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História Depois que te conheci - Capítulo 9


Escrita por: luzinanda

Notas do Autor


Atrasei mas apareci, gente, como vocês estão?
Boa leitura 🥰

Capítulo 9 - Kindly calm me down


Quando meu coração não estiver puro
Você mataria minha doença?
E quando não há cura
Você é exatamente o que eu preciso
Quando eu enlouquecer
Você ainda me lembraria?
Quando eu me sentir perdida
Você viria e me encontraria?


– Você é tão fofo! – Sasha exclamou animada enquanto se apoia em um dos ombros do homem loiro de doman ao seu lado, Levi estreitou os olhos, ele não é fofo, definitivamente não. – Eu sou Sasha, é bom finalmente conhecer o namorado do meu melhor amigo.

– Não somos namorados. – Levi respondeu, mordendo o lábio inferior para controlar o rubor que subiu até suas bochechas. – Prazer em conhecê-la.

– Eu sou Nicolo, marido da Sasha. – Levi então levantou, estendendo a mão para cumprimentar os dois enquanto Sasha sorria divertida.

– Rivaille. – Disse baixo, mordendo os lábios quando Eren levantou uma das sobrancelhas. 

– Espero que goste da experiência de comer aqui, Rivaille, vou garantir que os pratos de vocês sejam caprichados. – Nicolo piscou um dos olhos, simpático. – Preciso voltar para a cozinha, bom conhecer você.

– Você trabalha demais, amor. – Sasha disse com um biquinho, beijando o marido antes dele se afastar de vez. Levi observou a troca com curiosidade, imaginando como seria o terceiro integrante da relação.

– Bem, você também não é muito diferente. – Eren disse, sorrindo para a amiga. 

– Graças a quem? – Sasha provocou antes que puxasse um aparelho celular do bolso, o nome Isa brilhando na tela, Levi desviou o olhar, voltando a se sentar. – Preciso atender, até outra hora, Rivaille, Eren.

Os dois moveram a cabeça enquanto o mais novo grunhiu, o corpo tenso e as sobrancelhas juntas.

– Então, Rivaille, hein? – Eren provocou, cutucando Levi que revirou os olhos.

– Não é muito diferente de como você pronuncia meu nome. – Revelou, desviando o olhar de Eren e mordendo o lábio inferior, Rivaille soava bastante como a forma que Eren sempre estava dizendo seu nome.

– E não é a maneira correta?

– Não está errado. – Bateu os dedos na mesa. – Mas a maioria simplesmente diz como se escreve, alguns dizem o Vi mais forte, como a Isa e outros como Armin, focam no Le.

– Então só eu pronuncio do jeito correto. – Eren disse, presunçoso. – É um nome francês.

– Não sei, é? – Encolheu os ombros. – A família da minha mãe é da França, talvez isso explique alguma coisa.

– Como ela se chama?

– Kuchel…

– Bonito nome. – Eren pode ter percebido o desconforto em sua linguagem corporal, pois mudou de assunto imediatamente, sorrindo em sua direção. – Já sabe o que vai pedir?

– Não sei se consigo comer ainda. – Foi sincero. Ainda sentia as palmas das mãos suadas e o coração acelerado depois de quase ser descoberto, merda, Eren tinha lhe colocado em uma situação difícil.

Levi não se sentia pronto para falar sobre Eren com outras pessoas, ele mal contava qualquer coisa a Armin.

– Pelo menos a comida daqui é boa. – O Jaeger tentou, sorrindo sem graça. 

– Não faça mais isso. 

– Me desculpe. – Eren disse, desfazendo o sorriso e parecendo então muito arrependido, seus ombros caídos. – Eu realmente não pensei sobre isso, sei que é uma situação de merda para você.

– É mesmo.

– Sasha insistiu em te conhecer. – Ao menos teve a decência de se envergonhar, Levi pensou enquanto o rosto moreno ficava corado, a vermelhidão descendo para seu peito. 

– Porquê? – Juntou as sobrancelhas, verdadeiramente confuso.

– O que?

– Porque ela iria querer me conhecer? Porquê… – Respirou fundo, desviando o olhar de Eren. – Quis apresentar a sua melhor amiga? 

– Sasha me conhece muito bem, desde que éramos crianças. – Eren apoiou o rosto com as mãos e os cotovelos em cima da mesa, Levi encolheu os ombros. – Ela sabe quando alguma coisa está acontecendo e… eu não vejo necessidade de mentir.

Levi piscou, encarando Eren com os olhos azuis repletos de dúvidas. Ou Eren estava sendo enigmático ou Levi é apenas desconfiado, pois não faz sentido, o que estava acontecendo? O que de fato está acontecendo entre os dois?

– Levi. – Eren chamou, o nome se enrolando na língua daquele mesmo jeito mencionado anteriormente, fazendo o mais novo acenar, silencioso. – Eu quis apresentar você.

