1. Spirit Fanfics >
  2. Depois da Guerra. >
  3. Sentimentos.

História Depois da Guerra. - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Então... Tive essa ideia no meio da madrugada e terminei em uns, sei lá, 50 minutos? Talvez, não sei.

Fiquei tão animada com o resultado que vou postar agora mesmo! Peço perdão pelos erros de digitação. Não sei se farei mais capítulos sobre essa ideia de mostrar o depois, só o tempo dirá.

Beijão e espero que gostem.

Capítulo 1 - Sentimentos.


Depois de deitarem na grama se perguntando qual seria a próxima aventura, todas as princesas foram para seus respectivos reinos, mesmo que estivessem totalmente cansadas e exaustas – fisicamente e psicologicamente – tinha o trabalho de tentar restaurar seus reinos. O objetivo da Horda era acabar com Etheria, então o Lorde não se impediu de deixar seus soldados destruírem tudo quando fosse necessário.

Já no castelo de Lua Clara, todos suspiraram ao ver quase tudo destruído.

- Temos muito o que fazer… - Cintilante murmurou mais para si mesma do que para seus companheiros.

Não houve respostas além de um murmuro de Adora.

- Rainha Cintilante! - um soldado chegou perto de si e podia ver o quão acabado ele também estava. - Fico feliz que esteja bem e acredito que esteja cansada, mas algumas cidades estão totalmente acabadas e várias pessoas estão desabrigadas. - informou meio tenso. Tinha uma grande consideração pela rainha e se sentia uma péssima pessoa por ter que informar aquilo para a pessoa que ajudou Etheria inteira.

- Pode deixar que eu vou, Cintilante. Você já fez muito por hoje. - Adora pôs a mão no ombro da amiga.

- E você fez muito mais. - respondeu suspirando. - Mas mesmo que eu diga isso, adoraria cuidar das coisas do castelo mesmo… Eu sinto que vou desmaiar a qualquer momento. - pôs a mão na cabeça ao sentir ela doer. Arqueiro automaticamente lhe segurou, mesmo que ela não tivesse caído.

- Eu vou com a Adora. - Felina se pronunciou. - Você tenha seu sono de princesa. Já é sonsa, quase morrendo, então... - zombou levemente, mostrando sua preocupação do seu jeito.

- Está bem. Não deixe Adora se sobrecarregar também, tá bom? - pediu sabendo como era a amiga. Sabia que, se fosse preciso, Adora iria ficar acordada por dias para abrigar e ajudar a todos.

- Espera aí! - Arqueiro se pronunciou e correu pra dentro do castelo quase em pedaços. Não demorou muito pra ele voltar com um daqueles aparelhos de comunicação. - Aqui. Qualquer coisa pode mandar alguma mensagem ou ligar. - sorriu simples.

- Obrigada. - Adora agradeceu pegando o equipamento e entregando para Felina. Não era boa com tecnologia e sabia que sua amiga – suposta namorada – entendia melhor sobre.

Sem muito o que fazer se despediram e foram guiados pelo guarda para as cidades. Não era muito longe do castelo, graças aos céus. Mesmo que Adora tenha se oferecido, estava cansa demais. Quase morreu aí tentar destruir o Coração de Etheria e ainda foi infectada com algum tipo de vírus. Mesmo que finalmente tenha conseguido uma conexão com She-ra, continuava sendo uma pessoa comum e cansada.

- Você está bem, Adora? - a voz preocupada de Felina soou em sua mente lhe retirando do pensamento de querer parar ali mesmo e dormir no chão.

- Bem é uma palavra muito forte… - zombou levemente, dando de ombros. - Só estou cansada, como todo mundo.

- Se quiser dormir quando chegarmos, você pode. Não é como se fosse muito difícil ajudar algumas pessoas a ter onde dormir. - soou engraçada tentando descontrair.

- Ah... - mesmo que Felina tivesse lhe encarando esperando uma resposta, Adora olhava para frente e tinha parado de andar. - Não acho que vá ser fácil não. - franziu o cenho e mordeu os lábios. Aquele local estava o próprio caos.

- Como… - no momento que olhou para onde Adora olhava se calou. Muitas pessoas no chão cansadas, algumas gravemente machucadas e sendo amparados por outros desesperados. Várias casas destruídas e algumas fendas no chão. - Assim. - soltou junto com o ar que havia prendido sem ter percebido.

- Felina, ligue para o Arqueira e peça equipe médica e muitas, mas muitas tendas. Se puder, alguns ingredientes para comida. - informou já saindo correndo, deixando Felina perdida.

- O.. O que? - olhou para o guarda que lhe seguia.

- Solicitar equipe médica, tendas e suprimentos. - repetiu o que Adora disse calmamente, fazendo Felina balançar a cabeça e ligar para o sinal do Arqueira. Não demorou muito para Micah atender.

