História Depravada - Capítulo 3


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Categorias Justin Bieber
Personagens Jeremy Bieber
Tags Depravada, Drama, Policial, Prostituta
Visualizações 92
Palavras 1.118
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - A drunk night


 

Quando vejo aquela mulher parada na rua não consegui me controlar e tive que falar com ela. Ela usa uma máscara que confesso me deixou ainda mais curioso. Depois de andar o dia todo de carro e parar para beber alguns drinks, não era de se esperear que eu encontrasse alguma mulher aqui. 

Com a vista ainda meio turva consigo dirigir enquanto me sobra forças. Chegamos ao local, um motel, ela me olha com os olhos ansiosos e eu vou até o outro lado abrir a porta para que ela saia. Olhando-a agora vejo o quanto é bonita, passo minhas maos pelas suas costas e ela arqueja com meu gesto.

Paramos de frente a porta do quarto onde ficaremos e ela me puxa pela farda. Droga. Esqueci de trocar de roupa com toda a correria, mas não consigo raciocinar direito enquanto ela me puxa. Ela para é eu desço sua jaqueta deixando-a cair no chão, suas costas são a coisa mais bonita que eu já vi. Duas asas pretas que começam nos ombros e descem até mais abaixo de sua cintura.

Beijo seus ombros passando minhas mão por seus seios, inspiro seu cheiro é ela tem cheiro de baunilha e sensualidade. Abro seu sutiã e aperto seus seios que cabem perfeitamente em minhas mãos. Ela se vira de frente para mim e me faz sentar de frente para ela, suas mãos percorrem meu abdomen e vão abrindo minha farda com cuidado, botão por botão, ela não me faz perguntas sobre eu ser da policia e eu agradeço por isso.

Alguns segundos depois estou sem minhas roupas e uso apenas minha cueca, ela tira sua roupa devagar e eu poderia ficar admirando-a por horas que não iria me cansar. Completamente nua ela sobe em cima de mim, chupo um de seus seios ainda sentado e a ouço arfar com meu toque. Com a outra mão pego em sua máscara pronto para tirá-la mas ela me impede antes.

- Não. - implora com um gemido.

Concordo com a cabeça, ela não me fez questionamentos de quem eu sou, então não farei dela também, como dissemos mais cedo estamos aqui para esquecer.

Caimos deitados na cama e ela me beija com voracidade tirando todo o meu folêgo, retribuo e seu beijo e quando percebo estou por cima dela. Começo depositando beijos pelo seu pescoço enquanto acaricio sua barriga, sem pressa faço caminho por todo seu corpo, seios, barriga até chegar a sua virilha.

Lambo-a devagar é ela reprime um gemido. Com meu polegar pressiono seu clitóris e com minha lingua continuo fazendo movimentos que vão se intensificando cada vez mais. Olho para seu rosto e ela está mordendo os lábios, sinto um prazer enorme me invadir e acelero meus movimentos mexendo seu clitóris em circulo. Ela geme enquanto eu toco sua carne sem pudor e em seguida atinge ao orgasmo, fecho meus olhos e tento me concentrar, mas ela logo vem chupa meu pescoço com força, arfo e deito com ela em cima de mim.

- Você... Você é linda. - falo com dificuldade e ela sorri.

Suas mãos percorrem até minha cueca e ela a tira jogando em algum lugar do quarto. Sua língua encosta na cabeça do meu pau lambendo como se fosse um doce. Fecho meus olhos me segurando para não gozar agora mesmo e passo minhas mãos pelos seus cabelos ruivos.

Suas mãos aperta meu pau e eu o sinto pulsando, ela começa um movimento de vai e vem enquanto sua língua me lambe sem pejo.Olho nos olhos dela e sinto que estou prestes a explodir porra para todo lado, quase chegando ao céu gozo é ela engole tudo e me dá um sorriso meio torto.

Pego-a pela cintura e a coloco em cima de mim. Ela segura em meu pau e senta em cima de mim lentamente, sinto uma coisa boa me invadir com eu dentro dela e aos poucos ela começa a cavalgar gemendo loucamente, aperto seus seios e ela geme mais alto ainda. Nossos olhos se conectam é eu não consigo desviar meus olhos dos dela, gemendo com nossas repirações misturas chegamos ao ápice. Nossas testam se unem é so então me lembro de Steice, minha namorada.

Ela está prestes a dormir quando eu levando subitamente, o que eu acabei fazendo? (Ah efeitos do álcool).

- O que foi? - ela pergunta se sentando. 

- Preciso ir. - respondo caçando minhas roupas e as vestindo.

Ela parece surpresa no começo mas logo sua expressão se suaviza.

- É claro. - responde desviando seus olhos de mim e se cobrindo com o pano da cama.

Quando termino de me vestir abro minha carteira é deixo algumas notas na cabeceira da cama.

- Obrigado por me fazer esquecer Anjo. - beijo seus lábios e ela se contrai.

Saio do quarto e olho para onde ela esta, continua imóvel. Não é culpa minha, foi apenas um momento de fraqueza. Faço uma nota mental de que nunca mais farei isso e que não contarei a Steice. Mas seja quem ela for, me fez esquecer do passado por alguns minutos, por um instante até me lembrei dos bons momentos há dez anos atrás. Hora de voltar a realidade é a realidade diz que policiais como eu não se relacionam para valer com prostitutas, apesar dela ser maravilhosa. Pequenos fragmentos vão se misturando em minha mente (efeitos do álcool), e minhas lembranças da moça de asas vai se esvaindo.

 

POV Sophia 

Suja. Imunda. Sem valor. É assim que me sinto depois de hoje. Olho para o dinheiro ao lado da cama e sinto um vazio enorme tomar conta de mim.

É isso que você é. Queria o quê? Que ele se relacionasse com você depois de tudo?

Visto minhas roupas e deito na cama em posição fetal. Porque ele é o mesmo que me deixou há 10 anos atrás, é pelo jeito ele não me reconheceu, ainda bem. Não sei o que faria quando ele me xingasse de todas as palavras possíveis. Deixo as lágrimas cairem e choro até soluçar. Amanhã estarei a minha vida de volta é ele? Bom, ele pode ter encontrado o amor da vida dele e brigado, dai ele veio até mim só para esquecer e depois pode ter voltado para os braços da outra todo arrependido por ter ficado com uma prostituta.

Dou uma risada, é óbvio que ele já encontrou o amor da vida dele é ainda realizou o sonho de ser policial. Lembro-me que ele dizia todo maravilhado que quando crescesse seria policial. Levanto pronta para encarar a realidade, não sei o que farei se vê-lo de novo, mas espero que algum dia ele me reconheça é me perdoe pelo que me tornei.


Notas Finais


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