– Porquê?

– Porque você é alguém que vale a pena ser apresentado. – Em um movimento, Eren agarrou sua mão, cobrindo-a com facilidade com a própria. – Gosto da sua companhia, de conversar com você e acho que podemos nos dar bem.

– Como…

– Como amigos? – Eren perguntou, quase esperançoso enquanto algo pegajoso e nojento tomava conta do peito de Levi.

O Ackerman se sentiu uma merda, uma completa e nojenta merda. Eren estava ali, oferecendo amizade, dizendo que ele é alguém agradável o suficiente para construir uma relação do tipo e ele estava se sentindo mal por isso, como se fosse ruim.

– Só… amigos? – Levi quis se chutar por ter dito tal coisa, não queria parecer ingrato, não queria parecer carente.

Mas Eren riu, negando com a cabeça e tirando a mão da sua, os dedos morenos agora indo até o nariz de Levi, onde cutucou e depois bochechas, deixando uma leve carícia ali.

– Obviamente não, baby. – Eren sorriu lindamente antes de afastar a mão. – Seria hipócrita de minha parte tentar manter minhas mãos longe de você.

Levi corou, concordando com a cabeça. Não confiou em sua voz para dizer nada, não naquele momento, diante os olhos verdes tão intensos e com o alívio que dominou seu corpo com as palavras dele.

Era só sexo, não era sério, mas Levi gostava da atenção recebida e gostava da forma como Eren lhe fazia esquecer, como havia apenas os dois quando estavam sozinhos, sem nada nem ninguém no mundo, na forma como os problemas se tornam insignificantes perto dele.

– Amigos hein, parece bom. – Levi disse por fim, gostando da forma como Eren pareceu se iluminar com sua resposta, ficando ainda mais lindo com os olhos brilhando desse jeito.

– Acha que podemos pedir agora? – Levi anuiu, concordando enquanto Eren chamava o garçom, logo os pedidos foram feitos e enquanto esperavam, falaram sobre como foi o dia um do outro até que foram servidos.

– Isso aqui está perfeito. – Em algum momento da noite, Levi elogiou, comendo rapidamente a refeição deliciosa preparada por Nicolo. 

– Nicolo sempre me surpreende com o quão bem ele faz qualquer comida. – Eren disse depois de suspirar, tão satisfeito quanto Levi com seu prato, pegando então a taça cheia de vinho tinto da mesa. – O que achou do vinho?

– Delicioso. – Murmurou, distraído. 

– Oh. – Eren exclamou, olhos estreitos. – Eu concordo.

Levi sentiu quando um pé sem sapato acariciou sua panturrilha, subindo pela perna até a coxa em uma carícia provocante. Observou o rosto de Eren, os cabelos levemente bagunçados em um coque frouxo e os olhos estreitos e maliciosos dando um charme selvagem para a figura, fazendo um arrepio estranho subir pela espinha de Levi.

– Eren. – Tentou chamar, mas sua voz saiu como um ronronar manhoso, fazendo suas bochechas arderem de vergonha. – Estamos em público.

– Sim. – Os olhos verdes brilharam de malícia enquanto Eren usava suas pernas longas para ir mais longe, arrastando os dedos do pé descalço até as calças de Levi. – Você está desconfortável, baby? Quer que eu pare? 

Mesmo que a conversa dos dois não passasse de sussurros, Levi olhou em volta, envergonhado e com medo, mas definitivamente não menos quente, seu pau latejando dentro da calça com o contato.

– Merda. – Juntou as sobrancelhas, tentando se concentrar em outra coisa. 

– Gosta quando toco você aqui? – Era uma provocação, Levi sabia, mas foi difícil não gemer quando Eren pressionou com mais força, finalmente despertando a ereção em suas calças. – Você fica tão lindo excitado, um menino tão bom para mim.

– Eren. – Suplicou, esfregando uma coxa contra a outra em quase desespero, as mãos contra a mesa fechadas em punhos. 

– Eu quero tanto chupar você agora, bebê. – Eren continuou murmurando, seu tenor rouco sacudindo cada estrutura de Levi. – Fazer isso debaixo dessa mesa enquanto todos à sua volta comem, será que eles sabem, hum? O quão sujo você é?

Levi mordeu os lábios com força, reprimindo um som lascivo, fazendo sua garganta vibrar. Eren falando sujo estava mexendo com seus nervos, eles estavam em público mas seu pau parecia não entender isso, latejando dentro do calor das roupas.

– Eu quero. – Sussurrou de volta, os cílios batendo lentamente enquanto olha para Eren de baixo para cima. – Quero ser bom.

O mais velho ficou tenso, um rosnado baixo vibrando no peito forte enquanto um sorriso maldoso se forma nos lábios cheios.