- Ah… Oi. - soou incerto do que tinha que fazer naquilo e também não conhecia muito bem Felina, então estava bastante confuso do que fazer.

- Então... Aqui tá um completo caos e tem muita gente ferida. Precisamos de médicos, tendas para os desabrigados e, se puder, suprimentos para comida. - informou também confusa. Não sabia muito bem como tratar a todos, já que, antes, fazia tudo arrogantemente junto da Horda.

- Aí meu deus… - murmurou cansado. - Se aí tá um caos, as outras cidades também. Vou mandar soldados médicos para toda Lua Clara e suprimentos. - disse e então desligou.

Felina não sabia o que fazer e o soldado também não parecia entender muito bem a situação, mas quando escutou um resmungo dolorido e a pessoa quem o soltou estava em seu campo de visão, não exitou quando correu até ela para ver o que estava machucado. A tocou e procurou algum tipo de fratura, arranho ou hematoma e achou. Seu braço parecia estar quebrado e tinha alguns arranjos na perna. Parecia estar desacordada.

- Hum… Certo… Isso vai doer, tipo… muito. - soou meio incerta e com bastante força e cuidado pôs o braço da mulher no lugar. Rapidamente a moça abriu os olhos pela dor. - Oi! Calma, está tudo bem! - quase gritou, pois a moça parecia ter acordado assustada e tentando inutilmente sair de perto de Felina.

- O que… O que está acontecendo? - sua voz saiu seca e quase cortou sua garganta. A gata rapidamente pegou seu cantil de água e lhe deu. - Obrigada. - disse após beber metade da água.

- Nós vencemos. - foi a única coisa que disse, pois não sabia o que dizer exatamente.

- … - a mulher pareceu demorar para entender o que Felina dissera, mas então se exasperou e soltou um sorriso animado. - Obrigada! Muito obrigada! - as lágrimas não pareciam ser de dor, mas sim de felicidade.

- Hum… - olhou pelos cantos dos olhos para o soldado, que apenas sorriu. - De nada? - voltou os olhos para a mulher que sorriu também para si. Por que as pessoas sorriam tanto?

- Felina? - Adora lhe chamou a atenção. - O que houve?

- Ela estava como braço quebrado, então eu só botei de volta. - disse sobre o machucado dela.

- Eu tentei ajudar alguns dos feridos, mas não posso fazer muita coisa sem equipamento. - Felina notou que parte da blusa de Adora estava rasgada e não tinha mais sua jaqueta. Provavelmente dera para algum ferido, o que só a fez sorrir de lado. Foi rápido demais e, quando percebeu, Adora já era She ra, chamando a atenção de muitos por ali. - Vou tentar ajudar os mais feridos enquanto espero a equipe médica chegar. - disse e, antes que pudesse responder alguma coisa, ela já tinha corrido.

Não era She ra e muito menos igual a Adora. Não sentia que aquele era seu lugar e não sabia o que fazer. Muitos estavam feridos e desesperados, mas seus pés não se mexiam.

- Com licença. - a mulher lhe chamou e percebeu que ainda continuava agachada. - Pode me ajudar a chegar na minha casa? Tenho algumas coisas que pode ajudar vocês. - mesmo que ela estivesse com bastante dor – era o que Felina acreditava –, continuava sorrindo docemente para a gata confusa.

- Claro, onde que é?

- Aquela. - apontou pra uma das poucas casas que não estava desmoronada. Somente alguns dos tijolos caídos e com um destroços aqui e acolá.

Pensou durante algum momento e supôs que carregar ela no estilo princesa era o melhor jeito. Não foi muito difícil, até por que aquela mulher era bem menor que ela. Quando entrou na casa, a pôs no sofá.

- Quando pedi que me ajudasse, era só para me apoiar, mas adorei ser carregada como uma princesa. - sorriu envergonhada. Felina não entendeu e, por um momento, achou que tinha feito algo errado. - Tá vendo aquela caixa ali? - apontou para uma caixa branca em cima de uma estante. - É uma caixa de primeiros socorros. Não é muito, mas tem algumas coisas que pode ajudar alguns dos cidadãos. - explicou.

- Entendi… - mesmo que tenha dito aquilo, continuava parada, o que só causou confusão no soldado que a seguia silenciosamente e a mulher.

- Por que não pega? - perguntou curiosa.

- Eu posso? - se expantou e perguntou quase que automaticamente.

- Claro que sim. Você está com a She-ra, não está? - perguntou de um jeito doce.

