História Dependent Love - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang
Personagens G-Dragon, Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Big Bang, Bts, Gdragon, Imagine, Jimin
Visualizações 585
Palavras 1.182
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


ADIVINHEM SÓ QUEM VOLTOU?! ISSO MESMO, DEPENDENT LOVE!
Para os que não sabem, Dependent love foi minha primeira fanfic, e por estar fora das regras, foi excluída, mas Salycan Silveira Pereira Pintosa Pinteca resolveu reposta-la corrigida, porque, como eu já disse, ela foi a primeira, então merece voltar. E que já fique claro, mudei algumas coisas nela. Espero que gostem.
Como foi votado na segunda temporada dela, sim, eu vou fazer outra fanfic do Jimin também. Na verdade, já está sendo feita, mas paciência, porque vocês sabem que eu sou lerda.
Nas notas finais haverão mais fanfics minhas e, por favorzinho, vão lá dar uma olhada.
OBRIGADA <3

Música de início: Kodaline - All i want

Capítulo 1 - First Step;


Fanfic / Fanfiction Dependent Love - Capítulo 1 - First Step;

C H A P T E R  O N E

“All I want is nothing more
To hear you knocking at my door
'Cause if I could see your face once more
I could die as a happy man I'm sure”

A música alta estrondava em meus ouvidos enquanto minha mente navegava no passado, tentando acreditar que o que eu viveria a seguir era real; ter ganho uma bolsa de graça para estudar em uma das melhores universidades da Coreia do Sul.

Inacreditável.

Minha vida sempre foi turbulenta, mas nada que me impedisse de vivê-la, porém, naquele momento em que eu estava sentada na fileira do corredor daquele avião, embarcando direto para a Coreia, eu senti que ela mudaria, não para pior, e sim para melhor. Muito melhor.

Pausei a música ao sentir meu corpo tremer. Olhei para os lados e avistei uma das aeromoças ajustando o próprio cinto de segurança em seu assento, ou seja, iriamos pousar.

– Estou à meia hora conversando com você, achando que estava me ouvindo – reclamou Kayla, minha amiga. Olhei para a mesma, que estava ao meu lado, e percebi que ao canto de sua boca havia um pedaço do miojo que ela havia comido á alguns minutos atrás.

– Sua boca... - a avisei, passando o dedo no canto de minha boca para ela se espelhar em mim.

– Você ouviu o que eu disse?! Estou falando com você e você está voando! – ela desferiu um tapa leve em meu braço.

Então o avião pousou, fazendo ela se calar e nos duas segurarmos com força no assento. Olhei para a janela e avistei finalmente – apesar de ter adorado a vista a viagem toda – o chão. Eu e Kayla nos olhamos e sorrimos.

– Puta merda! – ela disse, sorrindo de orelha a orelha, com miojo grudado em seu aparelho dentário. – Estamos na Coreia!

Sim, estávamos oficialmente na Coreia. Ficamos sonhando com isso desde a nossa adolescência, era inacreditável.

A aeromoça deu suas palavras finais e avisou o que faríamos a seguir, que era basicamente descer pelas portas dianteiras ou traseiras e seguir um rapaz com o uniforme, que nos guiaria. Nos levantamos e fomos com as demais pessoas presentes naquele avião, seguindo até o aeroporto.

Enquanto andávamos, eu me lembrava da Bruna, nossa amiga que não pode ir junto, porque não tinha os requisitos necessários e, além disso, não possuía dinheiro suficiente para poder vir conosco. Foi triste ter que nos despedir dela e ver que ela se segurava ao máximo para não chorar e não demonstrar estar triste com o fato de não poder ir. Mas daria certo, nosso trio estaria reunido de novo, porém na Coreia.

• • •

– Moço, o senhor pode colocar uma música para ouvirmos? – pediu Kayla, sentindo o silêncio já incomodar.

O rapaz da van assentiu e ligou a rádio, colocando num volume razoável, onde dava para escutar tranquilamente.

– Sete garotos conseguiram dominar o mundo com suas músicas com mensagens de arrepiar qualquer um! – disse uma mulher da rádio, empolgada. – Confesso que, quando escutei pela primeira vez, me apaixonei. Meu bias? Difícil escolher. Acredito que não sou a única que tem dificuldade... Olhe, colocaremos para tocar a música de seu novo álbum Love Yourself, traduzindo, Ame a si mesmo. Fiquem agora com SO WHAT!

