História Depois do Recomeço - Negan segunda temporada de Depois do - Capítulo 50


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Categorias The Walking Dead
Personagens Negan, Personagens Originais
Tags Bellamy, Bellamy Blake, Carl Grimes, Daryl Dixon, Hot, Jeffrey Dean Morgan, Negan, Smut, The Walking Dead, Twd
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Palavras 2.354
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Fluffy, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sempre posto primeiro no wattpad mas como hj ele resolveu bugar, vcs vão ler em primeira mão o capítulo final ❤

Capítulo 50 - Capítulo 49 - FINAL


are you ready for it?

EMMA - MESES DEPOIS 

As crianças adoravam a praia. Nina estava com areia até os cabelos, cavando na areia com as pázinhas. Ela havia dado os primeiros passos há uma semana e Negan - assim como com Nick - foi quem presenciou e me chamou. Ele era tão orgulhoso deles que escorria por seu olhar.

As coisas haviam melhorado. Muito. Negan estava com a gente por mais tempo e eu me sentia mais apoiada.

Recebemos pessoas novas, um grupo que foi encontrado no entorno. Das pessoas que vi, eram pessoas de bem.

Vi Negan longe, perto de uma das casas da primeira rua e respirei aliviada. Já era fim de tarde e eu estava tirando a areia das crianças e as vestido de novo.

- Porque não vão até o papai? - eu perguntei e os olhinhos deles brilharam quando viram Negan. 

Nick, como sempre pegou na mãozinha de Nina e os dois saíram andando até onde ele estava.

Quando ele os viu, agachou e eles o abraçaram. Era a cena mais fofa de se ver, principalmente pelo sorriso lindo dos três.

Alexa - que era a espécie de uma recrutadora - estava com duas mulheres, provavelmente parte do grupo novo. Eu parei atrás delas, um pouco longe para poder ficar de olho nos três. Nina se agarrou em Negan, pedindo colo. Nick logo foi brincar no balanço e Negan continuou agachado em frente à nossa filha, conversando com ela.

- E aquele ali, hein? - uma das mulheres perguntou quando eu estava mais próxima - Bonito e ainda gosta de crianças? É o meu tipo.

Eu levei um tempo para perceber que era de Negan que falavam. Sério?

- Aquele é o chefe, Negan - Alexa disse, séria, ignorando a conotação que a outra mulher deu.

- Melhor ainda - a mulher riu, cutucando a outra. Negan sorriu quando me viu e pegou Nina no colo, vindo na minha direção. 

As duas mulheres estavam olhando ele como dois urubus e só Alexa notou quando eu parei próxima a elas e eu pisquei para ela, que riu.

Negan serpenteou minha cintura com o braço que não segurava Nina, me puxando para ele.

- Ei, linda - ele disse com aquela rouquidão e sorriso lindo. Não dava pra culpar nenhuma delas por o acharem atraente. Mas ele já era meu, e bem meu.

- Ei, lindo - fiquei na ponta dos pés e o beijei, sentindo os olhos delas me queimando. Eu sorri com isso e as olhei, conformando.

- Senhoras - Negan as cumprimentou e eu as vi murchar com o senhoras - Sejam bem vindas.

Malditamente bonito e educado. Eu queria socar sua cara e beijar ao mesmo tempo. 

Elas resmungaram alguma coisa e Alexa riu, já levando-as para conhecer o resto da comunidade. Negan não deve ter percebido ou então fingiu bem. Nina quis ir para o chão e Negan a desceu e ela correu para onde Nick estava.

Eu abracei Negan pela cintura, encostando a cabeça em seu peito.

- Como está, docinho? - ele perguntou, esfregando minhas costas.

- Como saudades.

Ele deu um murmúrio de satisfação, me apertando mais e eu olhei para cima, sem soltá-lo. 

- Temos planos para a noite? 

- Deixa eu pensar... - eu fiz uma cara de concentração, em seguida continuei - Vamos para casa, eu vou dar um banho nas crianças e colocá-las para dormir - disse e Negan assentiu, um sorriso surgindo em seu rosto - Depois vou encher a banheira para nós dois e vamos tomar um banho demorado e relaxante, jantamos e vamos dormir. 

Ele ergueu as sobrancelhas, um sorriso sujo pintando seus lábios. 

- Não está esquecendo nada?

- Hum... acho que não - murmurei e ele lambeu os lábios. 

- Uma trepada na banheira não te diz nada?

Ah, diz muito.

- Não sei... estou muito cansada - falei desinteressadamente e seus dedos se emaranharam no cabelo da minha nuca.

- Isso nunca te impediu.

- Você também está exausto, sei que quanto mais idade, menos pique se tem - quando disse isso, a mão em meus cabelos se apertou.

Sua idade era um ponto que eu gostava de cutucar. Ele me apertou e estreitou os olhos. Eu amava quando ele ficava bravo assim, principalmente porque sabia o que vinha depois.