– Coisinha linda e safada você é. – Eren murmurou, levantando então o braço para chamar atenção do garçom e afastando seu pé, Levi imaginou que estaria calçando o sapato.

Ficou tenso com a aproximação do garçom, poderia ser tolice, mas Levi não conseguiu relaxar enquanto Eren insistia em pagar – aparentemente Nicolo deixou a refeição como cortesia –, a ereção em suas calças poderia estar escondida, mas o calor nas bochechas e os olhos caídos poderiam denunciar seu estado a qualquer um.

– Isso é outro fetiche? – Perguntou baixinho enquanto os dois levantavam, Eren descansou a mão em sua lombar antes de falar, ainda sorrindo.

– Algo do tipo. – Foi honesto. – Isso é um problema?

Levi ficou em silêncio até que estivessem no estacionamento ao lado do restaurante, parando perto do carro.

– Definitivamente... – Começou. – Não é um problema.

Os olhos de Eren se estreitaram ainda mais, um brilho perigoso passando por eles antes de desligar o alarme do carro e destrancar as portas automáticas.

– Venha aqui. – O Jaeger disse confiante enquanto Levi tomava um momento para analisar o entorno.

Se aproximou de Eren em passos lentos, observando curioso o mais velho abrir a porta do carro, um sorriso dançando em seus lábios. 

Nenhum dos dois falou quando Levi estava próximo o suficiente para sentir o hálito quente de Eren, nem quando os dedos pálidos subiram até o pescoço moreno, emaranhando-se entre os fios castanhos, soltando o coque frouxo e puxando Eren para que as bocas se encontrassem.

Não se importaram com qualquer pessoa que pudesse passar por ali, principalmente Levi, que se viu gemendo, barulhos abafados pelos lábios de Eren quando mãos grandes agarraram sua bunda com força, espremendo a carne entre os dedos sem dó.

Levi se viu fervendo, Eren estava faminto, dominando-o com facilidade, apertando e mordendo sem cuidado, duro e completamente selvagem, era quase delirante ser alvo disso.

Não hesitou quando Eren sentou no banco do carona, puxando-o para seu colo e encaixando as bandas entre os dedos diretamente sobre seu pau, os lábios ainda grudados e molhados de saliva, deslizando sobre o outro com um vigor diferente das outras vezes.

Levi estava surdo e cego para qualquer outra coisa, havia apenas Eren com a selvageria desenfreada e até então desconhecida, tomando tudo que podia dele, engolindo seus gemidos e manipulando seu corpo.

Moveu os quadris, experimentando rebolar sobre o volume endurecido no meio de suas pernas e arrancando um murmúrio satisfeito de Eren, um estímulo que incendiou suas veias para seguir em frente.

– Continue… – Eren gemeu, sem fôlego enquanto suas mãos adentraram as calças de Levi, abaixando o suficiente para revelar parte da bunda pálida e redonda, onde agarrou com força, marcando a pele enquanto Levi rebolava, estimulando Eren.

Jogou a cabeça para trás quando Eren puxou sua intimidade para fora das roupas, segurando-o com firmeza antes de iniciar um ritmo rápido e constante, o polegar se esfregando continuamente contra a cabeça, espalhando o pré cum e deslizando com mais facilidade.

– Eren, Eren… – Gemeu de boca aberta, encostando a testa contra a dele sem parar de se esfregar, o corpo pegando fogo e os olhos fechados, concentrados.– Ah… merda, mais forte.

Balançou os quadris com mais ímpeto, arrancando mais dos barulhos deliciosos e roucos de Eren, seu pedido sendo atendido com uma mordida no pescoço forte o suficiente para marcar, Levi sinceramente não se importou com isso.

– Você é tão bom menino, vai gozar para mim, bebê? – Eren sussurrou entre dentes, focado em não parar de masturbar o garoto descontrolado em seu colo. – Venha para mim, baby, me dê o que tem.

– Por favor… – Levi gemeu, os olhos se revirando nas órbitas e o corpo convulsionando, obedecendo imediatamente a ordem de Eren. – Hm… Ah! 

Um tapa forte na nádega esquerda foi o suficiente para fazer o Ackerman vir, se desfazendo na mão de Eren em vários jatos fortes, o corpo ainda quente e o coração batendo com força no peito enquanto Eren move a mão preguiçosamente, ordenhando tudo do pênis agora flácido e macio em seus dedos.

– Você foi perfeito, baby, um garoto muito bom. – Sussurrou, beijando a têmpora e então as bochechas vermelhas de Levi antes de afastar as mãos, limpando em um lenço que estava no porta luvas antes de subir as calças de Levi, ajeitando-o sem sair do lugar.

