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História Depois daquela noite - Capítulo 26


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Notas do Autor


Olá amores,
Mais um capítulo com muito carinho, espero que apreciem.
Beijos!

Capítulo 26 - Nosso primeiro encontro


Fanfic / Fanfiction Depois daquela noite - Capítulo 26 - Nosso primeiro encontro

-Eu adoraria acordar assim para o resto da vida! Claude disse com um sorriso quando, ao abrir os olhos, sua primeira visão foi o rosto dela, fitando-o com um sorriso.

-Eu também, meu amor! Ela sorriu acariciando o braço que a envolvia.

-Dormiu bem? Ele perguntou beijando-a suavemente.

-Maravilhosamente! Ela sorriu, traçando o rosto dele com as mãos.

-Você é linda em todos os momentos. – Ele a olhou de forma apaixonada. – Mas adoro olhar pra você quando acorda! – Ele confessou e ela sorriu.

-Não quando estou arrumada, com os cabelos bem penteados e maquiada? Ela perguntou fazendo charme.

-Como eu disse você é sempre linda, mas quando acordamos juntos eu olho pra você e me sinto privilegiado por ver o brilho em seus olhos, seu sorriso, seus cabelos. – Os dedos dele brincaram com uma mecha sedosa. – É uma versão sua que só eu posso ver e isso me faz o sentir o homem mais sortudo do mundo! Rosa o fitou emocionada e ficou sem palavras. Em resposta, ela tomou o rosto dele entre as mãos, sussurrando o quanto o amava, sua voz estava carregada de emoção.

-Eu te amo! Ela disse e o beijou com todo seu amor, porque eu não poderia passar mais um único segundo sem ele, porque respirar era impossível, cada parte do corpo dela vibrava por ele. Ela o beijou e colocou toda a sua alma naquele beijo. Tudo o que ela era e desejava ser.

Claude correspondeu com a mesma delicadeza, se beijaram como suas vidas inteiras dependessem daquilo, como se nunca pudessem se beijar o suficiente, até que a delicadeza do momento deu lugar ao desejo.

***

Claude estava frente ao espelho, indeciso sobre qual gravata usar naquela noite. Usava uma calça cinza claro, camisa rosa, terno da mesma cor e segurava uma gravata vinho e uma prata em cada mão.

-Mon Dieu! Qual das duas devo usar? Ele perguntou para si mesmo, colocando uma de cada vez a frente de si.

-Nenhuma! Ela respondeu, entrando no quarto e ele se virou para admirá-la. Sabia que estaria maravilhosa, mas se surpreendeu ao vê-la caminhando de forma tão sensual até ele. Rosa vestia uma saia longa na cor vinho, com uma fenda até o meio da coxa, sandálias douradas e um cropped preto, todo bordado em pedrarias com um generoso decote nas costas, os cabelos estavam meio-presos e os cachos caiam sedosos sobre um de seus ombros. A maquiagem era leve, mas ela usava o batom vermelho que ele tanto amava, o mesmo que o fazia desejar aqueles lábios com ainda mais fervor.

-Quero tocar em seu pescoço quando dançarmos! Ela disse se aproximando e deslizando as mãos por dentro da gola de sua camisa. O toque dela fez sua pele se arrepiar e Claude tocou-lhe as costas nuas com aquela firmeza e propriedade que a enlouqueciam.

-Está linda! – Ele sussurrou, bem próximo dos lábios dela. – Eu adoro quando usa esse batom! – Ele disse antes de tomar os lábios dela com a mesma paixão de sempre.

-Tem certeza que quer sair hoje? Ela perguntou quando tudo começou a ficar mais intenso.

-Oui! – Ele respondeu parando os beijos com alguns selinhos. – Hoje eu tenho um encontro com uma mulher linda. – Ele tocou o rosto dela, ainda segurando-a bem perto de si. –E venho sonhando com isso há meses! – Ele confessou e o rosto dela se iluminou em um sorriso apaixonado.

-Eu também, meu amor! – Ela o beijou mais uma vez. – Você não imagina o quanto! – Ela se afastou só um pouco para dizer e ele a beijou novamente.

***

Durante o trajeto, Rosa estranhou quando Claude pegou o caminho da construtora.

-Onde vamos? Ela perguntou curiosa.