E então a música foi posta para tocar e eu e Kayla nos entreolhamos, incrédulas que estávamos ouvindo BTS em plena Coreia do Sul.

A van toda começou a balançar, com toda a animação da música. Não só eu e Kayla, como todos os outros estrangeiros ali começaram a dançar, chacoalhando a cabeça de um lado para o outro, enquanto cantávamos, sabe-se lá em qual língua, a música.

O caminho até a universidade não foi longo, pelo contrário, passou num piscar de olhos, graças ao puro divertimento instalado ali. A instrutora nos guiou para dentro e nos deu um folheto, onde continha regras traduzidos em inglês de tudo que não era permitido, coisas básicas como; não pode fumar nos quartos; não pode fazer barulho; não pode levar colegas/amigos(a)/namorados(a) e etc.

Foram entregue chaves e então um mapa, o qual mostrava nossos respectivos dormitórios, cantina e afins. Eu e Kayla perdemos bastante tempo tentando nos localizar, então, quando achamos o nosso corredor, suspiramos aliviadas.

– Esse lugar é enorme! – disse Kayla, arfando ao encostar-se na parede. – Imagina quando estivermos atrasadas... – revirou os olhos.

– É imenso – concordei.

– Bom, só acho que eles deveriam ter carrinhos de golf para andarmos por aqui. – a mesma já ia se direcionar ao quarto, quando me olhou sobre os ombros e deixou a folha cair de suas mãos. – MEU. PAI. AMADO.

Franzi o cenho e virei-me para olhar para trás, seguindo seus olhos, porém não vi nada, apenas alunos andando de um lado para o outro, então voltei a olha-la.

– Mentira! Pelo amor de tudo que é mais sagrado, diga-me que tu viu aquilo! – ela me chacoalhou pelos ombros, em total desespero.

– E-eu não vi... – a afastei, antes que meus órgãos saltassem para fora do meu corpo.

– Ah, céus... – bufou ela. – Você nunca vê nada! Nunca!

– Não tenho culpa se seus olhos são biônicos!

– Tem sim! Enfim, esqueça... Talvez eu tenha visto demais mesmo. – a mesma pegou a folha do chão e continuou caminhando, olhando para os números nas portas. – Número cento e seis... – ela parou à frente de uma porta e olhou para o número, em seguida retirou o cartão do bolso e a guiou até o sensor, ao lado da porta, que foi aberta automaticamente após identificar o cartão. – Muito bem, aqui vou eu. Me deseje boa sorte, vou precisar.

– Boa sorte! – abri um sorriso retraído.

Ela adentrou e fechou a porta devagar. Pude ouvi-la gritar “Puta merda! Por isso odeio seres humanos!”. Gargalhei e segui meu caminho.

O número 137 não estava muito distante, visto que os quartos da parede ao lado eram do número vinte para cima. Continuei andando, enquanto redirecionava os olhos da folha à porta. Até finalmente chegar a porta de número correspondente ao meu cartão, não perdi tempo, já o encaixei no sensor e a porta foi automaticamente aberta, exibindo, a poucos metros de distancia, uma mulher nua.

– Oh, meu deus! – ela tampou suas partes íntimas com a mão e os braços.

– Me desculpe! – tampei os olhos, enquanto tentava adentrar sem que esbarrasse em algo. – E-eu deveria ter batido! Me desculpe!

– Ai, merda! É a minha nova colega de quarto, certo?! Droga, eu esqueci totalmente que você vinha hoje!

Virei-me de costas e fechei a porta, antes que outra pessoa a visse.

– Sim, sou (s/n), prazer. A-acho que essa não é a melhor forma de nos apresentar – dei uma risadinha, tentando descontrair.

– De fato. Me chamo Lee Sora, muito prazer. Bem, eu vou ir colocar uma roupa, como já estava indo fazer. Você pode... Você pode dar uma olhada, sinta-se em casa.

– Obrigada.

Após ouvir uma porta sendo fechada, virei-me novamente, observando o local. Como imaginado, era bem apertado e com mobílias necessárias.

Respirei fundo e fechei os olhos.

Essa será minha casa...

Essa será minha colega...

E eu estudarei aqui...

Eu repetia isso mentalmente, tentando acreditar de que era real.


Notas Finais




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