Os dois respiraram com força, deixando que os pulmões se ajustem à queda da adrenalina enquanto a realidade cai lentamente sobre os dois, sumindo com o desespero e tesão iniciais.

Eles estavam em público, Levi percebeu e quando olhou em volta, não havia ninguém, ao menos não naquele momento.

– O que quer fazer agora? – Eren perguntou, ainda espalhando as mãos pelas costas e rosto de Levi, um carinho quase inconsciente na pele ainda quente.

O Ackerman se moveu, sentindo então a ereção abandonada do mais velho entre eles.

– Eu quero chupar você. – Falou sem filtro, recebendo um olhar interessado e longo que fez com que se movesse. – Não aqui.

– Tudo bem. – Eren beijou suavemente os lábios finos de Levi antes de se levantar, deixando-o sozinho no banco de carona para seguir até o do motorista. – Vamos para minha casa.

O caminho até o apartamento foi silencioso, porém confortável, a tensão sexual ainda presente demais para que quisessem puxar qualquer assunto, mesmo que seus olhos se encontrassem em toda oportunidade.

Quando pararam no estacionamento subterrâneo já conhecido, Levi não reclamou ao ser pego no colo, as pernas cercando Eren sem medo antes de ser pressionado contra o espelho do elevador.

O gosto de Eren pela adrenalina do sexo em público estava lhe afetando com toda certeza e honestamente, Levi nunca tinha se sentido assim, sexo nunca pareceu tão deliciosamente desesperador, tinha acabado de gozar, no entanto estava duro antes de alcançar o apartamento de Eren.

Foi jogado no colchão sem nenhuma delicadeza, mas Levi não se importou, se preocupando em ficar nu enquanto Eren fazia o mesmo, as roupas sendo jogadas longe sem cuidado, os olhos presos um no outro.

Quando Eren segurou suas mãos acima da cabeça, Levi tentou protestar para que pudesse cumprir com sua palavra, sua boca cheia d' água só de visualizar o pênis duro, vermelho e pingando de Eren, mas foi impedido por dois dedos invadindo sua boca, se enrolando sobre sua língua e fazendo com que gemesse.

– Ainda não. – Eren falou, rouco e completamente entregue. – Primeiro eu vou te foder com força e depois… – Lambeu uma gota de suor que escorria pelo pescoço de Levi. – Vou gozar nessa boquinha linda.

Levi gemeu com as palavras.

Com os dedos perfeitamente úmidos, Eren não precisou pedir para que abrisse as pernas, iniciou a preparação com cuidado, apesar do desespero anterior, Eren não forçou ou machucou Levi, tomando cuidado ao esticá-lo, evitando dor o máximo que conseguisse.

– Eren… – Levi se moveu, incomodado com a mão grande ainda prendendo as suas. – Por favor.

Sua voz manhosa não foi o suficiente para apressar as coisas, Eren dedilhou e esticou com paciência, uma das mãos entre as pernas de Levi e a outra prendendo as mãos pálidas, deixando-as vermelhas.

– Não me faça amarrar você. – Disse com os olhos estreitos, mas ao invés de discutir, Levi gemeu, o pau abandonado contraindo e pingando com as palavras. – Você quer isso, baby? Quer que eu leve você assim?

Levi virou o rosto, envergonhado demais para responder enquanto Eren apenas riu com malícia.

Foda-se se ele não tivesse entendido, o Jaeger sempre entendia.

Com a preparação pronta, Levi soluçou quando seus punhos foram presos com um cinto na cabeceira da cama, uma amarração muito específica que não lhe deu muita movimentação e fez Eren gemer só com a visão.

– Não sabe como quero foder você agora, Levi. – Eren começou enquanto pega um pacote de camisinha e o vidro de lubrificante no mesmo lugar de antes, ao lado da cama. Levi respondeu abrindo as pernas, seu rosto vermelho e os olhos estreitos para o moreno, esperando ser resposta o suficiente. – Não brinque comigo, bebê, você não aguentaria.

– Eu decido o que aguento, velho. – Respondeu em desafio, abrindo ainda mais as pernas, expondo-se para conseguir logo que Eren o preenchesse. – O que está esperando?

– Tudo bem. – Eren respondeu calmo, a voz um sopro suave enquanto encaixa seu corpo sobre o menor na cama.

Levi sentiu medo disso, seus olhos se arregalando, Eren nunca era tão calmo assim, não estando com tanto tesão.

– Eren- – Sua voz foi cortada quando Eren entrou, agarrando na garganta enquanto abre a boca em busca de ar até que estivesse completamente empalado, seus quadris se encontrando e sua próstata sendo esmagada pelo membro grande e grosso.

– Relaxe… – O Jaeger falou, iniciando uma masturbação sem se mover, deixando que o preenchimento inicial seja superado antes de começar qualquer coisa. – Respire fundo.