-Surpresa! - Ele respondeu com um sorriso. – Mas antes preciso pegar uns documentos na empresa. – Ele a despistou.

O clima de romance dentro do elevador era tanto, que Rosa nem notou que não estavam indo para o andar correto. Quando o elevador parou, ela se surpreendeu ao ver que estavam na cobertura do edifício, o heliponto estava lindamente decorado com grande variedade de flores, na maioria rosas, que formavam uma espécie de trilha, até a mesa elegantemente posta para dois. A iluminação ficou por conta de vários pontos de luzes suspensas, a atmosfera romântica ficou ainda mais completa, quando assim que o elevador se abriu, alguns músicos começaram a tocar uma linda versão de. 

-Claude! Rosa tinha lágrimas de felicidade nos olhos, enquanto ele a conduzia para a mesa, puxando uma cadeira para que se sentasse, ela esperou que fosse tomar seu lugar à sua frente, mas ao invés disso, Claude ajoelhou-se diante dela e, com os olhos brilhando de felicidade, segurou uma de suas mãos e iniciou o pedido:

-Meu amor, naquele dia em que te pedi em casamento pela primeira vez, estava resistente e negava o amor que já sentia, mas hoje você nón precisa pedir. – Ele a olhou e ela sorriu com a lembrança. – Eu me sinto honrado por estar de joelhos diante de você! – Ele pegou uma pequena caixa de veludo preto no bolso do paletó. – Porque você é a mulher que amo, que me completa e me faz feliz. – Rosa o olhar com carinho, sem conseguir conter as lágrimas de felicidade. – E é por isso, que eu preciso perguntar: Você aceita se casar comigo? – Ele sorriu. – De novo! – Ele a olhou em expectativa.

-É claro que aceito, meu amor! – Ela afagou o rosto dele. – Eu sempre te amei e me casaria com você tantas e quantas vezes você quisesse, porque não consigo imaginar minha vida sem você. – Ela sorriu. –Você é o homem que amo, meu futuro, a razão da minha felicidade e eu vou te amar pra sempre. – Ela respondeu, notando o quanto Claude também estava emocionado.

Colocando o anel de noivado no dedo anelar de Rosa, Claude se levantou e estendeu a mão para ela, trazendo-a para perto do corpo.

-Vamos dançar? Ele perguntou com os lábios juntos aos dela.

-Sempre! Ela respondeu como costumava fazer e, enquanto seus corpos se aproximavam, ele tomou os lábios dela num beijo longo e apaixonado.

Depois do jantar, os músicos e garçons já haviam ido embora, quando Claude e Rosa dançavam e se beijavam. Eles não precisavam de música, bastava o som de seus corações acelerados e das promessas de amor sussuradas que trocavam sob a luz do luar.

-O que acha de irmos para casa? Ele perguntou, com os lábios próximos a orelha dela, aproveitando para distribuir beijos provocantes em seu pescoço.

Em resposta, Rosa apenas sorriu, oferecendo a mão que ele pegou prontamente.

Quando entraram no quarto, ele a colocou sentada na cama, ajoelhando-se frente a ela. Suas mãos deslizaram por suas pernas, causando uma onda de arrepios, descendo até retirar-lhe uma sandália de cada vez, os movimentos lentos e suaves a fizeram fechar os olhos e se perguntar como seu marido fazia algo tão comum se tornar uma experiência cheia de erotismo e das mais deliciosas sensações. Suas mãos subiram pelas pernas dela e Rosa reclinou o corpo, buscando apoio no colchão, enquanto gemia pelas carícias que as mãos e lábios dele faziam em sua pele. 

Buscando os olhos dela, Claude alcançou o zíper lateral da saia e a retirou, assim como fez com o cropped. Rosa usava um conjunto de lingerie vermelha e ao olhar para ele notou que seus olhos estavam vidrados e seu sorriso demonstrava o quanto havia gostado da surpresa.

-Eu adoro quando usa vermelho! Ele disse com a voz trêmula e ela sorriu.

