilíbrio prevaleça em nosso reino, uma das crianças tem sua alma Aprisionada no subconsciente do escolhido, garantindo assim a paz. — O timbre calmo e impecável não possuía emoção fraternal alguma, como se não fosse as leis idiotas impostas pelos celestiais o motivo da infelicidade e escuridão de Itadori, algo que desagradou Sukuna. — Após ele nascer, mesmo com a insegurança de Ceres em relação ao caráter do nosso filho, realmente pensamos que tudo iria se ajeitar com o tempo, mas só piorou. — Riu fraco, fechando os olhos em reprovação das atitudes do filho. — Ele tornou-se instável, talvez por já saber que seu corpo abrigava a alma de seu irmão, gerando um incontrolável ódio dentro do coração de Yukiji, rompendo o selo que aprisionava a outra criança. — Suspirou cansado, mas ainda prosseguindo com o relato. — Ele começou a desprezar os costumes e as leis divinas, dividindo a mente e o corpo com Astre, o irmão que fora privado de viver.

Embora soubesse que o rosado não era alguém como os outros, jamais cogitou que ele abrigava uma outra alma além da sua, já que nunca sentiu rastro da energia amaldiçoada do suposto irmão perverso do moleque.

Porém, embora com toda aquela explicação tediosa e insuportável de seu inimigo, ainda tinha uma questão que lhe despertava uma grande curiosidade i incerteza.

— Por qual razão ele será executado? — Questionou, mantendo os olhos fixos no homem diante de si, esperando por uma resposta. — Por qual razão fazê-lo reencarnar para depois matá-lo? — Complementou, cruzando os braços acima do peito desnudo. — Não seria mais fácil eliminar a existência do garoto para sempre?

Suzaku sorriu desgostoso, pela primeira vez tendo que concordar com aquele ser desprovido de pudor e sentimentos. — É a punição que ele deverá pagar em todas as reencarnações sem direito algum de contestar. — Respondendo a primeira pergunta feita por Ryomen, o celestial prossegue com as questões ainda não respondidas. — O motivo dele ser morto é um fato irrefutável, já que esse tolo é incapaz de eliminar com os próprios poderes o resquício de vida ainda existente do irmão em seu corpo. Sendo assim, todas as vezes que Astre despertar, a vida desse meu fraco e vergonhoso filho se esvairá. — A última questão era a que mais o fazia repulsar o próprio filho. — Não podemos matá-lo, pois antes de ser morto e amaldiçoado... — Seus olhos brilhantes e vermelhos como rubis miraram Yuuji com nojo, incomodando Sukuna. — Esse idiota fez um pacto com você ainda quando era apenas uma oferenda insignificante, transferindo metade do poder celestial dele para você, prometendo sempre encontrá-lo em todas as vezes que reencarnasse, ensinando-o a usar a energia amaldiçoada para que jamais pudesse ser morto por um celestial. — Riu sem humor. — Esse grande inútil deu origem à sua insignificante existência...

Antes que Suzaku pudesse terminar de explicar a real situação de Itadori Yuuji, a atual reencarnação do Tennin que o salvou da morte em sua vida como humano, Sukuna atinge em cheio a face de  ser divino com toda a força que ainda lhe restava, passando seus olhos pelo garoto adormecido no chão, ainda não compreendendo nada do que estava sentindo.

— E você, um ser que deveria proteger e purificar todos com seu poder, ainda se considera um Deus? — Debochou, ofegante, não sabendo ao certo o que fazia ou o que dizia. — Você condenou o fedelho, não eu. — Socou novamente, não permitindo que a divindade criasse uma oportunidade de revidar. — Você o renegou quando a escolha dele me salvar foi contra todas as leis idiotas do seu falso mundo puro. — A voz exaltada ecoava alto por toda escuridão que os envolvia. — Você o jogou no inferno por puro capricho das suas estúpidas leis e agora quer executá-lo para se livrar da vergonha que recaiu sobre seu tão bem quisto nome no exato momento em que se envolveu com uma de suas sacerdotisas. — Pegando-o pelas maçãs de sua bochecha, Sukuna desfere diversas cabeças naquele falso ser divino diante de seus olhos. — Mas saiba que um pacto de interesse mútuo foi feito. — Sorriu de forma sádica, dando uma última cabeçada do ruivo. — E se eu perceber qualquer presença celestial rondando esse moleque irritante, eu juro tomar o corpo dele por completo e destruir não somente essa terra que tanto protege, mas o reino divino inteiro. — Após fazer sua ameaça, o rei das maldições lança o corpo carnal da fênix do sul no ar, prestes a chutá-lo para longe, mas Suzaku o impediu com uma única mão, abrindo um sorriso satisfeito.

— Era isso que eu estava esperando de você há muito tempo. — Comentou de forma rápida e baixa. — Vejo que tantos anos selado após ver diversas reencarnações do meu filho serem mortas bem diante dos seus olhos serviram para alguma coisa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Bom, este foi o capítulo oito, espero que tenham gostado.

Gente, por favor, vão comentando o que estão achando do rumo que a história está tomando, assim poderei atualizar com rapidez, pois saberei a opinião de vocês.

Bom, isso é tudo por hoje.

Beijos.


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