Distribuiu beijos carinhosos por todo rosto e pescoço de Levi, sentado sobre os joelhos, Eren esperou pacientemente, acalmando como tinha feito das outras vezes, sendo gentil e encantador com seus sussurros e carinhos suaves.

– Tudo bem. – Disse sem fôlego, sentindo-se muito cheio, muito oprimido para conseguir falar mais, Eren anuiu quase que imediatamente, suor escorrendo por suas têmporas enquanto começa a afastar os quadris lentamente.

Levi suspirou, fechando os olhos e relaxando o corpo com a sensação de Eren movendo-se, suave e completamente delicioso, um barulho baixo saindo de sua garganta e as mãos presas largadas e esquecidas.

Foi o suficiente para Eren entrar com força, batendo em seu núcleo e se retirando quase imediatamente, iniciando um ritmo quase brutal que arrancou um grito silencioso da boca de Levi.

Levi agarrou o cinto em seus punhos com força, suas pernas sendo mantidas abertas por Eren enquanto recebe cada impacto com a boca aberta, a cabeça caindo para trás e os olhos se apertando.

Palavras desconexas escaparam de seus lábios enquanto Eren continua implacável, batendo em sua próstata e fazendo seu pênis ainda duro bater contra a barriga dos dois em uma bagunça de gemidos e fluidos.

Não se importou com a saliva escorrendo de seus lábios quando prazer era tanto que o oprimiu, Levi fechou os olhos, lágrimas escorrendo deles quando gozou com força, Eren ainda batendo com força em sua bunda enquanto seu corpo se contorce em um arco.

Levi achou que poderia aguentar, que conseguiria ir até que o próprio Jaeger parasse, mas quando a estimulação continuou, deixando-o hipersensível, foi difícil não agonizar com a sensação exagerada.

A próstata abusada pulsou a cada estocada e quando Eren não parou, Levi choramingou, gritando a cada movimento, as pernas tremendo e o corpo mole sendo facilmente mantido.

Era demais, era bom, mas era demais e Levi sacudiu a cabeça, soluçando com mais força ao tentar falar, se contorcendo sobre si mesmo antes que mais esperma fosse espirrado contra a própria barriga, gozando sem ao menos perceber, os olhos revirando nas órbitas.

– Eren! Eren. – Chamou, gritando entre os movimentos bruscos e conseguindo a atenção dos olhos verdes que estavam nublados, quase apagados pelo tesão. – Che-chega.

Foi como se tivesse apertado um botão, Eren imediatamente se freou, os quadris interrompendo outra estocada funda enquanto Levi aproveita para respirar fundo, puxando o ar com força pelo nariz.

– Tudo bem? – Havia preocupação na voz falha de Eren, mas Levi concordou com a cabeça, corando ainda mais e desviando os olhos.

– Só foi… demais. – Mordeu os lábios, nervoso. – Eu não esperava, desculpe.

Eren respirou fundo, tombando a cabeça e analisando Levi com cuidado antes de responder.

– Porquê está pedindo desculpas? – O Ackerman tentou responder, mas foi interrompido. – Você não tem que pedir desculpas, pode pedir para parar sempre que quiser, é seu corpo, você decide o que quer fazer. 

Levi analisou Eren de volta, o corpo relaxando com a resposta e uma satisfação estranha tomando seu peito enquanto observa o quão precioso esse homem pode ser.

– Então eu posso chupar você? – Perguntou baixinho, soando quase inocente enquanto Eren se afasta, saindo de dentro com um barulho indecente.

– Eu prometi isso, não foi? – Eren ronronou de volta, retirando a camisinha e jogando no chão sem se importar antes de subir em Levi, abrindo as pernas e afastando os joelhos em volta da cabeça do mais novo. – Tudo bem se for assim?

– Uhum… – Levi respondeu sem olhar para Eren, seus olhos azuis mirados no pênis a centímetros de sua boca, pesado e duro e tão perto. 

– Coisinha suja você é. – Eren murmurou, ofegando quando Levi estendeu a língua para lamber e direcionar o pênis até sua boca. – Porra!

Eren xingou quando Levi sugou a cabeça com vontade, deslizando a língua na fenda vazante de Eren, que não sabia o que era melhor, a sensação que a sucção de Levi proporciona ou a visão perfeita abaixo de si.

Os dois gemeram juntos quando Levi engoliu o máximo que pôde daquele pau, as cordas vocais do Ackerman fazendo vibrar e Eren estremecer.

Levi moveu as mãos presas com impaciência, pensando em como seria bom agarrar a circunferência que não consegue alcançar com a boca enquanto chupa Eren, se deliciando com os gemidos satisfeitos do mais velho.