- Você e essa boca atrevida vão se arrepender disso mais tarde. 

- Vamos nada - ri, mesmo sabendo que não era uma ameaça vazia.

- Trouxe uma surpresa, mas acho que depois dessa afronta... - ele começou, já me soltando, mas eu o segurei.

- O que é? - eu fiz biquinho.

- Algo que eu prometi que ia te dar quando encontrasse - ele disse e mil coisas passaram pela minha cabeça. Ele sempre me prometia várias coisas - Mas agora você não vai ganhar por ter sido tão malcriada. 

- Você sempre me dá o que eu quero - provoquei.

- Por isso você se aproveita assim?

Eu sorri largamente. 

- É claro.

___

Coloquei um pouco de creme nas mãos e apoiei o pé sobre a banqueta que ficava na frente da penteadeira espelhada e o espalhei pelas minhas pernas. O cheiro de baunilha era maravilhoso. 

Negan saiu do banheiro e foi para cama, se acomodando meio sentado. Pelo espelho vi que ele me olhava, mas eu não dei confiança de olhar por mais tempo, mesmo sabendo que ele era a visão mais quente assim, relaxado.

- Vem cá - ele me chamou, esfregando a mão sobre a cueca e eu me segurei para não obedecer de primeira. Eu não sabia o que era isso que nós tínhamos, esse frenesi delicioso que nos fazia estar com as mãos um no outro sempre.

- Acha que é só bater uma me olhando que eu vou cair de joelhos? Você já foi melhor que isso - provoquei, o olhando pelo espelho e um grande sorriso de lobo tomou seu rosto.

- Vem sentar no meu colo, meu anjo - sua voz era mais rouca agora, e o pedido enviou um arrepio pela espinha. 

- Você parece aqueles velhos tarados falando - eu ri, mas já me sentindo quente. Tirei meu pé da banqueta, passando o restante de creme na minha barriga.

- Eu não vou mandar de novo - avisou.

Eu sabia o que ele estava fazendo, ele adorava isso, saber que era só estalar os dedos que eu ia me esfregar nele. Negan adorava esse controle e essa certeza.

- Vem você me ajudar - pedi - Não consigo passar nas costas. 

Ele levantou da cama como um predador, tão sutil e silencioso quanto poderia.

Negan parou atrás de mim, colado em mim e eu senti seus pau duro e quente pressionando minha bunda. Ele me olhou pelo espelho e afastou os fios que se soltaram do meu coque do meu pescoço, plantando um beijo ali.

Eu esfreguei minha bunda contra ele, ganhando uma mordida que me fez soltar um gritinho.

- Por que você sempre tem que ser uma provocação - Negan disse como uma queixa. Eu gemi quando ele massageou meus ombros - Eu gosto disso, sabe? - ele disse, me olhando pelo espelho - Essa normalidade, gosto de entrar no quarto e ver você assim, relaxada.

Eu sorri para ele. Ele parecia tão vivo agora - algo iluminando seus olhos, o fazendo ficar ainda mais bonito. 

- Eu sempre quis te dar isso, Emma - ele continuou, sem jamais quebrar o contato visual - Te dar segurança ao ponto de poder entrar no nosso quarto e te ver tranquila, passando creme nesse corpinho gostoso.

Eu ri, também sentindo o mesmo. 

- Acho que chegamos naquele momento que tanto esperamos - eu disse com um suspiro. 

Nossos filhos eram saudáveis e felizes. Estávamos seguros e Negan se sentia seguro sobre tudo isso porque estava no comando. Ele concordou, mas logo seus olhos estavam cheios daquela sombra de excitação. 

- Acho que vamos ter que tirar isso - ele disse enquanto corria os dedos pelas alças do meu sutiã, descendo-as pelos meus ombros - A noite vai ser longa.

- Ah, ah - eu o impedi e virei de frente para ele - Primeiro meu presente.

Ele arqueou as sobrancelhas escuras e eu fiz o mesmo. Eu estava curiosa demais para esperar. 

- Tudo bem - ele disse com um sorriso e se afastou, procurando algo na mochila que usava quando saía para fora da comunidade.

- São dois, na verdade - ele disse antes de me entregar o saco de estopa - Não sabia qual ia preferir.

Eu o peguei e era levemente pesado. Eu enfiei a mão dentro e peguei algo grande e quase surtei quando vi que era uma câmera Polaroid.

- Eu não acredito! - eu dei pulinhos de felicidade. Negan tinha dito que assim que visse, traria para mim. Eu a deixei em cima da penteadeira e tirei a outra coisa do saco. Dessa vez era uma câmera digital. 

- Obrigado - eu dei um beijo em seus lábios, não contendo o sorriso.

- Podemos usar a Polaroid para fazer um mural com as fotos das crianças - ele disse - E a digital para nós dois fazermos uns filminhos nossos.