-Eu sei e é por isso que estou usando hoje! Ela respondeu, soltando o ar como se estivesse nervosa. Olhando-o nos olhos, levou suas mãos às costas abrindo o fecho do sutiã, expondo os seios para ele. Em resposta, Claude agarrou-lhe os quadris, trazendo-a para a beira da cama. Ele voltou a se ajoelhar diante dela, depositando beijos em sua barriga, descendo até depositar um beijo quente e demorado, provocando-a ainda sobre o tecido. Rosa gemeu deliciada e se deixou cair sobre o colchão. Esticando a mão, Claude buscou um dos seios, que reagiu de imediato ao toque, ele a estimulava, enquanto o corpo dela se agitava, Rosa movia a cabeça para os lados, dizendo o nome dele entre gemidos e ele mais uma vez se deu conta do quanto amava aquilo.

Com a outra mão, ele deslizou a calcinha pelas pernas dela e, afastando-se um pouco, se despiu rapidamente sob o olhar atento da esposa. Inclinando-se sobre ela, tomou seus lábios de forma longa e desesperada. Os beijos foram descendo, beijou e aspirou-lhe longamente a curva do pescoço e Rosa gemeu ainda mais alto quando sentiu o atrito delicioso da barba por fazer em sua pele. Logo, ele tomou um dos seios com a boca e Rosa segurou-lhe os cabelos mantendo-o bem perto, depois de dar igual atenção ao outro seio, Claude desceu os beijos pela barriga dela e voltou a se ajoelhar entre as suas pernas, Rosa levantou o tronco e o fitou, seus olhos cintilavam com o mais puro desejo. Com um sorriso carregado de luxúria, Claude depositou beijos e pequenas mordidas na parte interna de suas coxas. Levantando-as e colocando uma a uma sobre seus ombros, dei-lhe pequenos beijos, a princípio bem leves e curtos, afastando-se em seguida, como se quisesse provocá-la, Rosa estava delirante e queria mais, ela lhe segurou os cabelos e ergueu o quadril de encontro a ele. Um grito de prazer escapou do fundo de sua garganta, quando sua língua mergulhou nela, enquanto movia ainda mais seu quadril de encontro aos lábios dele, dizendo e repetindo seu nome, conforme o e prazer se intensificava. 

-Claude! Ele sentiu que a pressão em seus cabelos aumentou e sorriu ao notar que seu nome se transformou num gemido longo e sensual, intensificando as carícias, a viu se derreter. O corpo dela enrijeceu e Rosa ergueu os quadris da cama, entregando-se ao orgasmo.

 – Meu amor, eu te quero tanto! – Ela disse ainda tremendo, Claude se posicionou e a tomou com firmeza. 

-Rosa! Ele gemeu o nome dela, inebriado por senti-la tão quente e receptiva. 

-Claude! Ela sussurrou quando ele começou a se movimentar lentamente, os corpos de ambos se buscavam para aumentar ainda mais o contato, seus olhos fixos um no outro e seus lábios se tocando em beijos famintos. Quando tudo ficou mais intenso. Claude fechou os olhos com força, colando sua testa à dela.

-Mais rápido, amor! Ela ordenou e implorou ao mesmo tempo e ele a atendeu prontamente, arremetendo com mais força até que ela se arqueou e logo eles gritaram seu prazer juntos. O corpo dele desabou sobre o dela e Rosa jogou a cabeça para o lado, como se aquele ato fosse a última gota de prazer e, portanto, a mais doce de todas. Ter o corpo dele sobre o seu definitivamente era uma de suas coisas preferidas na vida e ela fez questão de dizer isso a ele, enquanto lhe afagava os cabelos. Apesar de não conseguir ver seu rosto, sentiu seu peito vibrar sobre o dela, demosntrando que um sorriso de satisfação escapou dos lábios de seu marido.

Permaneceram ali, apenas se recuperando e desfrutando das últimas sensações, até que ele se retirou dela, deslizando o corpo para o lado e puxando-a para seus braços. Rosa afundou o rosto no peito dele, aspirando seu cheiro, enquanto Claude acariciava suas costas, com movimentos suaves.

-Não quero soar repetitiva, mas já disse o quanto você é maravilhoso? O tom dela era delicioso e sua voz estava abafada no peito dele. 

-Pode repetir o quanto quiser. – Ele disse satisfeito. – Eu nunca vou me cansar de ouvir isso, desde que você nunca se canse de me ouvir dizer o mesmo! – Ele sorriu e ela levantou o rosto para fitá-lo.

-Amor, isso nunca vai acontecer! – Eu sempre te amei, nem me lembro desde quando e sei que vou te amar pra sempre! Ela disse aconchegando-se ainda mais a ele, que a apertou em seus braços.