- Bem… Sim. - respondeu meio acanhada. Não teve muito tempo para se enquadrar naquilo de "lado bom". A maioria do tempo ou estava se sentindo excluída mesmo que todos fossem bons para si, ou estava fugindo e gritando com Adora por ela fazer coisas egoístas para si mesma. Tá, que tiveram um ótimo momento no final da luta, mas isso não quer dizer que toda sua insegurança e medo tenha ido embora naquele momento.

- Então vá ajudar ela. Ela é a She-ra, mas sei que também tem dificuldades. Peço inúmeras desculpas que vocês tenham que cuidar dessa cidade, já que eu dei que estão bastante cansados depois da luta. - explicou em um tom melancólico. - Pode pegar a caixa.

- Vá ajudar She-ra, senhorita. Eu cuido da cidadã. - disse o soldado estendendo a caixa de primeiros socorros.

Felina pegou a caixa e saiu da casa calmamente. Não estava muito bem naquele momento e, de certa forma, estava com bastante medo de ir onde Adora estava e só atrapalhar a jovem. Parou no meio da cidade e seus ouvidos felinos captaram os vários sons. Eram muitos. Choros, gritos, murmúrios, resmungos. Nenhum deles eram de sentimentos bons. Suspirou brevemente e observou ao redor, procurando Adora. A luz amarela vindo de uma casa lhe chamou a atenção e foi para lá, vendo She-ra curando um cidadão que estava na cama. Não demorou muito para ela acabar e notar sua presença.

- Ah… Oi… Uma mulher me deu isso aqui. - estendeu sem olhar a grande mulher em sua frente.

- Uma caixa? - soou confusa e a abriu na mão da Felina mesmo. Quando percebeu o que tinha dentro sorriu animada. - Uma caixa de primeiros socorros! - quase gritou de tanta animação. - Por que eu não pensei nisso! - se repreendeu mesmo que sua voz tenha saído de um jeito simples. - Ajudou muito, Felina. - pegou a caixa e então saiu correndo.

Ajudou muito, Felina

Ajudou muito.

Ajudou.

Seus olhos brilharam só de receber aquela frase, mesmo que tenha focada em somente uma palavra. Seu astral aumentou na hora, mesmo que só um pouco. Então, antes que não pudesse mais alcançar sua amiga, puxou seu braço lhe causando confusão.

- O que mais eu posso fazer pra… - engoliu seco, pois estava nervosa. - Pra ajudar.

Por um momento o mundo de Adora parou. Não estava acostumada com Felina, mesmo que tenha passado bastante tempo com ela. Estava acostumada com o tão clamado improviso dos "melhores amigos para sempre" e deixou Felina por aí. Sorriu ao perceber que a amiga queria ajudar.

- Tente reunir cidadão feridos e peça para os que estão bem, ou quase, algum tipo de ajuda. Como essa caixa. - olhou para o objeto em mãos ao cita-lo.

- Tá bem. - dito isso, cada uma foi para um lado.

Já dentro do castelo, Cintilante estava sentada em sua cama e havia deixado seu pai cuidar das coisas junto com Arqueiro. Quer dizer, tentou ajudar os dois, mas eles insistiram em fazê-la descansar pelo menos um pouco. Podia ser rainha agora e ter se conectado totalmente com sua pedra rúnica, mas usar tanto poder e se esforçar ao máximo como se esforçou agora era de esgotar qualquer um. Pensava que estava cansada, mas como tinha consciência, sabia também que não era a única. Duvidava muito que as outras princesas tenham se ausentado no meio do caos de seus reinos, apenas para descansar. Se sentia frustrada, mas sem condições de negar aquele mimo. Queria dormir, queria tomar um banho e queria esquecer tudo o que havia acontecido. Sabia o quão fraca fisicamente e psicologicamente estava, e isso só a fazia se sentir inútil. Todos deviam fazê-la trabalhar mais, afinal, tudo aquilo havia sido sua culpa…

A porta se abriu, revelando o Arqueiro. Cintilante apenas o olhou e recebeu um sorrisinho em troca.

- Ainda não dormiu? - perguntou se sentando ao lado da princesa.

- Não... Só estou pensando. - olhou para suas mãos em cima de seu colo.

- Em que? - a voz de seu amigo saia neutra e Cintilante não sabia muito bem o que responder.

- Em tudo. - suspirou e se jogou no colchão, deixando suas pernas para fora da cama. - Se eu pelo menos não tivesse feito aquilo com o Coração de Etheria, nós não estaríamos aqui tentando restaurar o reino. - soou chorosa e pôs as mãos no rosto, sentindo as lágrimas quererem sair.