- É claro que essa era sua intenção - eu dei um tapa em seu peito. Ele riu e pegou a câmera digital da minha mão, ligando e apontando para mim.

- Que tal começar agora?

 

2 ANOS DEPOIS 

- Você é linda, sabia? - Negan disse com uma voz melodiosa e amassou Nina num abraço. 

Ela gargalhou um papai com um sorriso lindo. Eles estavam sentados no chão da sala, com uma bagunça de brinquedos ao redor deles. Eu estava na poltrona, só olhando e babando nos três. Negan estava no chão, com as costas encostadas no sofá e com Nina em seu colo.

Ela era mais calma que Nick naquela idade. Os dois tinham temperamentos muito diferentes. Enquanto Nick era calmo, mas não gostava de ser contrariado, Nina era agitada, mas se acalmava quando recebia atenção. Eles eram bem distintos entre si, e eu os amava em cada diferença.

- Agora aqui - Negan abriu a mão para Nina jogar uma bolinha. Ela errou e caiu longe, e Negan xingou.

- O que é porra? - Nick perguntou quando ouviu.

- É algo que você não vai repetir - eu disse no mesmo momento, repreendendo Negan. A maior regra de todas aqui era sem palavrão na frente das crianças.

Negan fez uma cara de desculpa e eu franzi o cenho para ele. 

- Mas o papai falou - ele insistiu.

- O papai disse errado. Ele quis dizer poxa - eu disse seriamente, mas logo sorri, estendendo minha mão para que viesse até mim.

Ele veio até mim e eu acariciei seu rosto. Ele já era um mocinho.

- Está com sono, amor? - perguntei. Ele fez que sim e eu o peguei no colo.

Eu já quase não conseguia mais pegá-lo no colo de tão grande. Nick se encaixou com o rosto no meu pescoço e se aninhou a mim.

Isso não tinha preço. Nada no mundo pagaria o amor de um filho. O jeito como ele me abraçava, como confiava e prestava atenção no que eu dizia. No amor que eles me davam a cada novo dia. Eles me fizeram ser alguém melhor. 

- Você tá gostando da escola? - perguntei, fazendo cafuné nele.

Nick era muito inteligente. Ele adorava desenho e tudo que envolvia arte. Eles estavam fazendo uma história em quadrinhos na oficina de arte e Nick estava desenhando uma cidade no mesmo estilo futurista que ele viu em um gibi. Ele já sabia ler e ontem fez um cartão lindo para Negan e eu.

- É legal - ele deu os ombros, a voz sonolenta.

Olhei para Negan e ele estava olhando para nós também, concentrado. Quando percebeu que eu o olhava de volta ele sorriu e piscou para mim.

Já era tarde quando colocamos as crianças na cama. Nina ficou brincando com Negan até não aguentar e dormir sentada. 

O barulho das ondas quebrando era o único som no quarto. Eu e Negan estávamos olhando para fora, na varanda, as cortinas flutuando com a brisa fraca enquanto ele me abraçava.

- Você está pensando alto demais - sussurrei. Eu sabia que ele estava pensando porque Negan era muito vocal e quando ele não falava, ele estava pensando. Muito.

- Desculpe - ele sussurrou de volta.

Fechei os olhos quando ele cheirou minha pele da têmpora; seu abraço era gostoso, a pele macia, a voz sedutora; seu carinho me cercava como sempre. 

Ergui o rosto, olhando o seu iluminado apenas pelo luar que entrava pela janela, e me acomodei em seu abraço quente.

- Antes... meu sonho era morar num lugar como esse - ele disse. Eu estudei seu rosto, porque a nostalgia em sua voz me prendeu - Às vezes eu penso que isso é tudo imaginação. Que eu vou acordar no Santuário, sozinho... sem você e as crianças.

Isso me cortou o coração. Ele era tão seguro, mas se pensasse em perder a gente, desmoronava. Exatamente como eu.

- E se fosse tudo um sonho?

- Eu ia acordar, mandar aqueles fodidos pro inferno e te procurar até achar - ele disse isso com tanta certeza que eu não tive dúvidas. 

- Isso não causaria uma boa primeira impressão, você sabe... bater nos portões de Alexandria dizendo que sou o amor da sua vida - acariciei suas costas e ele sorriu devagar, seus olhos brilhando. 

- Você não ia resistir a mim.

Eu não ia mesmo.

- Não é um sonho. É tudo real... nós somos reais. 

- Você é um presente. Tenho orgulho de te chamar de minha - ele disse suavemente e seus olhos brilham com carinho, e o calor de nosso amor me enche.

Olhei bem dentro de seus olhos, sentindo a energia fluir entre nós dois, nos conectando como um só. 

Não pense que o final está chegando, pois ele já chegou, e na forma de um Recomeço. 

FIM.

 

 



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