A sensação de estar contido também não era ruim, na realidade Levi sabe que parte de seu desespero e de gozar tão rápido se deve a isso, a forma como Eren dominou seu corpo e em como confiou isso a ele, em como confiava agora, sabendo que o Jaeger nunca lhe faria engasgar forçando o boquete além do que aguentaria.

Aumentou o ritmo, vendo como Eren ficou tenso, se esforçou para fazê-lo chegar lá.

Foi com um gemido abafado de Levi que Eren chegou, enchendo a boca em volta de seu pau de porra até que vazasse pelos cantos e afastando para sujar o queixo e a bochecha vermelhos pelo esforço com líquido espesso e branco.

– Bom menino. – Eren elogiou enquanto Levi engolia, se afastando então e soltando os punhos de Levi, que desviou os olhos, vermelho e envergonhado.

Sem reclamar, Eren foi até o banheiro, voltando limpo e com uma toalha úmida e morna nas mãos, limpando Levi com cuidado e tirando todo e qualquer resquício da pele branca com cuidado, beijando com carinho as marcas que deixou aqui e ali no garoto preguiçoso que mal se moveu durante o tratamento, os olhos fechados e o corpo completamente relaxado.

– Eu poderia ir tomar banho. – Levi disse assim que Eren se jogou ao seu lado.

– Eu sei. – Eren revirou os olhos, puxando Levi para descansar em seu peito. – Mas prefiro que não se esforce depois que te fodi contra o colchão. 

– Você é sempre constrangedoramente sincero. – Disse corado, agradecendo por seu rosto estar longe das vistas de Eren, escondido no peito musculoso com os braços tatuados ao redor da cintura.

– É mais forte que eu. – Eren respondeu divertido. – Gosto de cuidar de você. – E como se estivesse reafirmando suas palavras, beijou o topo da cabeça com fios escuros.

– E você precisa parar com isso. – Murmurou ainda envergonhado. – Você não precisa encher meus armários ou pagar meu plano de celular, sempre me virei sozinho.

– Eu só quero facilitar as coisas, sei que não é fácil para você. – Levi podia imaginar o cenho franzido de Eren. – Eu sei como é não ter com quem contar, não quero que seja assim para você.

Levi respirou fundo, sem saber como responder a isso, como reagir às palavras de Eren, era demais para um dia só e o Ackerman sentia-se já exposto o suficiente.

– E eu não tenho a intenção de ser um sugar daddy. 

– Mas você está sendo. – Respondeu com deboche, fazendo Eren ficar em silêncio. – Eu e Armin podemos nos virar, mesmo que ele continue desempregado caso sua amiga não goste dele.

– Mikasa não é tão vaca assim. – Eren disse, despreocupado enquanto Levi apenas anuiu, finalmente recebendo um nome para a amiga citada. – Ela não é alguém ruim, não foi nem quando éramos casados.

Levi travou, piscando incrédulo enquanto Eren permaneceu relaxado, completamente alheio à informação que soltou.

A amiga bem sucedida de Eren é sua ex-mulher? Eles são amigos? Amantes? O que ela faria se descobrisse sobre eles? 

Eren foi casado e com uma mulher.

– Bom, mas você tem razão, talvez eu seja um sugar daddy mesmo.

– O que? – Levi piscou novamente, perdido com Eren voltando ao assunto anterior. 

– Bom, eu não gosto que você volte para casa de ônibus ou a pé sozinho de madrugada. – Começou, se afastando de Levi apenas para pegar algo dentro de uma das gavetas do criado mudo.

– Eu posso me defender, você sabe. – Murmurou, desconfiado enquanto Eren voltava com uma chave nas mãos. – Eren, você não fez isso.

– Não fiz. – Disse enquanto Levi se senta na cama, os olhos pequenos arregalados. – É o meu carro da época da faculdade.

– Não.

– Ele estava jogado em uma das garagens dos meus pais. – Disse, balançando os ombros. – Estou deixando com você até que compre o seu.

– Não posso aceitar, é demais, Eren…

– Levi. – Segurou os ombros de Levi, olhando nos olhos. – Não é nada importante, é só um amigo ajudando o outro, sim?

– Não parece isso… – Levi se mexeu, desviando o olhar, constrangido.

– Me deixe garantir sua segurança. – Eren pediu, piscando suplicante. – Por favor, só vou relaxar se saber que não está andando por aí sem nenhuma garantia de segurança.

– Você é insuportável. – Disse entre dentes quando aqueles olhos de cachorrinho, verdes e brilhantes, fizeram alguma coisa dentro de si derreter, Levi sabia que tinha perdido a discussão no momento que viu aquela expressão. – Não sorria ou mudo de opinião.

Murmurou mal humorado, cruzando os braços enquanto Eren concorda lentamente com a cabeça, colocando então a chave na mesa de cabeceira antes de voltar a se deitar, puxando Levi junto em um abraço carinhoso, na mesma posição de antes.