Não teve muito tempo para pensar sobre o que tinha feito e as consequências de seus atos, já que tinha que combater uma invasão e possível destruição de Etheria. Tá, que quando estava dentro da prisão se remoeu horrores, mas não foi suficiente. Agora que tudo estava acabado, todos os pensamentos vieram como uma grande espada em sua barriga, pronta para lhe matar. Etheria estava destruída, mesmo que tenha voltado com 100% de sua magia. Tinham muitas coisas para fazer e, provavelmente, muitas mortes ocorreram e era tudo sua culpa. Queria tanto acabar com a Horda e ter poder que nem sequer havia escutado seus amigos e quase matou a todos.

- Ei… - deitou ao seu lado, observando-a tremer e resmungar algumas palavras que não entendia. - Não diga isso desse jeito… Eu sei que você só queria o bem de Etheria quando fez isso. - tentou a acalmar.

- Mas você que me odiou quando a gente se viu… - agora as lágrimas caiam. Molhavam o colchão e suas mãos. A garganta parecia doer a cada soluço dado.

- É, eu odiei… - respirou fundo ao pensar no sentimento que sentia quando viu a Cintilante ao resgata-la.

No momento em que a Felina deu as coordenadas, não entendeu muito bem, pois era, literalmente, o meio do espaço. Mas então, o brilho apareceu e não pensou duas vezes ao se jogar para puxa-la para dentro da nave. Naquele momento não pensou em ódio, amor, tristeza, em sequer nada, apenas pensou em salvar a Cintilante. Em salvar uma das pessoas mais importante para si.

Foi depois que pensou no que aconteceu e do porquê estavam ali. Tudo que estava acontecendo em Etheria, foi por que tentaram ativar o coração. Ele sabia que havia sido para o bem de Etheria e, sinceramente, aquele não era o real problema. Quantas vezes, no meio de suas aventuras, havia feito coisas erradas pensando que eram as melhores coisas a serem feitas? Havia perdido a conta. O que realmente lhe incomodou foi que a Cintilante não havia acreditado nele. Ele havia dito que aquela não era a coisa certa a se fazer e, mesmo assim, ela fez. Aquele tinha sido o real problema.

- Sabe, Cintilante... - começou depois de um tempo calado. - Eu não te odiava de verdade. - aquela frase chamou a atenção da jovem que retirou as dos olhos e apoiou elas no colchão, mesmo que continuasse chorando, agora, em silêncio. - Eu odiei o fato de você não confiar em mim. Aquilo realmente me magoou e, provavelmente, Adora também se sentiu assim. Eu sempre entendi que você queria o melhor para Etheria e sabia que a Horda tinha que parar. Quando eu te vi, tudo aquilo veio a tona e eu não consegui parar de me sentir traído. - respirou um pouco antes de continuar. Dava pra sentir que Cintilante estava tensa com aquelas palavras, mas sabia que precisava soltar tudo. - Mas, de certa forma, eu entendi o que estava acontecendo com você. Não digo que você seja uma má rainha, mas você estava apenas começando e a Horda não parava de avançar cada vez mais. Ter poder era uma das poucas formas de ganhar, ou pelo menos assim eu penso... A sombria não era também uma boa companhia para você... - pôs a mão sobre a da companheiro que virou o rosto para si. - Mas está tudo bem, Cintilante. Vamos pensar nos lados bons de isso acontecer. - começou sorridente. - Acabamos pelo mal pela raiz, com a derrota do Lorde; A Horda não existe mais; Etheria retornou com 100% de força, que era o que você queria. - pontuou.

- Sim, mas… - começou, mas foi interrompida.

- Toda ação tem uma consequência, Cintilante. Tente imaginar que, se você não tivesse tentado acessar o Coração de Etheria, o que teria acontecido. - propôs e esperou por uma resposta.

- A Horda teria vencido? - foi mais uma pergunta do que afirmação.

- Provavelmente. A minha ação e da Adora teria uma consequência também e, provavelmente, estaríamos pensando " e se tivéssemos ligado o Coração de Etheria"? - sorriu calorosamente para a amada. - Nada é certo e nada é errado, são somente pontos de vistas completamente a diferenças. Como eu disse antes, o que mais me magoou foi você não confiando em nós, seus amigos. - explicou novamente e observou ela se virar totalmente para si.

- Você não me odeia? - perguntou o olhando nos olhos.

- Cintilante, eu te amo. - sorriu quando os olhos dela brilharam. A jovem já havia escutado aquilo antes, mas foi em um momento totalmente desesperado e confuso. Ouvir aquilo agora foi acolhedor.

- Eu também te amo. - dito isso, ela o abraçou e em poucos segundos adormeceu.

Todos tinham seus demônios e confusões para acalmar. Etheria iria se tornar próspera novamente com o trabalho e ajuda de todos.


Notas Finais


Eu ACHO que eu vou fazer mais um capítulo para deixar mais explícito o que aconteceu com a Felina e a Adora. Não escrevi muto sobre elas.

Beijos!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...