-Eu também sempre te amei e vou te amar pra sempre! Ele respondeu, antes de fechar os olhos e dormir com um sorriso nos lábios.

Antes mesmo de abrir os olhos, Claude já tinha um sorriso em seus lábios, Rosa ainda dormia, de costas para ele, os cabelos dela faziam cócegas em seu nariz e ele aspirou o cheiro dela. Olhando para a mão pequena e delicada, sorriu ao ver o anel de noivado junto com a aliança de casamento. Os dedos estavam entrelaçados aos dele, enquanto a outra mão repousava sobre o braço que a envolvia. Antes que se desse conta, seus lábios corriam pela curva do pescoço dela, que se arrepiou. Rosa murmurou o nome dele, movendo o quadril de encontro ao dele, gemendo ao notar que seu marido estava pronto para satisfazê-la mais uma vez. 

Num movimento rápido, ele a virou, colocando-se sobre ela, que o abrigou entre as pernas. 

-Bom dia, meu amor! Ela disse com um sorriso que o fez perder o fôlego.

-Bonjour! Ele respondeu tomando os lábios dela de forma intensa e pouco depois, seus corpos balançavam juntos, naquela paixão que era só deles.

***

-Que anel lindo, filha! Amália disse alegremente olhando para Rosa que, assim como Claude, exibia um sorriso luminoso.

-E pra quando é o casamento? Geovane perguntou, feliz pela alegria do casal.

-Por mim, casaria amanhã mesmo! – Claude recebeu um olhar apaixonado de Rosa. – Mas sei que precisamos pensar nos convidados, nos preparativos. – Ele pensou um pouco. – O que me diz de um mês? – Ele perguntou para Rosa, que assentiu e o beijou.

-Filho, você sabe que têm a minha bênção. – Geovane olhou para o casal. – Desde aquele dia em que veio aqui e me disse o quanto amava minha bambina, eu soube que suas intenções eram boas. – Ele olhou para a filha, observando sua reação.

-Então foi isso? – Rosa o olhou surpresa. – Foi isso que disse ao meu pai naquele dia? – Ela perguntou com lágrimas surgindo nos olhos. – Meu Deus! – Ela levou uma das mãos à boca, tentando abafar um soluço. – Meu Deus! – Ela se levantou e passou a andar de um lado para o outro. – Eu te julguei tão mal! Rosa olhou para Claude, sem poder segurar o choro. – Me perdoa! – Seu olhar era suplicante. – Me perdoa, amor! – Ela sentiu o coração transbordar de emoção, quando ele sorriu e abriu os braços para ela. – Meu amor eu fui tão cega e te magoei tanto. – Ela chorou contra o peito dele. – Eu te amo tanto! – Ela se afastou apenas para olhá-lo. 

-Eu te amava quando pensava que nem olhava pra mim. – Ele disse e ela sentiu o coração bater mais forte. – Eu te amava quando nós só brigávamos. – Ele sorriu, demonstrando que tudo estava esquecido e ela sentiu-se aliviada. – E agora que estamos juntos, eu te amo ainda mais! Ele disse e ela sorriu, abraçando-o novamente.

-Eu também te amo desde sempre e a cada dia mais. – Ela tomou o rosto dele entre as mãos. – E eu juro. – Ela disse solenemente. – Que vou dedicar minha vida a você e vou viver para te fazer feliz. – Ela o olhou com todo seu amor. 

-Você já faz isso! Claude sorriu e a beijou suavemente. Somente após o beijo, se deram conta de que estavam sozinhos na sala, sorrindo eles sentaram-se e Rosa se aninhou no calor dos braços dele.

-Já pensou sobre o casamento? Ele perguntou com um sorriso.

-Eu não penso em outra coisa! Ela respondeu afagando o rosto dele.

-Então me conta, quais são os seus desejos! Ele segurou a mão dela, que repousava sobre seu rosto.

-Desejo! – Ela o corrigiu. – É apenas um e estou olhando para ele agora! – Ela o beijou.

-Mas já que perguntou... – Ela iniciou enquanto ele dava beijos leves em seus lábios e rosto. – Pensei em um lugar. – Ela disse e ele a olhou curioso.

-Que seria? Ele perguntou e Rosa se aproximou, beijando-lhe a curva do pescoço, sussurrando a resposta em seu ouvido.




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