– Eu também deixarei o tanque sempre cheio. – Eren sussurrou, recebendo um beliscão nos quadris nus e pulando de susto.

– Já chega, seu papai doce de merda. – Levi resmungou, arrancando uma risada divertida de Eren. 

E enquanto era embalado até o sono, Levi não pôde evitar pensar que aquilo tudo era só uma ilusão, que tudo poderia desmoronar como já aconteceu antes.

Eren tinha sido casado, provavelmente com uma mulher linda e bem sucedida, Levi nunca seria para ele mais do que já eram e mesmo que seu coração estivesse apertado, Levi tentou se convencer de que era o bastante.

Precisava ser.

&&&

'Levi riu de si mesmo quando tropeçou para dentro de casa, a porta batendo em um baque surdo enquanto anda pela sala escura.

Aquela maconha não estava pura, Mike tinha dito e Levi percebeu isso na forma como tudo parecia estar em câmera lenta, seus olhos cheios de areia e a boca dormente, uma euforia estranha plantada no peito.

– Sua mãe me pediu para cuidar de você, coelhinho. – A voz masculina fez Levi parar imediatamente, surpreso. 

– Senhor… – Sua voz derrapou, onde estava Kuchel, sua mãe? – Onde mamãe está?

– Precisou ir resolver alguns problemas, não se preocupe. – Saindo das sombras, o homem pareceu enorme, sendo muito mais alto que Levi. Seu sorriso não era simpático, nem divertido, carregando uma maldade que fez o Ackerman tremer. – Faz muito tempo que quero ficar sozinho com você.

– Não… – Tentou dar um passo para trás, mas suas pernas estavam moles e tropeçando no tapete da sala, Levi caiu no chão, batendo a cabeça e ficando momentaneamente sem foco.

Já havia notado os olhares, os toques indiscretos do vizinho quando sua mãe lhe deixava na casa dele, aos cuidados da esposa sorridente e simpática. Até então, ela foi a única barreira que impediu qualquer aproximação.

– Andou faltando aula para ficar com aquele marginal de novo, Levi? – O homem pareceu bravo. – Você é muito novo para namorar, sabia?

– Senhor Dietrich, não-

– Xi… – Sua boca foi tampada e depois disso, havia apenas dor, Levi não percebeu se chorou ou não, desesperado e agitado demais para notar algo além da sensação de que estava morrendo.

E depois, sua mãe não acreditou, ela nunca acreditava e quando gritou, apontando para o homem horrível e sua esposa simpática, os dois pareciam chocados, saindo de sua casa e fazendo sua mãe bater em seu rosto até que concordasse em se desculpar.

A culpa era sua por ser tão sujo.'

– Levi. – A voz de Eren chamando-o para o presente fez com que abrisse os olhos, percebendo-os molhados. – Você está bem?

Levi negou com a cabeça, deixando que as lágrimas escorressem livremente, ainda doía como antes, as lembranças ainda doíam.

– Foi só um pesadelo. – Eren disse, abraçando seu corpo protetoramente, tentando confortar a pessoa chorosa em sua cama. – Estou aqui.

Levi apenas negou com a cabeça, exausto demais para falar, não tinha sido só um sonho, nunca era.

Ele era sujo, um monstro nojento e egoísta, alguém que não poderia ser salvo.

Por um momento, Levi acreditou que poderia, Levi acreditou que ficaria tudo bem, Eren foi tão incrível em lhe fazer esquecer que Levi tinha esquecido quem era por um momento.

Quem ele poderia ser? Fora de seus traumas, do passado e das feridas nunca cicatrizadas, quem ele seria se nunca tivesse se machucado? Como ele seria? Levi não sabe. É doloroso pensar que tudo que ele é, provém da dor.

– Xi. – Eren sussurrou, embalando o choro mal contido de Levi.

– Eu preciso… limpar. – Levi sussurrou, rouco, tentando escapar dos braços de Eren, porém foi contido, mãos suaves acariciando e tentando acalmá-lo. – Eren.

– Calma. – Puxou o menor para seu colo, as pernas de Levi em volta da cintura e os braços encaixados no pescoço antes de levantar para o banheiro, eles já estavam sem roupas, então só precisou abrir o jato de água morna do chuveiro.

Levi tremeu com o contato com a água, mas não reclamou, apenas fechou os olhos enquanto toda a sua sujeira estava sendo limpa. Naquele momento não podia se importar em estar sendo amparado e mimado, naquele momento Levi não pensou no que merecia ou não, ele só queria limpar, tirar a sujidade da sua pele, corpo e mente.

Não pensou em como Eren tem uma ex mulher que com certeza não é quebrada como ele, em como o Jaeger merece alguém melhor, um relacionamento de verdade, não pensou em como poderia estragar a vida do mais velho.

Apenas se deixou ser cuidado e chorou, deixando a água lavar tudo e mesmo depois que estavam secos e na cama novamente, Levi não parou de tremer, os olhos apertados e fechados.

– Eu só tinha quinze anos. – Disse de repente, quebrando o silêncio e fazendo Eren apertar seu corpo com mais força.

Mesmo assim, Eren não perguntou, não disse uma porra de palavra, não se moveu da posição, não fez nenhum barulho de nojo ou mudou a expressão concentrada de seu rosto, ele apenas continuou ali, sendo o merdinha perfeito que sempre foi.

Levi quis rir desacreditado, pois mesmo em momentos assim, Eren conseguia ser incrível, mesmo com um lado feio seu vindo a tona, ele ainda podia ser irredutivelmente gentil, incrivelmente acolhedor.

Eren era apenas Eren e isso doeu como o inferno.

Doeu porque Levi estava se sentindo seguro naqueles braços, mais calmo com a presença de Eren, como um refúgio que sabia que acabaria querendo voltar e definitivamente;

Nada disso podia ser dele.

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– Obrigado por me esperar. – Nicolo disse, se esticando para beijar os lábios macios de Sasha, que sorriu em resposta. – Sei que tinha coisas para resolver.

– Não se preocupe com isso, vida. – Piscou um dos olhos para o loiro. – Queria voltar ao restaurante de qualquer forma, pensei que talvez Eren ainda estivesse lá com o rapazinho.

– Ele é bem jovem, não é? – Nicolo se mexeu no banco antes de puxar o cinto de segurança.

– Definitivamente, não sei o que Eren está fazendo mas… – Suspirou. – Confio nas decisões daquele cabeça oca, ele é intenso, então quando gosta de alguém…

– Ele se entrega, eu sei. – Sorriu divertido. – Mas depois de Marco, quero dizer, ele sempre disse que nunca sentiu nada pelo assistente.

– Talvez seja esse o caso também. – Encolheu os ombros. – Desde que ele esteja feliz, está tudo bem, depois de Mikasa ele não parou com ninguém.

– Estamos a tanto tempo juntos que eu acabei me esquecendo como é isso. – Nicolo disse baixinho. – A conquista...

– Você pode me conquistar todos os dias se quiser, querido. – Sasha sorriu nem um pouco abalada com o comentário, ela e Nicolo antes de casados eram amigos, tinham liberdade para falar qualquer coisa um para o outro sem julgamentos. – Ou pode conquistar Connie.

– O-o que?! – Nicolo perguntou vermelho e exasperado. – Como…

– Você não é tão discreto quanto pensa. – Deu de ombros. – Olha, eu não vejo problema em vocês dois se relacionarem, até gosto, na verdade.

– Mas?

– Ele diz que é hetero desde que éramos pirralhos. – Suspirou, os olhos escurecendo. – Não quero que você se magoe.

– Eu sei. – Nicolo também suspirou. – Mas não posso controlar isso, desde que você passou a trabalhar mais horas e fazer extra, eu e Connie passamos mais tempo juntos, sozinhos…

Destacou o "sozinhos", balançando os ombros.

– Foi difícil não me apegar, ele é engraçado, gentil, prestativo e sempre alegre, eu me contagiei e…

– Se apaixonou. – Sasha sorriu. – Nunca acreditei que fosse algo impossível de acontecer.

– Não sei o que fazer. – Admitiu, inseguro.

– Não sei o que aconselhar, sinceramente. – Manobrou o carro, parando em frente a casa deles. – Apenas continue sendo você mesmo e se permita, se Connie abrir alguma brecha, então fale sobre isso.

Beijou suavemente os lábios do loiro, tirando então o próprio cinto de segurança.

– Preciso dormir, definitivamente, amanhã acordo muito cedo. – Bagunçou os cabelos loiros antes de sair do carro. – Porque não faz companhia ao nosso careca preferido?

– Você é a culpada disso tudo. – Disse brincalhão, recebendo uma risada descontraída antes de entrar em casa.

Observou a esposa beijar e conversar brevemente com Connie antes de seguir até o corredor, onde certamente falaria com Isabel antes de ir dormir, seus olhos acompanhando da porta cada movimento antes que voltasse sua atenção para Connie, que sorriu, lhe cumprimentando.

Não conseguiu evitar a sensação borbulhante em seu estômago com aquele sorriso, estava inegavelmente apaixonado.


Se eu precisasse de você agora, você gentilmente me acalmaria?



Notas Finais


Eren soltando informações e sendo idiota, pq é o Eren né gente?
Isso afetou Levi se um jeito, tadinho...
Próximo capítulo mostra um pouco mais de Nicolo e Connie, fofissimos e também tem algumas recaídas de Levi, infelizmente.
Até a próxima 🥰


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